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Financial Times: Brasil é visto como grande perdedor em Davos

Publicação destaca que “não foi fácil ouvir alguma notícia positiva sobre o País”

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Do Terra Economia:

Artigo publicado pelo jornal Financial Times nesta terça-feira afirma que o Brasil foi o grande perdedor do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Segundo a publicação, o País deixou uma percepção de falta de investimentos em infraestrutura e a sensação de que “muito do crescimento foi proveniente do consumo”. O artigo completa que “não foi fácil ouvir alguma notícia positiva sobre o País”.

A publicação destaca uma frase do economista-chefe do Itaú-Unibanco, Ilan Goldfajn, que afirmou que “os investidores estão olhando para os países com uma economia sustentável e estável” e completou dizendo que “o Brasil não é”.

 O jornal ressalta que a presidente Dilma Rousseff foi para Davos logo após inaugurar um estádio para a Copa do Mundo e não vem fazendo nada para mudar o estado de espírito pessimista que envolve o Brasil.

 FT destaca o México

O jornal destacou a participação do México em Davos colocando o país como número um na lista de participantes. O fato de o México anunciar a chegada de grande empresas, como a Nestlé, que promete investir US$ 1 bilhão no país, e a Pepsico, que promete investimento de US$ 5,3 bilhões, foi lembrado pelo jornal.

 Países africanos como Nigéria, Tanzânia, Quênia e Uganda também foram vistos com bons olhos pelo Financial Times, que afirmou que eles convenceram os participantes do fórum de que coisas boas vão acontecer em 2014.

Há uma explicação simples para o Brasil ser comparado a economias da África subsaariana em suas eternas ditaduras e guerras tribais e ainda sair perdendo.

O mais importante para a economia é a liberdade: chegamos ao mundo nus e fracos, precisamos caçar alimento e descobrir sem grandes conhecimentos como vencer intempéries e ameaças. O estado natural do homem é a pobreza extrema, não a riqueza.

Alguns homens passam, então, a criar inventos com sua razão para melhorar a vida. Da pedra polida à irrigação, as cidades assentadas e o sistema jurídico, o desodorante e o avião, o papel higiênico macio e o iPhone. Todas obras de alguém que as inventou. Quem pretende ter usufruto de alguma dessas invenções passa a trocar alguma coisa com o criador daquilo. Trabalhar para ele – ou então para um terceiro, ou por conta – e troca os frutos de seu trabalho pelos frutos do trabalho deles.

Isso é mercado – são trocas livres, horizontais, espontâneas, sem nenhuma centralidade dirigindo o processo, nenhum planejamento de uma força maior, com poder maior, além da própria vontade das pessoas. Elas são o mercado, com suas exigências, desconfianças e vontades.

Ter essa liberdade permite que as pessoas criem inventos que melhoram a vida de outras pessoas, que não são obrigadas à força a pagar nada: trocam o que desejam livremente pelo que o criador de novas riquezas inventa livremente. Ambos saem enriquecidos no processo – é como um homem que fabrica pães negociando com um que fabrica manteiga. Ambos seriam mais pobres sem o mercado.

O mercado exige essa liberdade, porque é a liberdade das próprias pessoas. Mas, com a ascensão do Estado e das formas autoritárias de Estado – culminando com o inchadíssimo Estado moderno, que tem “participação no poder” para acalmar as massas, mas uma interferência na economia muitas vezes maior do que um faraó, xogum ou imperador da Antiguidade sonhou em ter – passa-se a haver um novo agente.

Enquanto um homem cria riqueza, e outro trabalha, talvez criando outras coisas, em troca daquela riqueza, o terceiro agente não cria nada, e toma uma parte da livre transação de ambos para si. Este terceiro elemento é o Estado, que faria bem em exigir algum pagamento em troca de seu sistema jurídico e da sua segurança, mas apenas subtrai riqueza, ao invés de aumentá-la, quando age além disso.

O Estado moderno, surgido e teorizado depois da abertura comercial do capitalismo, com intuitos cada vez mais duvidosos, passa a cobrar imposto até de comércio, fazendo com que os homens percam cada vez mais riqueza – tanto que criam quanto encarecendo as que desejam.

