Ponto de Vista

Organizadora da marcha feminista anti Trump é muçulmana e defende lei da Sharia

Acredite se puder.

Apesar de um dos pilares da sociedade norte-americana ser a liberdade e a igualdade para homens e mulheres, o mundo foi surpreendido por Linda Sarsour, a ativista pelos “direitos humanos” moradora do bairro Nova Iorquino do Brooklyn, descendentes de paquistaneses e defensora da rigorosa lei islâmica da Sharia à frente da marcha feminista contra Donald Trump.

Apenas lembrando que, por atentar contra a constituição dos Estados Unidos,  a Sharia foi banida de 16 estados norte-americanos, como o Texas, o Arkansas, o Kentucky… Veja a lista completa.

O que causa, no mínimo, espanto é ver que a líder da Marcha das Mulheres que aconteceu pouco depois da posse de Trump e que, teoricamente prega a liberdade feminina, ache ok que na Arábia Saudita as mulheres não possam dirigir.

Olha que graça.

“1o semanas de licença maternidade paga na Arábia Saudita. Sim paga. E vocês preocupados com mulheres dirigindo. Isso nos envergonha.”

Além de não poderem dirigir, o país defendido por Linda ainda proíbe as mulheres de experimentar roupas em shopping, de falar com homens – sim, não pode dar bom dia no elevador -, dentre outras coisas que talvez a gente nem tome conhecimento.

Foi essa senhora que os democratas e as feministas escolheram para dar voz às mulheres que se sentem oprimidas por Donald Trump.

Tá bom pra vocês?

Mais Lidas

To Top