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A farsa fantasiosa das “eleições gerais”

É totalmente compreensível e legítimo que a população não queira saber de qualquer político e seja, de fato, “contra tudo que está aí”. Motivos não faltam.

Mas outra coisa, bem diferente, é o que diz a lei. Não há meio, agora, de realizar eleições gerais. Ou seja: a mudança total vale como sentimento e desejo, mas não como medida prática.

A saída ainda é o impeachment de Dilma. Uma coisa de cada vez.

O resto é papo que se finge sonhático, mas é na verdade tático. Até porque muitas das estratégias políticas são construídas apostando – e amplificando – a ignorância quanto a ritos e legislações.

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