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O voto Tiririca na extrema-direita da USP

* por Flavio Morgenstern

Saiu no portal iG a notícia: Extrema-direita universitária se alia a skinheads. Uma chamada que nem precisava da ênclise para ser assustadora. Aquele povo magrelo caxias, que vai pra faculdade de camisa social por dentro da calça, sem voz nos cursos de Humanas por serem cristãos, estão mancomunando-se a skinheads fortões e briguentos, com tatuagens de cruzes de malta com caveiras, para defender seus ideais. Um risco que a USP não deveria enfrentar.

Não mesmo. Poucas coisas são mais parecidas com o extremismo de esquerda do que o extremismo de direita. Poucos fanáticos se parecem com um moderado, embora fanáticos completamente díspares sempre se pareçam um bom bocado entre si. Antes de tentar enxergar um antagonismo leve demais entre “esquerda” e “direita” na extrema-esquerda e na extrema-direita, é de bom alvitre perceber uma muita mais óbvia confluência no fator “extremo”.

Segundo a reportagem do iG, uma tal União Conservadora Cristã (UCC) merece virar notícia porque seu “núcleo duro” (4 membros, ui!) defende valores ultra-conservadores (aquela papagaiada de casamento, ativismo anti-drogas, faniquitos homofóbicos bastante afetados), além das típicas viagens maionesísticas tão propaladas por Olavo de Carvalho, como Geraldo Alckmin colocar “uma mordaça gay na sociedade paulista” (HUAEhUAEhuAEhuAEhu), ou “a pedofilia na Igreja ser fruto da infiltração de agentes da KGB” (HAEUHUAEhuAEhuAEHuhuAE!!). A tal União Conservadora Cristã tem 16 membros, sendo 14 da USP.

Algo merece virar notícia ou por seu caráter insólito (como um anão vestido de palhaço que mata 8 na Croácia), ou por sua importância para o leitor (a corrupção no Estado brasileiro é a mais trivial e manjada das manchetes políticas, mas não deixa de merecer sempre a capa das revistas). Fica então uma dúvida séria para o iG: como 14 magrelos guris de apartamento que simplesmente dizem apoiar skinheads merecem mais destaque do que a desforra que é a tomada da USP pela extrema-esquerda há… bem, meio século?

Claro que reclamo disso para proteger meu próprio rabo. Eu também tenho uma proto-chapa para o DCE da USP (a proto-chapa é minha e eu chamo do que eu quiser). Ela também vai contra todos esses que estão aí, há décadas dizendo que são contra tudo isso que está aí. É a Chapa América, e nós também queríamos aparecer no iG pela defesa intransigente e fanática de ideais radicais e extremistas. Entre nossas propostas, arrole-se:

  • Privatização imediata da Universidadepúblicagratuitaedequalidade.
  • Extinção de 80% de vagas na FFLCH, com 50% de cotas para gostosas nos vestibulares da Faculdade, além de troca do curso de Ciências Sociais pelo de Mercado de Capitais e Especulação Financeira.
  • Passagem total para a PM no campus da Universidade, com postos policiais permanentes localizados na praça da FFLCH.
  • Execução do glorioso hino nacional americano The Star-Spangled Banner diariamente, na abertura e encerramento de atividades da Universidade.
  • Fim da estabilidade do servidor público. Faltas e vagabundeagens serão administradas com demissão sumária sem resgate do fundo de garantia.
  • Patrocínios com grupos empresariais como ITAU, SOUZA CRUZ, GERDAU, USIMINAS com o objetivo de trazer influxo de recursos para troca de carteiras e equipamentos.
  • Privatização do Bandejão, transformando-o em um praça de alimentação com Applebee’s, Outback e Starbucks.
  • Renomeação dos prédios da FFLCH para Ronald Reagan Building e Margaret Thatcher Complex.
  • Palestras de Diogo Mainardi, Reinaldo Azevedo, Olavo de Carvalho, Leandro Narloch e Luiz Felipe Pondé sobre o tema “Neoliberalismo como meio de desenvolvimento e educação”.
  • Grupos de estudo do Livro Negro do Comunismo e dos Axiomas de Zurique, além de obras como Capitalismo e Liberdade (Milton Friedman), A Revolta de Atlas (Ayn Rand) e O Caminho da Servidão (Friedrich Hayek).
  • Auditorias verificando se a cada vez que nomes como Marx, Trotsky, Gramsci, Adorno ou Lukács são citados, menções elogiosas a Mises, Hayek, Sowell, Friedman, Jouvenel, Rothbard, Bastiat ou Ortega são feitas imediatamente e em igual ou maior quantidade.
  • Criação de estátuas de bronze em tamanho real de Ayn Rand entre os prédios de Sociologia e Letras e de Ludwig von Mises no vão do prédio de História.
  • Aproximação com as Universidades americanas da Ivy League com troca de intercâmbio e pesquisas acadêmicas em liberalismo, em troca de patrocínio através de vaquinhas para os estudantes que querem defender partidos socialistas na Índia ou no Cazaquistão consigam suas passagens.
  • Devolução do Brasil para Portugal (todo mundo com passaporte europeu, nossos times jogando na UEFA e ainda ganharemos em euro!).

Por que não merecemos o mesmo marketing do iG? Só porque somos apenas uma proto-chapa, e não uma chapa? Falta radicalismo? Falta extremismo? Falta fingir com mais empenho que o DCE serve para alguma coisa?

