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Doria se antecipou ao transtorno esquerdista e tomou uma porção de medidas para contê-lo

Fica cada vez mais claro qual lado quer o bem da sociedade, e qual lado quer o caos

Fora do poder, por causa da sua incapacidade de propor alguma alternativa minimamente viável, não resta outra saída à esquerda senão causar transtornos à população. É o que ela faz neste 15 de março, tudo devidamente orquestrado com a imprensa, que não se cansa de noticiar uma “greve geral” que não é geral, atinge apenas os setores tomados pelo esquerdismo. Dessa vez, alega que luta contra a reforma da previdência, o que apenas confessa o desinteresse dela pelo futuro do país.

Em São Paulo, contudo, o prefeito conseguiu se antecipar. E tomou um conjunto de medidas para amenizar o estresse a ser vivido pelo cidadão. A saber: suspendeu o rodízio para veículos leves, liberou o uso de corredores de ônibus para táxis com ou sem passageiros, as faixas exclusivas de ônibus foram liberadas para carros no período da manhã, liberou os estacionamentos nas zonas azuis da cidade durante o dia, assim como o acesso ao viaduto Plínio de Queiroz.

Não deve ser suficiente, mas é um alento.

De qualquer, fica claro para a opinião pública qual lado quer resolver os problemas do país, e qual quer ver o circo pegar fogo.

Fonte: Perfil Oficial do prefeito de São Paulo

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