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Entre eleitores que conhecem os candidatos, Dilma empata com Aécio e Campos

Considerando o mesmo grupo, nas simulações do segundo turno, Dilma perderia tanto para Aécio – 47% a 31% – quanto para Campos – 48% a 31%.

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Nas últimas pesquisas eleitorais, os resultados têm sempre sido favoráveis à reeleição de Dilma Rousseff. Mas, embora a candidata petista ainda esteja na frente, vem caindo nas intenções de voto. O cenário é ainda mais desfavorável a ela se forem considerados somente os eleitores que dizem conhecer bem os pleiteantes à presidência.

De acordo com a pesquisa mais recente da Datafolha, apenas 17% dos entrevistados afirmaram conhecer “bem” ou “um pouco” os três principais candidatos. Nesse cenário, ocorre empate técnico entre Aécio Neves, Eduardo Campos e Dilma.

Nesse universo, embora a margem de erro do levantamento se torne bem maior por causa do número pequeno de entrevistados, o resultado final é muito diferente daquele apurado quando é considerado o total da amostra do instituto. No cenário testado apenas com eleitores que conhecem os três principais candidatos, Campos fica com 28%. É seguido por Dilma, com 26%. Aécio pontua 24%.

Nas simulações do segundo turno, Dilma perderia tanto para Aécio – 47% a 31% – quanto para Campos – 48% a 31%. Com a proximidade das campanhas eleitorais, a tendência é que cada vez mais votantes conheçam os candidatos, e, levando-se em consideração os recentes escândalos do governo, o cenário não é nada vantajoso para a petista.

Segundo analistas, Dilma não é mais favorita para as eleições, que caminham para uma disputa acirrada que vem elevando os nervos do mercado. Além de ter apontado a queda da petista nas intenções de voto, o Datafolha mostrou que o eleitorado quer mudanças.

A maioria do eleitorado quer mudança no governo federal, está insatisfeita com o desempenho da administração Dilma e pessimista em relação ao futuro. Isso porque 72% esperam que haja mudanças no governo federal, 65% acham que a inflação vai aumentar e 45% que o desemprego irá crescer.

Dentro deste cenário, a expectativa para a campanha a se iniciar em agosto é de que a oposição se beneficie ainda mais dos votos daqueles que, até o momento, só demonstram conhecer a candidata que tentará a reeleição. Fato é que, com o nível de aprovação que neste momento Dilma conta, ninguém nunca conseguiu se reeleger no país. E essa aprovação vem caindo mais de 2% ao mês no último ano.

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