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Os Bolsonaros da esquerda são piores.

por Flavio Morgenstern*

 

Acautelai-vos, que este artigo já começa na voadora – aí vai uma citação de Jair Bolsonaro (PP-RJ):

“O filho começa a ficar assim meio gayzinho, leva um coro, ele muda o comportamento dele. Olha, eu vejo muita gente por aí dizendo: ainda bem que eu levei umas palmadas, meu pai me ensinou a ser homem”.

Eis agora algumas citações da minha mamãe:

“Junta esses brinquedos A-GO-RA ou vou te fazer engolir essas porcarias um por um!”

“A comida tá esfriando! Ou você desliga esse chuveiro e vem almoçar, ou vou te dar uma cintada tão dura que você vai ficar com a bunda quente pra esquentar a comida!”

“Agora senta aí, fecha a boca e come!”

“Se quando eu voltar encontrar uma louça em cima da pia você vai ver o que faço com essa espada-de-são-jorge.”

“Presente de aniversário? Você que decida logo o que quer, ou vou é te dar uma surra de aniversário.”

Não são todos que entendem essas sutilezas – sobretudo aqueles criados a leite de pêra pela avó. Os que reconhecem esse tipo de frase sabem que a única vantagem de ter pais violentos é que eles não têm aquela insuportável mania de entrar no quarto da gente sem bater – eles batem antes de entrar, depois que entram e saem batendo.

Parece um pouco cruel? Só se você reprovou 3 vezes a primeira série, para ter um tamanho de quinta quando chegou na terceira. Minha primeira lição de existencialismo foi que eu apanhava em casa por ser o último fitoplâncton da cadeia – já na escola, estando adiantado, apanhava apenas pelo “bem comum” almejado pela social-democracia. As porradas eram rouanetadas pelo Ministério da Cultura, da Educação, do Esporte, do Desenvolvimento e desconfio até que o de Minas e Energia. Queria ver se uma diretora que fiscalizasse a pancadaria nos corredores seria eleita democraticamente pelos alunos. Como diria Sartre, se apanhamos na escola, é porque somos apanháveis.

Uma grande verdade é que as relações entre pai e filho são sobretudo determinadas por quem senta a porrada em quem. A principal razão para os filhos respeitarem os pais – quaisquer pais – é que os últimos são mais fortes. Mas este é um terreno da alçada familiar – e por mais terrível que seja, não devemos nos intrometer nas famílias alheias. Nem na do Bolsonaro.

É uma questão civilizatória a liberação de uns cascudos intramuros familiares. Infelizmente, os “libertadores” alunos comunistas da UFF devem entender mais de liberar a maconha do que de civilização.

O fenômeno Bolsonaro

Bolsonaro foi convidado a discutir homoafetividade na UFF (Universidade Federal Fluminense). Quem convida Bolsonaro sabe o que vai ouvir, como já bem teve de explicar o Reinaldo Azevedo.

Os comunistecos de iMac da Universidade o vaiaram, impediram sua fala, o perseguiram até um táxi que ia tomar para fugir da turba (o Bolsonaro não vai pra faculdade de Pajero, como essa galera?) e só conseguiu sair ileso da patuléia enfurecida por ter sido escoltado pela polícia. As vaias, como mostra o vídeo no blog do Tio Rei, o chamavam de “nazista”, “assassino” e “torturador”. Bolsonaro sequer tem ficha corrida para ser chamado de “racista”. Tudo o que têm contra ele é uma resposta à Preta Gil, em que nitidamente não entendeu uma pergunta da cidadã, confundindo palavras e dizendo que um filho seu não namoraria um gay (quando Preta Gil havia falando em negro). Chame Che Guevara de “racista”, “assassino” e “torturador”, coisas que ele comprovadamente o era (ao contrário de Bolsonaro), e veja qual vai ser a reação dessa camorra.

Bolsonaro é um raro caso de deputado reduzido. Ouve-se falar em seu nome e imediatamente se pensa que ele é um conservador radical de direita, um homofóbico. Quantas pessoas defenderam Marina Silva ou Netinho de Paula (PCdoB-SP, aquele pagodeiro espanca-mulheres), que não parecem muito afeitos a permitir a homossexualidade em um filho sem lhes aplicar uns croques, sem repetir o tempo todo que são “homofóbicos”?