Teóricos econômicos que abraçaram essa mentalidade destruidora grassaram desde fins do séc. XVIII, acreditando que o mercado deixaria os ricos muito ricos e os pobres muito pobres (o que se provou o maior erro da História humana) e que a função do Estado era planificar cada vez mais as trocas humanas, buscando uma “igualdade” que parte de um poder central ao invés da liberdade de cada um tomar seus desejos e responsabilidades sobre seu destino para si, desde que não fira ninguém.

O dirigismo de Dilma, de Lula, do PT e de seus congêneres é esta forma destruidora de engessamento da economia: cada vez menos pessoas produzem, se vão perder essa riqueza para quem não a criou, e cada vez é mais caro para quem quer melhorar o seu conforto (ou mesmo meramente se alimentar) conseguir pagar pela riqueza alheia, já que também tem de pagar para o terceiro agente (e nossa ordem tributária dá conta de mais de 40% por ano, fazendo com que trabalhemos até maio apenas para financiar este moderno Leviatã).

É o fim da liberdade de mercado. E essa liberdade é auferível. A imprescindível Heritage Foundation lança, todo ano, o Índice da Liberdade Econômica, com dados das mais sólidas organizações mundiais auferindo o quanto a liberdade econômica das pessoas está sendo assaltada – por impostos altos, corrupção, Estado-Babá, máquina pública etc.

Para quem acredita que o mercado é como um polvo cthulhuóide e malvado que fica bravo e “especula” impiedosamente para roubar os pobres, e não percebe que o mercado são as pessoas, é de bom alvitre comparar a liberdade de mercado mundial com o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de cada país. Não há como espantar todas as dúvidas de que o mercado enriquece os pobres (obviamente, porque cria riqueza que precisa ser distribuída em massa pelo menor custo possível, do contrário o seu criador não terá como enriquecer com seus inventos) e, bazinga, até aumenta a tão propalada “igualdade”.

A desgraça humanitária que foi a gestão de Barack Obama jogou a América três posições abaixo em 2014, saindo da zona “livre” para a “quase livre”. O Brasil, sexta maior economia do mundo e quinto país mais populoso, patina em 114.º lugar (sic), na zona onde falta pouco para se dizer que não existe liberdade de mercado (40% para mais de carga tributária não podem conviver com “trocas livres”), com uma economia que deixa os frutos do trabalho das pessoas com as pessoas do mesmo jeito que Honduras (112.º), Belize (115.º), Butão (116.º), a enroscadíssima Grécia (119.º) ou futuras potências mundiais do porte de Guiana (121.º), Iêmen (123.º) ou Senegal (125.º). São esses países que podem ser comparados economicamente ao Brasil. Não é preciso ser gênio ou vidente para imaginar o nosso futuro.

Se a aleivosia de que o mercado deixa os ricos mais ricos e os pobres mais pobres, como explicar que os países mais ricos do mundo (com os pobres mais ricos do mundo) são justamente os de economia mais aberta – já que não tungam sua população a cada vez que criam riqueza para financiar viagens caríssimas de seus políticos e implantar “distribuição de renda” e outras falsidades?

Nos primeiros lugares, vemos, em ordem, Hong Kong, Singapura, Austrália, Suíça, Nova Zelândia, Canadá, Chile (caindo rapidamente), Maurícia, Irlanda e Dinamarca. Se o mercado gera pobreza, onde estão os pobres desse país? Se a “distribuição de renda” tira os pobres da miséria, por que a concentração dirigista de poder e o controle dos mercados no Niger (127.º), Moçambique (128.º), Bangladesh (131.º) ou Egito (135.º) não está enriquecendo essas populações, “salvas” do mercado?

Para quem acredita no mito do Estado de Bem-Estar Social nórdico, também é de bom tom questionar por que esses países, apesar de programas estatais em populações pequenas, estão disparados à frente na liberdade econômica. A Dinamarca está em 10.º, na zona em que existe livre mercado, tendo apenas dois paraísos fiscais (Suíça e Maurícia) à sua frente. Ela é um “Estado de Bem-Estar Social” ou um paraíso fiscal?

