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As duas desculpas furadíssimas de Dilma no processo de impeachment

A “defesa” de Dilma no processo de impeachment possui duas desculpas centrais que estão entre as mais estapafúrdias de todo o histórico humano envolvendo desculpinhas furadas. Chega a impressionar, mesmo diante do nível deste governo.

Vejamos:

a) “Todos faziam” – como não pode negar que cometeu as pedaladas, e como a lei é clara ao dizer que elas são consideradas crime de responsabilidade de natureza fiscal, Dilma apelou para uma saída ridícula: dizer que todos fizeram. Imaginem alguém sendo condenado por determinado delito e aí vira para o juiz, dizendo “pera lá, não sou só eu!”. Isso não é um argumento, é uma estultice.

b) Para além disso, ainda partiram para uma linha de argumentação de “nós contra eles” um tanto amalucada. Dizer que o impeachment seria “vingança” de Cunha é atentar contra a inteligência de todos. Ora, o pedido – que reflete o sentimento da maioria do país, hoje – foi formulado por JURISTAS. Cunha, como Presidente da Câmara, tão-somente aceita o protocolo se estiver dentro das condições técnicas e jurídicas.

Que o governo está perdido, todos sabemos, mas o nível da coisa assusta. Como dizem por aí: estão mais perdidos que azeitona em boca de banguela (caso piadas com banguelas não sejam mais admitidas nos ditames atuais do politicamente correto, pedimos desculpas).

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