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Ex-presidente da Coreia do Sul foi presa apenas três semanas após cair por impeachment

Enquanto isso, o TSE estuda uma maneira de facilitar a vida de Dilma

No 10 de março de 2017, o Tribunal Constitucional confirmou o impeachment de Park Geun-hye, a primeira mulher a presidir a Coreia do Sul. O caso lembrou o de Dilma Rousseff, apesar de o motivo não ter sido pedaladas fiscais, mas aquilo que hoje a Lava Jato acusa o PT de fazer: chantagem com grandes empresas para benefício do governo.

No 30 de março, apenas 20 dias depois, o Ministério Público local conseguiu prender a presidente cassada. Ainda em prisão preventiva, que pode durar outros 20 dias.

Enquanto isso, no Brasil, já se passaram 7 meses da queda de Dilma. E o TSE, a exemplo do que fizera o Senado, vem elaborando uma engenharia jurídica para cassar a chapa que a elegeu, mas permitir que a petista concorra a cargos públicos já em 2018, o que poderia garantir-lhe foro privilegiado e, assim, ser blindada da Lava Jato.

O que é extremamente deprimente.

Fonte: G1

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