Mundo Louco

Expectativa vs Realidade: com baixa procura, empresas aéreas reduzem voos dos EUA para Cuba

Tais viagens foram novamente permitidas depois de mais de 50 anos. Mas o sucesso foi aquém do esperado.

Imagem: Cigar Aficionado

Até 2015, e assim foi por mais de cinquenta anos, simplesmente não havia voos dos EUA para Cuba. Desse modo, quando da liberação, esperava-se um fluxo grande de passageiros. Mas não foi o que aconteceu.

A empresa JetBlue, por exemplo, passou a usar aeronaves menores. A American Airlines, por sua vez, reduziu de dois para apenas um voo diário. E a Silver Airways também informou que reduzirá a coisa.

Tudo porque a expectativa foi maior do que a realidade. Embora “liberados”, tais voos ainda têm certas restrições e é preciso que o viajante se enquadre numa das 12 razões estabelecidas pelo governo dos EUA (acredite se quiser, o turismo não é uma delas).

Diante disso, fica mais fácil procurar outros destinos com menos burocracia. E o resultado se vê nos números: foram 137 mil “turistas” norte-americanos nos primeiros seis meses depois da liberação, e apenas 76 mil no mesmo período agora neste ano.

Em contrapartida, parece que a intenção de muitos cubanos de partir para os EUA continua com tendência alta – talvez menos, depois que Obama acabou com a política “pés secos, pés molhados”, que garantia aos fugitivos de Cuba a cidadania americana.

Fonte: Quartz

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