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Protesto de senadoras contra reforma trabalhista custou R$ 7 milhões ao povo brasileiro

Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa extraordinária destinada à votação da Reforma Trabalhista (PLC 38/2017). Em discurso, senador Lindbergh Farias (PT-RJ). Mesa: senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM); senadora Fátima Bezerra (PT-RN); senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR).

O mais caro da América Latina: o Congresso brasileira consome dos cofres públicos R$ 1,16 milhão por hora

Fátima Bezerra, Lindbergh Farias, Vanessa Grazziotin e Gleisi Hoffmann

A situação em Brasília anda bagunçada a tal ponto que os deputados federais, com salário bruto de R$ 33,7 mil, já ganham mais que o presidente da República, cuja remuneração não supera os R$ 30,9 mil. Somados a outras regalias, como verba para gabinete, passagens e despesas com saúde, os 513 parlamentares superam o bilhão de reais anual, o que faz do brasileiro o parlamento mais bem pago da América Latina, seguido por Chile, Colômbia e México.

O que a ONG Contas Abertas alerta, no entanto, é que o Congresso exige uma estrutura ainda mais cara. Bem mais cara. Para ser exato, dez vezes mais. Já supera os R$ 10 bilhões por temporada, ou basicamente R$ 1,16 milhão por hora, estejam os congressistas trabalhando ou não. Tudo isso para uma avaliação positiva que não chega a 10%.

Em outras palavras, as mais de 6 horas em que os trabalhos do Senado foram interrompidos pelas senadoras Fátima Bezerra/PT, Gleisi Hoffmann/PT, Regina Souza/PT e Vanessa Grazziotin/PCdoB custaram, na tarde de 11 de julho de 2017, pelo menos R$ 7 milhões ao povo brasileiro.

E os números acima ficam ainda pior quando se contextualiza a situação: enquanto tentava impedir a votação no grito, o país ainda digeria a pior recessão de sua história.

Fonte: Contas Abertas

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