A Finlândia está em 19.º, perdendo uma posição para a Alemanha (o único grande país europeu de economia livre e que, por mera coincidência acidental, foi quem não sofreu com a crise, passando a emprestar dinheiro para os sofredores). Suécia fica logo depois, com Islândia em 23.º (era o país mais pobre da Europa na década de 50, antes de abrir sua economia e ter milionários em cada esquina de Reykjavik – talvez pelo “imperialismo islandês”…) e Noruega em 32.º. A maior parte dos paraísos fiscais é menos paraíso fiscal do que o “Estado de Bem Estar Social nórdico”.

Suas economias caminham juntas com o campeão das privatizações Japão (25.º), o lar do capitalismo Reino Unido (14.º), os paraísos fiscais Bahrain (13.º), Luxemburgo (16.º), Taiwan (17.º), Botswana (27.º), Emirados Árabes (28.º), Qatar (30.º) e com a musa do Estado mínimo ultra-mínimo Coréia do Sul (31.º, apenas um ponto à frente do país escandinavo “menos livre”). Qual desses país citados, muitos deles paupérrimos há cerca de 40 anos, “empobreceu” ao adotar o livre comércio de fato? De fato, ao invés de privatizar duas ou três companhias falidas, o que até o Irã (173.º) faz, e se chamar de “neoliberalismo”.

A realidade não é exatamente o inverso do que os formadores de opinião e os professores universitários mais cacarejam sem saber do que falam por aí?

Enquanto a mentalidade anticapitalista do brasileiro continuar achando que é o Estado que nos salva de nós mesmos (o mercado) não mudar, ainda aplaudiremos Dilma Rousseff fazendo nosso país ser comparado a ditaduras da África subsaariana – e ainda perder da Uganda (91.º), Tanzânia (106.º) e Quênia (111.º).

Obrigado, Dilma.

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22 Comentários

22 Comments

  1. Luciano Siqueira

    4 de fevereiro de 2014 at 12:08

    O mercado sao as pessoas…kkk..O mercado sao as pessoas que conseguem participar do mercado merrrmao…Vc, que ta comprando o seu ar condicionado hoje esta preocupado com quem nao pode comprar??? Vc que ta reclamando do transito dentro do seu carro com ar condicionado, esta preocupado com o cara que esta pendurado no onibus, sem ar condicionado e, sabe Deus, em que hora chegara em casa? Sinceramente nao acredito que o ‘mercado” esteja preocupado com eles

    • Flávio Morgenstern

      4 de fevereiro de 2014 at 12:37

      Se eles também querem comprar, eles são o mercado. Afinal, mercado é comprar e vender.

  2. Luciano Siqueira

    4 de fevereiro de 2014 at 12:02

    So precisa esclarecer quem veio primeiro, o ovo, ou a galinha. A economia se tornou mais livre na medida em que o povo tinha mais condicoes de participar da economia ou o povo passou a participar da economia na media em que a economia se tornou mais livre? Pra mim, quando eu vejo os de sempre ditando o que deva ser consumido, penso que a liberdade sem regulacao vai perpetuar o quem esta em cima sobe e o quem esta embaixo desce. Qual e a razao de ser do que comercializa a ” invencao” ? Melhorar a vida do usuario da invencao ou fazer dinheiro vendendo-a. Pra mim, se o povo estara melhor ou pior e uma consequencia…Nao existe a menor preocupacao com isso dos agentes que dominam o mercado

    • Flávio Morgenstern

      4 de fevereiro de 2014 at 12:37

      Resposta simples: o povo passou a participar da economia na medida em que a economia se tornou mais livre. A Coréia do Sul era mais pobre que o Haiti (sic) antes de abrir a economia. Abriu e hoje os pobres de lá são mais ricos do que a classe média alta brasileira. A Islândia era o país mais pobre da Europa antes de abrir a economia. E a repressão econômica só mantém os países pobres – basta comparar a liberdade econômica com o IDH (ou você acha que o que faz Serra Leoa ser pobre é ter “muito mercado” e “muita liberdade”?). Para uma análise clara de como isso se dá, vide: https://ordemlivre.org/posts/as-algemas-economicas-do-brasil

  3. josemar silva dos santos

    1 de fevereiro de 2014 at 20:48

    Lendo um esclarecimento tão claro como este, nos dá a certeza de que não temos um país amanhã!

