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Um ano após o Brexit, o desemprego no Reino Unido atingiu a menor taxa desde 1975

Foi bem disputado, mas, em 23 de junho de 2016, mais de 17 milhões de britânicos – ou 51,8% dos eleitores – concordaram que o Reino Unido deveria sair da União Europeia. A polêmica decisão rendeu toda uma leva de manchetes histéricas, que desenhavam um futuro sombrio para a região. Claro, o processo ainda estava em andamento, tinha até 2018 para se concluir. Mas, um ano após o referendo, Theresa May seguia colhendo notícias boas, ao menos a respeito da oferta de emprego.

No trimestre encerrado em julho, a taxa de desemprego caiu de 4,4% para 4,3%. Era o melhor resultado deste 1975. Nem Margaret Thatcher colhera número tão bom.

Segundo Matt Hughes, estatístico consultado pela BBC, é de fato um bom momento:

“Outra recorde na alta taxa de emprego e na baixa taxa inatividade sugerem que o mercado de trabalho continua forte. Em particular, o número de pessoas com idades entre os 16 e os 64 anos que não trabalham, porque cuidam da família ou da casa, é o mais baixo desde que os registros começaram, com menos de 2,1 milhões.”

Como dizia Ronald Reagan, o melhor programa social é o emprego. Mas disso os conservadores britânicos entendem até melhor.

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