Blog

Luis Nassif dá meia volta na campanha de difamação à Veja

por Flavio Morgenstern

Luis Nassif, como um dos líderes da blogosfera do dinheiro público, ou ao menos um dos que melhor sabem captar uma verbinha firmeza, é obviamente uma das vozes mais altissonantes contra a revista Veja. Aquela revista odiada por todos que ainda sonham com manchetes como “O capitalismo está ruindo, outro mundo mais estatal vem aí!”.

Nassif tem uma lógica muito peculiar. Digamos assim, alguns tiques de linguagem. Um deles é o truque de quase toda a turma progressista, do qual Nassif faz escola: uma frase com uma acusação genérica, como “a Veja faz parte de um conluio criminoso” para, na frase seguinte, quando qualquer regra lógica e retórica pediria alguma especificação e delimitação do crime, partir para algo como “vamos investigar, e aí vamos descobrir que há mesmo um conluio criminoso”.

É o que se vê em um artigo recente de seu blog, em que faz ilações genéricas sobre a revista rival, mas na hora de afirmar de fato algum erro pontual supostamente cometido por ela, prefere uma tergiversão, uma generalidade tão firme quanto gelatina em terrremoto. Assim, não é que a CPMI não provou nada de ruim sobre a Veja. É que a Veja é ruim mesmo sem nada de ruim provado contra ela. Vide parte de sua introdução:

“A CPMI fez bem em não convocar Policarpo Jr para depor. E a sessão de ontem deveria servir de lição para os próximos passos.

Nos últimos anos a perda de legitimidade da velha mídia – encabeçada pela Veja – se deveu à sua arrogância e absoluto desprezo pelas instituições e pelos preceitos legais. Foi isso que a levou à aliança com o crime organizado, à disseminação da intolerância, aos ataques desmedidos à reputação de quem atravessasse seu caminho. E são esses procedimentos que estão na raiz do profundo processo de descrédito que atinge a revista.”

A Veja já sofre um “profundo processo de descrédito” sobre os leitores de Luis Nassif, aquele blogueiro pénabundeado da Folha por sua empresa tentar arrancar uns trocados do governo de São Paulo, e que até hoje prefere processar a explicar como suas dívidas com o BNDES evaporaram. Aposto que não tem um jornalista da Folha que não ande precisando de Rivotril pra conseguir dormir à noite depois dessa. Há até uma justificativa curiosa:

“Só faltava, a esta altura do campeonato, atitudes que possam ser utilizadas para vitimizar a revista ou legitimar seu álibi de que defende o país contra manobras autoritárias da esquerda.”

Outro tique curioso de Nassif é um macete bem engraçadinho. Nassif faz suas acusações. Todos os seus leitores progressistas juram terem encontrado uma prova cabal de alguma denúncia, algum fato tangível e auferível. De repente, o andar da carruagem mostra que o denuncismo de Nassif deu com os burros n’água. É o momento ideal para Nassif aplicar um salto triplo ornamental twist carpado caindo de costas. Com a boca na botija, Nassif lembra do que ninguém lembraria sozinho: ora, não importa que ele estava errado, o que importa é que, se o que ele afirmou estivesse certo, ele estaria certo nesse momento! isso o torna quase certo. Isso mostra como, afinal, Nassif merece uma nota 9. Ele quase acertou na segunda tentativa. É o que ele diz:

“Por exemplo, há suspeitas fundadas de que a revista participava de um conluio criminoso com Carlinhos Cachoeira. Se há suspeitas, mesmo baseadas em indícios veementes, investigue-se antes.

Ouvidas as conversas, haverá um trabalho de relacioná-las com matérias da própria revista e com os ganhos diretos e indiretos das duas organizões: Cachoeira e Abril. Não há lógica em produzir um escândalo por dia, mas a necessidade de construir diligentemente todas as amarras que comprovem os procedimentos criminosos da revista.

Deve-se escutar, analisar e divulgar, sem pressa, sem arrogância. Se, de fato, mostrarem provas contundentes de envolvimento criminoso, que se convoque Policarpo e Roberto Civita. Mas sem colocar o carro antes dos bois. E por dois motivos: para impedir que o sentimento de vingança se sobreponha ao da justiça; e para ouvir Policarpo apenas quando se dispuser de elementos consistentes para um bom interrogatório.”

(grifos nossos)

Esses três parágrafos valeriam uma aula de retórica sozinhos. Primeiro, “há suspeitas fundadas”. Na frase seguinte, o indicativo vira condicional: “se há suspeitas…”. Para quem jurava há pouco que a Veja estava perdendo credibilidade, mudanças de modo verbal tão próximas são mesmo uma gracinha.

As suspeitas também são “fundadas”. Na frase seguinte, já há uma amainada. Fica meio hipotético: “mesmo baseadas em indícios veementes”… São tão veementes que ainda é preciso “construir as amarras que comprovem”; assim, “se, de fato, mostrarem provas contundentes de envolvimento criminoso”… Colocados os verbos lado a lado, os erros de concordância são tão flagrantes que dóem nos olhos. Na verdade, erros de construção de pensamento:

Existem provas, que na verdade se existem, deve-se investigar antes de se acusar, “sem arrogância” , para construir as amarras que comprovem se mostrarem provas contundentes quando se dispuser de elementos consistentes… ah, tudo começou com “a arrogância da velha mídia levou à [sua] ligação com o crime organizado”, quod erat demonstrandum. Melhor prova, impossível  É esse tipo de texto que a progressistada adora, usa como demonstração de crítica contundente, de pensar com a própria cabeça, como argumento para não acreditar nos jornalões e ser independente e racional.

É óbvio que não se deve falar com a cabeça quente, nem apelar á emoção desregulada dos que, por acreditarem no fim próximo do liberalismo, querem rifar os editores da Veja e jurar que defendem a liberdade de expressão ao mesmo tempo. Deve-se esperar investigações sérias e provas contundentes antes de afirmar qual será o veredicto, não é? Olhem só:

A CPMI deveria amainar o espírito de vingança e ensinar à própria Veja como utilizar técnicas de investigação correta e consistentes (sic), com direito ao contraditório e sem ceder ao clamor das ruas.

