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II Concurso Cultural Implicante – É hora de nossos leitores demonstrarem expressão poética

O governador do RS, Tarso Genro (PT), será homenageado na posse da nova diretoria da Academia Riograndense de Letras amanhã, “pela sua expressão poética”.

Aproveitando a oportunidade, fãs que somos da obra do poeta Genro, resolvemos criar aqui no Implicante mais um Concurso Cultural para que nossos leitores também possam demonstrar expressão poética: basta criar um poema em homenagem a seu petista favorito (também pode ser para o partido em geral, o glorioso “petista anônimo” ou o que vocês acharem mas “lírico”) e postar nos comentários deste post. Vale qualquer gênero e estilo de poesia dentro do tema.

Para servir de inspiração, apreciem alguns versos de Tarso Genro, publicados no livro “Luas em Pés de Barro”, de 1977:

“A vovó Cacilda parecia uma patinha
e a vovó Julica elétrica e risonha conversava com lagartos

“Quanto te esperei e quanto sêmen
inútil derramei até o momento”

“Em Cuba planta-se cana”

(Extraídos da resenha publicada na revista Veja em 25/10/2006)

Caso a gente consiga encontrar algum exemplar de “Luas em Pés de Barro” à venda, sortearemos entre os participantes do concurso.

* ATUALIZAÇÃO 28/03 15:33: Já encomendamos o exemplar que será sorteado entre os participantes. *

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13 Comentários

13 Comments

  1. Duarte

    5 de abril de 2012 at 20:34

    Em cana, pensa-se em Cuba.

  2. Tamanini

    4 de abril de 2012 at 02:18

    “Quando vou ao banheiro,
    Sinto uma tristeza profunda…
    A merda bate na água;
    A água volta pra bunda!”
    (Autor Desconhecido – 1.986 – pichado num muro do Bairro das Mercês, em Curitiba).

    Cântico-Exaltação ao ParTidão-Estado

    Contrata-se blogueiro,
    (Tem que ser bem batuta!)
    Para buscar provar, sem trégua,
    Nossa inocência absoluta.

    Para apoiar o mensaleiro,
    Garantimos muita bufunfa,
    Patrocínio público e gazua.
    (Mesmo não tendo audiência nenhuma).

    De-viagem-companheiro,
    Cuja opinião abunda,
    Comemora a “vida boa”.
    E, nas redes-sociais, divulga.

    Vamos espalhar, parceiro,
    As conquistas que oriundam
    Da atuação da nossa patroa,
    Inventar que Ideli e Gleisi a ajudam.

    Ah! Sonho do concurseiro,
    Que vocação mais linda!
    Garantir uma mamata só sua
    E parar de trabalhar aos trinta.

    No campo, ó cortadeira,
    Não te sintas tão desnorteada …
    Ganhas pouco quando suas?
    Invada! Fatures assentada…

    Facínora estrangeiro:
    Alista-te! Venha para a casa da Dinda!
    Andarás livre pelas ruas,
    Terás faixas de boas-vindas!

    Dentro do nosso terreiro,
    A escolha é feminina:
    Poderás abortar cria tua
    Antes ou após a descida.

    Neste país lindo e trigueiro,
    Em tudo o ParTido manda.
    O ParTido engoliu o Estado:
    Um Engov para nossa governanta!

  3. Sandro P

    2 de abril de 2012 at 14:15

    O vovô Lula parecia um ratinho
    e a vovó Dilma elétrica e risonha conversava com dirceus.

  4. Pedro H.

    1 de abril de 2012 at 12:03

    Lula Lá ..Lula lá
    ah, modesta envergadura
    dessa vida dura
    quem diria o maior chefe de estado
    e quem deixou o seu legado
    bolso cheio de dinheiro é ilusão
    não espere o sarney morrer de supetão

  5. alex

    30 de março de 2012 at 20:39

    “Canção do Idílio

    Nossa terra tem fanfarros,
    Que só encontramos por cá;
    Mesmo daqui a cem anos,
    Eles vão nos perturbar.

    E alguns são tão audazes,
    Que se fazem publicar,
    Tornam-se até imortais,
    Chacota maior não há.

