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TSE não tem grana nem para as eleições municipais, quanto mais para antecipar a presidencial

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

Antes de falar em eleição presidencial, é preciso resolver o problema envolvendo as municipais.

O orçamento inicial previa R$ 750 milhões para a realização das eleições municipais em outubro próximo, mas o TSE perderia R$ 256,6 milhões em corte de 35% realizado pelo Congresso Nacional. Houve também corte de R$ 234 milhões no orçamento ordinário da corte eleitoral. Gilmar Mendes, que nessa quinta assume a presidência do tribunal, considera a situação grave e urgente. Se não for resolvida logo, o Brasil corre risco de não ter recursos para realizar o próximo pleito.

Diante do exposto, pergunta-se: como defender a antecipação de eleições presidenciais, que acarretariam um aumento de 50% nos custos do processo, se nem grana há para a definição dos próximos prefeitos e vereadores?

Resposta: desinformação ou irresponsabilidade oportunista.

Mas não costuma faltar informação às personalidades que estão indo aos mais variados microfones defenderem o cancelamento do impeachment e a convocação de eleições presidenciais.

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