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A esquerda e a criminalidade: dois pesos, duas medidas, um método

O discurso da esquerda culpa a desigualdade social pela violência. Mas quem podem culpar quando o assassinado não é rico, ou é da mesma classe do assassino?

Se você quer ser um intelectual respeitado e admirado por muitos jovens que seguirão suas brilhantes análises da realidade como um Decálogo revelado, a receita não é nada complexa: basta analisar todos os problemas sociais pela ótica da “desigualdade social”.

Repetir esse bordão até furar faz com que sua platéia acredite estar diante de uma pessoa crítica e consciente, um típico “cabeça” lutando por um mundo melhor.

Pouco importa que a Etiópia ou a miserável Albânia tenham índices de desigualdade social “superiores” ao Canadá ou à Suíça, o que justificaria que um suíço pegue uma pena mais leve do que um etíope ao roubar e matar um trabalhador. Sobretudo porque, para acreditar em políticas sociais ligadas a essas ideologias, é imprescindível desconhecer completamente o que gera a desigualdade social, e que desigualdade está longe de ser um mal em si.

Como demonstra Robert Nozick, um país onde todos ganhem R$ 100/mês é extremamente igualitário, e um inferno na Terra. Um país onde os mais pobres ganhem R$ 1 milhão/mês e os mais ricos R$ 1 bilhão é um país extremamente desigual, e um país que parecerá o lugar para onde as pessoas boas vão depois que morrem (vide o ensaio Uma única lição de economia).

Mas pouco importa fazer contas e conhecer a realidade. Basta ver ricos e pobres por aí, e acreditar que todos os problemas têm como causa algumas pessoas terem mais renda do que outras. É isso que arrebanha universitários “politizados”.

Por isso, sempre que algum problema extremamente chocante acontece, é um exercício de sociologia escatológica dar uma olhada nos chamados “blogs progressistas”, a nova roupagem dos nossos velhos esquerdistas com suas ideologias ultrapassadas, para analisar até latrocínio por essa roupagem.

O caso mais recente e o da dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza, queimada viva num assalto em São Bernardo do Campo. Três assaltantes a mantiveram no consultório junto com uma paciente. Vasculhando tudo, não encontraram dinheiro. Cinthya, então, lhes entregou seu cartão bancário e sua senha, mas avisando que tinha pouco dinheiro. Um dos bandidos foi a um caixa, sacou apenas os R$ 30 que estavam em sua conta, voltou e foram embora. Depois que a paciente saiu, voltaram, trancaram Cinthya por pura birra e atearam fogo no seu consultório (onde também morava com sua família), a matando no local.

É o tipo de crime que choca qualquer ser humano com respeito pela vida alheia. Com um pingo de sensibilidade pela dor, pelo sofrimento, pela visão de outro ser humano como um semelhante, aquele laço de humanidade.que nos identifica e nos protege.

Não é o caso, todavia, de quem pensa tão somente por estatísticas incapazes de explicar como a pantomima da “desigualdade social”. Quando crimes chocantes ocorrem, basta correr a blogs de “formadores de opinião”, que esbravejam intracicladianamente contra o horror da desigualdade, e que ela faz com que os pobres, sem opção, caiam na criminalidade, para encontrar opiniões simplesmente insanas ou um silêncio estrepitoso e extremamente revelador do que essas pessoas pensam.

Um Sakamoto, por exemplo, quando um jovem universitário morre nas mãos de um “adolescente” 3 dias antes de completar 18 anos com um tiro, não deixa de usar da linguagem metonímica (não percam este vídeo por nada nessa vida) para dizer que “se um jovem aperta um gatilho, fomos nós que levamos a arma até ele e a carregamos”. Ora, é um joguinho de palavras para chamar atenção de quem adora culpar “a sociedade” e suas diferenças (sua “desigualdade”) por tudo. É o mesmo caso do pagodeiro alçado a vereador Netinho de Paula dizendo que “a sociedade paulistana é racista”.

dentista cynthiaNa prática, ambos desistem desse discurso com o sabor das conveniências. Ora, se Sakamoto estivesse comentando um caso de estupro (e sempre teve pompa e circunstância para falar, como nos estupros na van no Rio de Janeiro ou de uma menina de 14 anos na praia na mesma cidade, tudo nos últimos dias), será que ele também faria um joguinho de palavras simplesmente ridículo como “se uns jovens fazem uma roda de estupros seguidos enquanto o namorado da vítima assiste a tudo amarrado, fomos nós que algemamos a vítima e a estupramos”, para abusar de um eufemismo (por puro respeito ás vítimas) inexistente no texto do blogueiro Sakamoto? E no caso de Netinho, é de se crer que o racismo seja considerado uma imbecilidade completa. Será que o vereador diria a seus eleitores: “a sociedade paulistana é completamente imbecil”? Ou ele diz isso, ou acredita que o racismo não é uma imbecilidade completa. Tertium non datur.

O caso da dentista assassinada é outro que gera um estrepitoso silêncio. Ora, é fácil para Sakamoto fazer uma analogia perniciosa (para não dizer francamente mongolóide) com um revólver, com uma morte por um botão. Será que ele também gostaria agora de dizer que nós, “a sociedade”, tivemos o trabalho de assaltar, ver que a vítima não possuía dinheiro e voltar á cena do crime só para matá-la de uma maneira cruel e dolorosa? Será que não vai ter um textículo do Sakamoto dizendo que “se jovens ateiam fogo numa dentista sem dinheiro, fomos nós que levamos o álcool às suas mãos e riscamos os fósforos”? Ou será que, sem um botãozinho, a metáfora do Sakamoto aparece até a ele próprio em toda a sua crueldade, insensibilidade e estupidez?

Nessas horas, ao se correr para o blog dos nossos queridos defensores de bandidos, como não dá para fazer muita analogia e fugir do fato óbvio (gente má e que deveria estar, na melhor das hipóteses, presa, está solta e atentando contra a vida da população), tudo o que conseguimos é um silêncio. Como não dá para defender sua agenda de governo (muitas vezes francamente defensora, quando não financiada, por um partido político), não há nem uma palavra de amparo. Nem um suspiro, um “que coisa triste isso que aconteceu”. Não é nem preciso analisar a fundo a contradição da realidade com as idiotices que defendem: poderiam ao menos demonstrar sentimentos humanos.

Humanos, criminosamente humanos

Mas nem sentimentos humanos existem em tais formadores de opinião. Tudo o que podem fazer é silenciar, esperar a poeira baixar. todos esquecerem do assunto e não estarem mais tão sensíveis, para depois dizer que diminuir a maioridade penal não serve pra nada, que é a sociedade e até a “ostentação” que são culpadas da violência.

Como já foi demonstrado aqui, tudo isso se deve a um erro de representação e linguagem. Usando apenas termos coletivos e abstratos, de contornos imprecisos e que sequer conseguem definir quem faz parte dessa idéia genérica e quem está do lado de fora, não conhecem agentes humanos na história ou na sociedade, e sim apenas idéias. Assim, quando mulheres correm o risco de estupro, não culpam estupradores, mas sim “o machismo” (como se estupro fosse uma “idéia”, uma “ideologia” defendida por algo além de alguns tarados por aí, agentes humanos que já deveriam estar na cadeia). Quando um assassinato ocorre, também não é culpa de assassinos, e sim da “sociedade”, da “elite”, da “burguesia” (termos que geralmente tomam por idênticos) e assim vai.

Foi o que fizeram Túlio Vianna e Marilene Felinto no assassinato que talvez mais tenha chocado a cidade de São Paulo, a brutalidade contra os jovens Liana Friedenbach e Felipe Caffé, seqüestrados e assassinados em 2003. A brutalidade feita contra Liana foi o extremo do que é um ato de covardia de “machos” contra uma mulher: estuprada seguidamente até destruírem sua vagina e morta lentamente a golpes de faca no meio de um estupro de forma inacreditavelmente dolorosa.

Hora de culpar “o machismo”? Não, para nossos pensadores de esquerda, quando uma mulher sofre absurdamente assim, aí é culpa da sociedade. Para Marilene Felinto, o problema é a “elite paulista – esta de nomes estrangeirados, pronta para impor-se, para humilhar e esmagar sob seus pés os espantados ‘silvas’, ‘sousas’, ‘costas’ e outros nomezinhos portugueses e afro-escravos” (sic³). Um discurso que flerta perigosamente com a xenofobia e o racismo anti-semita a ponto de poder ser encontrável facilmente em um discurso de Adolf Hitler.

protesto-estupro-coletivo-india-nova-delhiSe estupro, seqüestro e assassinato são crimes hediondos, Felinto não tem tanta certeza: “O que torna um crime mais ‘hediondo’ que outro? Só se for a classe social da vítima: quando é rica e loirinha, então, o crime é mais hediondo do que se a vítima for um ‘Pernambuco’ qualquer”. Ignorando a nojeira que são essas palavras, ainda mais vindas de uma mulher que infelizmente pode ser vítima da mesma violência, para a colunista da Caros Amigos, tudo o que importa´são “classes sociais” e quanto as pessoas ganham. No caso, se o crime é contra uma “loirinha rica” (sic), aí devemos nos preocupar é com Pernambuco, o monstro que a manteve sob cativeiro, a estuprando infindavelmente por 5 dias e a “compartilhando” com os amigos – porque, afinal, é um pobre coitado sem “sobrenome estrangeiro”.

Já para o doutor em Direito Penal Túlio Vianna, é uma boa hora para criticar as revistas que nunca lhe pagaram uns trocados para mostrar suas grandes contribuições intelectuais à humanidade, dizendo que “a mídia-urubu e seus consumidores de carniça impressa e gravada” está querendo dizer que a vida do estuprador Champinha, o organizador do seqüestro, não vale nada (ó, pobrecito!!), enquanto a de Liana e Felipe vale, “também de um ponto de vista exclusivamente econômico pelos investimentos que foram feitos”.

Qual o sentimento de humanidade profunda dessas pessoas agora que uma dentista foi presa por não ter mais do que R$ 30 na conta bancária? Não importa quem seja a vítima (mulher, pobre, trabalhador, criança etc), sempre arruma-se um motivo para… defender o assassino, e não o assassinado.

