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O PT e a (falta de) Segurança Pública

As falácias e o método do partido – as críticas que desaparecem depois da posse, a situação dos estados que governam e muito, muito mais.

Brasília-DF, 10/02/2011. Presidenta Dilma Rousseff recebe o governador da bahia Jaques Wagner. Foto: Roberto Stucket Filho/PR

Como todos sabem e provavelmente já viram, os petistas gostam de atacar a Segurança Pública do Estado de São Paulo. Tudo, claro, por objetivo eleitoral. É do jogo? Pode ser, mas desde que se tenha algo positivo para mostrar e, convenhamos, não é o caso.

Fernando Haddad, quando era candidato a Prefeito, tratava a segurança pública de SP como uma calamidade. Uma vez eleito (usando esse discurso), MUDOU TOTALMENTE SUA FALA. “Chacinas” e “extermínios” deram vez a outra explicação: “ponto fora da curva”.

Haddad apenas segue o método. O partido governa a Bahia e o Rio Grande do Sul. Não importa o que prometeram na área de segurança pública, o estarrecedor é como as coisas estão.

A Bahia, governada pelo PT, é um exemplo de COMO NÃO AGIR no combate à violência. Em dado momento, houve VINTE MORTOS no espaço de dezoito horas. Mas nenhum militante petista, especialmente os de redes sociais, mostrou sensibilidade com as vidas dos baianos. Uma pena que o interesse eleitoral esteja à frente até mesmo de vidas humanas.

E quais são as medidas da gestão do PT? Pois bem… A Secretaria de Segurança Pública da Bahia dá algumas dicas, entre elas: tenha sempre o “dinheirinho do ladrão” na carteira e, em caso de sequestro, recomendam à vítima GESTICULAR FEITO DOIDA.

Quanto aos recursos humanos, exigem que as policiais sejam VIRGENS, com direito de EXAME GINECOLÓGICO. “Feministas Kinder Ovo” (entenda o conceito) não falam nada sobre isso, preferindo reclamar da embalagem de um ovo de páscoa.

E temos também o Rio Grande do Sul, igualmente governado pelo PT. Como anda a segurança pública por ali? Uma porcaria, para infelicidade dos gaúchos que votaram nos petistas em busca de melhoras nesse pormenor.

Em todo o estado, os homicídios aumentaram de 1654 para 1943 de 2011 para 2012, variação de 17% e taxa de 18,9 por 100 mil habitantes. Na capital, Porto Alegre, a variação foi de 382 para 451, chegando a 31,9 homicídios por 100 mil habitantes. E os dados são de fonte oficial.

A preocupação petista com a violência tem menos a ver com os índices de homicídios e mais com o interesse eleitoral. Basta prestar atenção nas taxas em todo o país para constatar que não faz sentido a atuação ambígua de certa militância: gritos contra quem reduz a violência e silêncio obsequioso quanto a quem aumentou tais índices.

Desse modo, convém guardar esses dados (que são factuais, não chutes) para quando eles reclamarem, bem no período eleitoral e com seletividade conveniente ao partido, da segurança pública de estados ou cidades que não governam. Os fatos estão aí: eles não são bons nisso; na verdade, são péssimos.

Não sabem cuidar da violência e da segurança pública. Basta consultar dados oficiais ou apenas perguntar a algum baiano ou gaúcho – que só eram lembrados como cidadãos sujeitos aos problemas da segurança pública antes do partido tomar o poder.

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1 Comentário

1 Comment

  1. Marcos Jr.

    20 de março de 2013 at 16:17

    A sorte do RS é que pelo menos existe a tradição de não se reeleger governadores.

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