Mas Bolsonaro não é só isso – como Marina Silva e Netinho de Paula não são apenas evangélicos. Qualquer pessoa com QI acima de 60 sabe que punir estupradores, seqüestradores e homicidas é uma idéia até que aceitável. Quando Maria do Rosário (PT-RS, que agora é Secretária dos Direitos Humanos da dona Dilma) defendeu que o estuprador Champinha era “apenas uma criança” (aquele que após torturar e destruir o corpo de Liana Friedenbach a matou degolada), Bolsonaro respondeu com uma delicadeza que Rosário não merecia que ela então poderia contratá-lo para ser motorista dos filhos dela. Reação da petista: chamar Bolsonaro de estuprador. Ou seja: estuprar pode; defender o estuprador pode; não pode é querer que ele seja punido – na União Soviética, o estuprador é você.

Não importa o quanto Maria do Rosário reclame ou peça a cassação do mandato de Bolsonaro – quem é o radical desequilibrado? Eu prefiro viver num mundo em que, já que terei de conviver com estupradores, as outras pessoas sejam Bolsonaros, e não Marias do Rosário.

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=atKHN_irOsQ[/youtube]

Para entender um Bolsonaro, não custa procurar no Google por discursos sobre José Dirceu, o ex-guerrilheiro que foge da pergunta se já matou alguém e orquestrador do mensalão. Aparentemente, dos 513 deputados, são poucos os que indigitaram formalmente o réu para que ele respondesse sobre suas atividades. Bolsonaro era um destes “radicais extremistas”. Com educação, o mesmo “fascista filhote da ditadura” lembra que a imprensa está livre há 20 anos (ou seja, não nega que estava presa na ditadura), e lembra que nenhum militar (nem ele) querem impedir a abertura dos arquivos da guerrilha do Araguaia – na tal “Comissão de Verdade”. Com 513 deputados, parece que nenhum teve coragem de falar da corrupção do PT, de que os presos da ditadura eram assaltantes, seqüestradores e estupradores, do negócio milionário que são as indenizações da ditadura. Falar verdade agora virou “extremismo”?

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=aiYDh1hJjN8[/youtube]

Reacionários, libertários, radicais e democratas

A atuação de Bolsonaro como parlamentar é muito maior do que ser “um homofóbico” só por declarações num programa de TV. Ele também já declarou ser contra agressão aos gays. Apenas discursa, com os argumentos ruins que sejam, que prefere que seus filhos sejam heterossexuais. Eu também preferiria que meus filhos ouvissem Metallica a Companhia do Pagode. E não vou nem entrar em detalhes dos métodos corretivos que usaria caso eles se desviassem para o mau caminho.

Mas dicursar, ao invés de sentar a borrachada, é considerado “fascismo” pelos nossos universitários, como demonstra a UFF. Eles devem entender muito de ciência política. Os mesmos que adoram defender sistemas de planificação econômica muito parecidos com o fascismo (em que o governo regula a produção, distribuição e imprensa), mas chamam todos os seus inimigos, que defendem a democracia justamente porque discursam, de “fascistas”.

O princípio libertário, magnificamente definido por Walter Block no indispensável Defendendo o Indefensável, é apenas a idéia de que não se deve agredir alguém ou sua propriedade sem motivo – ou seja, sem que alguém lhe agrida ou ameace antes. Walter Block é um conservador. Ele acredita que desde a prostituição até o homossexualismo são coisas erradas. Mas não acredita que essas coisas devam ser punidas – ainda mais com cadeia. A força estatal deve servir apenas para crimes de violência. É tão simples quanto parece.

Bolsonaro erra ao optar pela agressividade para “curar” homossexuais? Nitidamente. Eu mesmo já argumentei que esse tal de Dia do Orgulho Hetero é o orgulho de não dar o rabo, apesar da tentação. Mas vejamos o que defendem seus críticos: se Bolsonaro argumenta, com palavras e após ser convidado, contra o que quer que seja (algo que diferencia uma democracia do fascismo que dizem que Bolsonaro defende), precisa sair de uma Universidade públicagratuitaedequalidade sob escolta. Imagine o que essa galera faria se subisse ao poder… eles não são libertários, pois não entendem de liberdade.

Também chamam Bolsonaro de “reacionário”. Eu tomaria como elogio. Na mitologia grega, o fogo (símbolo da razão) foi dado aos homens por Prometeu (“aquele que enxerga antes”), enquanto os males foram liberados ao mundo por um descuido de seu irmão Epimeteu (“aquele que só enxerga depois”). Ser reacionário, saber como as coisas reagem antes que elas aconteçam, ter cautela ao invés de acreditar cegamente na benevolência de alguma força escolhida no presente, é característica de pessoas experientes. O revolucionário é aquele que acredita no poder das armas dadas ao povo – o reacionário é aquele que já descobriu que todo tiro disparado faz a arma ter um repuxo forte sobre o próprio atirador. Ele aprende com o tempo a esperar essa reação.

