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Dossiê do Dossiê: as MENTIRAS do livro do Amaury

Importante: Ao final do texto, cronograma de nossas publicações e breve resumo do que trata cada capítulo.

 

 

Como informamos na semana passada, damos início à análise do “Livro do Amaury”. São três etapas, as duas primeiras desmentindo as lorotas e os esquemas manjados da confecção da “obra”, e a última destinada a analisar algumas das pessoas envolvidas no cometimento dessa encadernação encomendada.

O método aqui será simples e de fácil compreensão: mostramos uma mentira do livro e explicamos a verdade dos fatos. Tudo pode ser checado de forma simples por qualquer um.

Vale dizer, OBVIAMENTE, que não é nem humanamente possível escrever um texto com TODAS as cascatas da obra. Desse modo, pegamos as principais, das quais decorrem várias outras acessórias (e mesmo assim são muitas). Vejam só:

A MENTIRA: Empresa offshore é tratada como algo criminoso, algo feito para burlar regras e lavar dinheiro. As CINQUENTA E SETE primeiras páginas do livro são para citar casos para demonizar esse tipo de empresa.

A VERDADE: Há padarias e avícolas que podem ou não cometer crimes e isso não significa que donos de padaria ou avícola sejam criminosos. Dois exemplos bem simples de offshores: Petrobras International Finance Co, da Petrobras; e American Merchant Bank, do Banco do Brasil. As duas instituições são sediadas em Cayman.

Mas, segundo o autor, as Ilhas Virgens Britânicas seriam usadas exclusivamente para a lavagem de dinheiro, o que é uma verdadeira maluquice. Ao todo, foram abertas 700 MIL companhias desse tipo (incluídas as do Banco do Brasil e da Petrobras).

Sobre essa tática de usar uma parte para incriminar o “todo”, falaremos no capítulo da semana que vem. Por hoje, basta deixar claro que VÁRIAS E INÚMERAS empresas totalmente honestas e corretas tem, sim, offshores. A lei permite e é legítimo.

***

A MENTIRA: Uma das vítimas do livro é “acusada” de ter usado “lavanderia de dinheiro” por meio de uma empresa chamada “Citco”, e o autor aproveita para acusar simulação de aquisição de cotas e vínculo com terceiros (pág. 57 e seguintes).

A VERDADE: Não há qualquer vínculo, nem mesmo um único encontro, entre as pessoas que o autor alega serem ligadas (esse truque também será pormenorizado na semana que vem, por meio de exemplos ilustrativos bem interessantes).

Mas o pior é o seguinte: a Citco é uma das maiores administradoras de fundos de investimentos do mundo, com mais de 640 bilhões de dólares em ativos sob sua administração. Existe há mais de 75 anos, tem mais de 5 mil funcionários e está presente em 44 países. Vejam aqui (ou façam uma busca no google).

Seguindo o roteiro manjado que percorre o livro todo, o autor trata a tal Citco como uma empresa “corsária”. Não, não é. É uma das líderes de seu segmento no mundo todo. Mas o autor põe como “prova de vínculo” entre pessoas que não se conhecem o fato de que ambas seriam clientes da Citco, a tal empresa presente em QUARENTA E QUATRO PAÍSES. Por essa “lógica”, seria a maior quadrilha do mundo (faltando apenas o autor dizer qual o crime cometido e, claro, comprová-lo. Dica: não há nada disso).

***

A MENTIRA: Por intermédio do Orbix, um dos acusados pelo autor teria procurado o respaldo do “The Bank of New York Mellon” e, depois, teria vendido esse fundo, em 2010, durante a campanha eleitoral, para a João Fortes Engenharia, que já seria SÓCIA do Mellon.

A VERDADE: Não houve qualquer simulação, é pura acusação fajuta do autor. Além de tudo, É OBRIGAÇÃO LEGAL que todos os fundos de investimento sejam administrados e controlados por uma instituição financeira. A Mellon, apontada no livro, faz esse trabalho. Como ela é baseada no Rio de Janeiro, todos os fundos administrados por ela têm o seu endereço.

Ela é a responsável perante as autoridades locais pelas atividades do fundo, sendo elas Banco Central, Comissão de Valores Mobiliários, Receita Federal e a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA).

O “The Bank of New York Mellon”, citado como foco de pirataria financeira, está presente em 34 países e 5 continentes, atende a mais de 100 mercados, com 48.000 funcionários. É uma empresa líder em seu ramo de atuação, com US$ 25,9 trilhões em ativos sob sua custodia e administração.

Importante: a BNY Mellon Corporate Trust é o administrador judicial e agente responsável pela oferta de títulos no mercado internacional de capitais da Petrobrás.