Uma gramática para a morte

Trata-se, mais uma vez, da linguagem dialética (ou pseudo-dialética) que domina a esquerda, que faz com que alguém dominado por alguns pequenos dados de ideologia (cabresto) esquerdista dificilmente consiga escapar da gaiola cerebral, não importa quantos argumentos retumbantemente óbvios e acachapantes sejam colocados diante de seu nariz.

Enquanto é comum que pessoas ligadas a áreas técnicas tenham um pensamento linear (exemplo óbvio dos economistas: a economia de mercado é que gera riqueza, inclusive para os pobres; ao se socializar a produção e alguém parar de receber conforme o que produz, a produção inteira cai e toda a população fica pobre), o esquerdista, a chamada “mentalidade revolucionária” (uma endemia de proporção global), pensa de forma dialética.

Para alguém contaminado por tal pensamento, as coisas vão e vem e se transformam em suas teses e antíteses transformando-se umas nas outras, importando tão somente que a conclusão se mantenha intacta: eles devem se manter no poder e a força do Estado deve ser controlada tão somente por eles.

A economia vai bem? Graças ao nosso Partido. A economia vai mal? Então precisamos dar mais força ao nosso Partido, para não piorar ainda mais.

Ora, criminalidade deveria ser a preocupação número 1 (talvez mesmo a única) de um Estado. Se um Estado é necessário, não é justamente para evitar a violência contra o próximo, e para o tal monopólio da violência nos proteger da violência desabrida e arbitrária? Portanto, deveria ser exatamente o que mede a qualidade do nosso governo.

Mas pelo contrário, nossos índices de homicídios alcançam praticamente 50 mil por ano. Somos o país que mais mata no mundo. Nenhuma guerra mata tanto (a guerra do Iraque gerou cerca de 20 mil mortes entre militares e civis em uma década, e todos criticam George W. Bush como um carniceiro psicopata fascista até hoje, mesmo tendo criado a guerra mais cara do mundo justamente para evitar um morticínio civil).

O que a mentalidade de nossos formadores de opinião (e pedidores de voto) faz? Culpa da desigualdade. Não importa que ao mesmo tempo defendam um governo que, supostamente, está fazendo diminuir a mesmíssima desigualdade (e propagandeiem isso como papagaios). Claro, só falta descobrir uma metonímia adequada para “explicar” o fato de assaltarem uma dentista e assassiná-la porque ela só tinha R$ 30. Com um detalhe: um dos suspeitos, que a própria mãe ajudou a identificar, fugiu no carro da mãe. Num Audi.

luto dentistaDa mesma forma, não adianta argumentar calmamente que a desigualdade não gera violência (afinal, o próprio discurso deles os desmente pelas estatísticas). O que importa é a conclusão. Como se vê, não há vergonha alguma para um “progressista” defender uma coisa e logo depois defender o exato oposto – ou mesmo defender as duas coisas ao mesmo tempo, talvez em lugares distintos ou, no caso da relação da criminalidade com a desigualdade, no mesmo lugar. O que importa é dizer que o progressismo está correto, e que a propriedade dos outros é que gera o nosso atual estado caótico. Quem não viu o petista Eduardo Guimarães dizer, na última Sexta-Feira Santa, que há 2 mil anos, o primeiro comunista foi morto pela direita (sic²)?

O fundador da esquerda moderna, por exemplo, queria abolir a propriedade privada, e portanto a família deixaria de existir (já nasceríamos sem pai e mãe conhecidos, sendo todos tutelados pelo Estado, tornando-nos funcionários públicos de nascença). Seu alvo era a propriedade, mas sua crença na destruição da família como conseqüência inescapável advinha de acreditar ser ela a “superestrutura” da economia, que seria a “infraestrutura” da sociedade.

Ora, sabemos que a família não serve apenas para um fator econômico, e abolir a propriedade privada gerou o Holodomor, os 4 milhões de mortos de fome na Ucrânia em 2 anos (sem falar em pelo menos uns 12 milhões dos mais de 61 milhões de mortos de Mao Zedong). O que fizeram os intelectuais da Escola de Frankfurt e Gramsci, com um programa maravilhosamente bem aplicado que continua sendo expandido até os dias de hoje? Inverteram infraestrutura com superestrutura, afirmando defender o mesmo autor do Manifesto Comunista, e atacaram a família, assim conseguindo uma tutela cada vez maior de pessoas dependentes do Estado – e fazendo com que a propriedade das famílias cada vez mais virasse terra de ninguém para ser compartilhada pelos burocratas que dominam o Estado.

É o mesmo que nossos pensadores e intelectuais fazem com a violência, ao teorizar sobre a “desigualdade” ou  culpar “o machismo da sociedade” por estupro e assassinato, mas nunca culpar o agente humano: o assassino ou o estuprador. E tome-se ideologia anti-liberal.

Com esse tipo de pensamento perigosíssimo, que deve ser compreendido com cuidado e ser tratado com precisão cirúrgica ao se conversar com defensores da esquerda, só nos resta fazer algumas perguntas aos nossos amigos de esquerda:

1) Como já disse o Francisco Razzo, se ela tivesse não R$ 30, mas 3 mil, estaria viva. É mesmo a desigualdade social que gera violência? Os ricos é que têm medo de assassinato e são vítimas da violência, então?

2) Vocês além das armas, vão proibir álcool e fósforos? Novo sentido pra arma de fogo.

3) Se a desigualdade social gera violência, seria justificado alguém cometer violências contra a presidente Dilma Rousseff. Refutem, por favor, mantendo o mesmo tipo de discurso, em no máximo 500 caracteres.

4) Vocês tratam dinheiro como se fosse ânimo (é o marxismo aplicado, uma hora as pessoas encherem o saco e fazerem revolução). A sociedade que vocês defendem deve ser dominada pelos hipersensíveis ou pelos histéricos cheios de ódio? Só essas duas alternativas são viáveis.

5) Vocês pretendem “ressocializar” quem volta a uma cena de crime já consumado apenas para matar com fogo? Pretendem fazer isso como? Com serviço social e leitura do Gabriel Chalita?

6) Quando se trata de estupro, vocês nunca, nunca nessa vida toda discutiram a “desigualdade social” e a “ostentação” que existir mulher bonita enquanto o pobre da favela é um coitado feio e lascado que nunca vai ir pra cama com a mulher que ele acha atraente. Vocês pretendem algum dia terem o mesmo discurso para o estupro que têm para a violência, o assalto, o assassinato?

7) Vocês já estão cogitando o lema “mata, mas não estupra”?

8) Não acreditamos que cadeia resolve nada, acreditamos só que não estar na cadeia gera mais mortes. Se esses assassinos ou o cara que matou o universitário no Belénzinho ou o Champinha ou os caras que mataram o João Hélio etc etc etc estivessem na cadeia, essas pessoas estariam vivas. Somos assim, tão nazi-fascistas?

9) Até agora não rolou um pio de Sakamoto, Marilene Felinto, Túlio Vianna, Juarez Cirino dos Santos et caterva explicando o crime pela desigualdade social ou, ao menos, tratando-o algo triste para a vítima, e não apenas uma peça que teve de ser imolada no altar da futura sociedade livre, planificada e igualizada. Nessas horas, resta só silenciar, esperar passar, e depois voltar a defender bandido?

10) Os latrocínios aumentaram 250% no ABC em uma década. Enquanto isso, vocês adoram a presidente e blá blá blá. Já está na hora de organizarmos outra marcha contra o Marco Feliciano, ou a grande preocupação de vocês agora é outra?

Como disse Rafael Dias no Twitter (@rwdias), seres humanos para a esquerda são só estatística. Ficam nossas condolências por este triste episódio, e nosso desejo que as leis mudem para que novas vítimas não nos causem mais tanto temor.

Leiam também: Por que a esquerda gosta tanto de assassinos?

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118 Comentários

118 Comments

  1. Vital

    10 de maio de 2013 at 16h59

  2. Humberto de Alencar

    8 de maio de 2013 at 22h05

    Definitivamente, eu não entendo a esquerda! Do jeito que eles colocam as coisas, até parece que só pobre comete crimes e só contra ricos. Mas eles se esquecem de que as maiores vítimas dos “anjinhos” que defendem são pessoas da classe média e pobres. Só um tapado, imbecilizado, que sofreu uma lavagem cerebral com os discursos “progressistas”, comunistas, ou seja lá que diabos for acredita nesses “contos de fada”. O “japinha” que disse que a ostentação deveria ser punida pelo código penal, por exemplo, será que já ouviu falar de assalto a ônibus? Vou contar uma história: em 2007, quando morava no Recife, dois “pobrezinhos” tentaram assaltar um coletivo onde eu estava. Um deles começou a bater no rosto e a humilhar uma garota que não passava dos 14 anos, chamando-a de rapari…, vaga…, etc, e dizendo que iria matá-la, só por que ela tinha apenas 2 reais para pagar sua passagem até a escola e ele queria mais dinheiro. Revoltados os passageiros, inclusive eu, colocamos nossas vidas em risco e partimos para cima dos dois, demos uma “pisa” nos dois “cabras safados” e só não linchamos por que a PM chegou e os levou. Será que o Saka se presenciasse o ocorrido diria que os passageiros do ônibus eram burgueses e a menina humilhada estava ostentando 2 reais, e que os dois “pobrezinhos” vítimas da sociedade ficaram revoltados com tanta desigualdade ao ver os “ricões” andando num belo “busão” lotado, com um sol de rachar em pleno meio dia e 36 graus na cuca e aí resolveram assaltar. será que foi a sociedade que colocou a arma nas mãos deles? O discurso da esquerda me da nojo! O que esse partidozinho safado e seus “cupinchas” estão fazendo é uma lavagem cerebral nas mentes dos brasileiros e tem muito otário que ainda não percebeu a jogada que é se perpetuarem no poder! “Tá com a moléstia”, abram os olhos brasileiros, enquanto ainda há tempo!

