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Dirceu solta rojões. Hora de FINALMENTE entender o que foi o mensalão

A corrupção foi apenas a ponta do iceberg do mensalão. É preciso entender que se comprou votos para se concentrar poder. O que só ditaduras fazem.

dirceu_aurevoir

Encerrou-se hoje uma das últimas rodadas de votação no Supremo do maior escândalo de corrupção da história, o mensalão. O placar a favor dos mensaleiros é acachapante: 4 x 2, a essa altura uma goleada.

Ficaram a favor dos mensaleiros Barroso, Teori, Rosa Weber e Toffoli. Contra, Joaquim Barbosa e Luiz Fux.

Dado quem falta votar, as chances de nenhum mensaleiro ver o sol nascer quadrado chegam bem perto de 90%. Afinal, uma das maiores façanhas do PT, nunca antes na história desse país, foi conseguir transformar o STF, a maior corte do país, não em um tribunal, mas em um escritório de advocacia pro domo sua.

Alguém está surpreso, se 8 dos 11 ministros foram indicados pelo PT – e, claro, indicados APENAS POR SEREM BONS JUÍZES IMPARCIAIS, nada a ver com aparelhamento estatal? Basta pensar que em 3 anos, haverá provavelmente apenas um juiz na mais alta corte do país que não terá sido indicado pelo PT, que já indicou 12 juízes – definitivamente os piores juízes que o STF já teve. Já avisamos antes que a não-interferência de um poder no outro, com a hegemonia petista, estaria minada por definição, naturalmente, com tantas indicações de juízes.

Mas talvez agora, com o horror se aproximando, talvez seja a hora de FINALMENTE ambos os lados entenderem de uma vez por todas: o problema do mensalão NÃO FOI CORRUPÇÃO. Dane-se o dinheiro desviado. O maior escândalo de corrupção da história do país é troco de pinga perto do que cada petista já ganha até legalmente sem o merecer no Congresso. Aliás, a corrupção inteira de um país extremamente corrupto é troco de pinga perto do que se torra à toa num país estatólatra (os corruptos juntos não valem uma estrada hiperfaturada).

O problema do mensalão foi CONCENTRAÇÃO DE PODER através de compra de votos. Poderia ser com o dinheiro debaixo do colchão do Dirceu, poderia ser com doação de eleitores apaixonados, poderia ser com um cafézinho. Ainda assim seria pior do que lavar de dinheiro roubado dos Correios, Banco de Minas ou o raio que for.

O mensalão foi DITATORIAL, um projeto de poder (portanto, algo que vai além dos mensaleiros, afetando todo o partido, sobretudo seus chefes) em que o Poder Executivo, aquele lá, aquele cheio de charme e carisma que ganha eleição atrás de eleição (e todos sabemos que o risco de assim continuar é altissonante), governa sozinho, sem precisar de Legislativo para votar suas leis.

Se todo o Legislativo é comprado, não há oposição. É isso que a militância petista não entende, ao dizer que os indicados pelo mensalão, afinal, não são petistas. Óbvio: petistas já votam conforme os chefes do partido mandam, apenas fazem número no Senado para aprovar medidas, mas “pensam” em rebanho, roboticamente. Obedecem, ao invés de formar um grupo de indivíduos auto-pensantes. O que o PT quis foi comprar não exatamente a base aliada (já propensa a votar conforme o Executivo central), e sim o meião, aqueles políticos de identidade ideológica gelatinosa (ou nula), que só estão na política pelo prazer.

Se o Congresso é composto de “300 picaretas com anel de doutor”, o mensalão não é um desvio do jeito petista de agir, e sim sua conseqüência mais inescapável: para governar com picaretas, basta comprá-los.

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A militância fez vista grossa, considerou um mal menor, ou mesmo “intelectuais” como Marilena Chaui saíram em defesa do malufismo. Com o tempo, se acostumou. A oposição não valia nada, mesmo. Nada mais natural do que fosse comprada para votar como manda o partido.

Curiosamente, o Poder Judiciário não seria afetado a priori pelo mensalão. A compra foi só do Legislativo, fazendo com que as atribuições desse poder deixassem de existir. Tudo então seria dominado apenas pelo Executivo e suas intermináveis Medidas Provisórias de caráter cada vez mais eterno (até as, ASPAS, contribuições, FECHA ASPAS, ABRE ASPAS DE NOVO, provisórias, FECHA ASPAS, criariam impostos permanentes), tendo como contra-peso apenas o Poder Judiciário, no caso de lambança.

Por coincidência ou não, o mensalão veio à tona tão logo os juízes mais antigos do STF começaram a se aposentar, dando no colo do PT a chance de interferir também nesse poder. O resultado hoje se vê: 8 juízes (logo poderão ser 10) que, tal como no próprio mensalão, votam sempre igualzinho o PT. Pura coincidência, claro.

A despeito do que usualmente se pensa, Joaquim Barbosa foi indicado por Lula por ter conhecido Frei Betto em um aeroporto e causado uma boa impressão. Lula e Betto mal conheciam esse juiz, mas talvez por uma visão um tanto anacrônica, pensaram que um negro petista fosse obediente e dar a patinha quando necessário. A militância petista usou e vezou até do racismo para criticá-lo, posteriormente. Foi o único erro de Lula e dos petistas, sobretudo dos mensaleiros, nesses anos todos, em matéria de aparelhamento: Joaquim Barbosa continua um progressista afiado, um petista da velha guarda, mas não aceitou ser menino de recados no caso do mensalão (escândalo tão óbvio que nem Toffoli e Lewandowski, os dois de sempre, votaram por liberar geral, como a militância petista faz).

Vieram outras indicações bizarras, como de Ricardo Lewandowski, Eros Grau (já aposentado, autor do famoso livro erótico sobre “sonoras flatulências vaginais”, bem melhor do que sua atuação no STF) ou Rosa Weber.

Esta última merece uma pausa. Para se ver como é o modus operandi ditatorial petista, quando de sua sabatina no Congresso, (que em países sérios testa conhecimentos profundos de maneira rigorosa), ouviu como primeiro comentário dos congressistas um inacreditável pedido de palavra de Romero Jucá (PMDB-RR): já que Rosa Weber fora indicada por Dilma Rousseff, aquele bastião de sabedoria, não seria preciso sabatiná-la, poderiam todos os congressistas apenas acatar sem fazer nenhuma pergunta e dar nenhum pio sobre a sua indicação, “solicitando à Casa que dê seu voto por unanimidade”. Mesmo fora do mensalão, o esquema petista e de sua base aliada é apenas aceitar o Poder Executivo e ficar quieto.

[youtube]https://youtu.be/IEP-VyndN2o?t=30m52s[/youtube]

Rosa Weber era juíza do Trabalho, uma seara que pouco tem a ver com as discussões constitucionais do Supremo Tribunal Federal. O senador Pedro Taques fez questionamentos não muito difíceis a Rosa Weber (em verdade, alguns bem simples, que antes de se concluir uma faculdade de Direito alguém já tem a capacidade de responder).

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=ymrE01Axc-Q[/youtube]

Rosa Weber, em resposta, fugiu completamente de praticamente todas as perguntas, gaguejou, não soube nem do que Pedro Taques falava em muitas vezes.