Trata-se de uma instituição financeira regulada pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA); nos Estados Unidos, pelo Federal Reserve (FED – ou banco central americano) e pela US Securities and Exchange Commission (SEC – equivalente a nossa Comissão de Valores Mobiliários).

A construtora João Fortes seria, segundo os difamadores, sócia do Mellon. É óbvio que isso nunca aconteceu. Mais ainda, essa empresa não pertence mais à família do ex-deputado tucano Márcio Fortes DESDE 2007. E o Orbix, também apontado no livro, nunca recebeu investimentos da empresa, tampouco foi controlado por ela.

A má-fé é tamanha que os difamadores e caluniadores acusam a João Fortes de ter COMPRADO O CONTROLE do gigante “The Bank of New York Mellon”. Quem conhece minimamente a área sabe a dimensão do ridículo. E autor disso tudo é a quem chamam de “especialista” e autor da “reportagem da década”. Vindo de quem veio…

***

A MENTIRA: Um dos acusados pelo livro teria aberto empresas no exterior e isso teria a ver com grana das privatizações.

A VERDADE: Eis mais uma prova da falta de noção, pois trata-se de cidadão brasileiro nascido na França, que atuou profissionalmente nos EUA a partir de 1990 e apenas se mudou ao Brasil em 1998. A acusação – pasmem! – é de que abriu empresa no exterior em 1996. Deveria fazer como? Esse Amaury é uma fera! Ah, sim: OBVIAMENTE, não houve qualquer grana de privatizações.

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A MENTIRA: O autor, com seus métodos não exatamente ortodoxos, tenta atribuir a uma empresa acusada algum “ilícito”, mencionando dívida com a Previdência Social – trazendo documentos que “provariam” isso e mencionam parte de um processo.

A VERDADE: Amaury NÃO MOSTRA O DESFECHO DO PROCESSO. Quem quiser, pode consultar: tramitou no TRF da 3ª Região sob o número 2006.03.00.078805-3. O dado é público. E o acusado pelo autor foi excluído do processo, baixado definitivamente e qualquer um pode ver isso.

E há uma diferença ABISSAL entre dívida fiscal e sonegação. Sonegar é esconder, que vem a ser exatamente o contrário de declarar. A dívida é uma obrigação declarada e reconhecida pelo próprio contribuinte às autoridades. Sonegação é um crime fiscal, no qual jamais incidiu a empresa acusada.

E EXATAMENTE para pagar as dívidas tributárias, ela recorreu ao REFIS (Lei 11941/09), tendo obtido o parcelamento dos pagamentos e, agora, não enfrentando qualquer processo judicial de natureza fiscal.

Amaury não fala do resultado do processo, não fala nada sobre a realidade dos fatos. Parte de uma premissa falsa para chegar a conclusões evidentemente falsas.

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A MENTIRA: O autor acusa uma de suas vítimas de manter uma sociedade com outra pessoa e, depois, alega uma dinheirama como capital social da empresa no Brasil.

A VERDADE: NUNCA HOUVE SOCIEDADE. Nem nada perto disso. As duas vítimas do livro faziam parte de um mesmo Conselho de Administração, ou seja, eram subordinadas a acionistas e ao CEO – NUNCA NEM PODERIAM SER SÓCIAS ENTRE SI. O “especialista”, porém, aponta que sim (apostando na ingenuidade ou má-fé do leitor).

O documento que “comprova” a ligação de uma das acusadas com o dinheiro presente no Brasil diz respeito ao estado financeiro da empresa em 2006 (documento obtido em março de 2011). Acontece que a vítima do autor SE DESLIGOU DA EMPRESA EM 2001!

Ele “prova” o capital da empresa EM 2006, e não (ÓBVIO!) a presença de quem acusa como sócia, diretora ou qualquer coisa. Mais do mesmo do estilo Amaury: documentos que não provam o alegado, mas buscam causar aquela “impressão de coisa oficial”.

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A MENTIRA: O autor do livro acusa uma de suas vítimas de ter montado um fundo de investimentos em Trancoso, “ORB”, e “às vésperas” da candidatura presidencial de 2010.

A VERDADE: Não se trata de fundo Orb, nem em Trancoso, mas sim o Fundo Orbix Macro FIF e… EM DOIS MIL E TRÊS (2003, para os leitores de Amaury). Importante salientar que o regulamento do fundo foi devidamente aprovado pelo Banco Central e pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

***

A MENTIRA: O autor alega que uma série de fatos constariam do RELATÓRIO DA CPI DO BANESTADO (com apontamento especial na página 139).

A VERDADE: O relatório, POR OBRIGAÇÃO PROTOCOLAR, reproduz uma denúncia do Procurador Luiz Francisco de Souza (um velho conhecido de quem tem alguma memória). Não é texto RELATÓRIO DA CPI, mas sim TRANSCRIÇÃO DA DENÚNCIA – que, claro, não condenou ninguém. É a acusação travestida, por falta de conhecimento ou má-fé do autor, em “relatório da CPI”.