  3. Extreme Libertarian Victory!

    7 de maio de 2013 at 15h32

    O recente caso de estupro no onibus no RJ foi resolvido, o culpado é um menor de idade:

    Adolescente suspeito de estuprar jovem em ônibus no Rio se entrega à polícia: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2013/05/07/adolescente-suspeito-de-estuprar-jovem-em-onibus-no-rio-se-entrega-a-policia.htm

    A imagem dele tinha sido exposta em toda a mídia. Agora todas as mídias resolveram censurar o rosto do rapaz, até no poster de procurado tiraram o rosto do “menino”

    Esquerdismo é uma doença mental, só pode ser… não existe outra explicação.

  4. Luis

    7 de maio de 2013 at 15h07

    Já fui pobre e nunca roubei, estuprei, matei ou cometi crimes. Sempre fui um bom cidadão quando pobre, e trabalhava pelo prazer que o trabalho proporciona, nunca pelo salário, e sempre fui feliz. Hoje tenho condições melhores e mesmo assim continuo um bom cidadão.
    Falar em desigualdade social é babaquice, sempre houveram classes em toda a história, só que quem não tem competência parte pro crime.

  5. Sergio Luiz Sant anna

    7 de maio de 2013 at 12h31

    Flavio,

    Uma coisa que a esquerda burra esquece é que o “mal” atinge qualquer classe social. Já teve casos (os que lembro) em que jovens com situação financeira estável cometeram crimes hediondos ou se tornaram criminosos. Teve um caso famoso nos anos 80 que até virou filme no qual dois jovens estupraram uma menina, um foi preso e outro fugiu. Teve um assaltante também de família bem situada financeira que morreu em uma troca de tiros com a polícia, os dois casos no Rio de Janeiro. Em Franca, no interior de São Paulo teve uma quadrilha de classe média que furtava casas cujos ocupantes estavam viajando.
    Faz tempo que a retórica esquerdista está gasta e parecem evangélicos repetindo o mesmo mantra como forma de evitar perder a fé. Uma coisa é por fogo em vítima por ter poco dinheiro na conta, a outra é usar armas militares disparando contra uma favela discriminadamente de um helicóptero e depois culpar esses moradores pelo seu infortúnio. E é besteira esse papo de maioridade penal. São poucos países que tem, e mesmo os que julgam os menores como adulto que cometem analisam caso a caso, e não de forma automática como querem aqui.
    É besteira também promover a Rota e o Bope como “soluções” para o crime, tem que investir no policiamento preventivo, câmeras de monitoramento e tirar os “pedabobos” da Fundação Casa e separar os “coisinhas ruins” de quem merece uma segunda chance. O problema daqui é misturar tudo na mesma panela como se fosse tudo a mesma coisa e que um livro puído e seboso tivesse solução para tudo.

  6. Emerson Luís

    5 de maio de 2013 at 23h33

    Muito bom.

    Vi um site esquerdista dizendo que esse crime da dentista foi mais um caso de violência contra a mulher. Quer dizer que se a vítima tivesse sido um homem, tudo bem?

    Essas militâncias não medem absurdos!

    * * *

  7. Ruan

    4 de maio de 2013 at 22h36

    Esperando um texto seu sobre o Lobão.

  8. Edmar

    4 de maio de 2013 at 11h16

    Vou ser chato, mas vou colocar um novo post.
    Esqueci de comentar sobre pessoas com psicopatia, como a esquerda vê as mesmas? O cara da Noruega era um reacionário, já o cara que matou na escola e no cinema nos EUA era uma vítima do sistema.
    É claro qeu existem problemas sociais gravissimo neste Brasil. Problemas que eu queria ver resolvido com os candidato nos quais votei e esperei que cumpreissem suas funções com o dinheiro dos impostos pagos para isso. Mas esses caras ignoram que criminosostem variados motivos, além da questão social: a ambição pura e simples, grana fácil, distúrbios mentais etc..mas é tão mais fácil colocar tudo no social, no sistema, essa coisa abstrata.
    O Estado, para eles, tbem é um ente abstrato, bonzinho que resolve tudo. A ex URSS e Coreia do Norte são um Estado, não uma meia dúzia de pessoas privilegiadas. No fim da URSS tivemos alguns milionários, que assim se tornaram, pois eram o antigo Estado e detinham os meios de produção em suas mãos.

  9. Edmar

    4 de maio de 2013 at 10h40

    Completando:

    Flavio outro argumento para contradizer as ideias deles, é só ver caso do índio queimado por garotos em Brasilia. Eles eram vitimas da diferença social?!
    Toda sociedade reprime os comportamentos de periculosidade. Se em Cuba e outros países que eles tanto defendem nao tem certas coisas é porque há uma repressão ferrada.

  10. Edmar

    4 de maio de 2013 at 10h32

    Flavio

    faz tempo que falo isso: crime de tortura para casos de crimes contra cidadão nao tem! Uma vez amarraram uma bomba em um cara durante um assalto!
    Outro ponto: todos tem direito à segurança, independente do que quer que seja. Nao importa se a vítima é classe alta ou baixa, etc etc. Esses progressitas falam como se as vítimas, em grande maioria classe media, fossem ricos com possibilidade de de proteção, são uns babacas! Para eles só a classe baixa é vítima. Na verdade, a única elite protegida é a de muito ricos (que tem que gastar uma grana ferrada para isso) e os juízes e políticos, inclusive os de esquerda, que nao que gastar nada, pois nós pagamos a segurança deles.

    O Estado tem que fornecer segurança a todo mundo, todos pagam por isso!

    Outros casos: um cara foi queimado durante um dos ataques a ônibus em SP, era um coitado voltando do trabalho ou do lazer, que fosse, um casal da periferia foi morto de forma semlhante a Liana e Filipe na periferia uma semana antes do citado caso, uma empregada foi queimada num ataque de traficantes a onibus, etc. Teve o caso dessa dentista, A violencia atinge a todos. E neste pais de lixo a vitima é que é culpada!

    Todos tem que ir em frente às assembleias e exigir :
    1 Ação do Estado tanto na base da sociedade (educação etc) quanto na prevenção e repressão da violencia;
    2 Reparação feita pelo Estado. O Estado nao cumpre seu papel resolvendo problemas sociais, nao cumpre fornecendo segurança e nao cumpre ao se omitir qdo a merda acontece!
    Tem que exigir do Estado indenização!!

    Leiam os links abaixo:

    https://www.emerj.tjrj.jus.br/revistaemerj_online/edicoes/revista51/Revista51_148.pdf
    https://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/ADMINISTRACAO-PUBLICA/107284-PROJETO-CONCEDE-INDENIZACAO-A-VITIMAS-DE-CRIMES-VIOLENTOS.html

  11. Marcio

    2 de maio de 2013 at 8h27

    TUDO ISSO PODE SER DEBITADO AO PROPPRIO FRACASSO DO DOUTRINARIO COMUNISTA!
    Um lindo discurso – tudo colorido – a prática porém, tudo muito pelo contrario.
    A ARMA DOS COMUNISTAS É A (falsa) PROPAGANDA E DILMA É A REPRESENTANTE.
    O comunista é a própria conversa fiada por natureza; basta verem os exemplos da atual administração NA REAL, após s gestões de desgoverno, como: crescimento, O PIOR de todos nas 3 Américas, só acima do Haiti; saúde, caos total; educação: vice campeão mundial no atraso escolar; violencia, faz que combate, mas intensifica-se a cada ano, sendo contra a menoridade para 16 anos do PCC junior; corrupção: precisa saber em que setor do PT não existe; só propaganda de que age a favor da lealdade, mas tudo falso, só conversa prá boi dormir.
    Apoiam drogas, têem amizade com os narcotraficantes das FARCs, apoia liberação de drogas e não prisão a pequenos(?) traficantes; péssimos em administração após 11 anos empoleirados no poder, apoiam ditadores sanguinários comunistas todos, como Fidel Castro, o qual é a carta de apresentação de quem são os comunistas, sendo extremante intolerantes, truculentos, materialistas e ateus.
    Cuba e a Coreia do Norte são as vitrines permanentes do fracasso comunista em todos os setores, além de repressão aos cidadãos confinados como gado estabulado e a Venezuela vai na mesma direção, pro brejo!

    ESSA FOI DA PESADA…
    Ex-general soviético revelou ao mundo: Teologia da Libertação foi uma cruzada de dominação ideológica criada pela KGB, sob forma religiosa para facilitar sua penetração: https://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/14089-a-cruzada-religiosa-do-kremlin.html e original em inglês https://archive.frontpagemag.com/readArticle.aspx?ARTID=35388.
    Sabíamos há muito disso dado as afinidades TL-PT-PCC-FARCs etc, mas podendo demonstrá-lo via documental, tanto melhor!

  12. Claudia

    30 de abril de 2013 at 20h31

    Parabéns, Flávio! Seu texto é de uma lucidez pungente… Gostei da forma como você abordou o tema, evidenciando que a esquerda tem um “método” e que, indiferente aos fatos, importa apenas demarcar sua visão estreita de mundo, que concebe a realidade como uma luta eterna e intransponível entre classes sociais.

    OBS 1: Jesus como o primeiro comunista morto pela direita é de um ridículo anacrônico inigualável (Será o Lulla fazendo escola?)

    OBS 2: os comentários de Felinto são de embrulhar o estômago!

    • Flávio Morgenstern

      1 de maio de 2013 at 20h45

      Claudia, é isso que eu invento de agüentar todos os dias só pra ver se alguma mudança surge alguma hora… :)

  13. warner vanderlei

    30 de abril de 2013 at 9h50

    Epa, nesse caso as feras ja estão maduras. Devem ser retiradas do pasto imediatamente e não podem voltar mais. O mal ja esta feito, cuidemos das proximas gerações porque esta ja esta perdida.

