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INCRA financiou em R$ 448 mil evento do MST que terminou em pancadaria

A Caixa Econômica Federal e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) também cederam recursos para financiar o movimento

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No último dia 12 de fevereiro, o MST realizou uma marcha em Brasília durante os 6º Congresso do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. A marcha acabou em pancadaria na Praça dos Três Poderes, deixando 32 feridos – 30 policiais e 2 sem-terra. Agora veio à tona a informação de que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) deu R$ 448,1 mil para financiar a estrutura do evento.

Em nota, o Incra afirma que os recursos foram aplicados para a contratação de uma empresa “para montagem de estrutura de feira, transporte de mercadorias e montagem de estandes da Feira Nacional da Reforma Agrária”. A autarquia destaca que a contratação foi feita com licitação e que não houve repasse a nenhuma entidade.

Mas o Incra é apenas uma parte do escândalo. A Caixa Econômica Federal e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) também cederam recursos para financiar o movimento.

A Associação Brasil Popular (Abrapo) recebeu os recursos para a Mostra Nacional de Cultura Camponesa, atividade que serviu de centro de gravidade para os integrantes do congresso do MST. As entidades têm relação próxima. Para se ter uma ideia, a conta corrente da Abrapo no Banco do Brasil aparece no site do MST como destino de depósito para quem deseja assinar publicações do movimento social, como o jornal Sem Terra.

Segundo a matéria do Estadão, a Caixa e o BNDES fecharam contratos sem licitação nos valores de R$ 200 mil e R$ 350 mil respectivamente.

O contrato de patrocínio da Caixa, no valor de R$ 200 mil, está publicado no Diário Oficial da União de 3 de fevereiro de 2014. Foi firmado pela Gerência de Marketing de Brasília por meio de contratação direta, sem licitação. A oficialização do acordo do BNDES com a mesma entidade foi publicada três dias depois. O montante é de até R$ 350 mil. A contratação também ocorreu sem exigência de licitação e foi assinada pela chefia de gabinete da presidência do banco de fomento.

De acordo com o próprio MST, a gestão de Dilma Roussef foi a pior da história para os sem-terra. Com tanto dinheiro fácil para eventos, o governo busca uma forma de compensar seus péssimos números na reforma agrária. A vista grossa para com os abusos cometidos pelos militantes finda soando um atestado de culpa.

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1 Comentário

1 Comment

  1. Ivan Prado

    7 de março de 2014 at 12:57

    Todo bom brasileiro já esta cansado de saber que esse tal de MST é armação projetada e na verdade não querem nada , á não ser continuarem nesta mamata de receberem ajuda de uns e outros interessados na baderna que por algum motivo escuso os satisfaz , na maioria são grupos formados por inocentes úteis para badernar, coitados certos que estão fazendo algo IMPORTANTE e não percebem que estão sendo usados por GENTE DA PIOR ESPÉCIE .

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