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=NW3CcVZbLpc[/youtube]

Sua atuação mereceu até uma hilária paródia do programa Comédia MTV:

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=nb8-bfW3XxU[/youtube]

Mesmo assim, foi aceita por 19 votos contra 3. Sempre o PT indica, sempre todos abaixam a cabeça, não importa quão bizarra, viciada, anti-ética, partidarizada, não-meritocrática e não-técnica seja essa indicação.

Os checks and balances da democracia, que não permitem que nenhum poder seja integral e direto, sem contrapartida de outro poder e de uma oposição (que o PT sempre soube fazer bem), foram então destruídos pelo PT quando conseguiu a chefia do Poder Executivo. Sua escola política e o movimento vermelho de que faz parte já tinha por meio demolir a oposição assim que deixasse de ser oposição. Seu “passado” socialista fala por si.

Assim continuaram indicações, que culminam com Teorio Zavascki e Luís Roberto Barroso, considerado o maior constitucionalista do país, mas um ativista judicial feroz (ou seja, conhece muito a Constituição, para saber como não precisar segui-la). Tal já se deu em sua primeira ação como juiz, durante outra tentativa petista de praticar sua ditadura vermelha. Dilma Rousseff, em resposta aos protestos de rua que varreram o país em junho de 2013, propôs uma “Assembléia Constituinte exclusiva” para uma reforma política (por que a conversa sempre soa tão familiar, quando se trata do movimento vermelho?). Barroso, que já havia declarado anteriormente que uma tal Constituinte era inconstitucional, assim que foi indicado pela presidente, já voltou atrás e disse que não é bem assim, se a presidente assim quiser. Importa muito mais o que Dilma diz do que o que está na Constituição, afinal.

Ou seja, o mensalão é uma parte de um projeto total de poder único, não dividido, não democrático, completamente ditatorial. Um AI-5 petista em que ou se vota com o Partido Vermelho, ou se é comprado, ou se é desmoralizado por uma imprensa igualmente comprada e financiada (mesmo por meios “legais”, como a infinita propaganda da Caixa e da Petrobras, como se essas empresas precisassem fazer propaganda).

É um erro dos não-petistas tratar os mensaleiros como ladrões, e não como proto-ditadores. E é por isso que a militância petista ignora essa concentração de poder (na verdade, a adora), e tenta chamar qualquer escândalo de corrupção, ou mesmo investigação, de “mensalão tucano” ou  bazófias do gênero. Assim como chama tudo de “fascista”, sobretudo o que vai radicalmente contra o poderio estatal concentrado do fascismo, com seu eterno culto ao líder.

Para piorar, agora o mensalão foi julgado por juízes indicados pelo PT, que só se manteve no poder… através do próprio mensalão. O movimento é circular. A autonomia de poderes do país não apenas foi ameaçada pelo mensalão, e sim foi vencida, tornando o poder circular, mas cujo centro sempre é o Poder Executivo central do PT.

E estes juízes não parecem estar muito dispostos a demonstrar alguma tentativa de imparcialidade, se até namorado de advogada do réu e ex-advogado de Dirceu que nunca conseguiu passar em um concurso para juiz foi parar no STF, sem se considerar impedido de julgar o caso (alguém, afinal, sabe explicar por que Dias Toffoli deve estar no STF?!).

Dias Toffoli_mãos

É isso, ou apenas acreditar que por mera coincidência juízes técnicos, imparciais e que não obedecem o PT a todo custo votaram todos em peso pela absolvição geral e revisão do caso, depois de fazer a população acreditar que o STF petista era um bastião de moralidade em meio à esbórnia que na qual o PT chafurdou o resto do país. Assim, uma confluência, pura coincidência mesmo. Como os dois de sempre também sempre votaram a favor dos mensaleiros por mera coincidência técnica durante os primeiros julgamentos.

Tratar o mensalão como corrupção é um erro. É ver a ponta do iceberg. É como culpar a capa de um livro sem o seu conteúdo. Quem pode responder se a concentração de poder total nas mãos do PT deu certo ou não e se alguma instituição brasileira ainda está a salvo da oclocracia tecnocrata petista é, afinal, um dos réus do próprio mensalão, julgado por juízes indicados por seu partido, que se manteve no poder para indicá-los graças ao próprio mensalão:

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77 Comentários

77 Comments

  1. Thiago - RJ

    18 de setembro de 2013 at 18:03

    A quem citou aí o artigo do José Afonso da Silva (esquerdista renhido e protopetista, se não apoiador confesso, a exemplo de praticamente todos da SanFran – ex: Celso Antônio Bandeira de Mello):

    https://www.conjur.com.br/2012-ago-13/mensalao-nao-cabem-embargos-infringentes-supremo

    O cabimento dos EI é uma questão de hermenêutica, havendo duas teses. A que decorre mais logicamente e facilmente do direito positivo e dos postulados clássicos da interpretação jurídica é pelo não cabimento. Basicamente: revogação tácita da lei anterior pela lei posterior e silêncio eloquente da lei posterior (sendo que a lei anterior é o RI-STF, e a posterior, a de 1990, que regulamenta o procedimento das ações criminais de competência originária de Tribunal Superior). Além do princípio da taxatividade dos recursos, segundo qual todos os recursos devem estar previstos em ALGUMA lei – e o RI-STF não foi recepcionado pela CRFB/1988 com força de lei, como, aliás, nenhum Regimento Interno de Tribunal.

    Aliás, vão pesquisar como é que o STJ (só para ficarmos num Tribunal Superior) modifica seu próprio RI… será que é por Resolução da Corte Especial ou será que eles mandam o PL para o Congresso? Façam-me o favor.

    Nenhum dos votos pelo acolhimento dos EI foi capaz, com argumentos TÉCNICOS, de desconstruir ou superar o artigo do Lênio Streck, acima postado, ou mesmo o singelo, porém sólido, Voto da Carmen Lúcia. Se bem que ausência de fundamentação propriamente jurídica não chega a ser nenhuma novidade em tempos de “pós-positivismo” jurídico. Sabem a mão de quem sempre balançou esse berço? LRB.

    Já que estão apostando um Porsche, será que alguém ganharia um por aqui? Basta apontar o assento CONSTITUCIONAL do duplo grau obrigatório de jurisdição. Ou, melhor fraseando: de que dispositivo constitucional, EXTAMENTE, se extrai o duplo grau obrigatório como DIREITO FUNDAMENTAL e GARANTIA CONSTITUCIONAL? Uma colher de chá: caso tal dispositivo não exista na CRFB, então, apontem em qual tratado internacional de que o Brasil seja signatário INTERNALIZADO COM FORÇA DE EMENDA CONSTITUCIONAL (nos termos do art. 5°, §3°) ele está.

    Olhem lá, hein: não vão desmaiar ao descobrir que o duplo grau de jurisdição é um direito LEGAL, NOS TERMOS DA LEI, e que (oh!) a própria CRFB, ao dar ao STF competências originárias, mitigou esse princípio,apesar do chororô da doutrina.

    Já me estendi demais. O Judiciário é sempre a “final frontier” do bolivarianismo e acho que a “conquista do Oeste” está próxima do fim (o Pacífico está à vista, só falta molhar o pezinho nas ondas).

