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Problema para João Doria: gestão petista em SP deixou 31 obras paradas

E, acima de tudo, problema para toda a cidade.

Foto: SECOM / PMSP

Administrar uma cidade como São Paulo, com dimensões e problemas gigantes, já é algo complexo por si. Mais ainda quando algumas “heranças malditas” aparecem para atrapalhar ainda mais as coisas. E é o que ocorre agora, conforme destaca o Estadão em editorial de hoje.

A gestão de Fernando Haddad (PT) deixou nada menos que 31 obras paradas. Sim, TRINTA E UMA OBRAS. Segue trecho:

“a longa lista dessas obras, que contemplam principalmente educação, saúde e transportes, inclui, entre outras, 17 creches, 6 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), 3 obras viárias – entre elas o túnel ligando as Avenidas Sena Madureira e Ricardo Jafet –, 3 escolas, o hospital de Vila Brasilândia, a canalização do córrego Mirassol e dois corredores de ônibus (M’Boi Mirim e Radial Leste). No total, seu custo chega a R$ 1,98 bilhão, o que dá uma ideia do esforço financeiro necessário para concluí-las”

Assessores do ex-prefeito falaram que as obras não foram concluídas pela falta de repasse de verbas do governo federal, mas o Estadão também rebate o argumento:

“Ressalte-se que aquele atraso ocorreu em consequência da grave crise em que os governos de Lula da Silva e Dilma Rousseff mergulharam o País e que desde 2014 prejudicava as finanças públicas, como bem sabia a gestão Haddad (…) É preciso considerar ainda outras causas que nada têm a ver com as alegações de Haddad. Um exemplo é o corredor de ônibus da Radial Leste, suspenso em 2016 por causa de irregularidades constatadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Assinale-se que projetos de outros corredores não saíram do papel pelo mesmo motivo, nesse caso apontado pelo Tribunal de Contas do Município (TCM). Tudo por falta de cuidado, para dizer o mínimo, do governo Haddad com sua única proposta realmente importante para o setor de transporte.” (grifamos)

Um problema e tanto para a gestão de João Doria. E ninguém se engane: a militância de esquerda vai ignorar o fato e colocar a culpa no governo atual. E isso não seria novidade.

Fonte: Estadao - Editorial

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