Estudo concluiu que os “millennials” são a geração menos ativa sexualmente em quase um século

Em inglês, a Wikipedia já traz até um verbete com o termo Social Justice Warrior, ou os indivíduos que assumiram como missão evangelizar o resto da humanidade com ideais progressistas, pauta constante em desabafos nas redes sociais. O que parecem não perceber é que o excesso de regras impostas por suas mentes pretensamente iluminadas finda limitando ainda mais as relações humanas. E isso pode até mesmo prejudicar a vida sexual dos envolvidos.

Um estudo feito pela Florida Atlantic University ainda em 2016, por exemplo, mostrou que os jovens nascidos na década de 1990 e que possuíam entre 20 e 24 anos eram a geração menos ativa sexualmente desde os nascidos na década de 1920. Mas lá eles precisaram enfrentar a Grande Depressão da quebra da bolsa em 1929, e a Segunda Guerra Mundial.

No período abordado pelo levantamento, 15% dos jovens dessa faixa estavam sem parceiros sexuais desde que atingiram a maioridade. Na geração anterior, esse grupo não passava dos 6%.

Mas a vida sexual não é a única afetada. Há menos jovens se habilitando para dirigir ou conseguindo trabalho remunerado. E a conclusão é de que amadurecem bem mais lentamente do que os nascidos uma década antes.

Como dizia Nelson Rodrigues, um conservador bem menos careta do que toda essa molecada: jovens, envelheçam.

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