A punição de Veja ocorrerá seguindo todos os procedimentos legais e analisando-se seu papel com um senso de justiça que sempre faltou à ela própria. Baixe-se a fervura e que os parlamentares comportem-se com a dignidade que sempre faltou à revista.

(grifos nossos)

Não é um primor da independência e do correto encadeamento de causa e conseqüência em uma linha temporal e racional? Ainda mais com tantas provas consistentes, se é que são consistentes, se ficarem provadas que são provas, mas certamente a punição ocorrerá?

Ah, Nassif também escreveu uma carta aberta ao ministro Ayres Britto. Aquele mesmo que disse ser sua agenda mais importante do que atender a convite de encontro de blogueiro progressista de Paulo Henrique Amorim. O mesmo que sugeriu como frases suas, para um banner exposto no encontro, “A liberdade de expressão é a maior expressão da liberdade” e “os excessos da liberdade se corrigem com mais liberdade“ (será mesmo que o encontro terá coragem de usar tais frases?).

Se alguém duvidou das razões que expomos, junto ao blog do Pannunzio, para PHA aproveitar um encontro com um ministro do STF e levar advogado a tiracolo (ou seja, tentar amenizar alguns dos freqüentes processos em que é réu), eis que Nassif deixa claro aos próprios leitores da blogosfera do dinheiro público. O primeiro parágrafo é outra pérola reluzente:

Ministro Ayres Brito,

Em que mundo o senhor vive? O senhor tem feito o jogo do jornalismo mais vergonhoso que já se praticou no país, usurpado os direitos de centenas de pessoas que buscavam na Justiça reparação contra os crimes de imprensa de que foram vítimas. E não para, não se informa, não aprende, não consegue pisar no mundo real, dos fatos.

No poder judiciário, o senhor tornou-se o principal responsável pelo aprofundamento inédito dos vícios jornalísticos. Sua falta de informação, sua atração pelo aplauso fácil, fez com que olhasse hipnotizado para os holofotes da mídia e (…) deixasse de cumprir seu dever constitucional de zelar pelos direitos individuais de centenas de vítimas de abusos da imprensa.

Centenas de pessoas sendo massacradas pelo jornalismo difamatório e o senhor ainda vem com essa história de defender a mídia das decisões de juízes de primeira instância.

Tomo meu caso.

(…)

Repito: o senhor é responsável direto pelo aumento do descalabro da mídia, os assassinatos de reputação que pegavam indistintamente culpados e inocentes, que arrasaram com a vida de centenas de pessoas. (…)

O senhor não entendeu que, ao contrário do que propaga, a mídia não precisa ser defendida do Judiciário; é o Judiciário que precisa ser defendido do mau jornalismo. (…)

O senhor deveria por um minuto sair de sua redoma, de seu mundo do faz-de-conta e passar o que passaram as vítimas desse jornalismo, testemunhar o abalo que esses ataques produziram em famílias, em mães, filhos, avós, entender por um minuto sequer o sentimento de indignação e impotência de ver direitos básicos sendo pisoteados a cada ataque difamatório sem que a Justiça se manifeste.”

(grifos nossos)

Motivo para Nassif começar um carta a um ministro do Supremo Tribunal Federal com um belo “Em que mundo o senhor vive?”? Ora, é que há “vítimas da imprensa” (uma nova categoria, depois das vítimas da ditadura), que essa imprensa “assassina reputações” (também tortura em seus porões, aposto) e famílias, mães, filhos e vovózinhas estão hoje chorando e vivendo na miséria por serem “vítimas do abuso de imprensa”. E, claro, Nassif ele próprio é uma dessas “centenas de vítimas”, e o Judiciário é que deve se proteger da imprensa má, porque imprensa livre nunca nos levará até o grau de civilização que os leitores de Nassif adorariam ver. Por isso, toma o próprio caso (mais ou menos como PHA) de sua maçante tentativa de processo novamente com os burros n’água contra a Veja – e mais uma vez provando por a+b que a+b não prova nada, afirma que se não estava certo, estaria se estivesse. Logo, estava quase lá. Se é que vocês entendem.

É um dado curioso. Temos testemunhos aqui neste mesmo site do que é ser, digamos, “vítima do excesso de imprensa” de Nassif. Afinal, os espiões do mesmo Nassif já divulgaram até o endereço de um de nossos escrevinhadores, que teve de atender interfone de alguns dos esbirros leitores do próprio Nassif. Isso, claro, antes de Nassif, novamente, perder na Justiça.

Será que Nassif irá discursar no Encontro dos Blogueiros do Dinheiro Público na frente de um banner escrito “Os excessos da liberdade se corrigem com mais liberdade – Ministro Carlos Ayres Britto”? Essa valerá uma foto muito curiosa.

 

Flavio Morgenstern é redator, tradutor e analista de mídia. É torturador assassino da imprensa, mas ainda não foi processado pelo Nassif. No Twitter, @flaviomorgen

Nunca inseriu um código de desconto no Cabify? Experimente usar o código "IMPLICANTE" e ganhe 50% OFF (com desconto máximo de R$ 20) em 3 corridas.

62 Comentários

62 Comments

  1. alexandre

    26 de maio de 2012 at 19:11

    Eu sei que o 247 é de um jornalista ligado (ou era, não sei) ao Dantas. Até mesmo se vc perceber na matéria ele não diz que a reportagem do Boechat iria prejudicar o Dantas. Ele omitiu essa parte. Mas o importante é cada um leia a reportagem e crie sua própria conclusão.
    Até mesmo que a polêmica agora é o caso Gilmar Mendes-Lula. Eu, particularmente acho que seria muito arriscado o Gilmar Mendes inventar um troço desse. Mas aí tem uma parada que o Gilmar Mendes viajou com o Demóstenes e o Cachoeira pra Berlim. Tá foda !!!

