Ponto de Vista

Dois anos após a crise hídrica, um terço dos mananciais de São Paulo já supera os 100%

Até o Cantareira vai muito bem. Um de seus índices aproxima-se dos 90%.

Este é um tema que o Implicante adora revisitar, ainda que entenda que ser uma realidade que apenas a população de São Paulo lembra bem. Na campanha de 2014, houve todo um terrorismo eleitoral usando como pretexto a crise hídrica do estado. O objetivo era desidratar – sim, com trocadilho – a intenção de voto em Geraldo Alckmin, que buscava a reeleição. Tudo, claro, orquestrado pelo PT, que assustava o eleitor com datas para água da região simplesmente acabar.

De fato, o problema era sério. Mas a gestão tucana conseguiu contornar a situação. Enquanto o petismo falava de um problema que duraria décadas, a crise se foi em menos de dois anos.

Janeiro de 2017 está se concluindo com chuvas acima da média para o período. E, no momento da redação deste texto, os mananciais de São Paulo mostram um vigor inimaginável para o quadro pintado há dois verões. Os sistemas Rio Claro e Alto Cotia simplesmente estão superando os 100%. O Rio Grande está em 95%, com o Ipiranga em 79%.

Até o Cantareira está em situação exemplar: no índice mais brando, aquele que não leva em consideração a reserva técnica, está em 89%. No mais rigoroso, em 60%.

Só o Alto Tietê, com 52%, está ficando para trás. Mas não é nada que cause preocupação.

São Paulo conseguiu vencer a crise hídrica. E o PT perdeu.

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