Implicante

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23 de novembro de 2011

Uso de “presidenta” poderá ser obrigatório

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anta03 Uso de presidenta poderá ser obrigatório

Esse pessoal do PT perdeu completamente a noção do ridículo, se é que um dia eles tiveram algum. Leiam o que o que informa o colunista Lauro Jardim, de Veja:

Está na pauta da CCJ da Câmara nesta quarta-feira um projeto da ex-senadora Serys Slhessarenko que vai deixar Dilma Rousseff feliz.

Apresentado em 2009, o texto determina o uso obrigatório da flexão de gênero para nomear profissão ou grau em diplomas. Ou seja, o “presidenta” de Dilma Rousseff vai virar lei e não mais um termo opcional como uma vez José Sarney ensinou à Marta Suplicy em plena sessão do Senado.

O relator de matéria tão interessante para Dilma é nada menos do que ele… Paulo Maluf.

Comentário:

Bom, caso essa lei ridícula seja aprovada, esperamos que a flexão de gênero seja obrigatória para outros verbetes como militANTA e, em tempos de invasão, estundANTA.

 

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23 Comentários

  1. Almanakut Brasil28 de novembro de 2011 às 02:25

    Corrupto também devia ser obrigatório para muitos, ao invés de Vossa Excelência!

  2. mauro25 de novembro de 2011 às 11:23

    OK, só espero que você não seja contra a flexão de gênero em tudo; só em diplomas e títulos universitários. Do contrário, ia virar um grande confusão.
    ;-p

    Abraços,
    Mauro

    • Exilado26 de novembro de 2011 às 11:53Autor

      Você entendeu Mauro, o que está posto nessa lei não é só um mero formalismo gramatical, mas uma escolha ideológica.

      Abraço.

  3. Thiago25 de novembro de 2011 às 00:31

    Tem gente com tanta vontade de implicar com o Implicante, que não le, e talvez o pior, não consiga interpretar certos textos…

    É rapaz, a educação deste país está cada vez mais nebulosa…

  4. mauro24 de novembro de 2011 às 16:05

    Cara, não quero ser implicante ;), mas meu comentário, que aparentemente foi apagado, era de boa-fé.
    Cheguei até a mandar o e-mail abaixo para o Lauro Jardim; talvez aí a explicação esteja mais clara.
    Abraço.

    “Caro Sr. Lauro,

    Fui ler o projeto (http://www.senado.gov.br/atividade/materia/getPDF.asp?t=43762&tp=1) e não cheguei à mesma conclusão que você.
    O que diz o art. 1º é que o diploma tem que ser expedido com a “flexão de gênero correspondente ao sexo da pessoa diplomada ao designar a profissão e o grau obtido”.
    Isso significa que deve constar advogada Syris, pedagoga Syris, engenheiro Paulo, et., nos diplomas (muitos deles, pelo que diz a justificativa da ex-petista, vêm com engenheiro Marly, advogado Carla, etc.).
    Nenhuma das regras gramaticais de flexão de gênero foi alterada pelo projeto de lei – não haverá dentistos, obstetros. Nem jornalistos…
    Pelo que me parece, a lei só manda usar as flexões que já existe, não cria novas flexões.

    É bem verdade que nas justificativas da ex-petista tem um quê da militância boba do feminismo, mas parece correto querer a flexão correta do gênero, num documento importante (e tão “exibível”) como é um diploma.
    Se eu fosse médico, não gostaria de pendurar na parede um diploma para a “Médica Maura”.

    Acho que seria de bom tom corrigir a informação, senão pelo apego à exatidão, ao menos para não municiar com razões certas quem, em regra, está errado.”

    • Exilado24 de novembro de 2011 às 18:50Autor

      Já publicamos aqui o link e a nota reproduzida aqui está bem clara.
      http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=72413
      A síntese da lei é esta:
      “Determina o emprego obrigatório da flexão de gênero para nomear profissão ou grau em diplomas.”

      Como percebi lendo os comentários anteriores, você não leu direito a notícia porque lá estava descrito também que a autoria da lei é da ex-senadora Serys Slhessarenko e a relatoria de Paulo Maluf.

      O comentário logo abaixo da nota obviamente era uma ironia, mas achei que não precisaria ser explicada.