    • flaviomorgen

      26 de maio de 2012 at 19:34

      Ou seja, você fez 100% idêntico eu faço lendo a Veja. Qual o problema? E olha como você compara coisas distintas: quem fez uma indireta de que Gilmar teria ido pra Berlim (ver a própria filha) com dinheiro do Cachoeira foi o próprio Lula, o cara que tá tentando fazer pressão. Já que é um “adversário” seu, você já acredita que “pode haver erro” a todo custo de primeira mão. O próprio Gilmar não aceitou a ameaça e mandou Lula ir fundo na CPI. O que não parece ser um ato que Lula tenha lá tanta coragem de tomar frente a seus cupinchas, né?

  2. alexandre

    26 de maio de 2012 at 17:03

    a hipocrisia dentro da “grande mídia” nunca seria exposta dessa maneira na época pré-internet.

    https://brasil247.com/pt/247/midiatech/61346/Caso-Boechat-cria-saia-justa-para-revista-%C3%89poca-Caso-Boechat-cria-saia-justa-para-revista-%C3%89poca.htm

    • flaviomorgen

      26 de maio de 2012 at 17:56

      Deixa eu ver se eu entendi, você tá reclamando de a Veja se usar de fontes ligadas a Daniel Dantas pra encontrar descalabros no governo, e cita o Brasil 247, assim, na lata?

  3. Justo

    26 de maio de 2012 at 01:08

    Sr. Implicante, Boa NOite!

    Gostaria de parabenizá-lo pela inteligentissima desconstrução do discurso ilógico do Luiz Naçif. Dá para perceber que a des-re(construção é demais para o ex-jornalista e agora empresário (se estiver ofendendo alguém, favor cenurar esse post) de mídias.

    Quanto mais ele tenta mostrar um discurso fechado e polido, mas se enrrola e lá em seu site a discordância começa a se mostrar explicita. Esse seu artigo mexeu com a letargia das pessoas e mesmo com um discurso messiânico, mas desesperado o Nassif conta apenas com a absolvição do mensaleiros . É sua última esperança!

  4. alexandre

    25 de maio de 2012 at 23:40

    Cinco áudios foram divulgados sobre a ligação de carlinhos cachoeira e a revista época (semanal do globo). será divulgado numa revista concorrente. como é bom viver num país onde existe concorrência entre revistas (veja, época x carta capital), livre concorrência, competição. só lembrando que o escândalo do murdoch na grã bretanha foi divulgado por uma revista concorrente. aqui no brasil globo-abril-estadão-folha de sp parecem a mesma coisa.

    • flaviomorgen

      25 de maio de 2012 at 23:45

      Faltou falar da grande mídia Implicante e dizer que somos tudo farinha do mesmo saco.

  5. Conservatore

    25 de maio de 2012 at 19:24

    Caro Luís, de minha parte, não estou atacando a pessoa nem”condenando” o Nassif. Até porque, não o conheço pessoalmente(provavelmente nunca conhecerei), entretanto, a sua postura política, nós podemos “condenar”, não porque somos arautos da moralidade, mas, por entendermos os malefícios sociais advindos de suas(as do Nassif) defesas esquerdistas.
    Ademais, concordo que todo ser humano merece uma segunda chance. Ressaltando que, não se trata de um cidadão “comum”, sem conhecimentos políticos, históricos e sociológicos, ou seja, ele defende o que defende com “conhecimento”, não é nenhum leigo, muito menos, ingênuo.Ele sabe, como poucos, as desgraças que as esquerdas causaram mundo afora.Oxalá ele mude de postura e, faça jornalismo apartidário.

  6. Luís

    24 de maio de 2012 at 23:23

    Boa noite! Muitos do que aqui estão e acusam o Luis Nassif devem entender pelo atual momento que passa o ex-jornalista. Desesperado e sem credibilidade para continuar se portando com um repórter fez o que qualquer ser humano faria para manter o sustento da família: Bateu na porta dos antigos desafetos e pediu arrego.
    O problema é que após todos os acontecimentos que ele provovou na “velha mídia” foi se refugiar justamente na internet e pensou que esta o poderia blindá-lo contra o mau jornalismo que pratica. Não devemos atacá-lo como ser humano, mas as sua idéias. Ele escreve mau mesmo é daí? Qual o feito prático disso.

    Não sejam desonestos, coloquem-se no lugar dele: sem credibilidade criou Portal, Blog, Twitter e tudo mais que pôde para tentar criar um estratégia de Comunicação Integrada.

    Como nem tem coragem de defender abertamente suas idéias, usa seu seguidores e os incetiva a postarem no seu site e faz comentários que parecem inteligentes.

    Vamos ter um pouco de Compaixão com ele gente, pois ele um dia foi um dos melhores jornalista que esse país já teve. Imagina a situação do cara ao se deitar todas as noites e não poder fugir da própria consciência.

    Imagina o que é ser martelado por idéias de honestidade e ética e por enquanto não poder fazer nada….
    Por enquanto no seu Universo Paralelo o que dá para fazer é tentar sobreviver e fazer a guerra da contra-informação.

    Não seus opositores que o defenestram, mas tudo que ele escreve é que depõe contra ele. Credibilidade não se conquista da noite para o dia

  7. alexandre

    24 de maio de 2012 at 19:50

    uma matéria interessante em 2001. o caso boechat. o jornalista ricardo boechat foi demitido do jornal o globo por aparecer em aúdios com o empresário nelson tanure. na época, tanure era adversário de daniel dantas num disputa aí pelas teles. a revista veja fez uma matéria criticando a relação boechat-fonte. o jornalista foi acusado de beneficiar a fonte em detrimento de daniel dantas. bem, os personagens são os mesmos : globo e revista veja mas 11 anos depois parece que mudou o que pensam. na época condenaram o jornalista. hj defendem policarpo. e aí, o que pensar disso !!! mas por favor, sem ideologia ou partidarismo, até mesmo porque o ricardo boechat não é “blogueiro progressista” nem “petralha”.

    https://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos/iq040720015.htm

    • flaviomorgen

      25 de maio de 2012 at 19:01

      alexandre, você reparou que tá tentando acusar quem JÁ depôs, JÁ foi defendido até pelos próprios acusadores e JÁ teve inocência comprovada na CPMI antes mesmo de se darem ao trabalho de investigar os políticos que devem ser investigados? Tudo isso por horror à Veja, tentando comparar situações surrealmente diferentes?

