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1 de setembro de 2011

Segundo MP, fraudes de governo petista dão prejuízo de quase R$ 50 milhões a Sto André/SP

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Trechos de reportagem do Estadão, depois voltamos:

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MP acusa gestão do PT de desvios em Santo André – Segundo promotores, ex-prefeito João Avamileno provocou prejuízo de R$ 48,8 milhões aos cofres públicos por conta de fraudes em contrato – O ex-prefeito de Santo André João Avamileno (PT) e Cleuza Rodrigues Repulho, que foi secretária de Educação na gestão dele, são acusados de envolvimento em fraude que pode ter desviado R$ 48,8 milhões dos cofres municipais entre 2005 e 2008. Segundo o Ministério Público, a prefeitura assinou convênios com uma ONG que não prestou os serviços contratados, e beneficiou empresas ligadas aos administradores da entidade. A promotoria relata que o Instituto Castanheira foi criado por um ex-funcionário da prefeitura, 11 meses antes da assinatura do primeiro convênio. Documentos sobre a fundação da entidade teriam sido encontrados no computador de um gabinete da administração municipal. Nos quatro anos do segundo mandato de Avamileno, a ONG assinou sete convênios com a Secretaria de Educação, no valor total de R$ 48,8 milhões. O MP alega que os serviços eram prestados por funcionários da própria prefeitura e que os equipamentos supostamente fornecidos ou alugados pelo instituto já existiam nas escolas municipais.” (grifos nossos)

Comentário
Talvez seja culpa da imprensa, afinal, o PIG é terrível. E, de mais a mais, justamente o PT envolvido em mutreta? Claro que é mentira…

Falando sério, agora: essas ONGs, hein? O “N” da sigla é inócuo.

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2 Comentários

  1. Ismael Pescarini3 de setembro de 2011 às 11:59

    Poderiam por favor liberar meu comentário anterior?

  2. Ismael Pescarini1 de setembro de 2011 às 10:19

    Trabalhei na empresa municipal de habitação de Santo André, como arquiteto, concursado, entre 1990 e 1994, na primeira gestão Celso Daniel. Até então, eu que nunca votei no PT, considerava suas propostas equivocadas, estatizantes e atrasadas, mas considerava-os sinceros e éticos. Certo dia em 1991, volta de uma reunião no gabinete do Prefeito o Sr Juan, superintendente da empresa, petista da “velha guarda”, revoltado com algo que chamou de “indústria da desapropriação”. O prefeito Celso Daniel, segundo ele mau influenciado por uma advogado de escrúpulos duvidosos, de nome Marcos Andrade, decretou a desapropriação de uma área de 130 mil metros quadrados na Av dos estados, parcialmente invadia por uma favela e em parte poluída, na qual nós da EMHAP, havíamos feito estudos de urbanização e não recomendado sua desapropriação. Hoje esta brincadeira gerou um precatório de mais de cem milhões de reais. A história toda tem outros lances que mereceriam investigação, como por exemplo, a família desapropriada alugou a casa que serviu de sede de campanha pol´tica para a re-eleição de Celso Daniel. Curioso não?

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