O mais engraçado é que o próprio livro alega que o documento é “sigiloso” (provavelmente para dar aquele ar de algo revelador…), mas não percebe que, NOVAMENTE, recai sobre o autor aquilo de divulgar sigilos de forma não exatamente abonadora – valendo reiterar que esse “documento”, como todos os outros, é inócuo. A parte que acusa o alvo político do livro NÃO É RELATÓRIO, mas transcrição de uma ação que NÃO PROSPEROU.

***

MAIS VERDADES: Reproduzimos aqui a nota pública já divulgada por Veronica Serra, que esclarece alguns outros pontos importantíssimos e, definitivamente, fica comprovado que o livro é uma grande fraude:

– Nunca estive envolvida nem remotamente com qualquer tipo de movimentação ilegal de recursos.

– Nunca fui ré em processo nem indiciada pela Polícia Federal; fui, isto sim, vítima dos crimes de pessoas hoje indiciadas.

– Jamais intermediei nenhum negócio entre empresa privada e setor público no Brasil ou em qualquer parte do mundo.

– Não fui sócia de Verônica Dantas, apenas integramos o mesmo conselho de administração.

Faço uma breve reconstituição desses fatos, comprováveis por farta documentação.

2. No período entre Setembro de 1998 e Março de 2001, trabalhei em um fundo chamado International Real Returns (IRR) e atuava como sua representante no Brasil. Minha atuação no IRR restringia-se à de representante do Fundo em seus investimentos. Em nenhum momento fui sua sócia ou acionista. Há provas.

3. Esse fundo, de forma absolutamente regular e dentro de seu escopo de atuação, realizou um investimento na empresa de tecnologia Decidir. Como conseqüência desse investimento, o IRR passou a deter uma participação minoritária na empresa.

4. A Decidir era uma empresa “ponto.com”, provedora de três serviços: (I) checagem de crédito; (II) verificação de identidade e (III) processamento de assinaturas eletrônicas. A empresa foi fundada na Argentina, tinha sede em Buenos Aires, onde, aliás, se encontrava sua área de desenvolvimento e tecnologia. No fim da década de 90, passou a operar no Brasil, no Chile e no México, criando também uma subsidiária em Miami, com a intenção de operar no mercado norte-americano.

5. Era uma empresa real, com funcionários, faturamento, clientes e potencial de expansão. Ao contrário do que afirmam detratores levianos, sem provar nada, a Decidir não era uma empresa de fachada para operar negócios escusos. Todas e quaisquer transações relacionadas aos aportes de investimento eram registradas nos órgãos competentes.

6. Em conseqüência do investimento feito pelo IRR na Decidir, passei a integrar o seu Conselho de Administração (ou, na língua inglesa, “Board of Directors”), representando o fundo para o qual trabalhava.

7. À época do primeiro investimento feito pelo IRR na Decidir, o fundo de investimento Citibank Venture Capital (CVC) – administrado, no âmbito da América Latina, desde Nova Iorque – liderou a operação.

8. Como o CVC tinha uma parceria com o Opportunity para realizar investimentos no Brasil, convidou-o a co-investir na Decidir, cedendo uma parte menor de seu aporte. Na mesma operação de capitalização da Decidir, investiram grandes e experientes fundos internacionais, dentre os quais se destacaram o HSBC, GE Capital e Cima Investments.

9. Nessa época, da mesma forma como eu fui indicada para representar o IRR no Conselho de Administração da Decidir, a Sra. Veronica Dantas foi indicada para participar desse mesmo conselho pelo Fundo Opportunity. Éramos duas conselheiras (e não sócias), representando fundos distintos, sem relação entre si anterior ou posterior a esta posição no conselho da empresa.

10. O fato acima, no entanto, serviu de pretexto para a afirmação (feita pela primeira vez em 2002) de que eu fui sócia de Verônica Dantas e, numa ilação maldosa, de que estive ligada às atividades do empresário Daniel Dantas no processo de privatização do setor de telecomunicações no Brasil. Em 1998, quando houve a privatização, eu morava há quatro anos nos Estados Unidos, onde estudei em Harvard e trabalhei em Nova York numa empresa americana que não tinha nenhum negócio no Brasil, muito menos com a privatização.

11. Participar de um mesmo Conselho de Administração, representando terceiros, o que é comum no mundo dos negócios, não caracteriza sociedade. Não fundamos empresa juntas, nem chegamos a nos conhecer, pois o Opportunity destacava um de seus funcionários para acompanhar as reuniões do conselho da Decidir, realizadas sempre em Buenos Aires.

