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Colunista diz que governo usa o Google durante o processo de seleção de ministros

Duas notas do jornalista de “Veja” Lauro Jardim revelam qual é o “controle de qualidade” do governo Dilma na seleção de ministros. De acordo com o colunista, os indicados seriam “investigados” através de pesquisa no Google, para só depois passarem pelo crivo da Abin (Agência Brasileira de Inteligência). O resultado, pelo visto, não é dos melhores.

Abaixo as notas:

O sistema de seleção do Planalto

Sempre que pinta a necessidade de escolher um novo ministro (algo recorrente nos últimos meses), o Planalto deflagra a mesma estratégia: um grupo de assessores vai para o Google digitar o nome do candidato entre aspas.

Aí, dependendo dos resultados, o futuro ministro de Dilma Rousseff cai ali mesmo, exatamente como aconteceu na escolha do último ministro do PMDB (leia mais em Dilma e o santo Google).

Aprovado no Google, o candidato a ministro vai então para as mãos da Abin, que puxa a ficha criminal. Fuça daqui, fuça dali, só depois disso é que sai a aprovação. Um interlocutor palaciano, no entanto, ironiza:

– Parece rígido, mas como falha esse sistema.

Link aqui.

Dilma e o santo Google

Manoel Junior, o escolhido de Henrique Eduardo Alves para o Turismo, perdeu a chance de virar ministro porque caiu em desgraça no Google. É isso mesmo. Pesquisa da vida pregressa de futuros ministros no Planalto também se dá no Google. E, no caso de Junior, as notícias de envolvimento com a pistolagem foram demais para Dilma Rousseff.

Gastão Vieira, por exemplo, só virou ministro porque não foi encontrado nada contra o nome “Gastão Vieira” – assim mesmo, entre aspas — nos resultados da pesquisa no site. Na situação de Dilma, que tinha de escolher o substituto de Pedro Novais entre 79 deputados do PMDB, não encontrar nada contra configurou imensa qualidade. Encontrar algo a favor, bem, aí já era pedir demais.

Link aqui.

Comentário:

Oficialmente, o governo diz analisar minuciosamente os currículos dos postulantes. A prática parece revelar o contrário. Tão logo o governo anunciou o nome do novo ministro das Cidades, nós do Implicante já havíamos detectado que o escolhido enfrentava problemas na justiça.

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4 Comentários

4 Comments

  1. Bruno Guerra

    13 de fevereiro de 2012 at 11:30

    Caros Implicantes, esta é uma boa-má noticia !

    Por um lado é muito bom saber o zelo que tem o governo ao escolher membros para sua composição. Não seria de esperar outro procedimento de uma governação com uma elevada fasquia de honestidade, competencia e realizações. Nunca antes neste país se realizou tanto….nada.

    Infelizmente não vou ter sorte, pois se algum dia colocarem o meu nome no gu-gle, só terão acesso a comentários anti-petralhas, e assim o meu sonho de aposentadoria numa governação paradisiaca vai pelo ralo mesmo.

    Será que se mudar de sexo ou fizer um casamento gaiola dá para mudar o nome ?? Damn it !

    Abr, BR

  2. Flavio

    12 de fevereiro de 2012 at 15:10

    O incrível método inovador de administração e RH, o MPEM (Método Petista de Escolha de Ministros), foi elaborado por um companheiro petista, que foi contratado sem licitação para levar adiante seu maravilhoso método.

    O amadorismo desse gente é impressionante!
    E o pior é que eu acho que isso ainda pode ser mentira, só para eles fingirem que estão ligando para o passado dos ministros. Só o que interessa para o governo é que o ministro não encha o saco.

  3. Idevam

    11 de fevereiro de 2012 at 14:16

    Bem se a Presidente quiser nomear um que não tenha ficha na Justiça vai ter que ser da “oposição” asim mesmo entre aspas
    lembrando que dos muitos ministros do governo Dilma que tiveram que saí so o ministro
    Jobim não saiu por causá de roubalheira e ele e de “oposição”…

  4. José Marcos

    10 de fevereiro de 2012 at 18:55

    Ué, não vejo nada de mais. Afinal, em pleno século XXI, o governo tem mais é de ser informatizado. Mas, pergunta boba, eles colocam o nome todo, mesmo? O Google ainda vai pedir comissão … E depois dizem que são contra o Império …

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