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Três operações que esbarram em Lula estão trocando informações para agilizarem os trabalhos

Pelo visto, o ex-presidente precisará recorrer à ONU mais vezes

São a Zelotes, Acrônimo e, claro, Lava Jato. Os investigadores finalmente se tocaram que havia esforços duplicados apurando os mesmos personagens. Assim, concordaram em compartilhar as informações levantadas, agilizando os processos. Com isso, quem mais tem a temer é o ex-presidente Lula, direta ou indiretamente alvo do trio de operações.

A Zelotes investiga desvios no Carf, o tribunal de recursos contra multas da Receita. E chega a Lula por intermédio de Luís Cláudio Lula da Silva, seu filho. Suspeita-se que uma medida provisória do governo do pai findou em milhões à empresa do caçula.

Já a Acrônimo avança sobre irregularidades na campanha de Fernando Pimentel, governador de Minas Gerais. A operação analisa as movimentações internacionais do BNDES, findando em suspeitas de que o ex-presidente fez lobby para a liberação de financiamentos.

Para a Lava Jato, Lula precisa explicar como o seu nome e o do seu instituto surge tanto na contabilidade das empresas que roubavam a Petrobras.

Com as três unidas, Lula ficará mais fraco do que nunca.

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