    Não me permita, Poeta!
    Ter que ler
    Quanto d’aquilo foi derramado,
    Nem se em Cuba planta dá!

    Mas, permita-mo dize-lo:
    Quão tristonho deves estar
    Do fundo – de sua lápide –
    Nem prazer em descansar
    Ouvindo expressões poéticas,
    Como as que vemos por cá.

    Não permita nobre Dias,
    De tal genro desposar,
    Tua filha tão primorosa,
    Ah, meu caro Veríssimo
    Ensine a seu conterrâneo,
    Como cantam os sabiás!”

    (ao Marido da filha)

  6. Otávio

    29 de março de 2012 at 01:26

    Margens saturadas em linhas vermelhas (alexandre’s Lullaby)

    Oh, estrela escarlate
    sempre brilhante no céu
    A “oposição” saboreia o fel
    Fruto de nosso combate

    Quantos bolivarianos a sonhar
    Têm em nós o norte
    Invejam a nossa sorte
    Onda vermelha no ar

    Do Foro de São Paulo, comuna
    quantas ideias trazemos
    PNDH3 ainda queremos
    Há esta lacuna

    CPI, PF, CIA…
    Tribunais não tememos
    Imprensa livre, sabemos
    que tu és serva da burguesia

    Não nos esqueçamos dos blogs
    Que tão bem cumprem
    Os encargos aos quais se incumbem
    Longa vida aos… blogs!

    Implicantes a implicar
    Com nossa vitória
    Aclamação, glória
    Rá, podem chorar!

    Mas ai de mim olvidar Gramsci
    Ai do Brasil olvidar a privataria
    Pra que tanta livraria?
    Milicos, aí vem a revanche!

    Contra a imprensa golpista
    Nós, os pogreçista!

    Contra a imprensa golpista
    Nós, os pogreçista!

    Contra a imprensa golpista
    Nós, os pogreçista!

    PIG!

  7. Airton

    28 de março de 2012 at 21:27

    Pra quem se auto-homenageou com uma medalha , ser convidado de honra é pouco pra tanta cara de pau .

  8. Letícia Coelho

    28 de março de 2012 at 20:03

    Tchê que piada. Tarso além de não ter inspiração poética, não tem inspiração política… Nem nada. Tarso é a falta de inspiração, sempre com aquele sorriso plastificado e o RS tá todo cagado.
    Que lixo a academia de letras do rio grande do sul homenagear o governador virtual, é lixo puro.

  9. Thiago Hart

    28 de março de 2012 at 15:03

    “A vovó Dilma parecia uma batatinha
    e o vovó Ideli elétrica e crispada conversava com samanbaias”

  10. Hay

    28 de março de 2012 at 12:28

    HAHAAHAHHHAHAAHAHAHAHAHAHHAHAHAHA
    Eu nem preciso fazer uma piada a respeito disso. Eles conseguem ser tão patéticos, tão ridículos, exemplares tão perfeitos da estupidez e da mediocridade que eu posso estragar a piada se falar algo a respeito.

  11. Ismael

    28 de março de 2012 at 11:48

    Ah, Ideli, Ideli
    Se a verdade lhe foge à charrua
    E a tilápia diz nunca lhe vi
    Tão bem anda contigo a falcatrua

    Amiga da outra Belchior
    Que de classe é tipo a pior
    E fez enterrar com a mordaça
    Quem um dia a passou em trapaça

    Vizinha de porta do Carvalho
    Que do chefão é mais que irmão
    E do sombra não se desengaça
    Nem a poder de fogo e tição

    E do Mantega só quero a filha
    Que bussa, que peito, que quilha
    Ao que irei devolvê-la com juro
    Embuchada e passada à cilha

  12. Pedro

    28 de março de 2012 at 11:40

    A Academia de Letras do RS está parecendo mais um circo caricato a lá Chico Anysio, em homenagem ao grande ator e humorista.

    Ainda bem que a gauchada adora a idéia de separação do país. Tomara que estes “poetas” fiquem por lá…

  13. Ogami

    28 de março de 2012 at 04:43

    Vale + 1 tucano na mão q todo pt voando

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