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Seria o “Copalão”? Rodrigo Janot pede ao STF para investigar Agripino por desvios na Copa

Foto: Antonio Cruz

Propina teria saído da Arena das Dunas, estádio construído em Natal para a Copa 2014.

Aos amigos, tudo. Aos inimigos, a lei.” O Google em português credita a autoria da expressão à sabedoria popular. Em inglês, a Óscar Raymundo Benavides Larrea, presidente peruano nos anos 30. Fato é que a ideia parece bem em uso no Brasil de hoje. Enquanto aguardamos ansiosamente pelo momento em que o PGR partirá para cima dos parlamentares da base de apoio de Dilma com a merecida sede, ele segue atacando os opositores com a lei. No caso, José Agripino Maia, presidente do DEM e coordenador da campanha de Aécio em 2014.

A suspeita é de recebimento de propina paga pela construtora OAS nas obras da Arena das Dunas, erguida em Natal para a Copa 2014. O estádio já se encontra à venda desde março, uma vez que, com a Lava Jato, a empreiteira acumulou dívidas de R$ 8 bilhões – ela havia arcado com R$ 100 milhões dos R$ 423 milhões que a obra consumiu. O restante veio do bolso dos potiguares, graças ao governo estadual, que assumiu dívidas com o BNDES.

Agripino respondeu ao Estadão que ainda não foi notificado de nada, mas a acusação seria “absurda, inverídica e descabida“. Que ele esteja falando a verdade. Do contrário, será somado mais um ÃO aos escândalos nacionais já cheios de Mensalão, Petrolão e Eletrolão: o Copalão.

Foto: Antonio Cruz

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