  2. Maj Winters

    18 de setembro de 2013 at 10:42

    Saiu no IMIL:
    https://www.imil.org.br/artigos/democracia-sem-censura-mscaras/

    “A guerrilha foi substituída pelos ensinamentos de Gramsci, pela força do marketing político e pela manipulação populista das massas desvalidas. Mas a alma continua a mesma: autoritária. A hipótese de que caminhamos para um projeto antidemocrático não se apoia apenas na intuição e na experiência da História. Ela está gritando na força inequívoca dos fatos. Censura e violência são a marca registrada do autoritarismo. Sempre!
    É preocupante o horizonte da democracia brasileira. Um país com imprensa fustigada, oposição esfacelada e acovardada, percepção crescente de impunidade é tudo menos uma democracia. Cabe-nos resistir, como no passado, com as armas do profissionalismo, da ética inegociável e da defesa da liberdade. A democracia pode cambalear, mas sempre prevalece.”

  3. Lucineide Clara de Alencar Barros

    18 de setembro de 2013 at 00:28

    O PT fez o aparelhamento do Estado em benefício próprio, e os programas sociais serviu como base de sustentação política. Mas “mensalão igual aos dos mensaleiros de Brasília” existe em todos os município. Assim como em Brasília ou nos municípios os meios são os mesmos. Então, mensalão existe desde o início da república. NÓS NÃO EVOLUÍMOS POLITICAMENTE PORQUE O POVO NÃO ENTENDE POLÍTICA , daí ficamos nas mãos de proprietários do poder, ou de mensaleiros federais e municipais! Vivemos numa Tomocracia!

    • Flávio Morgenstern

      18 de setembro de 2013 at 11:05

      Aparelhamento e compra de votos sempre existiu. Concentração de poder já foi algo que não existiu nem sequer na ditadura. Nem Maluf ou Quércia fizeram isso.

      • alexandre

        19 de setembro de 2013 at 00:00

        Que concentração de poder é essa onde o PT governa com uns 10 partidos ? Vc deveria ler mais o noticiário político

      • Flávio Morgenstern

        19 de setembro de 2013 at 14:32

        Duh.

  4. Luan

    17 de setembro de 2013 at 12:57

    Flávio, admiro muitas de suas idéias expostas aqui no Implicante, bem como seu notório conhecimento de filosofia política. Sendo eu mesmo um apreciador de filosofia (apesar de saber quase nada de filosofia política e conhecer apenas os autores mais conhecidos e marcantes da história da filosofia) e um aluno indeciso que se prepara para o vestibular no próximo ano, estou curioso em saber sua formação. Que curso o propiciou tanto saber em filosofia e áreas correlatas? Espero que não diga ”Filosofia”, esse não tenho intuito de fazer, não tenho vocação pra lecionar e nem quero andar quebrado (risos). Desde já, agradeço.

    Abraços.

    • Flávio Morgenstern

      17 de setembro de 2013 at 17:01

      Luan, eu faço Letras, mas devido a mil mudanças de cidade e trabalho já larguei e voltei pra faculdade um milhão e meio de vezes.

  5. ALUIZIO

    17 de setembro de 2013 at 01:08

    Senhor Flávio, o QUE É, exatamente o ALEXANDRE? Será uma caricatura? Um comentarista a soldo? Um viciado em teus artigos? Um demônio de filme B? Todas as alternativas? Um abraço e parabéns pelos artigos. Perdoe -me o uso inadequado do português.

    • Flávio Morgenstern

      17 de setembro de 2013 at 17:00

      Não sei se eu gostaria de saber, Aluízio…

      • alexandre

        17 de setembro de 2013 at 20:31

        Fui contratado pelo Flávio para movimentar o blog

      • Michel

        23 de setembro de 2013 at 00:07

        Já disse isso logo no começo do site do Implicante, depois o Alexandre sumiu. Hoje ele parece se orgulhar disso. É cada um…

  6. João

    16 de setembro de 2013 at 16:10

    Ótimo. Vocês já entenderam que não houve dinheiro público, e portanto o Pizolato é inocente, e que os empréstimos do PT foram legítimos e pagos, e portanto o Genoíno é inocente. Aos poucos vão entender que a compra do “centrão”, se houve, precisa ser provada, e se for provada, não chega aos pés da compra de votos para a reeleição do FHC.

    Vocês são um pouco lentos mas estão no caminho certo. Continuem estudando que um dia vocês chegam lá.

    • Flávio Morgenstern

      16 de setembro de 2013 at 17:56

      Caros leitores: o nível da esquerda é daí pra baixo, nunca pra cima. Usem como paradigma.

      • João

        17 de setembro de 2013 at 08:31

        Ui ui ui! Um esquerdista comedor de criancinhas e ainda por cima mal educado desconstruiu o seu texto e você não conseguiu responder! Como ele pôde ser tão atrevido e escandaloso com o geniozinho da USP que toma café da manhã com o reitor?

      • Flávio Morgenstern

        17 de setembro de 2013 at 17:00

        ~dEsCoNsTrUiU~

    • Labutes

      18 de setembro de 2013 at 01:37

      Ah tá, não houve dinheiro público. Vamos crer nisso e, mesmo nessa remota hipótese, desconsiderar lavagem de dinheiro em transações inclusive político-administrativas. Pois bem, então o tráfico de influência, loteamento de cargos e o aparelhamento doentio do Estado na sua forma mais capilar e nociva é totalmente legítima. Corrupção de métodos, rasgos da lei, crimes contra a adm pública e tudo o mais deve ser desconsiderado também, basta justificar com a compra de votos do FHC, já que a matemática do crime é que a soma de dois erros dá um acerto. Isso porque o FHC se reelegeu, mas não conseguiu continuar no poder, diferente do que foi feito com uma mulher – logo após reeleição do Lula – que nunca tinha assumido anteriormente qualquer cargo público eletivo. Realmente, campeão, seus argumentos são convincentes para quem gosta de mentir pra si mesmo.

      Notem que ele nem se preocupa com a legitimidade com o “se for provada”, pois o cerne da questão dele é que outros também fazem coisinhas erradas por aí. Daí se tira o caráter dessa gente.

      Parabéns, mais uma vez.

      • Flávio Morgenstern

        18 de setembro de 2013 at 11:06

        Pior que no artigo mesmo está dito que se o mensalão fosse com doação de gente fanática (o exemplo tá aí por perto), ainda assim a série de crimes que foi o mensalão continuaria idêntica em uns 90%, já que corrupção não é 10% do problema.

  7. alexandre

    15 de setembro de 2013 at 11:33

    Na Folha de SP no sábado, maior professor constitucionalista e ex secretário de segurança do governo Covas, José Afonso da Silva, escreveu que os embargos infringentes são cabíveis. Estou em dúvida em acreditar nele ou no “sabe-tudo” e “eterno estudante” Flávio Morgenstein !!! Será que o grande professor foi “aparelhado” pelo PT ??? No Brasil se tudo é ruim, imagine a nossa direita !

    • Flávio Morgenstern

      16 de setembro de 2013 at 17:55

      Já achou onde eu falei um X a respeito de embargos infringentes? Quando achar, reclame seu PORSCHE, ou seja apenas alguém que não tem capacidade de sustentar o que você mesmo disse um dia antes.

