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Superado o impeachment na Câmara, há 6 ministérios vagos e isso é um perigo na mão de Dilma

Com isso, a presidente acumula munição para comprar parlamentares e tentar virar o jogo no Senado

Ontem, Dilma demitiu em frente às câmeras o ministro da Aviação Civil, Mauro Lopes. Com isso, já são seis os ministérios vagos graças à derrota presidencial perante a aceitação do impeachment na Câmara. Completam a lista as pastas da Casa Civil, Turismo, Esportes, Integração Nacional e Cidades. Mas não estão largados, são tocados pelos secretários-executivos que, diante de tanto fisiologismo, são quem de fato comandam o trabalho independente do comando.

Mas isso não deixa de ser um perigo para as pretensões do impeachment no Senado. São seis balas de grosso calibre que Dilma pode utilizar sem grandes prejuízos políticos para cooptar bancadas e somar votos contrários ao processo junto aos senadores. Todavia, nem o próprio Planalto parece mais acreditar em si próprio e segue pregando a convocação de novas eleições, ainda que essa ideia sirva para arrefecer a sede pelo impedimento da petista.

O jogo não acabou. Mas a oposição goza de uma larga vantagem no placar.

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