  14. Dhiogo

    30 de abril de 2013 at 8h47

    Outro detalhe interessante do duplipensar da blogosfera progressista é seu amor/ódio pela decisão da maioria. Essa gente que chega ao ridículo de exigir votação aberta para instituições religiosas e privadas e também que afirmam que os crimes do PT são de certa forma absolvidos com a vitória nas urnas, quando confrontadas com o anseio da maioria da população desconversam e soltam a máxima:

    “93% de São Paulo quer a redução da maioridade penal. E daí?”

  15. Paulo Zoorscher

    29 de abril de 2013 at 23h15

    “todos criticam George W. Bush como um carniceiro psicopata fascista até hoje, mesmo tendo criado a guerra mais cara do mundo justamente para evitar um morticínio civil)”

    Não, cara. Apenas não. Concordo com seu post da primeira até a ultima linha, mas nesse trecho você cagou.
    Bush não é nenhum anjo, ele criou essa guerra por causa do petróleo.

    • Flávio Morgenstern

      30 de abril de 2013 at 12h36

      Não concordo com toda a guerra, mas… por causa de petróleo?! O barril estava em 20 dólares antes dela e em menos de 2 anos de guerra estava quase em 150. Qual a lógica de afirmar uma coisa dessas?

  16. Eduardo

    29 de abril de 2013 at 23h02

    “Tortura nunca mais”, legal né, falam tanto da tortura deles ou dos amiguinhos deles mais se calam da tortura que a população passa todo dia.

    Ficar ameaçando e botando fogo agora é bricadeirinha de criança ?

    Fora a tortura de todo dia ficar imaginando que podemos ser o proximo tocha humana na mão dos meninos.

    • Flávio Morgenstern

      30 de abril de 2013 at 12h35

      Lembrando que o crime de tortura é o único imprescritível junto com racismo (!!!), mas a jurisprudência dos nossos amáveis juristas entende que tortura foi praticada apenas durante a ditadura militar no Brasil pela junta militar, e mais ninguém.

      • Alexandre Loyola

        30 de abril de 2013 at 13h26

        Vc ta de brincadeira neh?! que jurisprudencia vc ta olhando?

      • Flávio Morgenstern

        30 de abril de 2013 at 18h01

        Cite aí um caso de tortura diferente do que afirmei. UM.

      • Alexandre Loyola

        30 de abril de 2013 at 19h42

        APELAÇAO CRIME Nº 847.195-0, DA COMARCA DE CORBÉLIA.
        APELAÇAO CRIME Tortura Prova suficiente para a condenação Recursos desprovidos.
        VISTOS, relatados e discutidos estes autos de Apelação Crime nº 847.195-0, da Comarca de Corbélia (…)

        tem mais 35 mil só no jusbrasil se quiser mais…………

      • Alexandre Loyola

        1 de maio de 2013 at 22h45

        é uma piada mesmo…
        agora vc está defendendo bandido? isso sao casos de tortura em presídios…
        achei q estava defendendo o povo torturado pelos bandidos…vc é uma piada…junior..essa é boa…
        leia um dos 35 mil q postei, veja se tem resistencia em aplicar, a coisa mais facil q existe é condenar bandido..
        cada vez mais claro o seu conhecimento sobre o assunto….vc sabe ao menos oq são são jurisprudenciais?
        ps.:escrevo aqui pq nao tem como responder na sua resposta…

      • Flávio Morgenstern

        3 de maio de 2013 at 17h23

        Sim, estou mostrando que a jurisprudência brasileira sempre tem como base comparativa a ditadura. Mesmo ela tendo acabado há mais tempo do que ela durou. Exatamente como eu disse.

      • Edmar

        4 de maio de 2013 at 10h54

        Alexandre

        Li rapidamente o site jusbrasil. Me pareceu que a maioria era tortura contra crianças, de autoridades, etc, nao vi casos de tortura de bandidos com suas vítimas, mas pode ser que minha amostragem foi pobre.
        Tbem queria saber se existindo a acusação de tortura, em quantas efetivamente os bandidos respondem por elas.

        Só ressaltando que nao considero menos pior ou menos importante a tortura contra criança ou aquela cometida por autoridades, claro, pra mim tá na mesma, por isso mesmo estranhei a pouca quantidade com relação a outros crimes.

        Outra coisa, vc diz que condenar bandido é fácil, e pode ser…mas a condenação ser praticada é outra historia! É apelação, é recurso, é redução por isso e por aquilo. No Brasil vc pode matar, pelo menos, uma pessoa ou várias de uma vez, se nao tem antecedente, vc é um cara quase limpo…

  17. Extreme Libertarian Victory

    29 de abril de 2013 at 20h38

    Flavio, vc devia ler o artigo da moça que foi estuprada por um menor e vazou pra outro país. ? No site da Folha, olha la.

    Li o seu artigo e me dei de cara com aquela aberração, nao tenho mais dúvidas: esquerdismo é uma doença mental!

    Achei “engraçado” que ela tava trabalhando na USP, só podia ser. Eu não sabia que ideais de esquerda podiam penetrar tão fundo na mente humana, essa gente é um nojo… to começando a atingir o nível Olavo Carvalhistico de respeito por essa fatia da “humanidade”. Gente egoística do caralho sow…

    • Flávio Morgenstern

      30 de abril de 2013 at 12h33

      Pois é, vou ver se consigo arrumar um tempo no trabalho para “respondê-la” hoje. Curioso que ela foge do país para um país mais seguro – provavelmente com maioridade penal 14 anos. Ou 8, como no caso da Escócia.

      • Extreme Libertarian Victory - Gulag For Leftists and Maria do Rosario

        1 de maio de 2013 at 19h18

        Flávio, quero que vc responda ela… hahahaha

        Esses textos que vc escreve tão começando a cutucar a galera, saca só: https://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2013/04/29/o-blog-o-meme-a-critica-o-panetone/

        Vc tem que escrever mais, cara.

      • Flávio Morgenstern

        1 de maio de 2013 at 21h02

        O Sakamoto nunca iria me responder, porque uma charge é material simbólico, é pra dar risada e acabou, até ele se auto-ironiza e pronto. Já meus textos são longos, são argumentos. Isso já não é pro bico dele. :)

      • Extreme Libertarian Victory - Rothbard's Kamehameha(かめはめ波) = The End Of All states

        2 de maio de 2013 at 20h17

        Eu pedi pra ele te responder, mas alguém la( o editor daquela joça – ou seja la quem for o bundão que censura comentários) não deixou minha mensagem passar.

        Vc tinha é que chamar essa galera pra um debate, gravar tudo… e colocar no you tube:)

        Bom é isso ae.

      • Flávio Morgenstern

        3 de maio de 2013 at 17h25

        Nunca teriam coragem.

  18. Mulholland

    29 de abril de 2013 at 20h19

    Seguindo a lógica esquerdopata, Pedrinho Matador (para quem não conhece: https://en.wikipedia.org/wiki/Pedro_Rodrigues_Filho) é a maior vítima da desigualdade social do país.

    Saudade de quando os esquerdistas falavam só sobre economia…

    • Mulholland

      29 de abril de 2013 at 20h28

      Dahmer era vítima do preconceito aos homossexuais e dos “constructos sociais burgueses” sobre o gênero.

      Bundy só estuprou e matou dezenas de mulheres porque a sociedade conservadora americana viu com maus olhos a gravidez de sua mãe solteira.

      E toda a classe média brasileira encheu os corpos cavernosos dos pênis dos estupradores da van, crime que só chocou o país porque a vítima tinha nome estrangeirado

  19. Jonas

    29 de abril de 2013 at 15h15

    Senhores, o de sempre, nada além do de sempre. São os comunistas limonada ou os socialistas champagne (como diria o doido do Sex Pistols). Lembro bem desse pessoal na UNICAMP. Paravam o carro (presente do papito, claro !) , desciam fantasiados de hippie, começando assim o expediente para falar contra o sistema, contra os americanos imperialistas, o sistema capitalista e com um aparte, a admiração pelo regime cubano. Tempos depois fui verificar que esse pessoal tinha visto americano, e em alguns casos varias idas e vindas para os EUA. Ah, alguns deles usavam roupas de griffe como Forum nas festas. Deve mesmo ser uma delicia ser hippie e comunista desta forma ! Desta geração mais nova de intelectuais de esquerda, aposto meus bagos que parte deles deve ter sido assim, exatamente como descreví.

  20. Alexandre

    29 de abril de 2013 at 14h36

    gostaria de ver você sustentar essa posição com argumentos sérios, ou para você sociologia, crimilogia, psicologia são apenas criações da esquerda para sustentar um discurso político? por favor, apelar para o impulso de vingança que obviamente gera uma situação dessa é a coisa mais infantil possivel…
    estudar vai além de analisar a violencia do crime e as emoções decorrentes. evidente que nenhum dos “esquerdistas” que vc citou defende esse tipo de crime e pouco liga para os seres humanos, por favor….a diferença é que eles vão além, tentam encontrar as reais causas da grande maioria dos crimes e propor uma solução a longo prazo, que não se trate da mera higinização social, ou vc acha q enfiar o povo na cadeia vai diminuir a criminalidade…. EUA deve ser um paraiso não é? aliás, aqui quase não tem ninguem na cadeia né, uma das menores populações carcerárias do mundo….rsrs……
    outra coisa, citações parciais que não refletem a conteúdo dos textos tão sobrando, assim como a manipulação e leitura rasa das teorias “esquerdistas” que vc cita…aliás, marx é usado mas não é o único e existem muitos estudos mais desenvolvidos, sabia?
    enfim,gostaria de ver vc sustentando sua ideia sem manipular conceitos e discursos alheios, sem apelar para a emotividade das pessoas – o que não significa ignorar sua humanidade, mas utilizar aquela coisa que alguns chamam de racionalidade sabe?! – e sem se socorrer das claras e baratas técnicas de retórica utilizadas…ai sim poderia produzir algo de bom e talvez contribuir para uma discussão de conteúdo…
    ps.: formadores de opinião? ta de brincadeira?! os estudiosos do assunto mal aparecem no ambito acadêmico, e vai me dizer que são formadores de opinião…mais uma técnica barata, afinal vc é o coitadinho defendendo os sentimentos do povo contra a grande máquina né…que pena…achei que ia ler um texto bacana

    • Flávio Morgenstern

      30 de abril de 2013 at 12h25

      Sim, muito da psicologia foi puro marxismo aplicado. Ou você nunca estudou Vigotsky, Lacan, Reich (até o próprio Foucault, ídolo das “relações de poder”, além de Marcuse, afirma categoricamente isso), ou você simplesmente não entendeu picas do que estudou. E sim, perto daqui, América é um paraíso: população 50% maior com um terço da nossa taxa de homicídios. Paraíso. PARAÍSO. Os pobres vivem muito melhor on meu sistema do que na sua defesa de bandidagem.