Há de se entender o que significa o surgimento de organizações como a tal UCC (em plena USP, não tinha nome menos cretino do que algo cuja abreviação é pronunciada como “o cecê”?): elas são uma conseqüência, um efeito, não uma causa eficiente. E a causa é que se pode viver uma vida tranqüila e saudável sem esbarrar com sindicalistas barbudos de extrema-esquerda (e com cecê). Se não houvesse tanta extrema-esquerda na Cidade Universitária, transformando-a em uma colônia de férias comunista em pleno Brasil, não haveria UCC. Mas fazendo qualquer curso que não seja Medicina, parece impossível sobreviver na Cidade Universitária sem ter aulas interrompidas por militantes do PSTU, PSOL, PCO, LER-QI, MNN, Pão e Rosas e mais um sem número de organizações extremistas.

E essas organizações controlam o DCE, as greves, as invasões de Reitoria, interrompem aulas, fazem propaganda política ilegal em espaços públicos, manipulam funcionários, reviram lixo pelo prédio e são defendidas até pelos professores.

Quando a famosa “greve do lixo” do começo deste ano foi decretada na FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, o antro dos comunistas dos cursos de extrema-Humanas da USP)  virou notícia pela quantidade de papel higiênico espalhada pelo prédio just for fun por matriculados vagabundos (ou alguém os chamaria de “estudantes”?), não vi nenhuma afirmação em algum veículo de comunicação, nem na chamada “mídia corporativista burguesa”, de que a Universidade estava sendo danificada, atacada e destruída por alunos “de extrema-esquerda”.

Isso cansa. No Brasil, ser de direita é ser de extrema-direita, e ser de extrema-esquerda é apenas ser de esquerda. Mas antes que um crítico da extrema-esquerda da USP possa comemorar, é preciso lembrar que é muito mais natural criticar radicalismo com mais radicalismo chumbreca do que com alguma seqüela de argumentação.

É o que fazem esses chongos da UCC. Cansou do radicalismo irracional do PSTU à luz do dia? Apele pros sentimentos contrários e pronto. Foi o mesmo erro da campanha de Serra em 2010: não apresente argumentos contra o PT, apele para valores que nunca são discutidos à luz da análise perfunctória, e faça campanha sobre aborto e se alie a pastores evangélicos retardados “pró-vida” sem sopesar ambos os lados.

Ninguém está livre de acabar se associando ao totalitarismo comuno-fascista – muito menos quem sofreu por ele. O ressentimento é bem conhecido por quem conhece Israel, e mesmo a paranóia de alguns judeus em considerar qualquer coisa “anti-semitismo” (recuso-me a escrever “antissemitismo” com SS, senhora Nova Norma). É o mesmo que se dá aqui, com pessoas que só atrapalham qualquer seqüela de senso do ridículo em ambos os lados. Se com 14 integrantes a chapa conseguiu o quinto lugar de votos, foi por serem votos de protesto de alguns que não agüentam mais viver tendo de lembrar de comunismo e Tchecoslováquia o dia inteiro. A UCC é o voto Tiririca do DCE.

A UCC vira notícia por serem alguns moleques mimados que finalmente surgiram na USP com um discurso ultraconservador. Ela é apenas uma reação de fanáticos nocivos igualmente ao discurso radical trotskysta que está lá há gerações, depredando e invadindo os prédios e impedindo aulas. E não custa lembrar que os Bolsonaros da esquerda são piores. Enquanto a nota sobre a UCC mobiliza todas as Universidades do país a olharem para a chapa com o desdém que ela merece, rola um Festival de Cultura Cannábica, com, ABRE ASPAS, “temas cannábicos, dicas de cultivo, bate papo ativista, ato em defesa do orgulho cannábico”, FECHA ASPAS, que também ganha espaço com artigo de defesa até no Observador Político – mas não tratam universitários queimando brenfa na USP como “notícia”, nem mesmo falam de extremismo já lugar-comum.

Se não há problema apontado pelas chapas de extrema-esquerda do DCE que não se resolva com um Starbucks gigante no vão do prédio de História, também não há nada no discurso molóide da UCC que não se resolva fazendo sexo mais do que uma vez por década. É uma conversinha típica de gente que não trepa. Os problemas da USP são muito fáceis de se resolver.

 

Novilíngua

O escritor mexicano Octavio Paz sabia que a principal forma de controle era sobre a língua. Assim também falou Nietzsche: nunca nos livraremos de nossos deuses enquanto não nos livrarmos de nossa gramática. George Orwell sabia disso bem, ao imaginar como uma sociedade totalitária perfeita criaria uma língua em que fosse impossível reclamar do Estado.

Palavras são signos, que representam conceitos. Se um físico sabe que existem mais de 100 partículas subatômicas, enquanto nos contentamos com “elétron e próton”, o mesmo se dá na taxonomia política. Cuidei do tema ao tentar explicar o que são “conservadores”, por que a defesa da mulher e seus direitos não é o mesmo que feminismo (inclusive explicando a espinhosa diferença entre um ateu e um agnóstico), não canso de tentar explicar princípios liberais e libertários para meus também incansáveis leitores.