      • alexandre

        16 de setembro de 2013 at 21:11

        O comentarista Um Leitor escreveu sobre os embargos infringentes.
        “Flávio, vi vários trolls no facebook tentando defender o absurdo dos embargos infringentes. Enfim, acho que pra qualquer um que ouviu Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Luiz Fux na sessão do dia 12 de setembro ficou mais claro do que o líquor de quem não meningite séptica™ que essa modalidade de recurso não foi recepcionada em nossa ordem jurídica. De qualquer maneira, segue uma análise muito boa sobre o assunto que talvez te interesse: https://www.conjur.com.br/2012-ago-13/mensalao-nao-cabem-embargos-infringentes-supremo

        Aí vc respondeu :
        “perfeito”

        Conclusão : vc concordou com o comentarista que não cabem os embargos. Ou seja , escreveu sobre os embargos.
        Onde eu pego minha Porsche ?

      • Flávio Morgenstern

        17 de setembro de 2013 at 16:59

        Minha posição sobre os embargos é clara como o meio dia. Acontece que não escrevi NO ARTIGO uma vírgula sobre embargos. Procure lá e pode reclamar seu Porsche, inclusive na Justiça.

      • alexandre

        17 de setembro de 2013 at 20:29

        Cadê meu Porsche ?

      • Flávio Morgenstern

        17 de setembro de 2013 at 23:40

        Aponte no artigo e ganhe. Do contrário, fuja do assunto, como você é profissional em fazer.

  8. Antonio Gonçalves

    14 de setembro de 2013 at 09:31

    Um comentarista parece em dúvida sobre a continuidade do mensalão.
    O mensalão continua e vai muito bem. Agora está institucionalizado. Não há como ser denunciado à justiça como foi o protótipo. É claro que eles não iriam continuar dando dinheiro para os políticos para dizerem amém a tudo que eles queiram, no congresso. Agora eles compram é com ministérios, secretarias, cargos em estatais, fundos de pensão e etc. Ou seja, os corrompidos pegam os pagamentos direto dos caixas que recebem, dos órgãos citados. Agora quando se descobre o pagamento – como é o caso atual do ministério do trabalho, R$ 400 mi (muito superior ao montante denunciado no mensalão original, que agora, definitivamente, é piada de (men)salão) -, a mutreta é divulgada pela mídia amestrada apenas como um caso comum de corrupção, desvio ou coisa assim, não mais como pagamento a políticos alugados por “bons serviços prestados” ao partido. Daí, pode-se concluir, que o mensalão apenas se modernizou. Não é a toa que este governo, mega-giga-tera-corrupto, vive inventando ministérios, secretarias, estatais e armações similares para repassar aos picaretas do congresso como pagamento pelos seus “préstimos”. Mensalão agora, nos moldes que se conheceu, é coisa do passado. O esquema agora é diário, permanente e sem riscos. O ParTido garante.

  9. Mulholland

    13 de setembro de 2013 at 02:57

    Acho que pode vir coisa boa por aí.

    Celso de Mello falou, depois da sessão, que defende os embargos infringentes, porque, quando julgou as defesas, não acolheu as alegações preliminares de desmembramento do processo e remessa à primeira instância, porque “o acórdão poderia ser revisto em julgamento de embargos infringentes”.

    Só que pediram o desmembramento do processo e remessa à primeira instância somente os réus que não eram do núcleo político dos acusados, porque, conforme alegaram, o foro privilegiado do Supremo, pela lei, é para julgar políticos. Mas o Supremo decidiu que os réus que não eram do núcleo político deveriam ser julgados junto com os políticos, por conexão.

    Então, talvez, Celso de Mello entende que só cabem embargos infringentes se interpostos pelos réus que foram julgados pelo Supremo por causa da conexão, o que não é o caso dos réus do núcleo político, que só foram julgados pelo Supremo por causa do foro privilegiado. Isso resultaria em trânsito em julgado do acórdão para os réus do núcleo político, além de provável decisão de prisão imediata dos condenados.

    E Celso de Mello não iria entregar o ouro numa entrevista informal daquelas. Ele é discreto, quem gosta de alvoroço com a imprensa é o Barbosa, o Mendes, o Marco Aurélio… O Decano é quieto.

    Enfim, oremos para a Santíssima Virgem Maria e o Santo Padre Pio de Pietrelcina para que roguem a Deus que nenhuma pizza seja entregue no salão de festas do condomínio do Dirceu na próxima quarta-feira.

  10. Um leitor

    13 de setembro de 2013 at 02:39

    Flávio, vi vários trolls no facebook tentando defender o absurdo dos embargos infringentes. Enfim, acho que pra qualquer um que ouviu Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Luiz Fux na sessão do dia 12 de setembro ficou mais claro do que o líquor de quem não meningite séptica™ que essa modalidade de recurso não foi recepcionada em nossa ordem jurídica. De qualquer maneira, segue uma análise muito boa sobre o assunto que talvez te interesse: https://www.conjur.com.br/2012-ago-13/mensalao-nao-cabem-embargos-infringentes-supremo

    • Flávio Morgenstern

      13 de setembro de 2013 at 11:06

      Perfeito!

  11. Thiago

    13 de setembro de 2013 at 02:32

    Uma coisa que venho repetindo a algum tempo, mais especificamente desde que se começou a onda de protestos é: não adianta chegar as ruas e gritar contra o governo, pois enquanto existirem leis e suas brechas, nada irá mudar.
    Falam em revolução e eu retruco falando em evolução, não nego o direito das pessoas irem as ruas e protestarem contra o que as incomodam, mas não gosto quando muitas reclamaram da minha permanência no conforto da minha casa e minhas críticas aos protestos. Falei muitas vezes que tais manifestações não iriam mudar nada, pois não tinham, e continuam não tendo, um foco específico. Mas o foco não é o problema, o problema real é como mudar as coisas.
    Como você, Flávio, bem descreveu o mensalão, ele foi um meio para se buscar o aparelhamento do Estado e que um grupo permaneça no poder pelo tempo que quiser. Vi a chamada para um reportagem que falava que tinha sido aprovado algo sobre a mudança para o período de mandato, passando dos atuais 4 anos, para 5 anos. E que se a medida fosse aprovada em caráter definitivo, já poderia valer para as próximas eleições. Ou seja, o mensalão foi (ou ainda o é, pois não estou em Brasília e nem tão pouco inteirado para ter tanta certeza de que ele acabou realmente) o meio, e não o fim.
    Infelizmente estamos em minoria, uma minoria que consegue enxergar a verdade, e não as sombras. Já nos levantamos e olhamos para fora da caverna. Conhecemos o que está la fora, mas o povo continua sentado, com medo do que não vê diretamente. Mas não tenho tanta certeza de que se este povo levante e enxergue. também, o que está lá fora, se revolte. Para isso basta ver o que foram as manifestações. Muitos não sabiam sobre o que protestavam, alguns faziam por impulso, empregavam esforço em acordar o tal gigante, mas não sabia o melhor meio de fazê-lo. Podem ter incomodado o gigante, que de repente deu uma pequena olhadinha e já dorme em berço esplendido novamente, só restando os manifestantes que querem o confronto para serem martirizados e receberem seus pagamentos pelos serviços prestados.
    Novamente, com tristeza, que chego a conclusão de que o povo foi cegado durante anos pelas sombras. Durante a educação com viés esquerdista, que corroeu o cérebro de muitos que poderiam reconhecer o que acontece, mas não o fazem pela incapacidade adquirida. Não digo o mesmo de certas pessoas que acham que o que ocorre é o correto, esta o fazem por concordarem com as ideologias de quem comanda, ou acham que vale tudo, que os fins justificam os meios, que ao chegarmos ao término, tudo será maravilhoso. Talvez seja tarde demais quando notar o sangue pingando das mãos, mais ai será um problema da pessoa com a própria consciência, se ainda tiver alguma.
    Ainda tenho um pouco de força para me indignar e escrever, mesmo que seja só minha opinião sobre muita coisa, tentar mostrar a alguns o que acontece, tentar fazer com que levantem e deem uma olhadinha lá fora e vejam a verdade… Podem até discordar, mas terão que levantar, meter a cara e pensar com a própria cabeça… Isso me lembra minha reação quando vi o voto do ministro Barroso, tive que concordar com algumas colocações dele, mesmo que elas contrariassem o que achasse, fiquei triste, mas depois notei que estou certo em um ponto, não iremos mudar o país através de uma revolução, mas só através de uma evolução! Evolução ao reformarmos muitas coisas nesse país! Ao lutarmos por novos sistemas, novas regras, novas Leis, melhores e sem brechas! Aos que não notaram, os embargos infringentes estão em debate por não se saber se uma lei terminou com tal ordenamento, ou se o que vale é o regimento interno do STF. Ou seja, uma brecha “técnica” pode reiniciar todo um processo, por mais que seja contra a opinião pública, que diga-se de passagem, não entende nada disso!