      • Alexandre Loyola

        30 de abril de 2013 at 13h23

        Olha, era exatamente o tipo de resposta que eu esperava…marxismo aplicado? ta bom ficar confundindo as coisas neh…se é que vc leu algum deles com certeza só le o que quer…
        Meu sistema de defesa de bandidagem? onde eu falei que defendo bandido, onde vc viu alguem defender bandido? cole o texto na integra aqui e não a sua manipulação barata… o proprio texto do sakamoto vc manipulou….a diferença desses e de seu texto é que eles tentam entender o pq de ser bandido e a melhor forma de reduzir isso…
        simplesmente continue insistindo nessa retórica vazia…nõa tem argumentos científicos, parta p apelação….defesa de bandidagem, quero ver vc colocar alguma frase aqui de qualquer autor renomado dizendo que alguem que matou nao deve ser punido de acordo com a legislação….
        Paraíso…essa é boa….more num bairro pobre lá para vc ver o paraíso….ou só existe a time square e beverly hills p vc?
        ah, vc esqueceu de dizer, “queria ver se fosse tua filha”…aí sim tava completa a incapacidade de justificação das suas ideias…
        cite mais alguns autores ai tbm…não esquece de colar uma frase p parecer que vc leu e entendeu……

      • Flávio Morgenstern

        30 de abril de 2013 at 18h01

        É, melhor nem ler e dizer que os outros é que desconhecem o que você defende sem saber o que é.

      • Alexandre Loyola

        30 de abril de 2013 at 19h47

        falei q nao li?
        Mais fácil se esquivar e tentar desmerecer o outro do que seus argumentos não é?
        esquivas esquivas, e nada de fundamentos…para quem le tanto assim esperava mais…..ou nao….desisto….

      • Flávio Morgenstern

        1 de maio de 2013 at 20h51

        Finalmente, foi tarde.

      • Vinicius do Prado

        30 de abril de 2013 at 22h56

        O senhor fala como se sociologia, psicologia e outras porcarias esquerdistas fossem algum tipo de panaceia ou eficientes solucionadores de problemas quando evoca essa pretensa roupagem “científica” pra esse tipo de argumento. Eu não vou colocar questões aqui como o princípio da falseabilidade, vamos falar de algo mais concreto: onde estão os resultados práticos de todas essas ciências? Supostamente esse conhecimento deveria guiar nossas políticas e criar maneiras efetivas de tornar o mundo num “paraíso”, se essas “ciências” são realmente tão precisas e tão “científicas” no que se propõe a estudar.

        Vai ler um pouco sobre filosofia da ciência e para de apelar pra esse discurso copi-colado esquerdista. Não é porque têm espaço no ambiente acadêmico que é validado como ciência, nem por ser validado como ciência diz exclusivamente verdades. O fato de eles “tentarem” não é o bastante pra sair propagando estudos como verdades.

      • Blue Eyes, Na Resistência

        1 de maio de 2013 at 21h10

        A linha do tempo dos fatos historicos não manipulados responde aos seus questionamentos… nunca vi politica coletivista posta em ação catapultar alguma pessoa ou sociedade da ignorancia ao pleno gozo de seus direitos e vontades… me de exemplos e não ilações…

      • Layla

        30 de abril de 2013 at 17h24

        América é um país ? Muda pro PARAÍSO é não volta nunca mais.

      • Flávio Morgenstern

        30 de abril de 2013 at 18h00

        Sim, como o México é o nome de outro país de prenome idêntico.

    • Sammy Anderson

      30 de abril de 2013 at 17h31

      Estava indo bem até usar “rsrs”.

      Brincadeira, estava não…

    • Diogo R Santos

      30 de abril de 2013 at 22h26

      Alexandre

      Você quer saber o que motiva alguém a ir para o crime mesmo???? Dinheiro fácil. É o mesmo motivo que cria um malandro ou até mesmo faz milhares de trouxas caírem nos mais diversos golpes. Pois afinal, grana fácil, sem trabalhar e sem descontar do imposto é o sonho de muitos brasileiros – e não seguir uma vocação. A única diferença do bandido para os demais é que os criminosos não possuem escrúplos e se você pensa que isto é construção social e que se resolve com politicagem ou medidas sociais, pode esquecer, isto está no “sangue” do sujeito; bem capaz destas “medidas” serem ferramentas a serem usadas para a prática de novos crimes…

      E por falar nisto, vale lembrar que vocês das ditas “ciências sociais” ficam bitolados num conceito de homem dentro de um escopo determinista que não é, nunca foi e jamais será reflexo da realidade. Por essas e outras, que estes tipos de estudos e teorias mais se revelam embustes totalmente desconectados da realidade….

      • Fábio

        2 de maio de 2013 at 18h18

        Está no “sangue”(!!??) entendo suas aspas, mas cuidado aí hein, isto é o tipo de comentário que amanhã vai fazer cara dizer que então esta “raça é inferior, com sangue sujo e precisa ser exterminada, heil”… só políticas públicas realmente podem não fazer tanto efeito a curto prazo, é preciso mudar este pensamento reducionista e segregacionista.

      • DIogo Rengel Santos

        6 de maio de 2013 at 9h48

        Fabio

        Vamos ser honestos – qualquer sujeito que não sabe diferenciar o indivíduo de “raça” ou é ignorante ou está apelando para “ganhar” no argumento.

        E outra, você fala que políticas não são suficientes, e o que mais seria???? Conversa fiada, o reducionismo está no fato de ignorar as motivações do indíviduo, que vão muito mais além das influências do ambiente. Basta ver a foto do “menor” preso. O nível das roupas, o cabelo descolorido pra ficar na moda não me parece um “morto de fome”, mas um “pseudo-playboyzinho” que desconta as frustrações que ele mesmo causa na sociedade….

  21. DIogo Rengel Santos

    29 de abril de 2013 at 12h08

    Sobre a questão das desigualdades, a primeira coisa que você pensaria seria no empresariado (Karl Marx?), mas que seja levado em conta é qual a composição destes 20% mais ricos????? Seriam todos eles os “capitalistas inescrupulosos”???? Está considerando aqueles que fazem entreterimento (jogadores de futebol, esportistas, apresentadores de TV, etc). E outra, a própria classe política (i.e. Estado), com seus salários astronômicos e benesses indevidas, quantos destes compõem está classe abastada. E isso sem mencionar gente como o “Tio Eike”, que mesmo com suas fortunas ainda se vale de recursos do Estado (dinheiro e favores) para tocar projetos…..

    Fica a reflexão, será que para solucionar a concentração de riqueza ao invés de criar recursos políticos de distribuição não seria melhor diminuir o tamanho do Estado para tirá-lo das costas do cidadão????

  22. eu,tu,eles

    28 de abril de 2013 at 23h10

    Nesses comentários sobre direita e esquerda, o que é certo ou não. Deixo aqui um pensamento talvez fraco diante de tão robustas palavras:
    Qual é o grau de crueldade de quem quer reduzir a maioridade penal tendo a real situação do sistema carcerário no Brasil, em vários lugares (esquerda e direita) escuto que presídio deixa pessoas mais cruéis (A faculdade do crime) ou não?Se for errado defender as classes como fica o correto que age por caminhos errados, que é reduzir a maioridade penal na atual situação dos presídios (ah, mas já seria um passo eu escuto), mas o correto não seria dar o passo certo primeiro?
    Na maioria dos textos de ambos (esquerda e direita) os argumentos são dispensáveis para o dia a dia do ser humano, é só o ego da discussão, não sei o que é pior, ler esses textos chatos de contemporâneos ou ler discussões em cima de pensadores totalmente ultrapassados!
    Tem a contradição também daqueles que defendem a pena de morte (o dito ultraconservador), mas que é cristão religioso fervoroso dentro da família defendendo os mandamentos para os filhos. Não vejo embasamento sobre melhora, sobre propostas construtivas, a velha lenga lenga de sempre!
    Mais uma coisa (talvez seja lenga lenga também),mas em países com políticas mais conservadoras, com porte de arma livre, não acontecem atrocidades iguais ou piores?Não temos casos reais sobre injustiças de pessoas que foram consideradas inocentes depois de terem sidos mortos em penas de morte?

  23. Isaac Vieira

    28 de abril de 2013 at 22h43

    Raso, como sempre.

    • DIogo Rengel Santos

      29 de abril de 2013 at 9h10

      Vi a “profundidade” de sua crítica….

  24. Steagall-Condé

    28 de abril de 2013 at 20h53

    Enfim, luz.

  25. Felipe

    28 de abril de 2013 at 20h17

    “Ah, prender não resolve. Tem que educar! Tem que educar!” . Repare, Flávio, como esses sublimes humanistas que sempre vêm criticar o endurecimento das penas e redução da maioridade penal nunca têm uma vírgula para dizer quando o assunto é melhorar a nossa educação. Gostam apenas de atrapalhar a discussão da segurança pública que se baseia na realidade. É amor aos bandidos mesmo. Um fetiche.

    • Flávio Morgenstern

      29 de abril de 2013 at 0h11

      E pedir pra ler um livro (sei lá, aquele do Nozick que eu citei é curtinho) é “pedantismo” e esnobismo elitista ostentador.