  4. Um leitor

    31 de janeiro de 2014 at 03:43

    Flavio, já viu isso aqui? https://www.savejosegenoino.com/
    Os fãs de Breaking Bad entenderão.

    • Flávio Morgenstern

      31 de janeiro de 2014 at 11:27

      Gosh!

  5. Paulo Reis

    30 de janeiro de 2014 at 18:20

    Faz tempo que não lia um texto com tão boa contextualização. Parabéns por conseguir, por meio desse artigo, traduzir o buraco escuro que temos pela frente… Bom seria se hoje isso fosse lido no intervalo do BBB.

  6. aldir da paz

    30 de janeiro de 2014 at 15:16

    Dentro da minha ignorância sobre o assunto me resumo a dizer o seguinte: enquanto tivermos governantes pensando que aqui deve ser a nova Cuba, que a solução para o crescimento é estimular o consumo mesmo que os produtos sejam importados, enquanto tivermos um povo que quer viver as custas das migalhas estatais e achando Deus é brasileiro e tudo aqui é lindo fechando os olhos pra realidade e só abrindo na hora do jogo ou da novela viveremos sempre no 3º mundo. O Brasil é ridicularizado, e com razão, já que tudo aqui não muda pra melhor. As promessas foram só promessas mais uma vez. A TV manipula a realidade com maestria e todo mundo está vivendo em torno de uma Copa idiota, e um BBB mais idiota ainda e tudo mais que não presta. Cadê os ideias progressistas? O conformismo nacional está levando o país pra desgraça. O governo diz que tem mais gente sendo educada, mas deve está faltando fosfato. Enquanto poucos buscam o conhecimento outros buscam o inverso. Caramba! E a gang ainda quer continuar parasitando no país e o povo, certamente, vai deixar. Quem, em sã consciência, investiria em algo no qual até os donos(nos) não levam a serio? No mundo tem gente vivendo em 2014 e nos, país do futuro, vivendo nos anos 80 ou 70. Ate quando??? ACORDA BRASIL!!

  7. Luciano Barcellos

    30 de janeiro de 2014 at 08:33

    Flavio é um monstro. Parabéns.

  8. Christian

    30 de janeiro de 2014 at 00:03

    O duro é lembrar que a tucanada esteve 8 anos no poder e também só aumentou impostos (e agora ainda quer voltar). Vou experimentar o Paulo Skaf aqui em São Paulo. Quem sabe descobrimos a terceira via? O duro é que é preciso ter coragem para ser liberal de verdade, então a vitória não será fácil.

    • Flávio Morgenstern

      30 de janeiro de 2014 at 08:36

      Skaf? Eew.

  9. Renata

    29 de janeiro de 2014 at 23:19

    Prezado Flávio,
    Estava lendo, por sinal muito entusiasmada, seu texto, mas fui surpreendida, como professora universitária, com a sua crítica indiscriminada aos professores.

    Tenho estudado, pesquisado e publicado artigos e livros sobre a formação e a atuação do professor universitário e acho que você foi bastante injusto.

    Escrevo este comentário em respeito ao seu artigo, pois considero extremamente pertinente seu posicionamento. Contudo, por acreditar que a educação é a única saída para a situação que vivenciamos, é preciso valorizar a atividade docente no Brasil e repensar as críticas que têm levado ao desrespeito com que os alunos e a sociedade tem tratado os professores universitários.

    • Flávio Morgenstern

      30 de janeiro de 2014 at 08:36

      Renata, não tenho dúvida de que o professor é uma das mais dignas das profissões. Mas me recuso peremptoriamente a tratar um “professor” abstrato, genérico e não-existente como um super-homem acima dos comuns mortais, como geralmente se faz nos discursos sobre “professores” como uma classe. Há professores que ganham muito pouco perto do que merecem, há outros professores que ganhariam muito se virassem faxineiros. É essa crítica que faço, e não a cada professor, particularizado.

  10. Michel Augusto

    29 de janeiro de 2014 at 13:30

    Texto bem escrito e bem permeado com pensamento crítico tem reação imediata na percepção das pessoas. Igual a esse. Em que tenho certeza, se um esquerdista ler vai parar e pensar no que está fazendo com nosso país.