    • Diogo R Santos

      13 de setembro de 2013 at 17:45

      Thiago

      Brilhante análise. Concordo tudo o que disse

  12. Roseli de Marco

    13 de setembro de 2013 at 00:19

    Parabéns Flávio seu texto foi perfeito, mas precisamos tomar uma atitude antes de sermos massacrados pelo PT, uma vez que eles aparelharam os Poderes Executivo e Judiciário, compram a massa com Bolsa Família.
    O povo foi as ruas mas infiltraram os vândalos, o povo recuou com medo, acho que estamos largado a própria sorte.

  13. Paula Lopes

    12 de setembro de 2013 at 23:50

    Pra qual país devemos emigrar agora?

  14. alexandre

    12 de setembro de 2013 at 21:05

    Como o STF está aparelhado ? Os mensaleiros foram condenados. O que está se julgando é sobre a possibilidade de recurso ou não. Não estão julgando se serão absolvidos ou não. E para efeitos eleitorais, para o PT seria melhor acabar logo o julgamento porque senão se arrastará durante 2014. Não existe nenhuma lógica dizer que o STF está “aparelhado”. Joaquim Barbosa, Luiz Fux e Carmen Lúcia votaram contra os embargos. E quem vai decidir é o decano Celso de Mello. Criticar o STF por questões políticas faz um tremendo mal a nossa democracia. Apesar que a direita brasileira não é muito democrata, como provado em 1964.

    • Flávio Morgenstern

      12 de setembro de 2013 at 23:34

      Fugiu completamente do assunto e inventou bobagens novas para fingir que não falou bobagem de novo, lelex?

      • alexandre

        13 de setembro de 2013 at 07:06

        Provei para vc que o STF não está aparelhado ( no seu íntimo vc sabe que estou com a razão mas não vai aceitar para passar a imagem de sabe-tudo). E sobre vc não reclamou da possibilidade de alguém recorrer de uma decisão judicial porque esse xilique sobre os embargos infringentes ?

      • Flávio Morgenstern

        13 de setembro de 2013 at 11:05

        Não provou nada (ainda mais com o tanto que já escrevi e provei a respeito por aqui), isso você só disse depois, para fugir do assunto, e não falei uma vírgula sobre embargos infringentes no texto. Aliás, quarta vez: se encontrar a palavra “embargo” (não precisa nem do infringente) no texto, ganha DOIS Posches zerinho por minha conta. Estarei OBRIGADO a te pagar dois carrões. Vai mostrar que você tem algum contato com a realidade e sair com dois carros desses na garagem ou vai mudar de assunto de novo? ;)

      • Arthur Dias

        13 de setembro de 2013 at 11:47

        Rosa Maria Weer prova que não tem competência nenhuma para estar no Supremo, e ainda assim, lá está. Sobre o Dias Toffoli, nem é preciso comentar. Barroso tem dado um verdadeiro show de inépcia, excelentemente comentado pelo Tio Rei (que aliás, no ritmo que vai, logo mais vira advogado). Mas não. Aparelhamento nenhum. Mera coincidência que eles votaram a favor dos embargos e que um deles ainda se dignou a elogiar um dos condenados.

        Aí como sempre, o Alexandre ataca a ditadura (que já acabou a mais tempo que durou, que matou menos gente do que o Fidel mata em alguns meses e por aí vai). Aprende uma coisa, implicantedependente: apesar de setores conservadores (“direita”) terem pedido o CONTRAGOLPE militar, não foram eles que pediram a permanência dos militares no poder. E aprende outra coisa de lambuja: uma ditadura estatizante que nem a brasileira não é de direita em lugar algum.

        Você podia aproveitar que passa tanto tempo aqui, lendo o que o Flávio escreve e tentar aprender o que REALMENTE é a direita, ao invés de continuar atacando a caricatura que militantes fazem dela. Mas é mais provável que você só esteja aqui por sentimentos homoafetivos com relação ao Flávio…

      • Flávio Morgenstern

        13 de setembro de 2013 at 12:57

        Deus queira que você esteja errado, caro Arthur…

      • alexandre

        13 de setembro de 2013 at 21:35

        Os seus puxas-sacos podem ser otários mas eu não sou. Vc faz um artigo dizendo que o STF é aparelhado exatamente no dia em que há uma tendência de ser aprovado o embargo infringente. Aí vc vem dizer que seu artigo não tem nada a ver com o embargo ? Coincidência né ! Me poupe né !!! Não sou trouxa

      • Flávio Morgenstern

        16 de setembro de 2013 at 17:43

        Olha, há controvérsias.

      • Ruan

        15 de setembro de 2013 at 08:50

        Alexandre, dei ctrl + f no texto do Flávio e não encontrei a palavra embargos. Também não encontrei infringentes. Cara, você perdeu dois porsches! Tem noção do que é isso?
        Infelizmente, creio que essa promoção só vale para você. Assim, vou ter que esperar pela próxima oportunidade de GANHAR DOIS CARROS DE UMA SÓ VEZ! Quem sabe daqui a uns mil anos.
        P. S 1: Flávio, tem como estender essa promoção aos demais leitores da próxima vez? Tks!
        P. S 2: Pra não variar, um excelente texto! Infelizmente senti calafrios ao ler esse artigo. Acho que é a primeira vez que não dou risada de algo escrito por você. Prevejo tempos sombrios pela frente.