    • Fabio "Sooner" Macedo

      29 de abril de 2013 at 13h50

      Antes fosse só amor aos bandidos. No caso dos idiotas úteis pode ser, mas os mentores intelectuais desse tipo de farsa travestida de argumentação sabem muito bem o que estão defendendo: eles precisam dos bandidos como milícia quando conseguirem tomar o poder de vez. É assim na Venezuela, é assim na China, foi assim na Rússia, e está ficando assim aos poucos na Argentina também. E aqui será assim também: basta alguns figurões do PCC saírem da cadeia e pronto, o PT terá sua milícia diretamente controlada.

      • Flávio Morgenstern

        29 de abril de 2013 at 14h25

        Sempre digo que falta ler esquerdistas para saber como eles pensam (e só assim conseguir derrotá-los). Ler o que pensam de bandidos psicanalistas e demais charlatões da jaez de Lacan, Reich, Laclau, Vigotsky e filósofos de gabinete como Marcuse, Foucault e Gramsci faria muita gente vomitar. E é preciso estudá-los em filigranas para sua loucura deixar de ser uma epidemia.

  26. Abelardo

    28 de abril de 2013 at 18h25

    • Flávio Morgenstern

      29 de abril de 2013 at 0h10

      Curioso é ver como ele usou 100% do que eu já havia previsto que usaria e nada mais. Dá pra criar um Sakamoto Generator™.

      • Vinicius do Prado

        30 de abril de 2013 at 23h11

        Engraçado que mesmo apresentando os padrões e as técnicas retóricas utilizadas nos discursos, o “rebanho” deles não “se convence”; como se realmente fosse uma questão de convencer, e não de expôr essa desonestidade intelectual de forma lógica e contundente, como fizestes no texto.

        Vai entender a mentalidade de quem frequentemente evoca cientificidade de afirmações e estudos como argumento não entender nem o básico de lógica e retórica pra saber diferenciar a mentira da verdade.

        Aliás, parabéns pela análise, foi direto na víscera do discurso mentiroso desses embriagados por revolução.

      • Flávio Morgenstern

        1 de maio de 2013 at 21h00

        Vinícius, pois é, esse texto na verdade não foi bem pra esquerdistas se convencerem, e sim pra quem está cansado de explicar com argumentos, por a+b, e continuar vendo que essa turma insiste no erro. É o que chamei, em outra ocasião, de repetir o já refutado, como se novo contra-argumento fosse [https://papodehomem.com.br/manual-compacto-de-como-foder-por-completo-uma-discussao-na-internet/].
        Na verdade, precisam de uma linguagem simbólica, aquilo que é chamado, em crítica literária, de imaginação moral (faltam estudos sobre isso no Brasil, mas recomendo que se pesquise profundamente). Afinal, quem se convence por argumentos, fraqueja diante de cada caso como esses assassinatos chocantes (como defender pobres com esse discurso de desigualdade, quando pobres morrem mais do que ricos com nossa criminalidade?), e corremos para estudar mais. E, afinal, é impossível um grande estudioso de Voegelin, Nozick, Kolakowski e tantos outros pensar: “Agora que os estudei bastante, concluo: estão errados e certa está a esquerda”, enquanto os próprios citados são grandes estudiosos da esquerda. Já essa turma não está interessada em seres humanos e vida, e sim em projetos de poder. Então ficamos atados a gente maluca que nunca estuda nada, e não importa o quanto você argumente, vai sempre se sair por cima e só continuar defendendo o mesmo projeto por outras vias.

  27. Saulo

    28 de abril de 2013 at 14h04

    Parabéns Flavio. Análise perfeita dos fatos. Obrigado.

  28. William Alves

    27 de abril de 2013 at 22h53

    Contorcionismos múltiplos e wikiquotes (se você fosse um super-herói, permita-me, seria o Wikiquote Man. Em todo texto seu eu já mando logo o ctrl +f: “Rothbard”, “Mises”, “Rand”… dessa vez parou em Nozick). Deve ser a mais completa das frustrações do Morgenstern o fato de que ele não sabe escrever.

    Uma curiosidade: qual postagem ativou o post amargo da vez? Ou você tá, DE NOVO, esmurrando fantasmas?

    Abraço.

    • Flávio Morgenstern

      28 de abril de 2013 at 13h59

      Vou te chamar de Mr. Argumentão. Recomendo um colan rosa com tentáculos com ventosas de lula na máscara.

      • William

        29 de abril de 2013 at 11h06

        A minha zoação se baseia na mesma matéria-prima do seu artigo: nenhuma. Você escreveu um post inteiro TENTANDO SE ANTECIPAR AO SAKAMOTO, enquanto retirava do mais profundo dos solos um texto old school do Túlio Vianna (como se o cara não pudesse mudar de ideia. Se bobear ele se arrepende do texto, que é nocivo mesmo).

        Carência mata, amigo.

        Abraço.

      • Flávio Morgenstern

        29 de abril de 2013 at 14h19

        Fui tão zoado que não conseguirei dormir à noite. Espero que você fique com peso na consciência por ter me traumatizado tanto com marcas punitivas que ficarão para toda a vida.

      • Melega

        30 de abril de 2013 at 1h05

        Como se pode tratar uma questão complexa de forma simplista? Existe jovens que cometem crimes por falta de oportunidades na vida?Sim. Isso explica tudo? Não. Temos a questão das drogas também e por fim a da maldade humana. Se eu sou a favor da maioridade penal?Sim e não. Porque acho que as cadeias deveriam passar por uma reforma. Preso deveria trabalhar e não ser tratado como bixo enjaulado. A esquerda pensa na questão de uma maneira ampla mas não defende bandido só que se há um clamor popular por uma mudança na maioridade penal isso deve ser levado em consideração. Enfim, isso aqui não é Palmeiras x Corinthinans e fica a dica para o dono do blog, se vc odeia a esquerda ou é muito rico ou é meio burro.

      • Flávio Morgenstern

        30 de abril de 2013 at 12h38

        ” A esquerda pensa na questão de uma maneira ampla mas não defende bandido”
        Grandes contribuições dos comentários de blog à humanidade.

  29. Bruno

    27 de abril de 2013 at 22h40

    É por isso venho em insistir a seguinte tese: a esquerda nunca interessou pelo povo, apenas usou para fins eleitorais obscuros. Aliás, enquanto os corruPTos, ministros e aliados estaduais e municipais (governadores, vereadores e prefeitos), do Congresso Nacional e do Senado promovem escândalos e assaltos em receptivos governos há 10 anos, a Dilma Rousseff prefere viajar, pois os problemas não são responsabilidades dela. A mesma coisa do Lulla Fujão desde caso da tal amante Rosemary Noronha, que até agora ele não explica. Quando for em 2014, que outro candidato ao novo governo derrote esse governo creptocrata e marionete de Lulla e que já em 2015 faça auditoria nas contas nos últimos 12 anos e prenda políticos, jornalistas e entre outros identificados ao governismo do corruPTo.

  30. luiz sergio nacinovic

    27 de abril de 2013 at 17h45

    No dia que vocês superarem as doenças infantis desse fascismo alegórico pop, o texto de vocês vai ficar bem mais legível. Vocês partem do arquétipo obsoleto de que o povo está sendo iludido e que vocês são a última trincheira de advertência. O próprio check point charlie democrático. Deixa disso…………..

  31. Eric Drumond

    27 de abril de 2013 at 17h08

    Amigo, seu texto está perfeito, vc representa 100% da minha opinião. E bom ver que existem outros que pensam como nós. Parabéns.

    • Flávio Morgenstern

      28 de abril de 2013 at 13h54

      A honra é minha, caro Eric.

  32. Guerreiro do Mal

    27 de abril de 2013 at 16h24

    Prenderam 3 pessoas nesse caso da dentista, um deles é um menor de idade…. um sakamotinho.

    ótimo artigo, não sabiam que esse tal de Túlio e aquela velha eram podiam ser tão retardados assim.

    • Flávio Morgenstern

      28 de abril de 2013 at 13h55

      É fácil chegar ás conclusões que chego: basta ler bastante esquerdistas (mal li 2 autores defensores do que defendo em matéria de Direito Penal).

  33. mariza

    27 de abril de 2013 at 15h06

    A maldade não é gerada pela diferença social,esta na mente do homem.O aumento de violência no Brasil é gerada por uma justiça fraca.Claro que investir socialmente em educação,saúde e segurança não acaba com o crime,mas com certeza o deixa uma taxa aceitável,porém o Brasil se tornou o foco da corrupção,individualismo e nos brasileiros nos consideramos um agrupado de gente e não uma nação,deixando assim ser iludidos por ideologia e sendo estuprados todos os dias por políticos e alguns funcionários públicos…O roubo seguido de morte a pena deveria ser no minimo cumprida inteiramente,mas no Brasil é condenado a 200 anos e não se fica 20 preso,agora o governo ainda quer criar um plano para esvaziar as cadeias e presídios e o povo continua bestializados.

  34. Rodrigo

    27 de abril de 2013 at 11h44

    Parabéns, Flávio. Um dos melhores textos que eu li neste ano. Um abraço.

    • Flávio Morgenstern

      28 de abril de 2013 at 13h45

      Muito honrado, Rodrigo! :)

    • celi

      28 de abril de 2013 at 22h18

      + 1

  35. Lucas Oliveira

    27 de abril de 2013 at 10h02

    Essa questão do estupro e homicídio também já passou pela minha cabeça tempos atrás, mas eu acho que penso um pouco diferente do autor. Minha teoria é a seguinte:
    Ambos são atribuídos a coisas abstratas: machismo e desigualdade, respectivamente. Porém, como o primeiro é ‘cometido’ pelo coletivo “patriarcal-machista” (inimigo) contra o coletivo “mulher” (amigo), o individuo que comete o ato deve ser responsabilizado. Já o segundo é cometido pelo coletivo “pobre-oprimido” (amigo) contra o coletivo “burguês” (inimigo), então o individuo não deve ser punido porque ele é uma vítima que deve ser amparada — na verdade os dois são criminosos da pior espécie, mas a indignação e sede de justiça vão para um só.
    Para todo crime e falcatrua existe uma justificativa nesse jogo das palavrinhas mágicas e vazias de significado para culpar todos os indivíduos de uma sociedade, mas nem sempre a esquerda coloca a culpa também no autor.
    Exemplos:
    Agredir homossexual – cultura da homofobia – culpa de ambos (individuo e sociedade*)

    Estuprar – machismo – culpa de ambos

    Latrocínio – desigualdade – culpa somente da sociedade

    Traficar drogas – desigualdade – culpa da sociedade

    Qualquer crime cometido por um classe média – burguesia conservadora – culpa de ambos

    Crime cometido por pobre (se for negro melhor ainda) – desigualdade – culpa da sociedade

    *”Sociedade” na verdade quer dizer: pessoas da classe média e alta e alguns da baixa alienados pelo capital.

