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Como esperado, detidos por corrupção exploram as rebeliões para pedirem prisão domiciliar

Foto: Rennett Stowe

A opinião pública não pode deixar isso acontecer

Usando o próprio perfil no Twitter, Janaína Paschoal notou a estranha coincidência de chacinas forçarem a redução da população carcerária brasileira justamente quando finalmente o país consegue mandar para a cadeia alguns de seus mais ricos e poderosos criminosos. O Implicante prefere não acreditar que toda essa tragédia tenha sido orquestrada pela mentes mais corruptas da nação, mas entende que não há qualquer escrúpulo que as impeça de tentar tirar proveito da situação. Se fizeram isso com o acidente da Chapecoense, por que não fariam com o esquartejamento de alguns assassinos e estupradores?

Uma notícia publicada no G1 mostra que um movimento neste sentido já se iniciou. Detidos na operação Pecúlio, no interior do Paraná, acreditam que a vida deles é mais importante que a dos outros presos. E pedem para serem transferidos por medo de rebeliões. Chegam a solicitar “prisão domiciliar”.

Também por isso, o Implicante insiste: a solução não passa pela liberação de presos, mas pela ampliação de vagas nas cadeias. Ainda que isso custe caro. Pois tirar das ruas esses criminosos não tem preço.

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