  8. Conservatore

    24 de maio de 2012 at 15:34

    Desculpe por te fazer perder tempo. Pelo título do 1º link e pela perplexidade frente ao comentário, não olhei o 2º link, o da fonte. Se fosse do Nassif, diria no mínimo, que era distúrbio bipolar.

  9. Alessandro Vale

    24 de maio de 2012 at 01:56

    Por que será que ao ler esse artigo lembrei do ex-jornalista que queria ser empresário:

     https://www.conjur.com.br/2012-mai-23/direito-midia-policarpo-imprensa-golpista

    Fiquei com medo ao tirar a REvista Carta Capital para ler no Metrô. Depois Tirei IstoÉ, depois Época e VEJA. E acreditem ninguém me importunou.

    Pelo que VEJO, aquela Turma do UNiverso Paralelo do Nassif, com alto grau de cultura, mas formando um grande exército de reserva de…

    Aquela do MAV em afirmar que 11 pessoas do Bloco de 6 apartamentos cancelou as assiantura da VEJA..calou fundo no cerebelo..

  10. João 77BM

    24 de maio de 2012 at 01:54

    O delegado da PF que investigou o Cachoeira já disse tudo sobre a relação entre ele e o Policarpo: jornalista e fonte de informação, sem nenhuma troca de favores. Só quem se agarra a subterfúgios para acusá-lo de suspeito são “pogrecistas” como fernadno Suposicollor e semelhantes.

  11. José Gomes

    24 de maio de 2012 at 01:28

    FM, como é que você tem SACO para ler um cara desses? Aliás, na verdade acho que você merece parabéns. EM TENDO VOCÊ saco de Papai Noel para ler o cara e ainda desconstruí-lo, nós os seus leitores não precisamos ler. Lemos apenas os trechos que você pinçou. O que já é o bastante para dar ânsias de vômito. O cara escreve ruiiiiiiimmmmm demais. Deus nos livre! E ainda há quem leia o monte de m…da que êle escreve? Realmente, o Brasil está uma M>>>DA. Um cara desses ser jornalista, quando deveria mesmo ser ……. Bem, não quero parecer desrespeitoso a algumas categorias profissionais, as quais, por mais degradante e sujo que seja o seu trabalho, prestam serviçso úteis e necessários à sociedade. Já o cara….. é totalmente dispensável.

  12. alvaro

    23 de maio de 2012 at 20:26

    Esse cara é muito fraquinho na argumentação. Quando ele escreve “sem ceder ao clamor das ruas”, está se referindo a qual clamor?
    Que eu saiba não existe nenhum clamor das ruas contra a Veja, mas existe o clamor para apressar o julgamento do mensalão. É essa a lógica do Nassif. Se o STF condenar os mensaleiros, então os JEGs vão dizer que os ministros se deixaram levar pelo clamor das ruas, que a condenação foi injusta, etc e tal.

  13. Conservatore

    23 de maio de 2012 at 17:55

    Caro Flavio, por favor, leia o artigo do link abaixo, após, nos esclareça(não há ironia, de minha partre).
    https://www.ternuma.com.br/ternuma/index.php?open=20&data=1598&tipo=1

    Faz parte da estratégia gramsciana?
    Como entender uma “camarada” deste?
    É a mesma pessoa? Não parece.
    Ou, é a desinformação, de que fala o professor Olavo?

    • flaviomorgen

      23 de maio de 2012 at 20:38

      Mas esse é um comentário de um leitor do blog dele. Pode olhar lá na fonte.

  14. Airton

    23 de maio de 2012 at 12:54

    Alexandre : voltei ao blog do Pannunzio

    https://www.pannunzio.com.br/archives/11619

    Leia todo o texto dele , e verá qual foi a briga que o Protogenes arrumou com o Daniel Dantas .

  15. antonio alvares

    23 de maio de 2012 at 12:32

    triste é ver um jornalista que já foi tão influente cair nessa situação. nassif foi vítima da própria ambição. se tivesse continuado exclusivamente como jornalista, estaria até hoje no conselho editorial da folha e sendo uma voz de respeito no país. como resolveu tentar ser empresário e jornalista ao mesmo tempo, se deu mal, arrumou dívidas impagáveis e destruiu sua própria independência e credibilidade. hoje ele é o jornalista mais dependente do governo federal,que é o seu credor, razão pela qual sua opinião não tem mais credibilidade alguma.

  16. Carlos

    23 de maio de 2012 at 11:00

    Fico impressionado coma quantidade de energia dispensado por alguns por aqui para rebater argumentos de petralhas. Quem estudou um pouco sobre a mente revolucionária sabe que discutir com essas bestas não adianta em nada. Eles não estão procurando a verdade, eles não estão se apoiando na verdade ou na razão, eles querem simplesmente adiantar sua causa nefasta, e só! Eles não merecem a mínima consideração, a mínima atenção, já tentaram discutir com doentes mentais? Eles precisam é ser internados, analisados por profissionais. Eles mentem, inventam, trapaceiam, enganam. A única coisa a fazer é denunciar os farsantes e não debater com eles! Denunciam, não discutam! Deixam de ser ingênuos, a verdade não cabe na cabecinha alterada desses afetados.

