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Dilma Rousseff foi denunciada por propinas que somaram R$ 170,4 milhões

Na denúncia oferecida por Rodrigo Janot em seus últimos dias como procurador-geral da República, Dilma Rousseff aparece como a principal beneficiada por uma lista de esquemas sujos que resultaram em R$ 170,4 milhões em propina. Os números foram descobertos por intermédio das delações premiadas da Odebrecht, da JBS, dos ex-executivos da Petrobras (Paulo Roberto Costa, Nestor Cerveró e Pedro Barusco) e pelos próprios marqueteiros das campanhas da petista (Mônica Moura e João Santana).

Foram:

  • R$ 47 milhões pagos pela Odebrecht ao marqueteiro em 2010 e 2014
  • R$ 30 milhões repassados pela Odebrecht a Antonio Palocci
  • R$ 69,4 milhões repassados pela Odebrecht na campanha de 2014
  • R$ 24 milhões para a compra do apoio dos partidos políticos em 2014

Rodrigo Janot assim fechou a fatura:

“Somados os referidos valores, verifica-se que Dilma Rousseff foi favorecida, em 2010, com a quantia de R$ 56 milhões, com débitos da Planilha ‘Italiano’, e, em 2014, de R$ 114,4 milhões, com descontos da Planilha ‘Pós-Itália’”

Mas, para o procurador, o trabalho sujo teria começado muito antes de a petista se tornar presidente. Mas especificamente, quando o PT chegou à Presidência da República.

“Desde ali contribuiu decisivamente para que os interesses privados negociados em troca de propina pudessem ser atendidos, especialmente no âmbito da Petrobras, da qual foi Presidente do Conselho de Administração entre 2003 e 2010.”

É importante observar ainda que, de uma eleição para outra, os valores que teriam beneficiado a petista mais que dobraram.

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