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Mais da metade dos “millennials” americanos preferem socialismo ou comunismo em vez de capitalismo

Oito em cada dez entrevistados subestimaram o total de mortes causadas pelo comunismo

Foto: Foundry Co / Pixabay

Zbigniew Brzezinski foi secretário de Estado no governo de Jimmy Carter, nos Estados Unidos. Na década seguinte, seria um dos pais da Fundação da Memória das Vítimas do Comunismo. Morto em maio de 2017, não viveu para conhecer o resultado da pesquisa encomendada pela ONG ao YouGov. Nela, números preocupantes.

A maior parte dos jovens entrevistado disse preferir viver no socialismo ou no comunismo em vez do capitalismo. O placar foi “apertado”: 51% a 42%. Mas surpreende justamente por vir da nação que saíra vitoriosa da Guerra Fria.

No total, o capitalismo reina para 59% dos entrevistados, o que não impediu o socialismo/comunismo de ser escolhido por uma fatia de 37%.

Outros dados deixaram tudo ainda pior. Oito em cada dez “millennials” subestimaram o total de mortes no comunismo. E um quarto dos entrevistados disse ver em Che Guevara um herói.

O ponto positivo é que a liberdade de expressão segue bem protegida, com três quartos dos entrevistas se dizendo a favor dela sem ressalvas. Falta apenas alguém contar aos jovens que isso não existe no socialismo.

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