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O próprio Fidel Castro admitiu que a ditadura cubana perseguiu homossexuais

Nos anos 1960 e 1970, gays e lésbicas cubanos foram exonerados, presos ou enviados a campos de trabalho forçado

Era 31 de agosto de 2010. Em entrevista ao Jornada, Fidel Castro admitiu que a ditadura cubana perseguia homossexuais. Nos anos 1960 e 1970, gays e lésbicas foram exonerados de cargos públicos, presos ou mesmo enviados a campos de trabalho forçado.

Décadas depois, o ditador reconheceria que aquilo havia sido um erro, conforme registrou o Estadão:

É verdade que nós fizemos isso. Estou tentando limitar minha responsabilidade por tudo isso porque, de fato, eu não carrego comigo esse tipo de preconceito.”

Contudo, Castro reconheceu que a responsabilidade por toda a perseguição era dele:

“Se alguém deve ser responsabilizado por isto, sou eu.”

Em verdade, a mudança de postura ocorrera alguns anos antes do depoimento ao jornal mexicano. Entre 2003 e 2005, o ditador comunista já tinha tocado no assunto diante do jornalista francês Ignacio Ramonet:

“Eu gosto de pensar que a discriminação contra os homossexuais é um problema que está sendo superado. Velhos preconceitos e visões estreitas serão, cada vez mais, coisas do passado.”

Infelizmente, mesmo após a morte de Castro, a ditadura continua sendo uma “visão estreita” do presente em Cuba.

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