    Ou seja, um crime só um crime de verdade quando é cometido por um individuo que dê para usar em generalizações e espantalhos futuros e enquadrar num coletivo opressor contra um coletivo oprimido. Quando é ao contrário (oprimido -> opressor), é apenas resultado da opressão que esse coletivo sofre.
    E quando um rico mata um rico, um pobre mata um pobre, uma mulher mata uma mulher, um negro mata um negro, um gay mata um gay e assim por diante? Então o crime simplesmente é ignorando dos artigos progressistas pois não tem valor nenhum para suas análises de relação opressor-oprimido e a influência disso em crimes.
    O caso da dentista é um caso especial de crime sem justificativa, totalmente cruel e impossível de enquadrar em qualquer discurso progressista bonitinho, então ele também é ignorado.

    • Flávio Morgenstern

      28 de abril de 2013 at 13h52

      Lucas, o que você diz faz o mais completo sentido.
      Adicionaria que, como demonstra Alfred Whitehead, é impossível definir quem é “burguês” e quem é “proletário”, senão pelo discurso (aliás, teoria de Ernesto Laclau: o discurso de classe constrói a classe – basta ver como os burguesinhos de Playstation e carro importado da USP se consideram “poder popular”). Assim, além dessa dicotomia de amigos e inimigos, há uma questão de identificação a um grupo aí (os agradáveis e os obscurantistas que devem padecer no altar de sacrifícios que chamam de “História”). Assim, há sempre um grupo para culpar e outro para defender, não importa quem esteja matando quem (mulher apedrejada no Irã enquanto Dilma está tentando ser eleita, por exemplo, não gerou um piozinho de nossas feministas lobotomizadas e desesperadas para defender um partido político).

      • Fabio "Sooner" Macedo

        29 de abril de 2013 at 14h18

        “é impossível definir quem é ‘burguês’ e quem é ‘proletário’, senão pelo discurso (aliás, teoria de Ernesto Laclau: o discurso de classe constrói a classe – basta ver como os burguesinhos de Playstation e carro importado da USP se consideram ‘poder popular’)”

        Já que você citou Playstation, tangente de quem trabalha na área de tradução de games: o que mais tem é jogo moderno em que o jogador controla algum tipo de “revolucionário” contra a “opressão” de um grupo ou corporação. Até as histórias de guerra em Call of Duty, mesmo contadas do ponto de vista americano, sempre têm algum traidor ultraconservador insensível por trás. Em Battlefield 3 tem um soldado americano que faz um discurso rápido sobre como eles é que podem ser os fascistas, se perguntando se os afegãos não têm bons motivos para praticar atos terroristas…

        Chega a ser ridículo ver gente que ama jogar videogames defendendo ideias de esquerda, sem sacar que em um regime socialista, não apenas não haveria videogame, como eles seriam considerados supérfluos (porque SÃO. A diferença é que no capitalismo se sabe que coisas supérfluas também geram emprego e bem-estar).

        E a imprensa de games americana e britânica já comprou totalmente o discurso politicamente correto. Toda semana algum jogo é acusado de ser sexista, racista, insensível ou whatever. Nem mesmo os maiores queridinhos, como a série Bioshock escapou (e olha que o primeiro jogo “se inspirou” em A Revolta de Atlas para criticar o Objetivismo do ponto de vista acadêmico-liberal-eleitor-dos-Democratas, mas acabou fazendo uma crítica tão rasa e caricata quanto achar que “comunista come criancinha” é um argumento literal). No Bioshock mais recente, fizeram a “besteira” de pôr uma líder revolucionária negra matando crianças brancas após conseguir tomar o poder (para evitar que elas se tornassem novos opressores), e o jogo foi acusado de racista – como se TODO líder revolucionário histórico que ganhou o poder na marra, negro ou branco, não tivesse cometido alguma atrocidade na sequência…

        E depois eu, que não tenho carro nem casa e trabalho 70 horas por semana para comprar os tais videogames que eles trazem do free shop apenas para diversão (enquanto para mim são também instrumento de trabalho), sou “reacionário” e “elite”.

    • Edmar

      4 de maio de 2013 at 11h33

      Lucas,
      Para mim é claro que graves distorções sociais e econômicas favorecem ou aumentam a probabilidade de crimes os mais diversos. Mas penso como você. Existe argumentos deles que se apoiam em categorias como as que voce citou (opressor – oprimido), como numa receita, num modelo para convencer pessoas de um inimigo (a sociedade). O que eles nao falam aos demais é que em sociedades cujos problemas sociais foram resolvidos, tbem existem prisoes e leis cumpridas para quem pisa na bola feio!
      Eles tbem nao falam da relação opressor oprimido qdo se pensa em Cuba, Albânia, Coreia do Norte, Camboja, etc, aonde uma minoria privilegiada , verdadeiras monarquias (pois são familiares) se perptuam no poder, levando na coleira a todos.
      Tbem nao falam que muitos dos esquerdistas queridos nossos vivem nababescamente, comendo nos melhores restaurantes, bebendo vinhos importados, etc…com a grana nossa (Sakamoto nao pediria a prisão deles??)

  36. Hercilio Gama

    27 de abril de 2013 at 9h45

    Vou te dar uma resposta ou melhor comentar este topico A esquerda e a criminalidade como um filho de DEUS, espero que tambem Você seja! lá em Genesis fala da queda do Homem Gen. 3: 1 á 24, foi ai que tudo começou, ou Você tem duvidas, depois para perpetuar o que Eu estou afirman- do Ler gen. 4:1 á 16. Foi o primeiro homicida que o homem cometeu na terra, e afirmo com toda certeza que nem exis- tia esquerda, nem direita, nem partidos. O HOMEM FICOU CORROMPIDO PELO PECADO. Mas Deus no proprio momento da entrada do pecado promeu seu filho unigenito para resgatar o homem do pecado. Leia, Efesios 2:1 á 10. E hoje meu amigo só espero no meu Deus para estar com ele na eternidade sem estes problemas desta terra corrom- pida pelo pecado, estou meditando em Salmos 33:1 á 22. Espero ter contribuido.

  37. Cainã

    27 de abril de 2013 at 3h24

    Ainda não creio que alguem consiga acreditar nesse texto!

    O “Jogo que palavras” está bem mais claro nesse texto do que nos discursos esquerdistas.

    Mas nem vou prolongar muito aqui, não vai levar a nada, direitistas dificilmente mudam a opinião.

    • Flávio Morgenstern

      28 de abril de 2013 at 13h43

      Taí um exemplo claro da mentalidade dos esquerdistas, com a completa inversão entre sujeito e objeto histórico (como assassinar a sociedade, e dizer que “a sociedade” é assassina). Agora não tem argumento mesmo com dados na sua cara, e diz que os “direitistas” é que são teimosos e não mudam de opinião diante de fatos (não sei quais).

    • Ex-esquerdista

      28 de abril de 2013 at 17h15

      Dificilmente mudam de opinião ? Não conheço um direitista que não foi esquerdista.

      • Flávio Morgenstern

        29 de abril de 2013 at 0h09

        Nem eu. Vamos ver a lista: Ronald Reagan, Eric Voegelin, Leszek Kolakowski, David Horowitz… tudo ex-esquerdista. Já a esquerda nunca os leu, se tentar encostar num livro deles já se torna direitista na hora por falta de argumento. Afinal, encontrar alguém que conheça 10% dos argumentos de Thomas Sowell ou Ludwig von Mises e, graças a esse estudo profundo de 10%, tenha conseguido continuar sendo um esquerdista é impossível. Inexiste ex-direitista por conhecimento de causa. Só resta mesmo continuar na ignorância, julgando-se sabedor da Grande Verdade.

  38. Caio Kuck

    27 de abril de 2013 at 1h21

    Excelente texto, mas parece que ele foi publicado sem revisão, pois contém alguns erros de pontuação e concordância.

    • Flávio Morgenstern

      28 de abril de 2013 at 13h42

      Mea culpa, Caio. :)

  39. gino done' paro

    27 de abril de 2013 at 0h24

    Pelo menos 112.000 civis morreram nos últimos 10 anos no Iraque após a invasão das forças internacionais lideradas pelos Estados Unidos que derrubaram Saddam Hussein.

    Um estudo hoje revelado salienta também que contabilizando combatentes de ambos os lados e mortes não documentadas, o número de vítimas do conflito poderá atingir 174.000 pessoas, Refere o Iraq Body Count, um grupo de investigação baseado em Inglaterra.

    “O conflito ainda não é história”, refere o relatório que projeta entre 112.017 e 122.438 o número de mortos na guerra desde 20 de março de 2003.

    • Flávio Morgenstern

      28 de abril de 2013 at 13h42

      Um dado tão cirurgicamente específico (como é, “ENTRE 112.017 e 122.438”?!?!?!?) simplesmente não pode ser minimamente confiável. Ainda assim, não iria além de 2 anos no Brasil.

  40. Danilo Estevam

    27 de abril de 2013 at 0h23

    Defendem bandidos, defendem o desarmamento do cidadão de bem … são um câncer pra nossa democracia. Parabéns pelo post, excelente.

    • Cainã

      29 de abril de 2013 at 14h30

      Defendem bandidos?
      Defendem o desarmamento?

      Vejo que és conhecedor nato do assunto…

      clap clap!