Trabalhar com palavras exige uma delimitação perfeita do que são os conceitos que elas representam – as técnicas oratórias que políticos e advogados utilizam para engabelar suas audiências visam, justamente, fazer o contrário, arrolando e misturando um sem-fim de conceitos em uma só palavra, para espatifar a sintaxe e vê-la realocada justamente por seus cupinchas acadêmicos, e achar que se descobriu a cura do câncer no processo.

A reportagem do portal iG não foge a regra – diz:

“Em mais de duas horas de conversa, entre um cigarro e outro, o estudante citou pelo menos 15 autores conservadores, muitos deles nunca traduzidos para o português.”

É um problema, pois não poderia haver maior elogio a uma pessoa numa Universidade brasileira do que ler autores que seus professores não leram. E se há algo que não quero fazer é elogiar moleque mimado da UCC. É de se perguntar, por exemplo, se alguém do portal iG conhece os tais autores não citados (quem foram? Peyrefitte? Ron Paul? David Stove? P. J. O’Rourke? Horowitz? Santayana? S. E. Cupp?). Mas falam, por exemplo, no “integralismo (versão brasileira do nazismo) de Plínio Salgado”. Plínio Salgado, por imbecil que fosse, defendia judeus – logo, não era nazista, “apenas” fascista. Tentou-se apelar para uma dimensão psicológica da linguagem que não existe no original, aproveitando-se da ignorância do público a respeito – ou, na melhor das hipóteses, chutando hipóteses pelo próprio desconhecimento de causa. Por que chamar as coisas pelo nome dói tanto no Brasil?

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=LQPrgwG-JYQ[/youtube]

Óbvio que até o tal Celso Zanaro, o entrevistado do “núcleo duro” de 4 membros da UCC, mostra ser um parvoete que adora ignorar o assunto com que lida – ao falar de skinheads, ataca: “Eles se dizem de extrema-direita mas o líder deles é vegetariano”.

Deu pra entender? Se você é a favor do mercado, da família e de valores de direita, você é obrigado a comer carne. Afinal, a conditio sine qua non para ser favorável a planificações econômicas e revoluções é deixar de comer carne…

O que o trocinho faz é revelar a que veio: como reação pendular ao extremismo oposto, mostra que seu discurso também é pronto, comprado, lhe deram já mastigado em formato de papinha. Para ele, não aceitar a imposição comunista que grassa na USP é adotar um estereótipo padronizado, que inclui, mas não se limita a, ser fanático religioso, ter uma retórica reacionária contra inimigos genéricos e nunca individualizados e indigitados, acreditar que ter senso de ecologia é imposição dos quartéis do Kremlin (um erro histórico imperdoável), defender todos os erros e problemas do capitalismo apenas por acreditar que toda crítica ao sistema irá culminar fatalmente no genocídio famélico de Holodomor, não ser cristão é ser bolchevique e ser vegetariano destrói a família nuclear heterossexual.

A diferença principal entre um liberal e um conservador é que o primeiro não quer que o Estado seja tomado e inflado para ditar regras na vida de ninguém, enquanto o conservador odeia apenas os ditames estatais que influenciem no seu bolso, mas aplaude cada influência estatal se for para obrigar os indivíduos a acreditarem nas histórias da carochinha em que acreditam. A UCC é o PSTU católico.

Enquanto o Celso Zanaro e seus coleguinhas não aprenderem a distinguir cada lado e não perceberem que mesmo conservadores casca grossa como Roger Scruton conseguem lutar por direitos animais sem comprar um discurso tão pronto e estereotipado que parece saído de uma linha de produção soviética, o melhor a fazer para deixar a USP menos atolada de comunistas e papel higiênico usado seria calar a boca.

(com colaboração do Juliano Torres, do Liber, que ajudou no resgate das propostas da gloriosa Chapa América. God bless America!)

 

* Flavio Morgenstern é tradutor, redator e analista de mídia. Foi considerado “muito pouco de direita” pela UCC. Melhor elogio, impossível. No Twitter, @flaviomorgen

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52 Comentários

52 Comments

  1. Thiago Benevides

    12 de novembro de 2011 at 10:32

    No meu Campus (Ufscar Sorocaba) tbm há uma parcela considerável de pessoas contra o partidarismo, o extremismo de esquerda e afins. Inclusive, amigos meus formaram uma chapa pro DA para manter esses partidos o quão mais fora do núcleo de decisão do ME quanto for possível. No entanto, uma olhada superficial nos seus textos dá uma forte impressão de ser um cara reacionário ao extremo, cujo único objetivo é lutar contra os partidos de esquerda na USP, sem se importar com nada mais.
    Mas olhando esse texto agora dá pra perceber que não é bem assim, há ideias consistentes, só o discurso que parece uma pregação idiota anti-esquerda.

    A tempo, não sou extremista de esquerda nem aliado de forma alguma a algum partido, mas só saber que existem caras como a UCC na USP me causa asco. Isso é extremamente perigoso SIM e acredito que seja extremamente relevante..

    • flaviomorgen

      12 de novembro de 2011 at 11:52

      Thiago, eu apenas escrevo sem “outroladismo”. Aliás, criticam a tal “mídia” (o correto seria “imprensa”) por ser conservadora e sei lá mais o quê, e é dificílimo encontrar um ponto de vista contrário à greve e PM aparecendo como notícia, por exemplo. No fim, ainda mais fazendo Letras, tenho bem mais amigos de esquerda do que de direita – só não preciso é ficar expondo o que já foi exposto antes para bancar uma de “democrático” e “imparcial”. Abraço

  2. Gustavo Bandeira

    11 de novembro de 2011 at 07:10

    “Tentou-se apelar para uma dimensão psicológica da linguagem que não existe no original, aproveitando-se da ignorância do público a respeito – ou, na melhor das hipóteses, chutando hipóteses pelo próprio desconhecimento de causa. Por que chamar as coisas pelo nome dói tanto no Brasil?”

