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Segundo Credit Suisse, anúncio de contratação de refugiados prejudicou a marca Starbucks

E as vendas da rede devem ser prejudicadas já a curto prazo

Assim como na imprensa, as agências de publicidade são tomadas por esquerdistas. Porque o fenômeno não vem do jornalismo, mas das empresas de comunicação como um todo. Em decorrência disso, vem se tornando cada vez mais comum que marcas encampem discursos progressistas em suas campanhas. Mas, como o Implicante não se cansa de mostrar, a estratégia vem se provando uma roubada.

Porque tais empresas dependem do capitalismo para a própria sobrevivência, enquanto a esquerda quer destruir o sistema para implantar o socialismo. Isso, claro, não tem como dar certo. E a Starbucks caminha para ser mais uma case de insucesso.

Porque, em resposta à eleição de Donald Trump, a rede de fast food prometeu contratar 10 mil refugiados, notícia que foi comemorada pela imprensa em todo o mundo. E criticada por aqueles que temem o terrorismo – um grupo, convenhamos, muito maior.

Resultado? Segundo analistas do Credit Suisse, a marca sofreu uma queda repentina assim que o anúncio foi feito em 29 de janeiro. Vem se recuperando desde então, mas com uma notável volatilidade nas últimas semanas. E isso pode prejudicar as vendas da rede já em curto prazo.

Mas isso não chega a ser surpresa para ninguém.

Fonte: CNBC

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