12. Outra mentira grotesca sustenta que fui indiciada pela Polícia Federal em processo que investiga eventuais quebras de sigilo. Não fui ré nem indiciada. Nunca fui ouvida, como pode comprovar a própria Polícia Federal. Certidão sobre tal processo, da Terceira Vara Criminal de São Paulo, de 23/12/2011, atesta que “Verônica Serra não prestou declarações em sede policial, não foi indiciada nos referidos autos, tampouco houve oferecimento de denúncia em relação à mesma.”

13. Minhas ligações com a Decidir terminaram formalmente em Julho de 2001, pouco após deixar o IRR, fundo para o qual trabalhava. Isso ressalta a profunda má fé das alegações de um envolvimento meu com operações financeiras da Decidir realizadas em 2006. Essas operações de 2006 – cinco anos após minha saída da empresa – são mostradas num fac-símile publicado pelos detratores, como se eu ainda estivesse na empresa. Não foi mostrado (pois não existe) nenhum documento que comprove qualquer participação minha naquelas operações. Os que pretendem atacar minha honra confiam em que seus eventuais leitores não examinem fac-símiles que publicam, nem confiram datas e verifiquem que nomes são citados.

14. Mentem, também, ao insinuar que eu intermediei negócios da Decidir com governos no Brasil. Enquanto eu estive na Decidir, a empresa jamais participou de nenhuma licitação.

Encerro destacando que posso comprovar cada uma das afirmações que faço aqui. Já os caluniadores e difamadores não podem provar uma só de suas acusações e vão responder por isso na justiça. Resta-me confiar na Polícia e na Justiça do meu país, para que os mercadores da reputação alheia não fiquem impunes.”

***

Enfim…
Mesmo explicando as mentiras principais que dão margem a várias outras, o texto já tomou cerca de sete páginas (e olha que fizemos revisões para reduzi-lo ao mínimo possível para o entendimento).

É isso. São mentiras. Nada disso para em pé sob análise de fatos e até mesmo da lógica.

***

CRONOGRAMA DE PUBLICAÇÃO:

23/01 – O Método
Mostraremos a metodologia das mentiras e da própria construção do livro. Vínculos INEXISTENTES tentando parecer “verdadeiros”, e centenas de páginas acusando uma pessoa X usando a “desculpa” de que seria ligada a Y – mas não é; outras tantas páginas de enrolação naquele truque do “maluf e lalau também tiveram conta lá” e outras mandrakarias; documentos que não provam nada, mas passam o ar de “isso é coisa séria”; e muitos outros macetes que não permanecem inteiros depois de desmascarados.

Também falaremos das bobagens e mentiras envolvidas na propaganda da coisa toda.

30/01 – Autores, Divulgadores e Mandantes
Uma vez desmascaradas as principais mentiras e também o método do livro, ou seja, derrubados pela verdade dos fatos e pela lógica tanto conteúdo quanto a forma do livro, é a vez de falar das pessoas a ele ligadas.

Amaury, o autor (sobretudo a história real da quebra dos sigilos, com cópias de relatório oficial); Emediato, o editor-entusiasta; Blogueiros ligados ao governo que participaram do movimento de divulgação, imputando à obra verdade absoluta (comprovando que ou têm má-fé ou definitivamente não entendem nada de coisa alguma) e, claro, os “mandantes” e aqueles que ficam “bem na fita” com o livro.

Aguardem!

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49 Comentários

49 Comments

  1. Herbert

    29 de janeiro de 2012 at 13:26

    Congratulações pelo excelente trabalho.
    Pena eu não ter me informado a respeito dele antes.
    Definitivamente, o famigerado Partido dos Trabalhadores não tem compromisso algum nem com a ética, nem com a verdade nem com o respeito a seus próprios militantes – que dirá aos oponentes.
    Fora, PT !!!

  2. Paulo

    22 de janeiro de 2012 at 14:13

    Muito boa a interpretação do livro. Mostra a verdadeira face do PT. Os acusados deveriam, sim, PROCESSAR o autor. O Caio Fábio já foi condenado. O Amaury não está com essa bola toda, não, e mentiras têm que ser esclarecidas.
    Temos em várias mídias uma verdadeira hoste do PT atuando para desmerecer os governos passados e idolatrar o Lula, como se fosse ele o responsável pelo crescimento do país.
    Peço ao site que façam uma investigação na Folha de São Paulo.
    Mesmo sem ofender ninguém, tive meus comentários CENSURADOS e meu cadastro SUSPENSO, não podendo mais postar. Só porque critiquei o PT.
    E isso não ocorre só comigo, não. Vá falar mal do PT para ver se o pessoal da Folha gosta…

  3. francisco ramos

    22 de janeiro de 2012 at 11:33

    Sem o Flávio Morgenstern, que deve estar desfrutando merecidas férias, como baixa o nível do Implicante !
    Ainda bem que o Alexandre veicula alguma postagens interessantes e é um dos pouquíssimos a merecer
    réplica.
    Volta Flávio !! O iMPLICANTE ESTÁ SIMPLESMENTE PATÉTICO !