  41. myrian

    26 de abril de 2013 at 23h59

    disse tudo, amigo

  42. alexandre

    26 de abril de 2013 at 23h39

    Texto oportunista que usa o sofrimento de uma pessoa e de toda a sua família (da dentista) para atacar seus “inimigos” (a esquerda). Isso mostra que as pessoas estão perdendo o limite. Isso vale tanto para os assassinos quanto para o blogueiro. Onde vamos parar ?
    P.S.: Vou até mais longe e defendo além da redução da maioridade como pena de prisão perpértua a casos como esse. Mas acho uma tremenda baixaria usar essa morte absurda para criticar o governo de SP. Quem fez isso foi um monstro e faria isso independente do governante paulista.

    • Flávio Morgenstern

      28 de abril de 2013 at 14h04

      “usar essa morte absurda para criticar o governo de SP”
      Se encontrar onde no artigo “usamos essa morte absurda para criticar o governo de SP”, como sua interpretação de texto genial demonstra, você ganha um Porsche zerinho. Recomendo o modelo 911 Carrera 4S (não é o mais caro, mas é o melhor). Não é sorteio, não é maracutaia: basta apontar e levar. Assim, além de demonstrar que está certo, ainda volta pra casa com um carro caríssimo.
      Sua segunda chance de ouro, caro Implicante-dependente alexandre.

      • alexandre

        29 de abril de 2013 at 20h24

        Na verdade eu fiz uma críticas a setores oposicionistas ao governo ´paulista que usam esse caso para atingir o Alckmin. Não estou falando de vc. Talvez não tenha sido claro.

      • Flávio Morgenstern

        30 de abril de 2013 at 12h30

        Porsche e lógica alexandrinha, ciao, ciao.

  43. pedro monteiro

    26 de abril de 2013 at 20h50

    Mais um comentário…
    um ex-professor meu, comunista roxo, dizia que era um erro acreditar que o proletariado fizesse a revolução pois, segundo marx, os excluídos do sistema eram os revolucionários.
    Para meu ex-professor, os criminosos eram os excluídos, logo, eles seriam responsáveis pela revolução.
    Com esse partido que está aí, com os políticos condenados que possuem, a solidariedade com os bandidos justiceiros sociais, o ódio a justiça não é difícil de acreditar no que meu professor dizia.

    • Flávio Morgenstern

      28 de abril de 2013 at 13h39

      Pedro, basicamente essa é a visão dos marxistas da Escola de Frankfurt (ou, mais exatamente, Marcuse, sobretudo em “Eros e a Civilização”) e Gramsci. Se, para Marx, não existem seres humanos, e sim apenas “classes” sociais que pensam coletivamente (embora ele gaste só um parágrafo e meio no fim do capítulo 3 d’O Capital tentando explicar esse importantíssimo conceito, e fugindo da raia o tempo todo), o operariado é a classe que tem direito de determinar o futuro, pois é ele quem produz economicamente, sendo “explorado” pela classe dominante, que supostamente não trabalha (não é, portanto, por ser pobre que o proletariado tem direito, e sim por ser, supostamente, o único produtor).
      Note-se que, para Marx, incapaz de encontrar agentes humanos na história (como ele próprio, um burguês com “consciência de classe” de “operário”), toda democracia é ditadura, pois representa o pensamento coletivo de uma classe dominante. Por isso, a democracia deve ser abolida e tudo deve ser decidido em “assembléias” onde apenas o proletariado decida (essa é a “ditadura do proletariado”).
      Marx possuía um profundo desprezo por quem não é produtor, mesmo miserável (é o Lumpenproletariät, o “lumpesinato”: prostitutas, traficantes, mendigos, drogados etc). Marcuse, Gramsci e derivados (é o pensamento dominante da esquerda hoje), que já sabem que essa história de que os operários é que são produtores é uma pinóia, aproveitaram para perceber que, então, são os criminosos, assassinos, vagabundos (vide alunos revoluças das Universidades brasileiras) e afins que podem fazer pressão pela revolução, já que pobre está interessado em trabalho honesto, não em poder. Infelizmente, estão certos: o poder hoje é dominado por vagabundos, por um Direito Penal para assassinos e estupradores e por aí vai.

      • Edmar

        4 de maio de 2013 at 12h26

        Flávio

        Uma curiosidade: na cabeça deles, como se daria essa revoluçao por meio de criminosos? E qdo ela feita, o poder seira instituído de que forma?

  44. @mos_axz

    26 de abril de 2013 at 20h47

    Flávio, se discordei em partes do seu outro texto, concordo de maneira absoluta com esse. Culpar “a sociedade” é muito sem sentido. Dizer que eles fazem essa atrocidade porque são pobres é desmerecer totalmente o trabalhador honesto que luta para um dia poder viver bem. E duvido que exista melhor frase para definir esse assunto: “Não acreditamos que cadeia resolve nada, acreditamos só que não estar na cadeia gera mais mortes.”

    Lembro que num texto do finado Site do Morroida, ele falava como no Brasil existe uma vontade da população em desmerecer aquele que é rico. Ou o cara é um ladrão, ou então é uma pessoa miserável e sem coração. Numa discussão entre o pobre e um rico, o rico está errado. O dever de todas as pessoas que tem uma condição financeira mais agradável é ficar calado, afinal ele é rico, nunca sabe de nada.

    Minha opinião é: Mudem a educação, façam todas as mudanças de base que, de acordo com a esquerda “humanitária” (já distorceram o significado de democracia, vai distorcer o que é direitos humanos também?) daqui a 10 anos tranformará o Brasil na Suíça. Agora enquanto isso não começar a dar resultados, cadeia é o que melhor temos disponível.

    Não tenham pena do cara que mata e vai preso. Tenha pena do operário que trabalhou por 8h para ser morto por alguém que queria uma vida fácil…

    • Flávio Morgenstern

      28 de abril de 2013 at 13h30

      Esqueci de deixar essa outra pergunta: se a violência é de pobres contra ricos, não deveríamos AUMENTAR a criminalidade para fazer distribuição de renda?

      O problema é que nossa educação já é 200% esquerdista (Paulo Freire e construtivismo até o osso), e estamos nesse estado de Educação. Sobre esse complexo de brasileiro odiar rico é, de novo, propaganda esquerzóide. Aqui, acreditamos que a riqueza “está no ar”, só precisa ser corretamente dividida pelo governo. Não percebemos que a riqueza precisa ser criada, que o homem em estado natural é um cara que precisa caçar comida, enfrentar feras para conseguir uma carninha crua no fim do dia. Assim, parece que o rico tá sempre errado, e que eles “nos devem” algo, “nos exploram” e “roubaram nosso dinheiro”, quando ninguém nasce nos devendo nada.

      Já escrevi sobre isso aqui: https://www.ordemlivre.org/2012/08/uma-unica-licao-de-economia/

      • Luiz Eduardo

        1 de maio de 2013 at 14h36

        Isso me lembra um comentário muito pertinente de algum site agora esquecido: nos EUA diz-se que as pessoas geram riqueza (make money), e no Brasil as pessoas ganham riqueza. Ora, o esforço e o trabalho duro não são necessários para se ganhar dinheiro, certo?

        Sobre a nossa culpa “enquanto sociedade”: trabalho e estudo, pago minhas contas e meus impostos, sigo as regras. Se algum esquerdinha quer exorcizar suas culpas dizendo que um pobre coitado não teve outra escolha além de pegar o Audi da mãe e ir assaltar, que o faça…mas me tire do grupo.

      • Flávio Morgenstern

        1 de maio de 2013 at 21h01

        Luiz, quem costuma dizer bastante isso é o Hélio Beltrão, do Instituto Mises.

      • Arthur

        2 de maio de 2013 at 9h35

        Eu também comentei isso aqui uma vez. Você respondeu a mesma coisa, Flávio, falando sobre o Hélio Beltrão e o Instituto Mises. Foi assim que você me “condenou” a ir para a direita de uma vez por todas (já estava caminhando pra ela faz tempo). E por isso, eu sou mais que grato.

      • Flávio Morgenstern

        3 de maio de 2013 at 17h24

        Arthur, pra defender o liberalismo, basta conhecê-lo. :)

    • DIogo Rengel Santos

      29 de abril de 2013 at 11h57

      “Não tenham pena do cara que mata e vai preso. Tenha pena do operário que trabalhou por 8h para ser morto por alguém que queria uma vida fácil…”

      Perfeito o seu comentário…..

    • Felipe

      29 de abril de 2013 at 14h37

      O Brasil parece uma grande CLT. Dividido entre empregados e empregadores. Só trabalha quem é empregado. O que é ridículo.

      Eu tenho uma cacetada de amigos progressistas. A grande maioria começa a pensar de outra maneira quando vê de perto alguém abrindo uma empresa. Aquela ideia mística que o empresário (rico) só ganha dinheiro fazendo uso da mais valia desaparece.

  45. pedro monteiro

    26 de abril de 2013 at 20h02

    Eu sempre dou risadas com os textos do Flavio. Este foi preciso e muito triste e, não há como não ser. Um excelente artigo, como sempre.
    Estive viajando esta semana (sem internet nem telefone), por isso não fiquei sabendo de nada. Quando as noticias chegaram, todas de uma vez, me senti como um astronauta pisando num mundo estranho.
    Durante esta semana estava pensando exatamente sobre o que o artigo do Flavio trata. E estava analisando cotas e criminalidade: na criminalidade exigem que os problemas sociais sejam resolvidos primeiro, antes de punir o delinquente. Nas cotas não querem resolver o problema social (péssima educação) e querem punir logo o ‘delinquente social branco’.

  46. Edenilson

    26 de abril de 2013 at 19h44

    Só uma curiosidade: o riquíssimo Paquistão possui uma distribuição de renda semelhante ao da maioria dos países desenvolvidos, no entanto, seu PIB per capita é inferior ao dos 80% dos brasileiros mais pobres.

    • DIogo Rengel Santos

      29 de abril de 2013 at 10h49

      Fora a segurança, que deve ser uma beleza – ainda mais para as mulheres….

  47. fabião

    26 de abril de 2013 at 19h37

    SAKAMOTO DESAPROVA FORTEMENTE ESTE ARTIGO

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