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Tente não rir: 13 momentos em que ninguém entende o que Dilma Rousseff queria dizer

Foto: screenshot.

O “dilmês” merece ser estudado. Até para que não se repita.

No futuro, há grandes chances de que historiadores passem a estudar o “dilmês”, ou seja, o linguajar usado pela presidente Dilma Rousseff. Se o trabalho for bem sucedido, conseguirão explicar à humanidade o que ela queria dizer em determinados e confusos pronunciamentos. Até lá, restará o humor involuntário de momentos dignos de comédia pastelão. Confira mais abaixo, 13 destas falas selecionadas entre as já incontáveis frases sem sentido proferidas pela petista.

1. Quando Dilma chamou o Rio de Janeiro de Galáxia

“O grande aniversariante é, de fato, o prefeito mais feliz do mundo, que dirige a cidade mais importante do mundo e da galáxia. Por que da galáxia? A galáxia é o Rio de Janeiro. A Via Láctea é fichinha perto da galáxia que o nosso querido Eduardo Paes tem a honra de ser prefeito.”

2. Quando Dilma disse que sempre via um cachorro atrás de cada criança

“O dia da criança é dia da mãe, do pai e das professoras, mas também é o dia dos animais. Sempre que você olha uma criança, há sempre uma figura oculta, que é um cachorro atrás, o que é algo muito importante.”

3. Quando Dilma queria um “Plano Safra” que atendesse bodes

“Então, é para que o bode sobreviva que nós vamos ter de fazer também um Plano Safra que atenda os bodes, que são importantíssimos e fazem parte de toda tradição produtiva de muitas das regiões dos pequenos municípios aqui do estado.” (Fonte)

4. Quando Dilma fez o “É tóis” para, no dia seguinte, o Brasil perder por 7×1 da Alemanha

Dilma

”Meu governo é padrão Felipão.”

5. Quando Dilma disse que a ciência está aí desde a Arca de Noé

“Em um país pacífico, como é o nosso, em um país que pretende cada vez mais se desenvolver considerando a capacidade de distribuir seu desenvolvimento com a sua população, transformar o mundo significa, necessariamente, levar a cada uma das pessoas as melhores condições de vida. E é isso que a ciência faz, né, Aldo, desde a Arca de Noé.”

6. Quando Dilma respondeu: “Tipo tipo.”

A entrevista foi concedida à Folha de São Paulo:

E o governo vai ter de cobrir este buraco?
Vamos ter. Mas aí estamos agora mais preocupados em tomar medidas estruturantes, que contribuem ao mesmo tempo para o ajuste como para para o médio e longo prazos.

Tipo?
Tipo tipo.

7. Quando Dilma tentou mostrar a um jornalista mexicano que conhecia o México melhor do que ele

Presidenta:
A mesma coisa o Inca, não é? Mas lá é mais, era mais avançada, a mais avançada de todas. E não era Asteca, não é? Eles não sabem, eles chamam de Tolteca, Olmeca.

Jornalista:
Maia.

Presidenta:
A Maia é mais embaixo, é ali na península do Yucatán, não é?

Jornalista:
Isso.

Presidenta:
Mas a do centro do México, ali, ali na…

Jornalista:
Essa é Asteca.

Presidenta:
Essa é Asteca? Não é Tolteca, não é… Porque…

Jornalista:
Não, Tolteca é mais…

Presidenta:
Não, me diz o seguinte: as duas pirâmides não são astecas?

Jornalista:
Não, totalmente, não. Mas eu também não sou expert em…

Presidenta:
São… Segundo… Por exemplo, eu fiquei estarrecida, então corri atrás para saber. Segundo se sabe, é de uma civilização anterior.

Jornalista:
Anterior, claro.

Presidenta:
Anterior.

Jornalista:
Que os Astecas dominaram pela sua vez.

Presidenta:
Que os Astecas dominaram.

Jornalista:
Exatamente.

Presidenta:
Porque os Astecas, eles dominaram civilizações que tinham em torno. Inclusive isso explica, em parte, a questão de eles terem, dos espanhóis terem conquistado ali, a cidade do México, e aplastado, porque aplastaram.

Jornalista:
Tanto que na praça central no Zócalo…

Presidenta:
É, eu sei, tem… Eu sei disso, que lá no Zócalo, estive lá no Zócalo. Quem é que… Você vai lá, o Zócalo é uma praça monstruosa, não é?

Jornalista:
Embaixo tem templos astecas.

Presidenta:
Tem, e tem um debaixo da catedral.

Jornalista:
Exatamente.

Presidenta:
Exatamente debaixo da catedral. Uma forma de você desaparecer com a civilização, não é?

Jornalista:
(incompreensível)

(Fonte)

8. Quando Dilma, em inglês, cantou parabéns para Tuiú

http://www2.planalto.gov.br/acompanhe-o-planalto/entrevistas/entrevistas/entrevista-concedida-pela-presidenta-da-republica-dilma-rousseff-ao-jornal-la-jornada-brasilia-df

9. Quando Dilma não lembrava o nome do livro que estava lendo na noite anterior

http://www2.planalto.gov.br/acompanhe-o-planalto/entrevistas/entrevistas/entrevista-concedida-pela-presidenta-da-republica-dilma-rousseff-ao-jornal-la-jornada-brasilia-df

10. Quando Dilma disse que o meio ambiente era uma ameaça

http://www2.planalto.gov.br/acompanhe-o-planalto/entrevistas/entrevistas/entrevista-concedida-pela-presidenta-da-republica-dilma-rousseff-ao-jornal-la-jornada-brasilia-df

11. Quando Dilma saudou a mandioca

“Nós temos a mandioca, nós estamos comungando a mandioca com o milho. E certamente nós teremos uma série de outros produtos que foram essenciais para o desenvolvimento da civilização humana ao longo do século. Então, estou saudando a mandioca, uma das maiores conquistas do Brasil.”

12. Quando Dilma, no mesmo dia, defendeu que, ao criarmos uma bola de folha de bananeira, nos transformamos em homo sapiens… Ou mulheres sapiens

“Então, para mim essa bola é um símbolo da nossa evolução. Quando nós criamos uma bola dessas, nós nos transformamos em Homo sapiens ou mulheres sapiens”

13. Quando Dilma dobrou a meta que nem existia

“Não vamos colocar uma meta. Vamos deixar em aberto. Quando a gente atingir uma meta a gente dobra a meta”

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