    (Gravz: Chapa do Alê, vai vendo)

  4. Cil

    22 de janeiro de 2012 at 00:27

    Nossa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Perfeito!!

    Esse Amaury deveria ser processado por calúnia! Trabalho imundo esse dos petralhas! Eles tentam e tentam e tentam reduzir as pessoas de bem ao mesmo nível que eles. Primeiro investigam a vida das pessoas, montam dossiês que não provam nada e depois inventam mentiras mesmo para ver se cola!

  5. fraancisco ramos

    21 de janeiro de 2012 at 19:37

    Prezado Sr. Gravataí Merengue. Minhas postagens foram censuradas mesmo ou estou enganado?
    Não desistirei.

    Abraços

  6. João 77BM

    21 de janeiro de 2012 at 14:01

    Cara, sempre consigo ficar mais impressionado com a leviandade desses seres. Quer dizer que, segundo o Amaury Jr, o BNY Mellon funcionava no “prédio do Opportunity”? Realmente, é MUITO relevante o toque do Spider. Então, o pançudo a quem os crentes nO Partido se referem como “brilhante repórter investigativo” foi incapaz de apurar que o prédio em questão é o Edifício Austrgésilo de Athayde, da ABL e um dos mais conhecidos endereços empresariais do Centro do Rio, abrigando ainda a editora Rocco, além de todos os bancos citados? O amaury jr. é, na verdade, um repórter incompetente a esse ponto ou agiu de total má-fé? Não existem outras opções.

    PS: Viadagem por viadagem, Sonia dá um banho na historinha do traveco que dava uns tiros…

  7. Rinaldo Rodrigues

    20 de janeiro de 2012 at 09:20

    Muito bom seus comentários ao livro.

    Aguardo ansioso os próximos capítulos.

  8. Lair

    19 de janeiro de 2012 at 12:48

    Haja estômago para ler essa porcaria!!!!!

  9. Thiago

    19 de janeiro de 2012 at 11:46

    Jairo,

    Liga não, o Alexandre é assim mesmo…

  10. Ratoeira

    18 de janeiro de 2012 at 23:58

    Perfeita desconstrução da vagabundagem!

  11. Jairo

    18 de janeiro de 2012 at 10:15

    A sequência começou bem parabéns pelo trabalho.
    Gostaria de saber se o Alexandre leu a obra prima de ficção do Amaury, ou só ficou “convencido” da sua veracidade após ler o treabalho do Gravz.
    Se leu, poderia tentar contra argumentar, ao invés de apenas reclamar…

  12. Sam Spade

    18 de janeiro de 2012 at 08:08

    Hehehe!
    O Amaury R. Jr. de fato é a cara do Léo Jaime. Ambos músicos, mas só o Amaury gravou Marli, my Drag Queen.

    PS. troquei travesti por drag… porque é mais antenado com nosso tempo, fica mais modernex, uma coisa assim, sei lá, meio Black Eyed Peas.

  13. Thiago - RJ

    18 de janeiro de 2012 at 01:29

    Parabéns, Gravz. Jornalismo de verdade. Aguardo ansiosamente as publicações!

    Mais importante que citar nominalmente os “personagens” – afinal, tanto para apoiar como para criticar o livro é preciso lê-lo – é demonstrar que supostos fatos nunca ocorreram, premissas são falsas e que supostas provas não provam nada.

    O que mais espero, em verdade, é que tudo que saia daqui do Implicante acabe sendo útil aos advogados de quem processe ou venha a processar o autor do livro. Nada como um devido processo legal…

    Abraço!

  14. Fábio - SC

    17 de janeiro de 2012 at 21:31

    Parabéns pelo trabalho.
    Sou leitor diário depois da divulgação da obra Marli meu travesti.
    Continue assim.
    Abraço.

  15. Spider

    17 de janeiro de 2012 at 20:22

    Interessante o artigo, eu trabalhava no BNY Mellon à época de alguns desses acontecimentos e acho que vale a pena frisar dois pontos IMPORTANTÍSSIMOS:

    1) O BNY Mellon não funcionava no “prédio do Opportunity”, como o autor dá a entender. O prédio pertence à Academia Brasileira de Letras (ABL) e é um dos principais prédios comerciais do RJ. Não apenas o BNY Mellon e o Opportunity têm escritório lá, mas diversas empresas de diversos ramos como Deloitte, Reuters, Schlumberger, Bradesco, Banco Cruzeiro do Sul, Veirano Advogados, etc

    2) A administração dos fundos do Opportunity foi repassada ao BNY Mellon por decisão da CVM. Com o indiciamento dos responsaveis pelo Opportunity, a CVM optou por repassar a administração de seus fundos ao BNY Mellon por esta empresa ser a maior administradora independente de fundos de investimento.

