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Segundo a Isto É, governo paga R$ 2 milhões por voto no “Mensalão da Dilma”

Seria uma versão varejista do clássico escândalo que abateu o PT anos atrás.

Dilma Rousseff - Lula - Mensalão da Dilma - Foto Igo Estrela Getty

Recentemente, quando deflagrada a 27ª fase da Lava Jato, chamada de “Carbono 14”, assistimos a uma volta do Mensalão ao noticiário. Delúbio Soares foi conduzido coercitivamente, Marcos Valério foi citado, até Silvio Pereira reapareceu. E parece que o revival não ficou só nisso.

Segundo a revista “Isto É”, o governo Dilma estaria promovendo um procedimento mensaleiro, agora no varejo. E cravam na manchete da principal matéria da semana: “Mensalão de Dilma”. O trecho mais assustador e emblemático é aquele em que citam até o valor do voto: “Um deputado de um partido da base aliada, no entanto, assegurou à ISTOÉ que a oferta foi feita. O valor: R$ 2 milhões pelo voto pró-Dilma”

Outra semelhança com o Mensalão: Lula. O ex-presidente, que estava no cargo quando estourou o primeiro escândalo em 2005, agora seria uma figura oculta, fora de cargos oficiais, coordenando tudo de uma suíte no luxuoso hotel Golden Tulip de Brasília.

Vale conferir também o infográfico excelente que fizeram, comparando os mensalões:

Como diria Marx, tão caro aos petistas, a história se repete primeiro como tragédia, depois como farsa.

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