    É por isso que as merdas conseguem ir pra frente.

    Dó tanto no Brasil… Isso é só no Brasil? Tem algum canto em que não é assim? É só cê dar o reply que eu compro passagem e casa lá, custe o que custar.

  3. francisco ramos

    3 de novembro de 2011 at 20:17

    Thiago, esta é para você: eu gosto mesmo é de mulher, e gostosa. Por conseguinte fica difícil saber o que
    você quer, citando o meu nome. Eu hein !

  4. Leonardo Bruno Conde Loppeux de la Villanueva

    30 de outubro de 2011 at 01:06

    Libertários são uma espécie de bissexualismo da direita: querem livre mercado, mas defendem quase toda a agendinha politicamente correta do PT e do PNDH-3. Resta saber se vamos preservar o capitalismo sem o cristianismo e com o marxismo cultural em todo o resto. Ah sim, isso é teoria conspiratória da direita!

  5. Luz no Fim

    18 de outubro de 2011 at 23:36

    O Olavo “não teve a coragem de te responder”… Flávio, Flávio Morgen, não se dê tanta importância, meu filho. A primeira pergunta seria se o Olavo leu algum dos seus artigos, e isto já seria de muito bom tamanho. Dizer que ele não teve a “coragem de responder”, aí já é delírio de grandeza, né não? Fico à espera.

    • flaviomorgen

      19 de outubro de 2011 at 01:36

      Luz, eu fiz a provocação quando ele postou aquela coisa ridícula sobre Breivik ser “filiado ao partido nazista” (500 likes, 300 comentários and counting). Isso porque já desmistifiquei uma “prova” dele, e ele só criticou, por fora, o fato de eu citar autores cristãos (e não é isso que ele quer?), e não contra-argumentou. E não é preciso ter “delírio de grandeza” para debater com o Olavo, se até uma mula como o Leandro Konder já debateu com ele.

  6. Luz no Fim

    17 de outubro de 2011 at 22:56

    Flávio, tenho uma idéia: você que é tão avesso ao Olavo de Carvalho, poderia fazer um destes seus textos incompreensíveis expondo toda a crítica ao seu (dele, viu?) pensamento. Eu ia me divertir muito lendo.

    • flaviomorgen

      18 de outubro de 2011 at 15:37

      Não sou “tão avesso” ao Olavo se tenho vários livros dele aqui e fiz MUITA gente (centenas) lerem Olavo. Gente que nunca o leria não fosse a minha sugestão. As críticas ainda surgirão num texto, mas a ordem de prioridades o jogou muito pra baixo. (aliás, as críticas que fiz a ele aqui no Implicante ele não teve coragem de responder)

  7. rorschachbr

    11 de outubro de 2011 at 17:41

    O vocabulário pode ser mais sofisticado mas na minha opinião autor é um playboy anticristão. Direitos das mulheres e dos animais? Que papo de boiola. Depois fala que os outros é que não trepam…
    Leia o ………..blogspot.com. Mesmo que dê uma de Reinaldo Azevedo, o ” conservador que apóia o casamento e a adoção por homossexuais”, e não publique o comentário fica a dica do blog.

  8. Doutor Gori

    11 de outubro de 2011 at 14:19

    Flávio, meu caro

    Sua proto-chapa necessita rever a plataforma. Onde está a exigência de depilação para as estudantes de Humanas?

    Abraço do Doutor

    • flaviomorgen

      11 de outubro de 2011 at 16:01

      PUTZ, Doutor! Mea maxima culpa, teremos de reaver o processo, com auditorias mensais feitas por estagiários de Serviço Social. Grande abraço!

  9. João

    10 de outubro de 2011 at 12:51

    Flávio, não adianta. Além de economia, esquerdistas também não são capazes de entender ironia.

    Saudações.

  10. Thiago

    10 de outubro de 2011 at 03:49

    Agora eu fiquei na dúvida…

    Esquerdistas e o francisco ramos não entendem ironia/sarcasmo? o.O?! … >_<

  11. francisco ramos

    8 de outubro de 2011 at 22:40

    Puxa vida Flávio ! Finalmente você admitiu a responsabilidade do neoliberalismo na tragédia grega (irôni-
    camente, na Civilização Grega, as tragédias eram sempre representadas à tarde, período que antecede a
    escuridão – vide Conferência “A História da Ópera”, que o tio Sukita aqui possui em vídeo) em resposta à
    postagem do Alexandre sôbre o assunto. Admissão um tanto tardia, não? Parabéns ! Vá em frente garoto!
    Você consegue !

  12. Luz no Fim

    6 de outubro de 2011 at 00:01

    Lamentável, Morgen. Você não publica minha resposta e ainda por cima contesta com uma frase ininteligível. E ainda tem a cara de pau de me corrigir. Eu cometo erros de ortografia e não sei latim, mas pelo menos me faço entender.