    (Gravz: Resolvi destacar o comentário, porque é MUITO relevante)

  16. Leonardo

    17 de janeiro de 2012 at 17:55

    acho que o Alexandre sonha com um jantar a luz de velas com Ricardo Sérgio ao som de “Marli, Meu Travesti”, só fala nele toda a vez que comenta

  17. Eduarda

    17 de janeiro de 2012 at 12:29

    Não achei q o livro tv a repercussão q a petralhada esperava. Acho q.por ser falso como uma nota de três reais, eles ficaram com receio de levar processo. Por ñ qrer acabar com o moral dos acusados é q ñ foi, pq petista já mostrou q ñ tem moral.

  18. Canedo

    17 de janeiro de 2012 at 09:51

    Há qualquer perspectiva da publicação de tais dados na forma de um (contra) livro ao referido? Isso, necessariamente, implicaria a investigação mais detalhada do livro e o levantamento de suas injúrias. Fica a sugestão.

  19. Luiz Fernando

    17 de janeiro de 2012 at 09:05

    Muito bom o trabalho do Implicante.Afora alguns petistas que não querem entender nada, o post é esclarecedor.Espero que os acusados partam para a justiça para enfrentar os já condenados por outros crimes e consigam acrescentar mais esse na lista da cambada.Um vai se safar pois tem foro privilegiado, mas os outros dois não.

  20. Ronald

    17 de janeiro de 2012 at 06:26

    Esse livro é coisa de marginal vagabundo que faz serviço sujo sob ordens de outros que não querem aparecer.
    Cadê a PF que não estronda esse escroque ???

  21. Flavio

    17 de janeiro de 2012 at 00:25

    Bom saber que esse espaço aqui está com a desratização quase em dia… O nível dos comentários está muito bom.

    Minha impressão que deve ser bem realista é que quase ninguém que comprou o livro realmente o leu. É algo para os esquerdistas comprarem e guardarem na prateleira. Quando entrarem em uma discussão é só citarem o livro. “É verdade sim, está no livro!” Com documentos e tudo!”

    Ai, ai, ai… Essa gente me cansa! Não tenho mais saco nem estômago para enfrentar esse tipo de gentalha…

  22. danir

    17 de janeiro de 2012 at 00:17

    Concordo em gênero número e grau que a repetição dos nomes dos acusados, acaba sendo um ato meio sádico que alem do mais pode subliminarmente associar seus nome a atos não praticados, coisa assim meio Göebbeliana. Quem se interessou pelo caso e pelas injustiças praticadas, com certeza sabe de quem se está falando. E aqueles que chegaram agora podem pesquisar a respeito. No mais, quem tem um pouco de familiaridade com administração e finanças; não precisa ser catedrático; sabe do que você está falando. É tudo muito primário e sem substância, coisa de esquerdistas e pseudo intelectuais. Estou copiando estes seus artigos para quando algum chato me enviar e.mails a respeito, mandar logo o conjunto e recomendar que visite o seu blog e mais uma meia dúzia que representam a resistência contra a horda petista. Bom trabalho. Até aqui eu gostei.
    A propósito, que venha o Alexandre perguntar algo nada a ver com o texto. Esse cara é fera.

  23. TIAGILLA.

    16 de janeiro de 2012 at 23:44

    Fiquei interessada em ler o livro. Vou correndo emprstar um dos petistas, jáque a militancia é grande, ou entãovou a uma biblioteca do partido, tomar um livro emprestado.
    .
    .
    obs: Será que eles tem uma biblioteca?
    Só se forpara estocar cachaça e dossiês, rsrs……

  24. alexandre

    16 de janeiro de 2012 at 23:26

    A minha curiosidade é se vc vai realmente apontador o verdadeiro mandante que está por trás do livro. Nós sabemos muito bem quem foi. Aliás ele aplaudiu a iniciativa do Protógenes em propor uma CPI. Nós sabemos quem ele é. E sabemos que ele não é petista ! E pelas reportagens dos bastidores do PSDB, o Serra também já sabe quem é.

  25. Dario Martins

    16 de janeiro de 2012 at 22:32

    Não aguento mais as mentiras do PT, do Lula e desse monte de parasitas. Parabéns ao Implicante.