      • Flávio Morgenstern

        16 de setembro de 2013 at 17:54

        Obrigado, Ruan! Mas não se anime, só ofereço Porsches gratuitos quando falam asnices tão grandes que sei que nunca conseguirão provar, só mudar de assunto. Assim nunca fico devendo nada. ;)

    • danir

      13 de setembro de 2013 at 13:10

      Olá Alexandre. Se você ainda não percebeu os sinais claros de aparelhamento gradual do Supremo, nem percebeu certas nuances das interpretações de alguns juízes que distorcem o sentido da lei para beneficiar mensaleiros de alta plumagem, então você está enquadrado naquela primeira tipificação que coloquei em meu comentário lá embaixo( 12/09 às 15:17). Neste caso, apesar de ser um perigoso inocente, útil à causa do petismo bolivariano etc.; você ainda pode se salvar se junto com estes atributos não houver um componente de burrice. Leia com mais atenção os comentários do Flávio Morgenstern, do Reinaldo de Azevedo , do Augusto Nunes, do Olavo de Carvalho, do Felipe Moura Brasil, e muitos outros que estão ao alcance de seu teclado. Depois para não dizer que estou sendo tendencioso, procure comparar com as opiniões de sumidades petistas, como Marilena Chaui, Emir Sader, Lula – O Chefe, e tantos outros. Leia também os comentários das pessoas que acessam estes sites (de ambos os lados) para que você tenha um contato com a diversidade de interpretações, estilos e contribuições aos raciocínios originais. Faça também uma comparação com a densidade e lógica dos argumentos de ambas as partes, para sentir o embasamentos de cada um em relação às suas convicções e premissas. Outro detalhe importante, é estudar um pouco todos os dias, para aumentar sua capacidade de raciocínio e síntese e seu arquivo mental de informações. Lembrando que para não ficar dependente é importantíssimo que você leia o que todas as vertentes têm a dizer. É uma forma de ser imparcial e poder comparar antes de tomar decisões e tirar conclusões. Esta é uma etapa importante; tirar conclusões através do uso de seu raciocínio abstrato. No começo será um pouco difícil, mas com a pratica vai ficando mais fácil. Como andar de bicicleta. No final, você não precisa concordar com 1% ou 100% do que cada um expõe, pois começará a ter opiniões próprias, e verá que sem ser maniqueísta, uma certa divisão começará a se delinear em sua mente. Um lado por exemplo é claramente ideológico e dogmático, compelindo seus simpatizantes a deixar de lado o ato de pensar por conta própria, tudo em nome da ideologia. Deus na forma de recomendações do partido. Já o outro lado, se mostrará claramente aberto à discussão dos problemas convidando cada um a pensar e propor ideias que na somatória, pela própria pluralidade e respeito à individualidade instigam, convidam o indivíduo a pensar e exercer sua cidadania. Muito importante nesta corrente, é o fato quer ao invez de norteados por uma ideologia, as pessoas são livres e usam valores morais (Burguesa? Judaico/Cristã? Amor aos semelhantes?) como parâmetro para fazer suas análises. A soma de 2+2 é sempre igual a quatro. Portanto dentro desta visão, alguém que mata 60.000.000 de pessoas de sua própria nacionalidade sob o pretexto de liberdade?, independência?, ascensão das classes trabalhadoras?,rechaçar os imperialistas?, não se tornará um ícone, mas um monstro. Você poderá aplicar este sistema de raciocínio para as pessoas que hoje estão no poder no Brasil e no mundo, e tirar conclusões e tomar partido de forma independente. Acredite é gratificante, mesmo com os custos em responsabilidade e talvez até os riscos da integridade se você estiver por exemplo em templos da liberdade como Cuba e outros paraísos. Faça a tentativa. Diferentemente da esquerda aparelhadora de Supremos, que tenta calar nossa falas, nos te amamos e ao invez de querer te destruir, queremos que comece a pensar. Certos que se esse fato se der, o Alexandre vai renascer para a vida inteligente. Saudações, Danir!

  15. danir

    12 de setembro de 2013 at 15:52

    A propósito, a palavra para ser usada não é desânimo. É RESISTÊNCIA. Quiçá Persistência. Por favor desconsidere o comentário das 15:35, que saiu incompleto. Falha nossa.

  16. danir

    12 de setembro de 2013 at 15:46

    As fotos do Zé Dirceu e do Genoíno que ilustram seu artigo são sugestivas. Um consegue passar o escárnio que lhe é peculiar com clareza, e o outro parece estar dissimuladamente usando uma expressão muito usada pelos americanos quando querem nos mandar para aquele lugar. Grandes figuras representativas do caráter do petismo

  17. danir

    12 de setembro de 2013 at 15:41

    Olá Flávio. Seu comentário foi importante como análise e como alerta. Nós que somos mais leitores, e menos articulistas, acabamos tendo que citar pessoas que de uma forma ou de outra traduzem o que pensamos de maneira clara e insofismável. Você é um deles; outro que é digno de nota, é o Olavo de Carvalho, que deixou claro em seus escritos que se não criamos uma base intelectual e cultural para fazer frente aos atuais donos do poder, criaturas a serviço de uma ideologia assassina e mistificadora, não teremos chance de mudar o jogo. Os dispositivos de massa já estão todos dominados pelo pt e pelos bolivarianos , que sabem, muito bem como manipular e mobilizar seus exércitos. Gramsci em ação. Muito melhor do que nós que ainda não temos unificadas nem as nossas propostas à sombra de uma base intelectual e ideológica. Tanto você como ele e alguns outros são como que flashes de sanidade em meio à ignominia, mas é preciso mais. Se não nos dedicarmos continuamente ao nosso enriquecimento intelectual, ao fortalecimento da família, das atitudes morais e da justiça disponível para todos de forma igual, nada acontecerá, e só teremos gasto energias em troco de vitórias de Pirro. É necessário que os críticos sejam incansáveis, os Alexandres sejam contestados e se possível informados (escrevi umas linhas endereçadas a ele). Tal qual na Alemanha no passado, corremos o risco de antes de chegarmos ao estágio da civilização, viver na barbárie comunista bolivarianista socialista, comandada por Foro de São Paulo e irmãos Castro. É necessário que quem tem condiçoes não se furte de denunciar e trabalhar pelo esclarecimento das pessoas. Somos o último bastião da sanidade e muitas vezes somos olhados como chatos, por pessoas intelectualmente preguiçosas e moralmente permissivas. Espero que o tempo atue em nosso favor e que este estado de coisas seja mais curto do que está nos parecendo. Saudações, Danir!