    • flaviomorgen

      7 de outubro de 2011 at 18:26

      Luz, minha postagem saiu em resposta ao seu comentário. Aliás, Aqui pelo painel nem tenho como fazer diferente (ou não sei). Seu comentário é que sumiu sem motivo. De todo modo, não é um erro de ortografia, e sim de sintaxe. Não vejo problemas em pessoas usarem a construção imprópria “status quo”, desde que não sejam fãs de Olavo de Carvalho ou outras pessoas que confundem o futuro da humanidade consigo próprias.

  13. Luiz

    5 de outubro de 2011 at 04:06

    Oi Flavio, tudo bem?
    Gostaria de fazer uma observaçao ao seu comentario. Nao é correto afirmar que “status quo” seja incorreto. Na verdade, essa é a forma adaptada dos ingleses ao original em latim “status quo”. Reza a “lenda” que os ingleses incluiram um “s” para que fosse pronunciado mais facilmente. Assim como ocorreu com varias outras palavras latinas presentes naquele idioma. Assim que, o correto seria dizer que o colega em questao deveria usar a forma mais correta da palavra “statu quo”. Por sinal, adorei a critica, ficou bem sacarstica e bem humorada ;)

    • flaviomorgen

      7 de outubro de 2011 at 18:44

      Luiz, correto, é, afinal, não é latim. :)

      Na verdade, isso veio bem antes dos ingleses. No Direito Romano (uma das 3 áreas em que o latim proliferou mesmo depois da ascensão das línguas românicas), há vários “status”: status civilis, status familiae, status libertatis – até o status pelatus. Notavalmente, são expressões “prontas”, usadas sem entendimento das declinações apenas para usar um termo comum a todas as nações que usaram o Direito Romano como base para o Direito Civil. Assim, quando deram de cara com a única outra expressão que não representa o estado de uma pessoa, mas é oração reduzida de outra (“in statu quo ante”, que por sinal representava o estado anterior, e não o atual), acabam achando que podem substituir a grafia de uma por outra – de tal sorte que hoe escrever com a declinação correta faz alguém acreditar que você que errou.

      Mas obrigado pelos elogios! :)

  14. alexandre

    3 de outubro de 2011 at 10:18

    Hj li a seguinte notícia : ” Grécia não irá cumprir as metas de déficit público em 2011 e 2012″.Depois disso me lembrei de meus professores “esquerdista” e “doutrinadores” que diziam que em países com recessão, fazer pacote de austeridade fiscal para equilibrar o orçamento não adianta, é “enxugar gelo”. O ministro das finanças da Grécia explicou o porquê do não cumprimento : ” a recessão foi mais severa que imaginávamos”. Ontem leio na Folha de SP uma frase típica de um credor da dívida grega : “sou um operador de mercado, se enxergo uma chance de ganhar dinheiro, corro atrás. NÃO É PROBLEMA MEU COMO VÃO SANEAR A ECONOMIA”. Depois de tudo isso, vejo que meus professores esquerdistas estavam certos. E olha que a Grécia fez tudo direitinho que o FMI mandou, com demissões, privatizações e corte de gastos sociais. Agora quero ver a galerinha do FMI, liberais e escola austríaca que diziam que se a Grécia seguissem a recomendações deles (austeridade fiscal), ela iria sair dessa.

    • flaviomorgen

      3 de outubro de 2011 at 13:48

      Poi zé, alexandre. A culpa foi do neoliberalismo. Falta Estado nessa economia.

  15. flaviomorgen

    2 de outubro de 2011 at 15:34

    Luz, se Serra virarasse o Lula, pode ter certeza de que ele tomaria o poder e quem tomaria em outro lugar seríamos nós. Abs.

  16. Leo Martins

    1 de outubro de 2011 at 10:48

    E essa reportagem pelo menos é inspirada em um dado factual — lembro-me que em 2009 publicaram um artigo com um personagem fictício e caricato como se fosse um representante de um movimento real https://stoa.usp.br/calsaverini/weblog/52854.html . E não me lembro de haverem admitido a barriga, devem ter pensado que afinal de contas “Se non è vero è ben trovato”…

    • flaviomorgen

      1 de outubro de 2011 at 11:53

      Leo, boa nota. Esses fenômenos são sintomáticos: aparece a extrema-esquerda fazendo merda, e rapidinho algum extremista oposto fala a algum repórter alguma idiotice que estampa manchetes. Se eu fosse um jornalista de esquerda (como 90% dos jornalistas), ficaria agora ligando pro Celso Zanaro todo santo dia em troca de mais declarações risíveis (até a comunidade do Olavo não quis acreditar de tão ridículas que eram!) pra mostrar como a extrema-esquerda, afinal, é angelical perto do corolário oposto dela.

  17. alexandre

    1 de outubro de 2011 at 06:49

    João
    Também sou contra investimento público em estádios e acho que teremos alguns “elefantes brancos” , como os estádios de Cuiabá, Natal e Brasília (não são praças de futebol suficentes para manter estes estádios). O Itaqueirão é uma vergonha. Mas tanto a copa quanto as olimpíadas forçarão as nossas autoridades e investirem mais na infra estrutura. Só uma olimpíada para fazer o metrô chegar à Barra (projeto de mais de 20, anos), revitalização da zona portuária do Rio, criação de linhas expressas pela cidade e a implantação das UPPs. Se todos esses projetos saírem do papel, a copa e as olimpíadas já deixarão um grande legado para a cidade do RJ. Não sejamos ingênuos. Muitos projetos de infra estrutura não sairiam da papel se não fossem a Copa e as Olimpíadas.
    Sobre as críticas, tem pessoas como vc que acredito na sinceridade de indignação. Mas tem pessoas na internet, principalmente os que tem vínculos políticos com a oposição, que querem o “quanto pior,melhor”, que foi por tanto tempo praticado pelo PT mas que parte da oposição tomou como lição de casa. Nesses, não acredito nem um pouco na sinceridade das críticas. Te garanto que se fosse outro político no poder, esses “críticos da copa” desapareceriam.