  26. João 77BM

    16 de janeiro de 2012 at 21:55

    Sacanagem com o Leo Jaime, que não é um “artista e intelectual” (leia-se, da turma…)

  27. renato

    16 de janeiro de 2012 at 21:43

    Se vc conseguiu realmente enfrentar essa “obra” de cabo a rabo (Marli, Marli…) parabéns véio, acho que foi um dos pouquíssimos que tiveram saco e estômago. “Isso” já pode ser considerado o troço mais vendido e menos lido da história editorial brasileira, afinal, desconfio que os petralhas receberam a “bolsa-bomba” para adquirir esse mimo…

  28. silvio

    16 de janeiro de 2012 at 21:42

    EXCELENTE TRABALHO, SÓ ESPERO QUE “OS ACUSADOS” APROVEITEM A CHACE DE GANHAR UMA BOA GRANA NAS COSTAS DESSE MALANDRO MENTIROSO….

  29. Rafael

    16 de janeiro de 2012 at 21:22

    Acho que quem não leu o livro foi o tal do Mauricio.

    Quer dizer, acho não, aonde já se viu petralha ler alguma coisa com mais de uma página?

    O livro é só pra falar que “tem uma porrada de provas” e dar luz a matérias especulativas e nivelar todos por baixo.

  30. alexandre

    16 de janeiro de 2012 at 21:19

    Decepcionante o tal “dossiê do dossiê”. Metade do artigo é uma declaração da Verônica Serra. Não mostrou nada que inocentasse o Ricardo Sérgio. Não explicou absolutamente nada ! Pareceu as explicações dos ministros demitidos do governo. Enrola, enrola e não diz nada. Agora estou mais convencido que o livro é verdadeiro.

    (Gravz: Ricardo Sérgio? Eu lá tenho algo a dizer sobre ele? APontei mentiras do livro. São mentiras, ora. Desde coisas banais até algumas esdrúxulas. Mas até que seu comentário foi menos bagunçado que o esperado. De certa forma, vc tá de parabéns. Ah, sim, faltam mais duas partes. E claro que vc tá “convencido” que o livro é verdadeiro. Sabemos disso, ale ;))

  31. José

    16 de janeiro de 2012 at 20:44

    Esperava mais do Léo Jaime, ainda mais dos progressistas que divulgaram essa obra com tanto barulho.

  32. Sandro P

    16 de janeiro de 2012 at 20:04

    (3) Que venha o alexandre perguntar algo completamente nada a ver com o texto.

  33. Bruno Guerra

    16 de janeiro de 2012 at 19:24

    Correção: mentira vs verdade

  34. Bruno Guerra

    16 de janeiro de 2012 at 19:23

    Bom trabalho. Melhor tomar um vinho ou um wishky junto para poder conseguir terminar de ler essa bosta de livro.

    As questões que vcs levantam (mentira vs mentira) só mostra como o Amaury é um ignorante do mundo de negocios, um veradeiro homem da roça. Podia ser humilde, mas não é. Devia ser trabalhador, mas isso fica para outros. Deve pensar que o Mellon Bank é alguma entidade que financia o cultivo do melão para os lados de Mossóró…

    Estranho, pois trabalhando ele para aqueles vendedores de “lugar no céu”, que dão “palestra” para jumentos, acostumados a transportar malas de dinheiro em jatinhos fretados, seria de esperar que com o “expertise” adquirido na actividade mais conhecida na Interpol como “money laundering” pudessem dar umas dicas para o o sujeito.

    Em alguns jornais do nordeste, no departamento de criminalidade urbana, costumam aparecer umas fotos parecidas com a que vcs colocaram do sujeito. Será que não tem uma foto melhor dele ? Quem sabe com um travesti, para ser … errrmmm….divertido ?

    Abr, BR

    PS: pau nessa gente, sem dó !

  35. oneide teixeira

    16 de janeiro de 2012 at 19:22

    Não precisa se limitar em termos de tamanho de texto.

    Preferiria que fosse mais pontual e específico e “estrebuchasse” o ponto ate que não houvesse por parte do “militonto” a possibilidade de contraponto.

    Lembrando que eles não leram o livro apenas estão indo pela cabeça de outros.

    Eu escrevo não como critica ou exigindo algo, sei que tudo mundo tem que se virar neste país pra sobreviver, só que se eu colocar para um “militonto” vai ser como dar perolas aos porcos como falam, se bem que não sei se existe argumento contra a cegueira da ideologia.

    Um abraço e sucesso na empreitada em busca da verdade, só ela nos salvará do obscurantismo.

  36. kristiano

    16 de janeiro de 2012 at 19:16

    Gravz, entendo a sua posição em relação a nao fcar citando fontes, mas de modo geral fica uma impressão meio genérica a refutação dos fatos. Talvez uma indicação mais claras das páginas em que se encontram os casos, como feito em algumas partes, tornasse o seu trabalho um pouco mais claro.

