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Estudo do governo Dilma garante: idade mínima para se aposentar NÃO prejudica os mais pobres

Porque, na prática, a “idade mínima” já é uma realidade deles. Entenda.

Como publicado mais cedo aqui mesmo no Implicante, em março de 2016, o Núcleo de Estudos e Pesquisas da Consultoria Legislativa elaborou um estudo chamado “IDADE MÍNIMA: perguntas e respostas. Nele, ainda durante o governo Dilma, é feita uma defesa da adoção de uma idade mínima para aposentadoria, realidade desconhecida em apenas 12 países, entre eles, o Brasil.

Em dado momento, o estudo elabora a questão: “A IDADE MÍNIMA PREJUDICA OS MAIS POBRES?

E a resposta é: não. Por um simples fato: na prática, eles já trabalham com idade mínima para aposentadoria.

A idade mínima não afetaria os trabalhadores mais pobres do Regime Geral (RGPS), aqueles que não conseguem décadas de inserção formal no mercado de trabalho. Estes trabalhadores não conseguem se valer a aposentadoria por tempo de contribuição, tendo como opção a aposentadoria por idade (15 anos de contribuição, 65/60 anos de idade) ou o Benefício de Prestação Continuada da Loas (sem requisito contributivo, 65 anos idade para homem ou mulher) – ou seja, para eles, a idade mínima já existe na prática.”

Ou seja… A adoção de uma idade mínima para aposentadoria apenas igualaria ricos e pobres. O que não é nada mais do que justo.

Fonte: IDADE MÍNIMA: perguntas e respostas

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