  18. Vaus Sinter Tomber Naus nomber Cufister

    1 de outubro de 2011 at 00:08

    Vão à merda! Estou eliminando este site de meu arquivo! Que bobajada.

  19. Luz no Fim

    30 de setembro de 2011 at 18:02

    Morgen, às vezes eu não consigo entender o que você escreve. Veja bem, Um rapaz, o Flávio, te perguntou se a sua afirmação de que o Olavo “viaja na maionese” quando diz que a KGB infiltrou agentes na igreja, se a sua afirmaçao é baseada em achismo (“duvida só por duvidar?”), se você “duvida que as obras sobre o tema existam” ou , muito importante, se “já as leu e contesta o conteúdo”
    Você começa por dizer que “só um perguntou isso”. Qual o problema? Você só contesta perguntas de mais de 2, 3, 9, 20?
    Pela sua resposta parece que você baseou sua arrogante gargalhada no puro achismo. Resumindo, Morgen, ignorância quando vai junto com este pedantismo é um espetáculo lamentável.

    Aproveito para responder a pergunta, “Por que não merecemos o mesmo marketing do iG? Só porque somos apenas uma proto-chapa, e não uma chapa?” Não Morgen, o IG não dá importância ao seu pensamento nem a nenhum pensamento boboca liberal “libertário” porque este pensamento não representa NENHUMA ameaça ao status quo. Tá respondido?

    obs: A propósito, você afirma que já detectou vários erros de lógica e de conceito nos textos do Olavo. Pois dá um exemplo, não mais que um exemplo. Estou muito curioso para escutar suas sábias aportações ao pensamento contemporâneo brasileiro.

    • flaviomorgen

      1 de outubro de 2011 at 11:42

      Luz no fim, olhe lá na comunidade “Sou de direita, e aí?” que estão minhas respostas às perguntas relevantes. Já quanto a você acreditar que “nenhum pensamento boboca liberal ‘libertário'” represente NENHUMA (sic) “ameaça” ao status quo (o correto é statu quo, outro erro que Olavo vive cometendo, provavelmente por falta de conhecimento em latim), foi o mesmo que Nivaldo Cordeiro afirmou no Mídia Sem Máscara e outros sites á época das eleições passadas: que Serra não seria eleito porque não tinha discurso carola anti-“abortista” e “gayzista”. Resultado: Serra, que é um homem inteligente demais para perder tempo com essas bobagens, teve a campanha prejudicada justamente por alguns setores terem tentado pintá-lo como um coservador chumbreca (coisa que ele felizmente não é). Enquanto isso, olhe para uma livraria e veja o que é que está tomando espaço das esquerdas nas estantes: se são princípios liberais e mesmo libertários de pessoas defendendo o livre mercado, ou se é carolismo.

  20. João

    30 de setembro de 2011 at 09:23

    Sobre os comentários recorrentes a respeito da Copa e das Olimpíadas: eu não entendo por que o brasileiro ficou tão ufanista com essa história. Chega-se ao ridículo de dizer que “a direita torce pelo fracasso do Brasil”. Ora, se você, colega comentarista, quer ser um trouxa, fique à vontade. Se quer que seu dinheiro sejam torrado para enriquecer empreiteiras e outras empresas ligadas ao governo (além da FIFA e afins, é claro), etc, o problema é seu. Só não venha me dizer que, porque eu não quero ver meu dinheiro sendo roubado e usado em obras que ficarão às moscas logo depois dos eventos, eu torço pelo fracasso do Brasil.

    Eu não sou contra a realização da Copa ou das Olimpíadas no Brasil. Sou contra a aplicação de dinheiro público nessas coisas. Aliás, sou contra a aplicação de dinheiro público no futebol em geral. Se o Flamengo tiver que ir à falência por causa disso, que vá. Se o meu Santos tiver que fechar as portas por causa disso, ora, que feche!

    O Pan 2007 já deveria ter servido como um aviso. Mas enfim, o ufanismo irracional tomou conta do brasileiro. Que o dinheiro seja torrado e no futuro apareçam os profetas do passado criticando os gastos excessivos – como se tivessem sido pegos de surpresa…

  21. Luz no Fim

    30 de setembro de 2011 at 07:12

    Como olavete que sou, uma das coisas que aprendi com o filósofo, foi responder às perguntas que são feitas, e não a outras que tenho na minha cabeça. A pergunta do Flávio foi esta:
    .
    “Mas você não está dizendo que isso tudo simplesmente saiu da cabeça dele, está? O cara cita fontes primárias e bibliográficas incansavelmente, inclusive sobre essa história da infiltração comunista na igreja, e você duvida só por duvidar? duvida que as obras sobre o tema existam? Ou já as leu e contesta o conteúdo?”
    .
    Ele não te perguntou sobre erros lógicos y “conceituais” do Olavo, que de resto todo mundo, por mais inteligente que seja, comete. Sendo assim, pergunto, sobre a infiltração de comunistas na igreja:
    .
    “Mas você não está dizendo que isso tudo simplesmente saiu da cabeça dele, está? O cara cita fontes primárias e bibliográficas incansavelmente, inclusive sobre essa história da infiltração comunista na igreja, e você duvida só por duvidar? duvida que as obras sobre o tema existam? Ou já as leu e contesta o conteúdo?”.
    Fica bem.

