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A histeria da esquerda americana conseguiu reduzir a credibilidade do Oscar

Premiado como melhor ator coadjuvante disse esperar não ter sido indicado apenas por ser negro

Em 2016, com a ausência de atores negros concorrendo nas quatro categorias de atuação, a militância deitou e rolou alegando que a “academia”, uma associação que conta com mais de 5 mil membros, boa parte deles negros, seria racista. Um ano depois, o evento veio recheado do que a esquerda americana chama de “diversidade”. E vários “não-brancos” foram não só indicados, mas também premiados.

Ao Hollywood Reporter, o vencedor do prêmio de melhor ator coadjuvante disse torcer para ter sido indicado não por ser negro, mas por ter feito um bom trabalho. O pior é que a suspeita levantada por Mahershala Ali é a mesma de muitos que assistiram a Moonlight, vencedor de melhor filme. Porque a participação de Ali é de fato boa, mas curta, apenas no primeiro terço do trabalho. Não seria algo inédito na categoria, que já agraciou interpretações com menos de 8 minutos em tela. Mas o contexto conta contra.

Com isso, o esquerdismo conseguiu prejudicar mais uma marca. Pois o Oscar, que já significou a vitória dos melhores trabalhos de Hollywood, está cada vez mais com cara de um projeto que apenas busca fazer uma compensação social que não cabe ao cinema fazer.

Quanto às minorias americanas, continuam enfrentando os mesmos problemas, com ou sem Oscar.

Fonte: IMDB

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