  17. alexandre

    23 de maio de 2012 at 08:56

    Airton
    Esse caso do Protégenes é realmente lamentável. Ele disse que o Medeiros sabia que estava sendo filmado mas é uma versão esquisita. O Protógenes arrumou briga com gente grande como o Daniel Dantas e alguns veículos de comunicação (principalmente a Veja). Só que para entrar nessa briga vc não pode ter telhado de vidro. Escorregou, vacilou, vc será capa de revista semanal. Cometeu deslizes no Satiaghara, tinha ligações com o Dadá e agora tem esse vídeo. Bateu no Dantas e na Veja, se prepare que o contra-ataque é forte !!! Eles inventam até grampo sem áudio. Se tiver telhado de vidro, vai perder.
    Sobre o caso Policarpo-Cachoeira, já disse tudo que achava. Se tem gente que acha que a relação entre eles eram normal, o que posso fazer ? Eu não acho. Mas faz parte discordar. Vamos pra próxima

  18. Thiago

    23 de maio de 2012 at 02:39

    Airton,

    Não espere uma resposta do alexandre, pois ele ama o Cabral! Se os questionamentos fossem contra o Serra, quem ele odeia fortemente, você teria uma resposta rapidinho!

  19. Djalma do prado

    23 de maio de 2012 at 02:32

    Larga mão de ser tolo, Ailton. Não venha desviar o foco. Quando me disseram que a Veja teria dado o “furo” de reportagem, fui ao sítio da mesma pesquisar todas as edições anteriores, e o resultado já descrevi. Quanto à Carta Capital, bem, a revista também tem seu sítio, por onde costumo ler os excelentes artigos do Prof. Belluzzo e do Delfim (não tenho receio de confessar-me leitor assíduo destes dois economistas, quer na Carta, quer na Folha, quer em outro meio). Assinante? Não, meu caro, tenho amor ao meu dinheiro.

    Em relação ao principal, ou seja, as minhas indagações e conjecturas, simplesmente não obtive qualquer resposta satisfatória. Apenas perguntei em qual edição, página e data da Veja em que a suposta reportagem isenta e vanguardista fora publicada. Nenhuma reposta até agora. E, sim, procurei me informar a respeito, vasculhando em sites como o da Folha, Isto é, Carta Capital e Veja.

    Só isso. Dever de honestidade. Se eu estiver errado, basta me corrigir.

    • flaviomorgen

      23 de maio de 2012 at 17:16

      A primeira denúncia apareceu no meio da semana, no blog de Ricardo Setti. Se você quer saber quem denunciou primeiro, mas “não aceita blogs”, terá de excluir todo e qualquer semanário da questão por razões óbvias.

  20. roberto simoes

    23 de maio de 2012 at 01:13

    Esse Nassif so faz merda !acha que toca alguma coisa…toca muito mal e se diz musico (a classe dos musicos ficam putos com isso) ainda quer dar parecer em CDs etc…como se entendesse ,,!cara de pau!
    em materia e perseguição ele é e$$$$$$pecialista, pra depois acharcar a vitima!cara chato..otario e se acha malandro!

  21. Airton

    23 de maio de 2012 at 00:12

    Só para falar em fonte . O deputado Garotinho recebeu as fotos , os vídeos de alguém que quer mostrar quem é o Sérgio Cabral , e o Garotinho se aproveita do fato. Ele deveria dizer que é a fonte ? Ou simplesmente mostrar , o que tem de comprovado , como desmandos do governador e secretários ?

  22. Airton

    22 de maio de 2012 at 23:58

    Alexandre : isto aqui :

    https://www.pannunzio.com.br/archives/11561

    A gênese de uma velha farsa: como a PF transformou um deputado extorsionário em vítima de um contrabandista

    é o que ?
    O delegado da PF Protogenes tinha noção disso e fez o que ?

  23. Airton

    22 de maio de 2012 at 23:52

    Eu lamento pelo estado de saúde do Djalma do prado.Ele deve estar muito doente para ler a Veja só em consultórios médicos e ter tantas informações sobre ela e não sei como ele continua indo a esses médicos , todos filhos do PIG. Faltou uma informação da parte dele : ele compra (assina ) a Carta Capital ou também a encontrou nos mesmos consultórios médicos .

  24. João 77BM

    22 de maio de 2012 at 19:22

    “à ela”, com crase ér a cara do nassif, o banana.

    “Você pergunta se o compromisso do Policarpo é com a fonte ou com a opinião pública? É com os dois. Se ele precisa do Cachoeira para fazer as denúncias, então usa as informações, desde que apuradas e confirmadas”. Parabéns, xará, pela inteligência. Pena que isso não pegue hehe

    “Nassif era exceção, inclusive na conta bancária (hoje abastecida pelo governo)” Ou seja, por nós, à revelia.

  25. Djalma do prado

    22 de maio de 2012 at 17:57

    “Pois não. Estadão, 06/03/2012:
    “O senador Demóstenes Torres (DEM-GO) negou nesta terça-feira, 6, na tribuna do Senado, a informação de que teria sido investigado pela Polícia Federal e Ministério Público por causa de sua ligação com o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. A denúncia foi feita pela revista Veja.””

    Uai, essa é uma citação do Estadão. Gostaria de ver a reportagem, ou denúncia, na própria Revista Veja (não em blogs etc.): página, edição, data e redator. Cadê? Fui pesquisar na seção “edições anteriores” e a primeira menção ao caso Cachoeira, salvo engano, foi na data 04/04/212, edição 2263, pag. 76 – 80, com duas páginas de propaganda no meio.

    Entretanto, a Veja só publicou a reportagem completa, e na capa, no dia 09/05/2012. Por quê? Também confesso que só folheio o semanário na sala de espera dos consultórios.

    Nesse mesmo tempo, a Carta Capital publicou, na capa, no dia 30/03/2012, absolutamente tudo o que a Veja diria quase dois meses depois. Sinceramente, só li a notícia nesta revista ao fazer uma análise comparativa, pois não seu sou leitor assíduo, a não ser dos artigos do Belluzzo e do Delfim.

    O que se questiona é o destaque da notícia. Por que a Veja demorou tanto para dar a importância que a notícia tem?

    Prosseguindo, a Folha de SP fez da sua capa, no dia 31/03, o escândalo do Cachoeira. Portanto, quase dois meses antes.

    São esses dados que me intrigam. Só isso.

    • Implicante

      22 de maio de 2012 at 18:27

      Se você não acredita na informação do Estadão, pesquise por conta própria. Os fatos são esses.

