facebook
...
Blog

Estudo mostra que cotistas têm desempenho pior entre os universitários

Levantamento feito pela Universidade Federal Fluminense (UFF) aponta que a diferença entre notas se mantém até o fim do curso

Informação do jornal Folha de São Paulo:

Alunos de graduação beneficiários de políticas de ações afirmativas, como cotas e bônus, têm apresentado desempenho acadêmico pior que os demais estudantes nas universidades públicas do país, mostram estudos recentes.

As pesquisas também concluem que a diferença de notas perdura até o fim dos cursos e costuma ser maior em carreiras de ciências exatas.

Universitários que ingressaram em instituições públicas federais por meio de ação afirmativa tiraram, em média, nota 9,3% menor que a dos demais na prova de conhecimentos específicos do Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), que avalia cursos superiores no país.

No caso das universidades estaduais, cotistas e beneficiários de bônus tiveram nota, em média, 10% menor.

Os dados fazem parte de estudo recente dos pesquisadores Fábio Waltenberg e Márcia de Carvalho, da UFF (Universidade Federal Fluminense), com base no Enade de 2008, que pela primeira vez identificou alunos que ingressaram por políticas de ação afirmativa.

Foram analisados os desempenhos de 167.704 alunos que estavam concluindo a graduação nos 13 cursos avaliados em 2008, como ciências sociais, engenharia, filosofia, história e matemática.

Leia mais aqui.

Nunca inseriu um código de desconto no Cabify? Experimente usar o código "IMPLICANTE" e ganhe 50% OFF (com desconto máximo de R$ 20) em 3 corridas.

15 Comentários

15 Comments

  1. Arthur Sanches

    7 de maio de 2013 at 06:32

    Todo mundo tá careca de saber que ENADE não avalia porcaria nenhuma, né?

    Fiz dois ENADEs e o último, inclusive, contava com erros de ortografia, sendo NA MESMA questão grafado: “artesões” no enunciado e “artesãos” na resposta.

    Então, penso que analisar e argumentar sob este prisma é algo inválido, uma vez que ENADE, além de conteúdo absolutamente questionável (não só erros conceituais e ortográficos, mas sim também “endomarketing” petista) pessimamente organizado também vira aquela obrigação bandida de condicionar seu diploma à sua participação, mesmo que você vá, assine a lista de presença e imediatamente vá embora.

  2. Thiago

    6 de maio de 2013 at 05:23

    Estava em um McDonald e acabei por escutar a conversa de um professor do município do Rio de Janeiro e outra pessoa, que me pareceu também ser professora…

    A conversa era sobre o sistema de alfabetização implementado nas escolas municipais para os adolescentes que já deveriam estar ingressando no segundo grau (vou tentar chamar de ensino médio)

    Mas então, o esquema era o seguinte, os alunos com idade avançada e não alfabetizados ficam um ano com um único professor, que fica responsável pela alfabetização e o ensino de matérias básicas. Após este ano, estes alunos são alçados ao último ano do ensino fundamental, ou seja, ao 9º ano, para passarem mais um ano com um único professor que é responsável por passar “todo” conteúdo necessário para seguirem a vida acadêmica e ingressarem no ensino médio e quem sabe alcançar o nível superior através de alguma cota, seja ‘racial’ ou social…

    Ai o que me resta é ter medo do futuro, pois se estão fazendo isso agora, imagina o que farão daqui alguns anos…

  3. O Esquimó

    3 de maio de 2013 at 14:32

    Algumas edições atrás a revista Istoé declarou a vitória da política das cotas. Parece que ela não foi tão rigorosa na análise.

  4. Gerson B

    2 de maio de 2013 at 10:17

    Eu não aceito cotas raciais. Mas apos umas conversas com minha cunhada professora, aceito as sociais-desde que a medida tenha um prazo pra acabar, vinculado a reformas reais na educação de 1° e 2° graus.

