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Suíça rejeita o tal “salário básico” de 2 mil euros para quem não faz nada

Esquerdistas davam a aprovação como certa e chegaram a comemorar a vitória ideológica, mas o povo suíço rechaçou a ideia em plebiscito.

Suiça - Plebiscito

É preciso reconhecer que, em parte, a euforia da esquerda brasileira quanto ao tema se deve à cobertura um tanto empolgada também de nossa imprensa. Em suma: divulgaram como bem provável a aprovação de uma espécie de “renda básica da cidadania”, na Suíça, mesmo para quem não faz nada.

Não seria pouca coisa, aliás: receberiam R$ 2,2 mil euros (mais de R$ 8 mil).

Aí começou por aqui aquela comemoração meio atrapalhada, misturando empáfia ideológica e ignorância pura e simples. Diziam, entre outras coisas: “viu só? e depois falam que nossa ideia é atrasada” ou “olhaí o projeto do Suplicy rolando num país desenvolvido” e assim por diante.

Mas o povo suíço, consultado sobre o tema em plebiscito, rechaçou completamente essa estrovenga. Afinal, um país desenvolvido não chegou aonde chegou à toa e, por conta disso, não vai jogar tudo pelos ares em nome de alguma traquitana que meia dúzia de esquerdistas acham uma boa ideia.

E os que soltaram rojões, claro, agora estão em silêncio. Até que algum país vote novamente algo do tipo.

 

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