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Um abraço pra Dilma: Ford anuncia demissão de 2 mil na Bahia e estaleiro no Rio já demitiu 3 mil

Tudo isso em apenas dois dias.

Chega a ser difícil acompanhar o noticiário sobre demissões, férias coletivas e demais consequências drásticas da crise econômica que assola o país. O caos é tamanho que às vezes os fatos se atropelam. Os dois casos trágicos deste post, por exemplo, ocorreram em menos de 48 horas.

Primeiro, o estaleiro Eisa fecha as portas de forma abrupta e os metalúrgicos descobrem a tragédia quando dão de cara com os portões fechados e uma carta coletiva demitindo todos eles. Depois, a Ford de Camaçari (BA, região metropolitana de Salvador) avisa que demitirá 2 mil trabalhadores; na primeira etapa, por meio do PDV (plano de demissão voluntária).

O desemprego segue a galope no país. A própria Petrobras já afastou 128 mil trabalhadores terceirizados (para se ter ideia do quanto de gente é isso, TODOS os funcionários da Prefeitura do Rio somam apenas 123 mil). E mais: especialista em trabalho revela expectativa de 10 milhões de desempregados em 2016.

Na verdade, Dilma Rousseff deveria pedir sua demissão voluntária. Pouparia o trabalho do impeachment.

Dilma Rousseff - Universidades Federais

Porque, de um jeito ou de outro, ela precisa sair. Para o bem do Brasil.

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