Já os revolucionários, que querem mudar toda a sociedade – ou seja, sempre querem te obrigar a se comportar desta ou daquela maneira, através dos graus de violência que lhe estejam disponíveis – acreditam apenas na força propulsora da sua própria benevolência em governar o próximo. Seu projeto é a concentração de poder em suas próprias mãos, ditando o que os outros devem fazer, e os que se opõem a isso são “reacionários”. Os comunistas usaram o termo “reacionário” nos versos da “Internacional” e os nazistas na “Canção de Horst Wessel” para qualificar seus inimigos.

Ser reacionário é ser “radical” apenas por não permitir que revolucionários ditem nosso rumo? Radical também vem de raiz – de quem está firmemente plantando, com forças para crescer. O problema mesmo são os caóticos cujo único triunfo de que podem se gabar ainda está no futuro. Por que chamar Bolsonaro de “radical” e “ultra-direitista”, mas não lembram que Maria do Rosário, José Dirceu, Tarso Genro, Cândido Vacarezza, Celso Amorim e Marco Aurélio “Top-Top” Garcia são “radicais de extrema-esquerda” cada vez que seus nomes são citados? Há elogios a Stalin feitos por mais de um nome citado neste rol. O Bolsonaro já defendeu algum Mussolini, que matou bem menos?

Não custa lembrar que Bolsonaro dá uns tabefes é nos próprios filhos se eles se comportam como ele não quer. Eu já apanhei por menos. Enquanto Bolsonaro solta essas frases inconseqüentes (portanto, não reacionárias) num programa de TV fora do expediente, Tarso Genro dá felizes declarações de que o PT aproximou o Brasil “um pouquinho a mais do socialismo” na Caros Amigos sem ninguém reduzi-lo a “um extremista”.

Ademais, Bolsonaro é um dos deputados que mais bem representa seus eleitores. Chama formalmente os corruptos do governo para discutirem cara a cara. Poderia supor que os outros apenas se refugiam no rompante ultra-democrático de fazer um abaixo-assinado de repúdio qualquer e deixar lá sua assinatura, caladinhos. Nem isso fizeram.

Enquanto Bolsonaro, caso resolva ferir o princípio libertário e partir para a ignorância contra gays país afora, possa ainda ser contra-espancado (ele tá velho, não agüenta 5 minutos de porrada comigo), o que acontecerá se eu resolver não acatar o pensamento de Tarso Genro e seus cupinchas, por exemplo, não dando ao governo o dinheiro dos meus impostos para o Ministério da Cultura (que faz com que peças e filmes sejam feitos já dando o dinheiro da bilheteria para o autor até mesmo se ninguém resolver assistir)? Fatalmente, ao invés de um Bolsonaro bravo na porta da minha casa, terei uns 5 diplodocos prontos para me arrancar de casa e me jogar na cadeia. E é de uma declaraçãozinha bostinha do Bolsonaro que têm tanto medo? Qual crime é pior: agressão ou roubo e seqüestro?

O linchamento fascistóide da UFF

Por fim, não custa atentar para um comportamento criminoso na UFF. O debate para o qual Bolsonaro foi convidado foi com os vereadores de Niterói Leonardo Giordano (PT) e Renatinho (PSOL). Ambos resolveram lhe entregar uma moção de repúdio aprovada pela Câmara de sua cidade. É curioso imaginar que a Câmara de Vereadores de Niterói não tenha assuntos mais urgentes do que declarar repúdio a Bolsonaro. Eu ainda acho mais importante declarar repúdio aos bandejões das Universidades terem suco self-service em algumas unidades e 1 único copo de suco por cabeça em outras, mas enfim. Alguém precisa pagar o salário dos vereadores de Niterói para que eles tenham essas idéias – ninguém se preocupa em dar uma rodada de suco a mais pra galera.

Mas há aí um problema gravíssimo. Ambos os vereadores, se queriam mostrar repúdio ao deputado, além de um telefonema, um e-mail ou um chilique aleatório, poderiam entregar tal moção de repúdio em seu gabinete. O que fizeram, além de provocação barata, foi tentar se promover, convidando Bolsonaro para tentar linchá-lo. Algo como convidar alguém para jantar com o fito de lhe pedir dinheiro. Bolsonaro apenas fez o mais ético a se fazer: rasgar o papel e jogar no lixo. O que ele significa, além de lixo?