  26. alexandre

    22 de maio de 2012 at 17:53

    João Costa
    O Cachoeira não é um simples contraventor. Ele tem ligações com a Delta, que tem contratos nas três esferas do país. Se roubou muito dinheiro no esquema Cachoeira. Sabe o que acho engraçado nisso tudo : estão tratando o Cachoeira como se fosse “peixe pequeno” ou um “arrependido” que resolveu ser a fonte da revista. Na verdade, no jornalismo investigativo vc usa um “peixe pequeno” para pegar o chefe. Mas no caso do Policarpo, ele tinha o chefe como fonte. O Cachoeira e a Delta roubavam no país todo. Mas era importante para o país pegar um ex-diretor do DNIT ? É mesma coisa que pegar o “Nem da Rocinha” como fonte para pegar um bandido qualquer. Porque eu te garanto, que o esquema do Cachoeira não era pouca coisa não. E se roubou muito. E o Policarpo se omitiu.

    • flaviomorgen

      23 de maio de 2012 at 00:31

      Mais uma vez, você sabe de tudo isso graças à Veja. E também todos os rolos envolvendo Dirceu, Cavendish e derivados em suas ligações com a Delta. Se a Veja esperou pra soltar uma bomba que gerou essa CPMI que não poupou ninguém (nem tucano, nem o demista mais adorado do país), comemore.

  27. Thiago

    22 de maio de 2012 at 15:51

    alexandre,

    Fique a vontade para repetir “Quem tiver que meter o pau, faço sem nenhum problema.” até você acreditar nisso com bastante convicção! Quem sabe um dia você acorda do “Fantástico mundo do Lula” e começa a falar mal dele também! =)

    João Costa

    Parabéns pela paciência e pelo comentário! Resumiu de forma brilhante a realidade dos fatos, pena que algumas pessoas não querem ver ou não tem capacidade para tal…

  28. Implicante

    22 de maio de 2012 at 14:47

    Pois não. Estadão, 06/03/2012:

    “O senador Demóstenes Torres (DEM-GO) negou nesta terça-feira, 6, na tribuna do Senado, a informação de que teria sido investigado pela Polícia Federal e Ministério Público por causa de sua ligação com o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. A denúncia foi feita pela revista Veja.”

    https://www.estadao.com.br/noticias/nacional,apos-denuncia-de-revista-demostenes-torres-nega-ter-sido-investigado-pela-pf,l,apos-denuncia-de-revista-demostenes-torres-nega-ter-sido-investigado-pela-pf,844861,0.htm

  29. João Costa

    22 de maio de 2012 at 11:36

    alexandre, você continua cometendo os mesmos enganos.

    O fato de Cachoeira ser contraventor não obriga a Veja, ou Policarpo Jr., a denunciá-lo. Ele é fonte e, sim, é tratado como tal, inclusive com apoio da Constituição de 88. Artigo 5º, que transcrevo a seguir: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:”. O complemento é o inciso 14, que vem a seguir: “XIV – é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional;”. Bem, isso posto, significa que o Cachoeira tem tanto direito ao sigilo prestado pelo jornalista quanto o jornalista tem direito de resguardá-lo.

    Você pergunta se o compromisso do Policarpo é com a fonte ou com a opinião pública? É com os dois. Se ele precisa do Cachoeira para fazer as denúncias, então usa as informações, desde que apuradas e confirmadas. Se o Cachoeira é contraventor, mas passou informações que são verídicas e pediu sigilo, então serão publicadas e o sigilo, mantido. Se o Cachoeira é um homem de ilibada reputação, mas passou informações que são verídicas e pediu sigilo, então serão publicadas e o sigilo, mantido. É esse o ponto: o sigilo da fonte é válido para os bons e os maus. Porque quando o PT fazia o mesmo durante o governo Fernando Henrique, então estava tudo bem? Ou os jornalistas não sabiam que suas fontes eram também sacanas e queriam derrubar ou destruir alguém? Destruir o PT é feio, mas destruir o PSDB é bacana?
    O resultado do jornalismo que a Veja produziu levou à demissão, pela Dilma, de vários ministros de Estado. O Cachoeira tinha interesse? Claro que sim. O Policarpo tinha interesse? Claro que sim? São interesses coincidentes? Não, não são. O jornalista estava preocupado, sim, com a opinião pública e a revista considerou que, se a informação foi confirmada e era de interesse público, então será publicada. Cachoeira tinha interesse na derrubada de um esquema de corrupção que não lhe favorecia. Não consta que a demissão dos envolvidos tenha terminado com os crimes lá cometidos, mas também não consta que o pessoal do Cachoeira tenha sido diretamente beneficiado

    Você fala em falso moralismo, mas por quê? Qual é o falso moralismo? Onde está? Porque o jornalista usou informações de um contraventor? É isso? Bom, então acredito que o Policarpo deveria ter falado com você, ou comigo, para descobrir que no Dnit havia uma quadrilha atuando, não? Sem dúvida, teria conseguido informações valiosíssimas para corroborar a tese…

    Quanto ao fato de as fitas terem sido entregues em 2004, contra o André Luís, qual é exatamente o problema? Quando foi preciso jogar o nome do Cachoeira nas matérias sobre a CPI dos Bingos, a Veja não dourou a pílula. Ou ela se omitiu de publicar o que havia sido comprovado? E, ao que parece, nem por isso o Cachoeira deixou de falar com a revista ou com qualquer outro jornalista que o tenha como fonte. Ou deixou?

    O fato, alexandre, é que essa história pegou o PT pelos fundilhos das calças. O julgamento do mensalão está aí e o resultado, para o bem ou para o mal, será jogado às portas do partido, do José Dirceu e, principalmente, do Lula, que mesmo sem voz, enfraquecido pelo tratamento da doença, luta desesperadamente para jogar a culpa de tudo nas costas dos outros.

    Pode ter certeza de que, se cada jornalista tiver de denunciar a própria fonte por crimes que esta tenha cometido, acabou o jornalismo investigativo. Se isso acontecer, também pode ter certeza de que a democracia já era.

