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Hiperinflação venezuelana já é (muito) pior do que a vivida no Brasil em seu pior momento

28.07.2010 - Brasília - O chanceler da Venezuela, Nicolás Maduro, fala à imprensa após se reunir com o presidente Lula.

A inflação anual da Venezuela quebrou o próprio recorde ao atingir 4.114%

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

Por mais que boa parte dos americanos não tenha a mínima ideia de quem seja Nicolás Maduro, os mais versados em política seguem de olho no que acontece mais ao sul dos Estados Unidos. Steve Hanke, economista que assina artigos na Forbes, usou o próprio perfil no Twitter para destacar o que ocorria no 21 de novembro de 2017.

O gráfico mostrava o número assustador: 4.114%. Era a inflação acumulada dos doze meses anteriores no experimento bolivariano lançado por Hugo Chávez. O desenho ainda alerta que a situação tem piorado a passos cada vez mais largos.

Para efeito de comparação, o Brasil nunca viu inflação tão sufocante quanto a medida em 1993. Naquela temporada, os indicadores acumularam 2.477,15% de alta. No ano seguinte, contudo, a política econômica adotada por FHC não só seguraria o galope inflacionário, como garantiria ao tucano dois mandatos como presidente da República.

Em outras palavras, é possível afirmar que a hiperinflação venezuelana já é bem pior do que a enfrentada pelos brasileiros nos governos Sarney, Collor e Itamar.

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