    • flaviomorgen

      30 de setembro de 2011 at 15:21

      Só um perguntou isso. O resto queria saber se isso, de tão ridículo que é, teria mesmo saído da boca do Olavo. E eles mesmos se responderam ao mostrarem o vídeo de onde isso saiu, mas acharam que uma CITAÇÃO dele que eu fiz seguida de uma risada é ruim, mas quando postam o vídeo de onde ela veio, no mesmo tópico, dizem na hora: “Por isso que eu gosto do Olavo, ele fala na cara!”.

      Aí, fingem que não foi provado que isso é coisa do Olavo, e ainda o admiram pela capacidade de dizer o que disse! A coisa deixa de ser ridícula pra ser objeto de adoração. Resposta: tenho mais o que ler do que galináceos olavetes.

  22. PERUIBENSE

    28 de setembro de 2011 at 20:11

    Cuidado com o que escrevem, com o que passam adiante:

    https://www.youtube.com/watch?v=__vCMHY3u68

    Ele não é nenhum bobo. Prestem atenção.

  23. alexandre

    28 de setembro de 2011 at 18:01

    Agora, se um cara de direita diz que tem mais o que fazer e que não é obrigado a participar mais da política da universidade, então ele não pode reclamar quando a esquerda ganha as eleições na universidade. É a mesma coisa de um eleitor que reclama do político mas no dia da eleição em vez de votar, resolve ir à praia. Ele teve a chance de dar a sua opinião, de participar mas se omitiu. Aí, não adianta reclamar.
    PS.: não estou dizendo que é o seu caso.

    • flaviomorgen

      28 de setembro de 2011 at 18:16

      Olha, no dia em que achar que a doutrinação parte só do DCE, e que o DCE serve para alguma coisa (um mundo mais ideal, eu diria), eu concordarei feliz com esse argumento. Infelizmente, ainda não posso concordar.

  24. alexandre

    28 de setembro de 2011 at 17:53

    Não quis dizer que vc escreveu a palavra “ditadura”. Minha intenção foi dizer que qualquer pessoa pode se candidatar ao cargo estudantil. Que isso não é privilégio da esquerda. Eu acho que em vez de criticar o domínio da esquerda, os estudantes com pensamento de direita deveriam se engajar mais na política estudantil. A esquerda domina a política estudantil porque participa mais dela. E isso não é um “achismo” da minha parte. Eu presenciei isso na minha universidade e pelo visto acontece em outras. É só vc ver as disputas na UNE.É sempre disputa entre esquerdistas. Dificilmente vc vê uma chapa de direita.

    • flaviomorgen

      28 de setembro de 2011 at 18:15

      Então não sei por que a palavra “ditadura” apareceu. Mas tudo bem, obriguemos todos os que estão preocupados com outras coisas na vida do que ter cargos públicos a se “engajar”.

  25. flávio

    28 de setembro de 2011 at 16:49

    Mas você não está dizendo que isso tudo simplesmente saiu da cabeça dele, está? O cara cita fontes primárias e bibliográficas incansavelmente, inclusive sobre essa história da infiltração comunista na igreja, e você duvida só por duvidar? duvida que as obras sobre o tema existam? Ou já as leu e contesta o conteúdo?

    • flaviomorgen

      28 de setembro de 2011 at 18:14

      Flávio, já flagrei inúmeras vezes erros lógicos e conceituais do Olavo. Inclusive nos livros dele (e até mesmo em seus comentários sobre outros filósofos). Olavo pode citar muitas fontes, mas algumas delas são simplesmente cretinas. Não o viu falando que um site conservador qualquer disse que Breivik era filiado ao Partido Nazista para falar mal da mídia, enquanto toda a mídia já conhecia o partido do cidadão, que nada tem de nazista, inclusive tendo entrevistado seus membros?

  26. Thiago

    28 de setembro de 2011 at 15:53

    Uma coisa que notei ao ter “amigos” e de experiência própria com as universidades públicas, ou você é de esquerda, ou não deve gostar de política, logo, não deve se meter nos assuntos “políticos”. Para os “estudantes” esquerdista, ser de direita em universidade pública deveria ser crime capital, punido com morte…

    O pior é que depois que alguns se formam, adoram se aproveitar do malvado capitalismo para encher o bolso de direito… tinha um “amigo” esquerdopata, defensor ferrenho dos ideias socialistas/comunistas… levou quase 7 anos para se formar engenheiro, agora trabalha para uma fabricante chinesa de equipamentos e reclama de trabalhar muito e ganhar pouco… vai entender essa gente né?

