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Lula, Marcos Valério sentiu sua falta

Se depender da defesa de pelo menos dois dos acusados pelo esquema do Mensalão, a Procuradoria Geral da República será submetida a um constrangimento na reta final do julgamento. Tudo porque os réus Roberto Jefferson e Marcos Valério decidiram questionar o óbvio e indagar sobre a inimputabilidade de Lula no caso. Afinal, se for considerada procedente a acusação apresentada por Antônio Fernando de Souza, o principal beneficiado pela alegada cooptação de parlamentares sequer foi instado a prestar exlpicações.
Abaixo a notícia de Felipe Seligman na Folha.com:

Em defesa apresentada ao STF (Supremo Tribunal Federal) no processo do mensalão, o publicitário Marcos Valério de Souza reclama que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não foi incluído na lista dos envolvidos no esquema.

O documento diz que Marcos Valério é inocente, mas afirma que a denúncia da Procuradoria Geral da República é um “raríssimo caso de versão acusatória de crime em que o operador do intermediário aparece como a pessoa mais importante da narrativa, ficando mandantes e beneficiários em segundo plano, alguns, inclusive, de fora da imputação, embora mencionados na narrativa, como o próprio presidente LULA [em maiúsculo].”

O advogado do publicitário, Marcelo Leonardo, diz que a participação de seu cliente foi “exagerada” com o intuito de deslocar o foco dos verdadeiros “protagonistas políticos”, entre eles Lula.

“A classe política (…) habilidosamente deslocou o foco das investigações dos protagonistas políticos (LULA, seus ministros, dirigentes do PT etc) para o empresário mineiro Marcos Valério, do ramo de publicidade e propaganda, absoluto desconhecido até então, dando-lhe uma dimensão que não tinha e não teve nos fatos objeto desta ação penal”, diz a defesa do publicitário.

Ele foi apontado pelo Ministério Público como o operador do esquema do mensalão, esquema de pagamento de propina em troca de apoio político no Congresso Nacional, revelado pela Folha em 2005.

A defesa de Valério nega, ao longo de 148 páginas, a existência do esquema. Diz que os pagamentos efetuados por ele, a pedido do então tesoureiro do PT, Delúbio Soares, eram referentes a pagamentos de dívidas da campanha eleitoral de 2002, quando Lula foi eleito presidente da República pela primeira vez. (Grifos nossos)

(…)

Íntegra aqui.

Comentário:

Se, de acordo com as palavras do então Procurador Geral de República, Dirceu foi o “chefe da quadrilha” que assaltou os cofres públicos, o chefe de Dirceu era quem?

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