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Em vídeo, o ministro da Justiça de Lula: “O desarmamento não pretende tirar arma de bandido”

Com toda essa onda de violência no Espírito Santo, voltou-se a discutir o Estatuto do Desarmamento, que, ignorando o resultado do referendo de 2005, tornou praticamente impossível ao cidadão brasileiro ter acesso legal a uma arma.

O assunto é espinhoso e é sempre contrariado pela imprensa, que alega que os homicídios teriam “crescido menos” após o desarmamento. Da parte da população, resta sempre a crítica de que tal medida era inócua, só atingia pessoas honestas.

No vídeo abaixo, Márcio Thomaz Bastos, ministro da Justiça do governo Lula, deixa bem claro: a campanha pelo desarmamento não visava a retirar armas dos bandidos, mas apenas evitar acidentes.

Sim, qualquer morte acidental evitada merece ser comemorada. Mas a que preço? Os bandidos seguiram se armando e agora dominam uma sociedade indefesa quebrando recordes anuais de homicídios. Quando o caos impera, vidas se vão às dezenas enquanto as Forças Armadas não aparecem.

A campanha do desarmamento era tosca, defendida por um governo tosco. E apenas serviu para ampliar a insegurança entre pessoas justas e criminosos.

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