  18. danir

    12 de setembro de 2013 at 15:17

    Em primeiro lugar, eu sugiro que o Alexandre visite o site do Reinaldo Azevedo, e leia tudo o que lá está escrito quanto ao aspecto dos embargos infringentes e à manipulação dos advogados para ganhar tempo para os réus. Ele foi exaustivo na análise dos textos da lei. “Está tudo dominado” Ninguém aqui está negando o direito dos réus se defenderem. O que estamos criticando veementemente é a postura dos juízes do Supremo, que contrariamente ao que suas funções demandam, estão distorcendo ideias e votando tendenciosamente a favor dos réus. Réus cuja culpabilidade, independente das penas aplicadas e/ou revistas, são culpados e portanto criminosos e mais que corruptos banais, são golpistas trabalhando a favor de um regime totalitário. No momento que esta tendência se consolidar definitivamente, trará sangue, suor e lágrimas ao cidadão brasileiro, num nível de intensidade que transformará o que passamos hoje em férias no parque. Sabe Alexandre; vejo muitos leitores citando você como se fosse uma curiosidade excêntrica ou uma pessoa entre o excêntrico e o avoado, que faz uma defesa do pt e de suas personalidades importantes como se fosse algo para nos provocar riso ou comiseração. Na verdade, você é uma criatura perigosa que somado a tantos outros iguais, acabam viabilizando esta porcaria ideológica que hoje aparelha o estado brasileiro e tenta manietar os cidadãos. Se sua posição é devida a baixa escolaridade ou percepção deficiente da realidade, você é um perigoso inocente, útil aos propósitos criminosos de uma ideologia. Se você de alguma forma sabe o que está dizendo e defendendo, e não se enrubesce, então você e um exemplar das perigosas pessoas que consideram que tem que oprimir os outros para desfrutar do poder de uma forma enquadrável entre o criminoso egoísta e o sádico doentio. Se nenhuma destas classificações se aplicam, mas você está envolvido com algum braço da organização das esquerdas bolivarianas no Brasil e tira algum proveito material; então o seu problema além de moral é de honestidade de propósitos. De qualquer forma é uma lástima que tenhamos que lidar com este tipo de comportamento em seres humanos que, como nós, deveriam estar buscando o bem comum, a paz e a igualdade de oportunidade para todos. A propósito, diferentemente da liberalidade do Flávio Morgenstern, que tolera seus comentários, se você for consultar os escritos do Reinaldo Azevedo, não conte que ele publique seus comentários. Ele tem uma visão diferente neste particular. Mas ainda assim, os comentários são importantes para clarear sua compreensão. Saudações a todos, Danir!

  19. Mulholland

    12 de setembro de 2013 at 14:25

    Conversando com um petista da velha guarda sobre o mensalão, afirmei exatamente isso, que o mensalão não é só um caso de desvio de dinheiro, mas é um caso de corrupção da forma do Estado, da divisão dos poderes, com o qual o PT tentou controlar, no bolso, o Legislativo.

    Ele me afirmou que foi isso mesmo, que isso é parte do projeto de hegemonia do PT, então viu maior problema com isso.

  20. Marcos Branco

    12 de setembro de 2013 at 13:26

    O SFJ era a única esperança de vermos a moral ser restabelecida em nosso país. A podridão tomou conta de tudo! Lastimável fim da nossa democracia… Terrível dias virão sobre essa nação.

  21. João Cruz

    12 de setembro de 2013 at 12:45

    Vinha sendo tranquila a dominação do povo pelo PT e quadrilha, até que este mesmo povo se revoltou! Atitude que o PT e quadrilha nunca esperava. Então, o que vinham fazendo sorrateiramente, com essa atitude do povo ficaram apavorados, passando agora a governar grosseira e abertamente com sua ideologia questionada pelo povo!,

  22. Claudius Oliveira

    12 de setembro de 2013 at 12:18

    Não há muito mais o que se fazer pelo Brasil — está tomado de assalto.
    O último poder a quem nos restava um fio – mesmo que cético – de esperança, acaba de ruir diante dos nosso olhos. Os sapos de toga que engrossam o coro do corte suprema, já disseram a que vieram, e a quem servem.
    Em retórica rasteira, trocaram habilmente a constituição pelo regimento interno; revelam-se, por tanto, sofistas. E como sofistas, o que vale é a letra, e não o fato; logo, são irrefutáveis.
    Trocam o nome das cousas; apelam ao Magister dixit estrangeiro em detrimento da magna carta; coacham os batráquios, arrogam-se sábios, escarnecem do povo, da pátria — nos cospem a face.

    O que faremos? Nada! Não faremos nada! Mesmo se quiséssemos fazer, nada poderíamos, pois seriamos meia dúzia diante do gigante vermelho. E o que podem meia dúzia de desorientados diante do Ciclope que habita a caverna da corte máxima? Nada! Vazar-lhe os olhos já seria inútil, pois a alcatéia lupina do PT, de antemão já fizeram pior: controlam-no por dentro; assim como controlam o povo — a semelhança do cão que se utilizara Pavlov, que por reflexo condicionado fazia-o salivar a recompensa eminente ao som macabro da funesta sineta.

    Está acabado — o Brasil morreu!

    O estado de direito não mais existe, nem república, nem democracia, nem nada.

    As únicas duas saídas que ainda nos resta é travarmos uma guerra civil contra o governo, ou fugimos para nunca mais voltar.

    Penso eu, ser a segunda opção muito mais realista.

    Abraço, amigo! E boa sorte para nós…

  23. Luiz

    12 de setembro de 2013 at 11:58

    Flávio, parabéns! Vou lhe pedir um favor: escreva um livro, urgentemente, com essa abordagem!!!

    • Flávio Morgenstern

      12 de setembro de 2013 at 12:28

      Luiz, é difícil falar algo que já não tenham dito antes, e ninguém na Banânia lê. Mas vou juntando as peças do quebra-cabeça… obrigado!

  24. Ligia Renuncio

    12 de setembro de 2013 at 10:53

    Pra variar, o idiota útil brasileiro só vai ver o trem que o atropelou quando já for tarde demais. As manobras foram tão sutis, tão bem orquestradas, que semana após semana um direito foi cerceado, uma norma foi quebrada e um novo imposto foi criado (cada novo contrato de assessores parlamentares é um novo imposto sobre o trabalhador) e “ninguém viu”… Bom, vão ver quando os fuzis estiverem na testa e o preço por não ovacionar “el comandante” for uma execução sumária.

    Respondendo ao comentário do Douglas, é fueda amigo. As pessoas pensantes desse país se eximiram durante tempo demais de tomar atitudes positivas em relação a essa esbórnia toda. Eu pessoalmente não acredito que haja solução possível tendo em vista que a “oposição” é praticamente farinha do mesmo saco (um saco um pouco mais democrático, claro, mas é só o que se pode dizer deles de bom). Acho que existem duas alternativas: comprar uma passagem só de ida pra algum lugar civilizado ou então aprender logo a atirar…

  25. Adir Maria Leite

    12 de setembro de 2013 at 10:46

    Flávio, diante das bisbilhotagem america, tenho medo que a Dilma faça um acordo com Obama em troca das informações das coisas que venho postando no face, contra esta quadrilha que se apossou do nosso país. Mas não podemos entregar os pontos, temos aproveitar todos os espaços e continuarmos a bombardear este projeto PTralha para se manter no poder.
    São realmente muito canalhas, não os que estão no poder, mas os que votam nesta corja.

  26. Nell Gonçalves

    12 de setembro de 2013 at 10:32

    O PT, com a conivência de seus aliados, está a conquistar a sua maior façanha; depois de manobrar o Senado e a Câmara dos Deputados eis que seus indicados, substitutos providenciais, no Supremo Tribunal Federal, serão determinantes à vantagem dos operadores do mensalão. Estamos a assistir ao vivo e a cores a falência da Republica Brasileira. Não existem mais poderes republicanos e sim um partido supremo, que conduz as ações e decisões em favor de uma ideologia particular, forjada na corrupção e domínio totalitário dos aparelhos estatais e essencialmente partidários.

