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Entre o Mensalão e o impeachment de Dilma, a receita da JBS cresceu 4.150%

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Em 11 anos, receita da JBS saltou de R$ 4 bilhões para R$ 170 bilhões

Foto: Gejza Horváth / Pexels

O ano de 2005 é marcante para a passagem do PT pela Presidência da República. Foi naquela temporada que Roberto Jefferson contou o que achou por bem contar do Mensalão. Dali em diante, o governo Lula abriria mão do compromisso com a austeridade assumido ainda no mandato de FHC com a Carta ao Povo Brasileiro, e partiria para cima dos recursos públicos com a sede de quem tenta sobreviver.

O movimento consistia em abrir os cofres públicos ao empresariado que topasse bancar o partido no poder. É neste sentido que muitos entendem o Petrolão como um esquema filho do que levou petistas como José Dirceu e José Genoino à cadeia. Foi nessa época, e com gorda colaboração do BNDES, que a JBS iniciou um processo de internacionalização.

Conforme registra O Globo, as receitas da companhia giravam em torno dos R$ 4 bilhões naquele ano. Onze verões depois, saltaria para R$ 170 bilhões, um crescimento de assustadores 4.150%.

De acordo com o próprio BNDES, nada menos do que 38% dos R$ 31,2 bilhões desembolsados ao setor foram destinados às empresas dos irmãos Batista. É verba pública demais nas mãos de uma única marca. E o banco estatal ainda nega que tenha promovido a formação de campeões nacionais, prática que mata a concorrência interna e prejudica principalmente o consumidor.

Fonte: O Globo

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