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Memória Implicante: o que Lula dizia em 2013 sobre o uso de armas químicas pela Síria?

Hoje, por certo não tem mais dúvidas.

Com Assad, em Damasco (2003).

Corria o ano de 2013, Dilma Rousseff já (e ainda) era Presidente da República, e Lula, no auge da popularidade, também dava seus pitacos sobre a geopolítica mundial. E ele o fez em seminário promovido por uma revista. Na ocasião, sobre o governo da Síria (uma notória ditadura, sob suspeitas fortes de usar armas químicas), disse o seguinte:

E agora dizem que a Síria tem armas químicas (…) Como vocês, eu fiquei horrorizado com aquela imagem das crianças mortas. Eu gostaria de ter passado pela terra sem ter visto aquilo. Agora, quem é que disse quem foi que fez aquilo? (…) Não sei se o Ban Ki Moon já foi à Síria. Acho engraçado porque li no jornal que a ONU vai investigar armas químicas. E tinha a foto dos rebeldes. Quem é que está armando os rebeldes? Quem são os rebeldes? Eu, como sou amante da democracia, acho que esse Assad estava bem na hora de ir embora mesmo. Mas democraticamente.” (grifamos)

As palavras amenas não são obra do acaso, pois Assad é uma espécie de aliado da esquerda mundial e alguns dos movimentos rebeldes da Síria, por sua vez, são ligados aos EUA. Desnecessário dizer de que lado ficam os canhotos – se alguém ainda duvida, basta saber a posição de Putin.

Quatro anos depois, nos dias de hoje, temos a confirmação de que foram usadas armas químicas em mais um terrível ataque da ditadura de Assad. Aguardemos a posição da esquerda, sobretudo a parcela que duvidava disso.

“Suposto” Ataque

Muitos notaram que alguns veículos chamaram de “suposto ataque” o terror acontecido na Síria. Chegava a soar piada de péssimo gosto algo assim. Pois nada é por acaso e essa linguagem é empregada para não acusar diretamente alguém que a esquerda tem como aliado.

Fonte: Folha de SP

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