  27. Maj Winters

    12 de setembro de 2013 at 10:04

    Como sempre, excelente artigo.
    Acho que é o primeiro artigo do Flávio que não dei risada. Triste do começo ao fim. O pior é que eu sinto essa desconfiança que a coisa ia pra este caminho há muito tempo. Desde que li a biografia do Hitler, do Joachim Fest e vi tantas semelhanças com o Brasil.
    Só falta agora a fase da violência e da caça desavergonhada aos opositores.

    • Flávio Morgenstern

      12 de setembro de 2013 at 10:56

      Maj, obrigado. Também senti um calafrio na espinha: estou dizendo isso há anos, mas quando vejo diante dos meus olhos que podem dar golpe totalitário e sair impune graças ao próprio golpe, quando penso em como será a vida nesse país com mais 10 anos de petismo, dá um enjôo imediato. Estudar o que foi a vida na Romênia, Cuba, Ucrânia, e sobretudo União Soviética, China, Coréia do Norte e Camboja sob o comunismo e ver que tudo começou como estamos vendo nesse momento é simplesmente desesperador.

    • Rafael

      12 de setembro de 2013 at 14:39

      Só falta? E MST, movimentos urbanos, indígenas e outros tantos, que promovem invasões a torto e a direito são o quê?

  28. Paulo Alves

    12 de setembro de 2013 at 02:06

    Meu caro, Flávio. Brilhante texto. Muito bem colocado dentro de um contexto de corrupção assolada que vive esse país!
    Até quando as pessoas fecharão os olhos fingindo não perceber o mar de lama em que estamos atolados?
    Merece ser milhares de vezes compartilhado.
    Esse país precisa mesmo é de uma revolução!

    • Flávio Morgenstern

      12 de setembro de 2013 at 10:53

      Revolução é bem o que o mensalão tentou fazer, meu caro…

  29. Lucas Monteiro

    12 de setembro de 2013 at 02:00

    Ótimo texto! O Brasil está virando, gradativamente, uma república das bananas. Sempre ouvíamos que o Brasil não é a Venezuela, que temos instituições consolidadas, etc. Até pode ser verdade, mas não tem instituição, por mais sólida que seja, que aguente por tanto tempo esse avanço antidemocrático deliberado do governo. Uma hora a coisa explode. Acho que estamos chegando perto do limite.
    Sou advogado. É patético ver aberração tão gigantesca da justiça. A impunidade é um dogma no Brasil. Abraço.

    • Flávio Morgenstern

      12 de setembro de 2013 at 10:52

      Infelizmente, mesmo os operadores do Direito continuam tratando o mensalão como um caso de corrupção, do tamanho que o blog que você lê achar melhor. Logo os únicos, talvez, que pudessem explicar a ditadura escancarada. Abraço!

  30. Gabriel

    12 de setembro de 2013 at 00:21

    E o Bananão vai descendo a ladeira…

    Enfim, excelente artigo. Isso que está ocorrendo é nada mais, nada menos do que a consequência lógica de um povo mal informado, que não conhece a história mundial (que dirá a sua própria), e aceita pequenos “detalhes incômodos” numa boa porque, afinal de contas, NUNCA devem ser tão graves assim. É só uma verbinha desviada aqui, uma violação das liberdades ali, um estatuto do desarmamento NÃO RESPEITADO por aí, um ‘cheirinho de lixo’ de evidências sobre Petrobras financiado órgãos/”ONG’s” pró PT acolá. Nada demais, é claro.

    Todos que falaram contra, que denunciaram foram chamados de “teóricos de conspiração” pela “””direita”””, obviamente de nazi-proto-reacio-liberal-fascista pela esquerda crackuda mental, e agora tá aí. Parabéns a todos nós.

    • Flávio Morgenstern

      12 de setembro de 2013 at 10:50

      E o palpiteiro oficial da república, que pauta o relativismo oficial do brasileiro, Caetano Veloso, sai dizendo que há boas intenções no socialismo (será que ele já ouviu falar em Mao? Em Stalin? Em Pol-Pot?), que são quase comparáveis ao liberalismo inglês, e que Olavo de Carvalho é muito obscurantista por achar que comunismo é sempre ruim. Entendeu? Ou não?

  31. Eric Fernando

    11 de setembro de 2013 at 23:54

    Post Irretocável!

  32. alexandre

    11 de setembro de 2013 at 21:08

    Vc não sabe nem reclamar direito. Um segundo julgamento na esfera penal é uma das coisas mais óbvias do direito. Não sei como alguém pode reclamar do STF por causa disso. Pode reclamar porque o primeiro julgamento durou 7 anos. Mas questionar o direito de recorrer é uma piada. Isso é tão claro quanto 2+2 = 4

    • Flávio Morgenstern

      11 de setembro de 2013 at 22:08

      alexandre, já fiz isso aqui duas vezes, vou fazer pela terceira. Aponte no texto onde “questionei” o direito de criminosos a recorrer das decisões de seus crimes (isso nem sequer poderia ser qualificado como duplo grau de jurisdição, mas nem vem ao caso no artigo). Se você conseguir fazer isso, ganha um Porsche zerinho à sua escolha. Novamente, apesar de não ser o modelo mais caro, recomendo o 911, porque clássico é clássico, e vice-versa. Não é sorteio, não é engabelação: é uma promoção pessoal minha para meu leitor mais obsessivo, e só para ele. Boa sorte!

      • Sandro P

        11 de setembro de 2013 at 23:28

        O alexandre é uma vergonha! Isto é tão claro quanto 2+2=4.

      • Arthur Dias

        12 de setembro de 2013 at 09:54

        Olha só! Fazia tempo que eu não via o Implicantedependente Nº1 por aqui!

        Excelente texto, Flávio!

      • Flávio Morgenstern

        12 de setembro de 2013 at 10:54

        Hahah, nem lembrava desse apelido que dei ao alexandre. Sempre que ele toma um croque, como perder TRÊS PORSCHES de bobeira, ele some por um tempo para disfarçar. Depois volta fingindo que nada aconteceu. Obrigado, Arthur!

    • José

      11 de setembro de 2013 at 22:12

      Você não sabe reclamar direito. O aquecimento global aí como 2+2=4 e o Eike Batista perde tudo? É a coisa mais óbvia do horóscopo.

    • malcan

      12 de setembro de 2013 at 01:25

      Orra, não basta encher o saco no implicante, vem encher o saco aqui também?

    • Silvana

      12 de setembro de 2013 at 09:23

      Você disse tudo Alexandre… Ora, o direito ao duplo grau de jurisdição e aos recursos visa garantir também a segurança de nós, simples mortais, de não nos vermos engolidos por atos típicos de regimes ditatoriais…

    • Valdir

      12 de setembro de 2013 at 14:47

      Alexandre……

      Quem afinal é você, Genoíno ou José Dirceu….

  33. Douglas

    11 de setembro de 2013 at 20:52

    Simplesmente perfeito. Excelentes colocações e respectiva sequência de vídeos.
    Sobre o assunto: triste, muito triste, e isso é apenas uma das muitas cabeças da Hidra que usurpou a República.

    Pergunto: ainda há tempo de se fazer algo? Se sim, o que deveria ser feito?

    Parabéns pelo artigo, Flávio.

    • Flávio Morgenstern

      11 de setembro de 2013 at 22:09

      Muito obrigado, Douglas!

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