    Enfm, parabéns pela iniciativa, visto que esta seria algo que muitos dos meios de comunicação que andam vangloriando o livro deveriam ter tomado.

    (Gravz: Pois é, eu fui pesquisando, pegando coisa aqui e ali, checando infos. TUDO que escrevi aqui pode ser pesquisado e NÃO será refutado. Me baseei em fatos. E são três capítulos, então é foda. No próximo farei até transcrição do livro :D)

  37. Tibo

    16 de janeiro de 2012 at 18:50

    (3) Que venha o alexandre perguntar algo completamente nada a ver com o texto.

  38. Tomé

    16 de janeiro de 2012 at 18:48

    O sujeito é irmão gêmeo do Leo Jaime! kkkkk. Os dois nasceram com talento para a arte, Leo Jaime na música, Amaury na ficção. :)

  39. leandro cunha

    16 de janeiro de 2012 at 18:41

    cada um tem o jornalismo que merece. eles tem palhaços, pessoas que não conseguem pagar as próprias dívidas mas que adoram dar pitacos sobre política econômica e crucificar henrique meirelles e outros por serem economistas ”quadrados” e tem também autores de livros que não conseguem sequer usar esse dom de falar que nos separa dos primatas. nós temos o site implicante, que com uma equipe de primeira, objetividade, boa-fé e conhecimento, ferramentas essenciais ao jornalismo, nos brindam com a destruição diária das inúmeras cascatas que os petistas querem pregar em seus adversários.

  40. alvaro

    16 de janeiro de 2012 at 17:57

    A verdade é que Serra mora em uma casa no Alto de Pinheiros, que acho que é da filha, bastante “classe média”. Não tem nada de casa de milionário ou algo parecido. A casa da filha em Trancoso também é muito simples. E a moça deve mesmo ser muito inteligente e capaz, porque puxou aos pais.
    Esse tal Amaury é um bronco completo. É impossível entender o que ele fala. Suas explicações são confusas e atrapalhadas. E depois, vamos convir, o cara trabalha em uma emissora de TV cujo dono responde a uma montanha de processos, inclusive de remessa ilegal de dinheiro ao exterior. Boa bisca não é.

  41. A Carioca

    16 de janeiro de 2012 at 17:46

    (2) Que venha o alexandre perguntar algo completamente nada a ver com o texto.

  42. Carlos RM

    16 de janeiro de 2012 at 17:34

    A sabujada PETRALHA vai entupir o blog de defesas do indefensável. Preparem-se,

  43. Camilo

    16 de janeiro de 2012 at 17:29

    Também acho que seria interessante citar nomes, para verificação independente.

    (Gravz: Os nomes estão no livro. Não vou, aqui, reproduzir acusação e TAMBÉM os nomes das pessoas. Tudo está no livro, e ele que se vire quando for processado. Repetir nomes de gente injustamente acusada é quase sádico, além de torpe. Peço desculpas, claro, se isso prejudica algum entendimento. Porém, na verdade, o erro é de MÉRITO, e não é preciso o nome ser João ou Francisco para que tudo continue errado. Né?)

  44. Leonardo

    16 de janeiro de 2012 at 17:18

    Qual será a reação do “famoso” Alexandre ? mal posso esperar para ver.

  45. Heitor

    16 de janeiro de 2012 at 17:01

    Prezados,

    É certamente louvável que alguém tenha dirigido os esforços para desmascarar essa farsa. No entanto, acredito que seria pertinente colocar as fontes, já que o único link que consta no artigo é o da declaração da verônica serra.

    Ademais, parabéns à equipe, e continuem assim!

    (Gravz: Há links para dois bancos, p.ex., além do da declaração. E a “fonte” é o livro, daí é só buscar as coisas no google e/ou pesquisar de forma bem simples)

  46. Mauricio

    16 de janeiro de 2012 at 16:54

    Acho sinceramente que, quem redigiu esse artigo NUNCA leu o livro oO

    (Gravz: Ué, por que não? ALgo que digo aqui NÃO está no livro? É uma análise bem objetiva. Mas aponte o que discorda. Isso de “acho que nem leu” é fraco, mostra de certa forma que não há resposta para o que está escrito)

  47. Mauricio

    16 de janeiro de 2012 at 16:43

    Parabens pelo ótimo trabalho e pelo conteúdo resumido e claro.
    Só acho que seria interessante apontar os nomes dos acusados. Reforçaria os pontos citados.

    Abraço

  48. Rodolfo

    16 de janeiro de 2012 at 16:39

    Parabéns ao pessoal do Implicante. Uma verdadeira aula de jornalismo.

  49. Joaquim

    16 de janeiro de 2012 at 16:30

    Que venha o alexandre perguntar algo completamente nada a ver com o texto.

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