  5. mauro24 de novembro de 2011 às 15:38

    Perdão, também eu comi cru: o relator é o Maluf; a autora do projeto a Serys.

  6. mauro24 de novembro de 2011 às 15:35

    Caras, acho que estão lendo errado o projeto (aqui: http://www.senado.gov.br/atividade/materia/getPDF.asp?t=43762&tp=1) – que, aliás, não parece ser do Maluf, mas da sen. Serys Slhessarenko, cujo prenome já mostra a razão do texto que ela propôs (sou capaz de apostar que os diplomas dela trazem advogado Serys ou pedagogo Serys…).

    Na justificativa, ela explica: tem muita faculdade que só expede o diploma no masculino: engenheiro, advogado, arquiteto – embora exista o equivalente flexionado em gênero.

    A lei não inventa flexões novas, não fala que os comuns-de-dois têm que ser flexionados, que dentistos e obstetros serão regra – só manda usar flexões as que já existem!

    Desculpe, mas entender outra coisa é sinal de julgar sem ler – ou de parvoíce.

  7. danir24 de novembro de 2011 às 14:30

    Simplesmente não cumprirei a lei. Na minha opinião este tipo de atitude tem a ver com uma baixíssima auto estima , e não cabe nem em minhas preocupações. Simplesmente para ser ignorado daqui em diante, com a decisão tomada de não cumprir tal imposição caso o projeto seja aprovado. O motivo de fazer o comentário, é alertar para o fato de que este é um sintoma bastante emblemático do comportamento do pt. Se não temos nada a dizer, vamos criar factoides e aumentar a pressão sobre o cidadão, com dispersões. É por isto que não escrevo em hipótese alguma a sigla pt com maiúsculas. Eles merecem um tratamento diferenciado, no nível de seu valor intrínseco. Espero que a ex senadora de nome esquisito tenha um momento de reflexão, aumente sua auto estima e passe a se preocupar com assuntos de real importância para o eleitor. Tambem espero que a presidente num rasgo de consciência política chame a ex senadora às falas e a mande ocupar o tempo com coisas mais úteis. Colocando de lado seus problemas psicológicos de ordem clínica, que devem ser tratados por um profissional da área. Mas creio que estou sendo um pouco otimista.

  8. Marcelo R. Rodrigues24 de novembro de 2011 às 12:46

    A Dilma está saindo uma bela antifeminista, achei que uma das pautas o mundo ideal das feministas era que fossem eliminadas do idioma quaisquer referências aos “gêneros” rsrsrs.

  9. Vitor24 de novembro de 2011 às 09:21

    Essa presidentA tem uma parentA que é gerentA da Caixa, e é daquelas crentAs que usam saião.

  10. Luís24 de novembro de 2011 às 08:56

    Acho que faltou apenas um detalhezinho de nada: QUAL É O NÚMERO DA PORRA DO PROJETO DE LEI?

    Poderiam os impliqueiros respodner a minha pergunta?

  11. Roberto24 de novembro de 2011 às 07:16

    Acho que este pessoal ainda está tentando empatar o jogo do “nós pega o peixe”.

  12. Marvin24 de novembro de 2011 às 01:05

    Coisa de gente desocupada.

    Quero reclamar com a gerentA!

  13. Lourdes23 de novembro de 2011 às 22:59

    Eta governo ridículo! E se eu me negar a falar, vou ser processada?

  14. Epamimondas23 de novembro de 2011 às 22:25

    Bom é que o cordão de puxadores de ovário da Dilma, os únicos da espécie que aplicam o “presidenta”, vem defender que o vernáculo é válido.

    Oras, se eles tem todo esse preciosismo com a língua… Como aguentam o Lula, que não acerta um plural?

  15. Leonor23 de novembro de 2011 às 20:20

    se é assim, sugiro que se adotem também os termos “presidento”, “estudanto”, “dirigento”, “jornalisto”, “artisto”…

  16. byMel23 de novembro de 2011 às 20:19

    É a Novilíngua do Big Brother.
    São tão previsíveis…

  17. Letícia Vicini23 de novembro de 2011 às 20:19

    “jamANTA não morreu”

  18. A Carioca23 de novembro de 2011 às 20:19

    Se aparecer uma membra do sexo feminino para ser participante desse site, ela será a Implicanta?

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