  27. alexandre

    28 de setembro de 2011 at 14:45

    Nos meus cinco anos na UFRJ tive a seguinte contastação : 99,9% dos estudantes que participavam da polítca estudantil eram de esquerda. Tá na cara que eles ganhariam as eleições. Não vou entrar na questão porque os estudantes de esquerda participam mais da política estudantil do que de direita, mas que isso acaba refletindo no domínio da esquerda na política estudantil. Acho que os estudantes de direita deveriam reclamar menos e participar mais. Quem sabe assim vcs acabam com o domínio de 50 anos da esquerda na USP. Até mesmo porque não acredito que exista ditadura na universidade. Qualquer um pode se candidatar, como esses 14 garotos da UCC estão fazendo.

    • flaviomorgen

      28 de setembro de 2011 at 15:07

      Olá, Alexandre. Dei um search pela palavra “ditadura” para apagar onde afirmei que isso existe na Universidade (e a culpa seria dos que adoram politizar tudo, obrigando os que não estão querendo ser contratados por um partido político para fazer algo de útil na vida a interromper estudos para “participar mais”) e não encontrei. Poderia me ajudar a apontar onde cometi tal disparate? Valeu!

  28. flávio

    28 de setembro de 2011 at 14:20

    E aí xará, blz? Você realmente acha que o Olavo de Carvalho viaja? Ou você só disse aquilo por medo de ser rotulado como extremista de direita? Lembrando que o simples fato de certas coisas parecerem absurdas não quer dizer que realmente sejam.

    • flaviomorgen

      28 de setembro de 2011 at 15:04

      Olá, Flávio! Pô, se ele viaja? Você acredita mesmo que padre pedófilo existe por causa da KGB? Como adora repetir o próprio Olavo, perceber o Hellmann’s Tour é uma verdade auto-evideeeeeente, meu deus do céééuu…..

  29. Marina

    28 de setembro de 2011 at 14:15

    Quantas conclusões a serem tiradas de uma matéria sensacionalista. Parabéns pela criatividade.

  30. Eduardo

    28 de setembro de 2011 at 10:25

    Prezado Flávio,

    tenho que parabenizá-lo pela análise desses fatos. Sem falsa humildade, você foi brilhante. O fenômeno da extrema-esquerda, a título de curiosidade, infelizmente não é um fato local. Aqui na Universidade Federal de Viçosa, uma UF de tradições agrárias (e que aqui estou fazendo jornalismo – não sei porquê – apenas por não ter condições de procurar outro lugar), a esquerdopatia é extremamente “ativa”. É impossível assistir a uma aula de História Contemporânea sem que algum energúmeno compare o Movimento Feminista dos EUA nos anos 60 às “causas sociais marxistas”.

    Embora eu ache que, algumas vezes, você exagera no vocabulário (ficando um pouco pedante e arrogante), o conteúdo do que você diz é extremamente coerente (e assustador às vezes…).

    Aqui ainda não surgiu essa chapa conservadora não. Até porque o DCE daqui só tem um lado: ou a esquerda do PSOL e congêneres ou a atual, extremamente saudosa do Lula e amante do PT acima de qualquer erro.

    Parabéns e continue fazendo os textos. Mais um apoio você tem!

  31. Carol

    28 de setembro de 2011 at 00:11

    Eu dou MUITA risada disso tudo.

    Até dá vontade de voltar no tempo e não prestar FEA-USP Ribeirão Preto, lugarzinho pacato, onde a maior discussão é se os professores têm ou não direito de dar aulas aos sábados ganhando 2/3 do que ganham na USP (e eles estão dando aulas, fazendo consultorias e tudo vai muito bem, obrigada).

    Eu daria MUITA risada de ver esse povo discutindo essas maluquices. Fui “conhecer” gente comunista no Orkut, nas redes sociais. Gente anti-tudooqueérelacionadoasexo já até vi na “vida real”, mas poucos e isolados.

    Flávio, você ainda está me devendo o tour pela Favelesh. E quero tour com direito a visita no Centro Acadêmico daí.

    Bj

    • flaviomorgen

      28 de setembro de 2011 at 01:40

      Carol, te levaria com muito mais facilidade se tivesse carro turístico com grade, iguais aqueles do Simba Safari…

  32. Paula Rosiska

    27 de setembro de 2011 at 21:20

    Santo Deus, que alegria ter me formado em 2004! Piora a cada ano! Você é um forte de sobreviver a tamanha babaquice. E sim, o maior problema do Brasil é que não se pode chamar as coisas pelo nome. Falta de eufemismo causa mais bafafá do que falta de caráter.
    Ah, eu adoraria viver numa USP em que a chapa América fosse a mais votada.

  33. Vladimir

    27 de setembro de 2011 at 19:28

    Admiro sua coragem, Flávio. Imagino o quanto você deve ser perseguido na universidade (seja sendo ameaçado por professores ou pelos próprios alunos) pelo que escreve. Não sou tão liberal quanto você (defendo a universidade pública, mas por uma questão inteiramente pessoal), mas esses comunistas são um bando de pé no saco. Confesso que aprendi mais coisas na Wikipédia do que na sala de aula onde tudo tem que fazer referência à luta de classes, alienação.

    Querem ser fodões não acreditando em Jesus, mas acreditam em Marx, “o Jesus do século XX’.

    • flaviomorgen

      28 de setembro de 2011 at 01:24

      Obrigado, Vladimir. Aí vai um dado curioso: esquerdistas adoram criticar igrejas de subúrbio por cobrarem dízimo, mas acham lindo dar 40% do que ganham pro governo.

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