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Um dos últimos aliados de Dilma, Renan Calheiros deve catimbar o impeachment ao máximo

Foto: Jonas Pereira

Durante os protestos de agosto, o senador havia sido acusado pelos movimentos de rua de ter feito um acordo com a presidente para ser poupado da Lava Jato.

Para quem não acompanha de perto, prometer avaliar as contas de Dilma “no prazo” pode soar honesto da parte de Renan Calheiros. Mas é mais complexo do que isso. Porque ele faz questão de frisar que haverá 62 dias de discussão da Comissão Mista de Orçamento. E desde 2002 que contas presidenciais não se demoram na CMO, que rebate o material recebido direto ao plenário do Congresso. Com o recesso parlamentar agendado para 22 de dezembro, a catimba do presidente do Senado deve empurrar o impeachment de Dilma para depois do carnaval.

Foto: Jonas Pereira

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