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13 de agosto de 2012

Minha Casa, Minha Vida avança pouco em baixa renda

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Para indústria da construção civil, o programa não deve atingir a meta para 2014. Dilma havia prometido 1 milhão de moradias para famílias com renda até R$ 1.6000 em 4 anos. Informação da coluna Mercado Aberto na Folha de S. Paulo:

O nível de contratação de moradias na faixa mais baixa do programa Minha Casa, Minha Vida 2 (PMCMV 2) ainda é pequeno, segundo a indústria da construção civil.

Até o final de julho, foram mais de 835 mil unidades contratadas nas três faixas de renda aceitas. O segmento que atende famílias com renda mensal até R$ 1.600 (faixa um) registrou contratação de cerca de 267,5 mil unidades.

Nesse ritmo, será difícil superar a meta de mais de 1 milhão de moradias na faixa um até 2014, diz Sergio Watanabe, presidente do SindusCon-SP (sindicato do setor). Ele afirma que as construtoras especializadas no segmento de baixa renda estão perdendo interesse pelo programa.

A tabela de preços usada pelo governo não está alinhada com os valores praticados pelo mercado, de acordo com a entidade.

“Hoje, não se encontra unidade a R$ 65 mil em São Paulo, por exemplo. Daí a dificuldade do programa em avançar em termos de contratação na faixa mais baixa”, diz.

A situação se agrava em regiões metropolitanas.

“São Paulo, que deveria ser uma das cidades que receberia o maior número de unidades, devido ao deficit habitacional, é uma das que têm baixa contratação.”

O Ministério das Cidades diz que o número de casas da faixa um no PMCMV 2 é inferior ao número de casas das outras faixas porque as contratações podem ser feitas até 2014, então ainda é cedo para avaliar. O dado está sujeito a alteração, diz o órgão.

(…)

(grifos nossos)

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