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Segundo FHC, as alternativas para Dilma são: renunciar ou ser “renunciada”

Foto: Antonio Cruz/Abr

Em artigo publicado recentemente, o ex-presidente filosofa sobre a morte e a “morte política”.

Em belo artigo, o ex-presidente discorreu sobre a inevitabilidade da morte e o gesto de grandeza (e alívio) que decorre daqueles que se dão a aceitá-la. E lembrou que existe a “morte política”, aquela as quais até papas andam aderindo: a renúncia. FHC não acredita no poder de reação de Dilma. Desta forma, as opções restantes são renunciar ou ser “renunciada”. Eles não se arrisca a chutar datas, mas acredita que chegará o momento em que o contexto exigirá alguma agilidade de nossas forças políticas. E neste dia a presidente não resistirá. Que assim seja.

Foto: Antonio Cruz/Abr

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