  30. Djalma do prado

    22 de maio de 2012 at 04:51

    “Djalma, a PRIMEIRA reportagem sobre o caso Cachoeira e o envolvimento do senador Demóstenes foi justamente da… Veja. Se informe melhor antes de repetir as mentiras dos blogueiros governista.”

    Ok. Então, por favor, podeira me informar qual foi a reportagem e em que data foi publicada?

  31. Thiago

    22 de maio de 2012 at 01:55

    alexandre,

    me responda uma coisa: a policia gosta de prender ‘vapor’ (pequeno traficante) ou os ‘Nem’ da parada? Você acha que governadores tem mais valor que alguns ministros (com esquemas muito maiores de corrupção, e alguns até institucionalizados)? Sério, para de show e pensa um pouco! Melhor se calar diante alguns fatos e pegar o tubarão do que a “sardinha”!

    E se me permite, vou dar uma modificada no seguinte trecho do seu texto…

    “Tem gente que se faz de ingênuo para defender ‘o Lula’, acreditando em “coelhinho da páscoa”, “papel noel” e “’Lula’ não sabia o que ‘os mensaleiros’ fazia’m’”. Bem ,estou um pouco velho para acreditar em estórias da carochinha.”

    Abraços!

  32. Djalma do prado

    22 de maio de 2012 at 01:48

    ” Curiosamente, boa parte do que você sabe do escândalo Cachoeira sabe graças a ele.”

    Verdade? Prove.

    Ah!, por que a Veja demorou mais de um mês, após o aparecimento dos escândalos do Cachoeira, para colocar os fatos noticiados, bem antes, pelos outros órgãos de comunicação?

    • Implicante

      22 de maio de 2012 at 03:22

      Djalma, a PRIMEIRA reportagem sobre o caso Cachoeira e o envolvimento do senador Demóstenes foi justamente da… Veja. Se informe melhor antes de repetir as mentiras dos blogueiros governistas.

  33. alexandre

    22 de maio de 2012 at 00:58

    Li uma coisa interessante na internet : como pode um jornalista investigativo super elogiado como o Policarpo Júnior não desconfiar nem um pouco de um grande esquema como o do Cachoeira ? Desde 2004 tinha ligação com ele e nunca descobriu nada ? Pela teoria ingênua da inocência do Policarpo, então só posso chegar a conclusão que o Policarpo não é tão bom assim como jornalista investigativo.

    • flaviomorgen

      22 de maio de 2012 at 01:17

      Curiosamente, boa parte do que você sabe do escândalo Cachoeira sabe graças a ele.

  34. José Valenciano Carinena

    22 de maio de 2012 at 00:17

    O ex-jornalista e empresário que toca cavaquinho, bandolim vive em função da Revista VEJA. Fico imaginando de onde eles tiram aqueles dados: “[…] No meu prédio 11 pessoas encerraram a assinatura da Revista Veja.

    Então como é que os MAVs recebem trinta centavos para postar esses besteiras. O Cara perdeu a noção de Ética. Vive num Universo Paralelo. Como se lá tudo que aquels pessoas com alto nivel culturam foram tomadas em choque elétrico ou lavagem estomacal….

    Tenho peno do Nassif pois se perdeu no tempo, perdeu a credibilidade e acha que organizar saraus, tocar cavaquinho , bandolin pode comprar as Inteligência das pessoas. Triste fim de que já foi um grande jornalista

  35. thiago castro

    21 de maio de 2012 at 22:53

    aqueles que frequentam o blog do nassif assiduamente acabam por entrar em uma realidade paralela. nessa realidade, serra seria preso e nunca mais disputaria uma eleição depois do “fantástico” livro do amaury;nassif seria um exemplo de independência, uma espécie de conselheiro da mídia, que deveria ser ouvido pelos veículos de imprensa se estes quisessem tirar o pé da lama e descobrirem um novo mundo; policarpo e cachoeira teriam trocado 200 ligações e a veja seria extinta em pouco tempo; fhc seria um intelectual vazio,que muitas vezes pegou carona nas idéias nassifianas; nassif teria se decepcionado com o psdb por não ser um partido de fato socialdemocrata e isso explicaria sua conversão ao petismo após sua demissão da folha. ufa,são tantas estórias contadas naquela realidade paralela que só nos resta rir bem alto e curtir o grande momento da carreira do jornalista: hoje ele foi citado por collor na tribuna do senado.

  36. Luis Hilario da Silva

    21 de maio de 2012 at 22:18

    Não sejam desonestos! Todos sabem que precisamos sobreviver e de vez em quando é preciso rever antigas posições, estratégias.

    O ex-jornalista e agora empresário está certíssimo. Com a fiasco que será o julgamento do Mensalão e José Dirceu como Presidente do Brasil em 2018 é natural que seja convidado para ser Assesor de Comunicação.

    Ás vezes penso que o que falta a esse site é uma visão de futuro de longo prazo.

  37. mameluco

    21 de maio de 2012 at 19:58

    Parabéns pelo texto, muito bom.

  38. alexandre

    21 de maio de 2012 at 19:41

    João Costa
    Vc tem uma fonte para que ? No caso do Policarpo, para descobrir casos de corrupção. Mas a própria fonte dele era chefe de um esquema de corrupção. Então só porque é a fonte dele, ele não irá denunciá-lo. Então esquece que o Cachoeira é a fonte e coloca as falcatruas dele na capa da revista ! O compromisso do Policarpo é com a fonte ou com a opinião pública ? Se é com a fonte, então para com essa ladainha que o compromisso é com a opinião pública !!! Sabia que a fonte tinha ligação “não-republicanas” com empreiteiras e com políticos e se manteve calado porque a fonte denuncia casos de corrupção de adversários. Essa é que é a verdade. Não tem nada disso de “compromisso com a verdade ou com a ética jornalística”. Esse falso moralismo que irrita.
    E o relacionamento começou em 2004. Foi quando o Cachoeira entregou a fita contra o deputado Andre Luis para o Policarpo, e Veja divulgou. Se bobear se conheciam até antes.
    E não sei porque tanta gente “põe a mão no fogo” na relação Policarpo-Cachoeira ?