    Não acho que sejam necessãrias dezenas de anos pra se mudar a educação de base. Isso alias deveria se A prioridade dos governos, em todos os níveis. Como está as cotas viram um remendo que serve pra ficar adiando indefinidamente o conserto. Não acredito que haja interesse em educar o povo. Então o saldo é negativo.

  5. Leonardo

    1 de maio de 2013 at 17:26

    Quanto tempo que não via os escritos do Alexandre, sempre em defesa dos idearios esquerdo retrogrados.

  6. Fernando

    30 de abril de 2013 at 23:24

    As cotas realmente são injustas quando são aplicadas para alunos de colégio militar. Pesquisem ‘cotas’ no site do MEC e procurem por ‘quais alunos são beneficiários das cotas?’ Os alunos dos colégios militares (com qualidade de ensino INFINITAMENTE superior ao de alunos de outras escolas – públicas e particulares – em geral) também são contemplados pelo programa simplesmente porque sua instituição é pública. Isso é ‘igualdade de competições’? Botar alunos de colégios militares receberem a mesma benesse que alunos de escolas fraquíssimas?

  7. Thiago

    30 de abril de 2013 at 02:57

    Se a pessoa teve uma base acadêmica mais fraca, as diferenças podem diminuir, e quem saber até mesmo serem sanadas, mas não existe milagre para que estas pessoas superem certas dificuldades durante a faculdade, ai vem a pergunta, o mercado irá aceitar tais profissionais ou terá “preconceito”? E o que o governo vai fazer, caso isso aconteça, vai fazer uma lei para as empresas contratarem os cotistas?

  8. alexandre

    29 de abril de 2013 at 20:29

    Qual a conclusão ? O fim das cotas sociais ? Mandar os alunos de escolas públicas esperarem dezenas de anos para os governo melhorarem as escolas e aí elas competirem em igualdade de condições com os alunos de escolas particulares ?

    • Flávio Morgenstern

      30 de abril de 2013 at 12:32

      Magina, alexandre. Basta eles lerem o que você escreve. Internet é de graça e eles se tornarão gênios desbancadores de qualquer um lendo suas contribuições intelectuais à humanidade.

    • Thiago

      1 de maio de 2013 at 05:17

      Que tal os cotistas se esforçarem um pouquinho mais para melhorar o desempenho? Afinal, já entraram na faculdade, não custaria nada aprenderem algo e se dedicarem para tirarem melhores notas né? Ou não precisam de boas notas?

    • jonathan

      4 de maio de 2013 at 13:37

      Melhor do que piorar a educação pública de ensino superior, não é ?

  9. Mulholland

    29 de abril de 2013 at 19:53

    Ainda vai haver quem brigue por cotas para cotistas.

  10. eduardo

    29 de abril de 2013 at 11:40

  11. Roberto

    29 de abril de 2013 at 11:35

    Este vespeiro vai render.
    Todas as Federais que conheço possuem um departamento de dedicação exclusiva às cotas/cotistas. Quem conhece como funciona uma universidade sabe do que falo: sinecuras a dar com o pau. Depois de conseguirem as verbas para a implantação da política de cotas, estes serão os primeiros a bombardear o estudo, por defesa própria, claro.
    Outro vespeiro: o uso do ENEM em substituição ao vestibular. Pelo mesmo motivo anterior: o vil metal. Ou alguem aí acredita que estas escolas pediram/pedirão redução de repasses, agora desnecessários, uma vez que não existem mais vestibulares e as verbas a eles associados?

  12. Bruno

    28 de abril de 2013 at 15:49

    Não vou dizer que a pesquisa é furada, pois, supostamente ela traz uma amostra maior do que o meu exemplo, que é um cunhado meu que fez arquitetura com ajuda do PROUNI e era o “cabeça” de sua turma, e hoje, 4 anos após formar-se, é um arquiteto muito bem sucedido.

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

To Top