    Bem diferente daquelas manobras de manipulação de fatos e intenções declaradas que te deixam sempre com pulga atrás da orelha.

    Parabéns, Flávio.

  11. Hay

    29 de janeiro de 2014 at 13:06

    Uma coisa importante que deve ser dita sobre os países escandinavos é que, apesar dos impostos, eles possuem liberdade econômica. É muito, muito mais fácil fazer negócios nesses países do que no Brasil. Você consegue abrir e gerir uma empresa em pouco tempo enquanto no Brasil, só para abrir uma empresa, você pode levar de uns 3 meses até alguns ANOS, dependendo do tipo de alvará ou de licença ambiental necessário.

  12. Eduardo

    29 de janeiro de 2014 at 12:41

    Só discordo que formadores de opinião e professores (e o próprio governo) realmente não sabem do que falam.

    Veja que o próprio governo fala em aumentar a concorrência em aeroportos para aumentar a eficiência e derrubar custos. Não fazem porque não os interessa.
    Aeroportos que, aliás, só foram se tornar acessíveis com cortes em regulamentações de forte gerência estatal dos negócios.
    Entre os que não entendem como o mercado funciona, acha-se que é por causa das atividades do governo que mais pessoas andam de aviões, como visto nas propagandas eleitorais.

    Os próprios formadores de opinião que lavam com a língua os jalecos e as roupas de baixo dos médicos cubanos que (se a intenção do programa fosse ser só aumentar o número de médicos no Brasil) entendem os benefícios da importação.

    E quando eles criticam o embargo cubano, deixando implícito o quanto acham que um neoliberalismo (sic) nervoso iria beneficiar Cuba?

    Já é evidente pela teoria econômica e por dados empíricos que a liberdade econômica é um poderoso mecanismo para a prosperidade e criação de riqueza.
    Pode-se discordar até que ponto extremo seria desejável ou possível “liberar”, mas é unânime entre seres pensantes que a tendência à alta liberdade econômica é o caminho certo.

    É só que essa turma não está interessada na liberdade econômica… eles preferem algo na linha das Venezuelas da vida em que eles e seus amigos estão gozando de poder sobre miseráveis dependentes deles.

  13. Eduardo

    29 de janeiro de 2014 at 12:27

    Outro dia tava vendo uma lista, acho que da Forbes, dos 10 melhores países do mundo para se fazer negócios, e todos os países escandinavos estavam em massa por lá.

    Vale notar que nos últimos dias estão aparecendo bastante notícias de como VÁRIOS desses países europeus (Dinamarca, Suécia, Países Baixos, por exemplo) estão questionando o welfare state, fazendo cortes brutais e mudando aos poucos o sistema que todos os seus governantes entendem que está falido.

    O brasileiro no geral apenas aponta para o pior desses países como a causa do sucesso.

    O Brasil, o grande perdedor em Davos, ainda é o país que tenta imitar o welfare state dos que enriqueceram com mercados abertos, enquanto mantém uma economia terrivelmente fechada, regulamentada, taxada e com um setor público quase soviético. O pior dos dois mundos.

  14. Edgar

    29 de janeiro de 2014 at 12:18

    Vai escrever seu livro, morgen

    • Arthur Dias

      29 de janeiro de 2014 at 13:19

      Vai escrever seu livro, morgen [2]

      Hehehe, só zoeira, excelente artigo como sempre! Você tá mandando diversos em sequência, então tá até difícil comentar!
      Mas estou ansioso para o lançamento do livro. Sou presença garantida lá já, para pegar autografo e conversar com a galerinha “reaça do mal”!!

      P.S.: Vai rolar doom metal no lançamento do livro? hehehe

      • Flávio Morgenstern

        29 de janeiro de 2014 at 13:29

        Bem que gostaria, Arthur… obrigado! :)

  15. Alexandre Sampaio Cardozo de Almeida

    29 de janeiro de 2014 at 12:12

    São Paulo, 29 de janeiro de 2.014

    Prezado Flávio,

    Mais um texto primoroso, que deveria ser distribuído nas ruas e quem sabe em algumas faculdades de Economia por aí…, Você rechaça com argumentos sólidos, as bobagens propagadas pela ralé petista, que de pobre, gosta apenas do voto.

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