  39. A Carioca

    21 de maio de 2012 at 18:30

    Relacionamento desde 2004?? Onde estão as provas desse “relacionamento”?
    Policarpo foi convidado pela comissão de ética para depois ao conselho de ética da câmara em 2005, desde então se sabia que Cachoeira não era limpinho, por que então não investigaram? Ora bolas Policarpo não tem nada a ver com isso! Nem o Nassif defende mais essa patacoada mais!

    Mais uma vez o post do RA que esclarece de vez essa besteira da suposta relação Policarpo/ Cachoeira: https://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/a-verdade-sobre-mais-uma-farsa-%E2%80%93-jornalista-da-veja-nunca-foi-testemunha-de-defesa-de-cachoeira-isso-e-apenas-uma-mentira/

    É um post longo, mas sugiro que leiam todo.

  40. João Costa

    21 de maio de 2012 at 18:21

    alexandre, o que você fala não faz o mínimo sentido. Fonte é fonte. Jornalista não é polícia para prender bandido, nem juiz para julgar. Se a fonte fornece a informação necessária, que é passível de checagem e comprovação, então tudo bem, será publicada. Se a informação não pode ser checada ou comprovada, então não. É simples assim.

    A sua indignação pode ser resumida assim: Mate-se o mensageiro.

    Triste, hein?

  41. alexandre

    21 de maio de 2012 at 18:09

    Na verdade o mais me irrita nisso tudo é o discurso da Veja que diz que o “Cachoeira era uma fonte e que não podia fazer nada contra a fonte”. Calma aí, o Policarpo sabe que a “fonte” dele chefia uma organização criminosa que desvia dinheiro público e o Policarpo fica quieto ? Que a “fonte” tinha ligação com uma empreiteira e mesmo assim ele se cala ? Será que o Policarpo nunca se perguntou de onde vinha tamanho prestígio e riqueza da “fonte” dele ? Então que a revista diga que denuncia casos de corrupção, menos os que envolvam as suas fontes. Seria mais digno !

    • flaviomorgen

      21 de maio de 2012 at 18:13

      O que aparentemente não foi senão o que a revista de fato o fez.

  42. alexandre

    21 de maio de 2012 at 17:54

    Olha, não sei o porquê do motivo do Nassif dar meia volta em sua campanha contra a Revista Veja, mas eu não acredito na inocência do Policarpo em relação ao Cachoeira. Se o Civita sabia, não posso concluir mas ninguém me convence que o Policarpo, com um relacionamento que vem desde 2004 com o Cachoeira, não sabia da conexão Cachoeira-Delta. Aliás, tem uma ligação que mostra que o Policarpo sabia. Se sabia, porque não denunciou as atividades do Cachoeira ? Tem gente que se faz de ingênuo para defender a Veja, acreditando em “coelhinho da páscoa”, “papel noel” e “policarpo não sabia o que cachoeira fazia”. Bem ,estou um pouco velho para acreditar em estórias da carochinha.

  43. Conservatore

    21 de maio de 2012 at 17:05

    PS. A Lógica se aplica ao baixo clero. O alto, sabe o que está fazendo, só não sei se,hoje, estão plenamente conscientes das consequências, ou se estão, por que insistem? Eric Voegelin explica,mas, a esquerda não lê autor “burguês”.(2008 Reflexões Autobiográficas. São Paulo: É Realizações.)

  44. Conservatore

    21 de maio de 2012 at 16:30

    A “lógica” de pensamento da esquerda é mais ou menos assim: NÃO É PARA APREENDER A PENSAR, MAS, NO QUE E COMO PENSAR.Por isso, eles dão saltos qualitativos(quantitativos, só quando serve ao partidão) em seus argumentos.Afinal, os militantes têm de “pensar” que pensam por conta própria. O rei está nu, mas, não há crianças na esquerda.

  45. Vítor Bonini

    21 de maio de 2012 at 16:23

    Nsa verdade , eu percebo não só nos escritos de Nassif , PHA , mas em outro blog “progreçistchia” , no caso o Cidadania do Eduardo Guimarães , que , se os textos dos blogueiros beiram a insanidade , a fantasias exóticas , no que se refere a sua conexão com a realidade e os fatos , os comentários dos frequentadores destes blogs , cada vez mais se assemelham as posturas daqueles grupos religiosos radicais . Se antes eu achava isto impressionante , agora já vejo como preocupante , pois o bom senso , a razão e a realidade foram mandados as favas por este grupo de militantes .
    Um dos comentários campeão de audiencia nestes blogs é o de qu a imprensa em geral e principalmente a Veja , devem ser silenciados de qualqure forma , pois as reportagens que trazem a luz a estas maracutaias e absurdfos como nuncaantesnestepaiz , representam inquestionavelmente ( segundo eles ) , uma tentativa de golpe engedrado pelas direitas , para com o democratico e popular governo Dilma .
    Já vimos este filme antes e o final nunca é feliz .

  46. A Carioca

    21 de maio de 2012 at 16:16

    • flaviomorgen

      21 de maio de 2012 at 16:38

      Ih, depois dessa vai ser difícil dizer que é implicância nossa…

  47. A Carioca

    21 de maio de 2012 at 16:13

    É o Nassif no argumento ursinho carinhoso…agora que a farsa tá caindo, ele vem assim meio de mansinho pedindo um abraço, com esse jeitinho brejeiro, fofo…aí coincidentemente os posts sobre arte (risos) e música aumentam quando o cheiro da cagada começa a empestar o ambiente.

  48. Rogério O.

    21 de maio de 2012 at 15:35

    “Aposto que não tem um jornalista da Folha que não ande precisando de Rivotril pra conseguir dormir à noite depois dessa.” Eu continuo dormindo tarde, mas bem e sem Rivotril. :-) Mesma coisa, acredito, pra grande maioria dos meus colegas. Nassif era exceção, inclusive na conta bancária (hoje abastecida pelo governo). Abs!

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais Lidas

To Top