Artes

Caitlyn Jenner disse que foi mais difícil se assumir de direita do que sair do armário

“Foi fácil sair do armário como trans. Foi mais difícil sair do armário como republicana, ok?”

Foto: Alberto Frank

Por um bom tempo, Caitlyn Jenner virou um dos personagens mais queridos pela imprensa – com o perdão da redundância – esquerdista. Nascida William Bruce Jenner, só “sairia” do armário em 2015, aos 66 anos, após virar febre na TV americana – e quase quatro décadas após levar medalha de ouro no decatlo dos Jogos Olímpicos de 1976.

Trata-se, de fato, de uma atitude corajosa. Mas superar o “processo de transição de gênero“, segundo a própria, foi mais fácil do que assumir para a opinião pública que era ela eleitora do Partido Republicano, a sigla mais à direita dos Estados Unidos.

“Foi fácil sair do armário como trans. Foi mais difícil sair do armário como republicana, ok?

Em seguida, para os “companheiros republicanos”, deixaria a etapa mais difícil de lado. E lembraria que pessoas como ela fazem parte da sociedade desde o início dos tempos, defendendo que Deus criou seres humanos das mais variadas cores.

Na campanha presidencial, como era de se esperar, Jenner pediu voto para Donald Trump, o que não impediu o presidente americano de ser criticado quando por ter banido transexuais das forças armadas.

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