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=-Z8TxLnhz6M[/youtube]

Pior: o espaço era público. Não se deve confundir um prédio público com um prédio onde se faz livremente propaganda política e autopromoção impunemente (crimes que toda Universidade pública ignora 25 horas por dia). Não contente com isso, o psolista Renatinho dispara:

“Ele foi extremamente deselegante e indelicado. Desrespeitou o Poder Legislativo e a população de Niterói. Feriu os direitos humanos. Vou me reunir com o meu partido para decidir qual medida tomaremos contra Bolsonaro”.

“Feriu os direitos humanos”?! O vereador do partido nanico confunde a si próprio com “o Poder Legislativo” (do qual o Bolsonaro também faz parte, e com muito mais votos). Confunde um prédio público com o comitê eleitoral do PSOL. Não é permitido por lei usar prédios públicos para um objetivo diferente do seu fim estipulado. Tal como o professor de Direito do Mackenzie que ameaçou dar voz de prisão a uma aluna, pois “estava atuando como promotor”, o vereador atribui-se uma função que a circunstância não lhe outorga. Para piorar, o Mackenzie não é um prédio público, ao contrário da UFF.

Nós sabemos que ambos os vereadores egóicos não sofrerarão punições – aliás, “se reunirão com seus partidos” para tentar punir quem tentaram linchar.

Já mostrei aqui no Implicante como atua o DCE da USP (que é o mesmíssimo modus operandi da UFF e de toda Universidade pública, em seus cursos de extrema-Humanas). Em suas trocas de e-mails discutindo assuntos importantíssimos como o socialismo no Cazaquistão (!!!) e para onde exilar as pessoas de quem discordam quando tomarem o poder à força, a estudante Maria Júlia Montero dispara: “Reacionário a gente não manda pra lugar nenhum não. É a cabeça numa bandeja”.

São esses “democratas” que chamam Bolsonaro de “reacionário”. É melhor não discordar para não virar radical extremista.

 

* Flavio Morgenstern é tradutor, redator e analista de mídia. Acha incrível como o a Dilma consegue um escândalo ministerial por mês, e até hoje a Maria do Rosário está intacta. No Twitter, @flaviomorgen

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89 Comentários

89 Comments

  1. Bruno Guerra

    23 de outubro de 2011 at 15:32

    Caro Flavio,

    Tardiamente li este post. Mas ele (texto) está muito bom. O dep. Bolsonaro, homem habitualmente mais identificado por correntes de direita, merece também algum carinho, por aqueles que representa na Camara da Bandalheira & do Assalto, como também por aqueles que concordam com muitas ou pelo menos algumas de suas ideias.

    Eu concordo com muitas coisas que o deputado pensa. Por norma concordo muito mais no conteudo e menos na forma. Mas isso é detalhe. Sou de direita, busco sites e blogs de direita, pois gosto de ler o que escrevem as pessoas que pensam como eu. Pessoalmente não perco tempo a ler sites patrocionados por empresas estatais, dirigidas por comunas (ou pseudo-vendidos aos esquerdistas), pois desde criança tenho medo a tudo o que estava ligado à velha União Sovietica. Não entendo o que esses comunas vem aqui vomitar. Podiam estar a escrever cartas de apoio para os 200mil presos politicos na Coreia do Norte.

    Sobre homosexualidade, pessoalmente nada tenho contra. Se um quer apanhar no rabo, problema seu. Mas confesso que não tolero bichas. Pois boa educação e “good manners” é algo que eu prezo muito. Fico esperando mais um post (de qualidade) seu Flavio. Abr, BR

    • flaviomorgen

      23 de outubro de 2011 at 16:57

      Bruno, obrigado. Há muitos textos meus por aqui e em outros sites, é só procurar pelo meu nome no Google. Eu aprendi a gostar da direita apenas percebendo as contradições no discurso de esquerda. Então, estava pronto a dizer que vale a pena, sim, ler o outro lado – mas, definitivamente, vale mais a pena ver um maluco retardado do PCO discursando honestamente do que ver os “dados” de sites com banners de estatais elogiando o governo. Abs

  2. João

    10 de outubro de 2011 at 12:50

    Pô, Flávio, nem precisava publicar o comentário do Sol hehe Mas, de fato, os renatinhos e jean willys da vida são muito mais autoritários que o bolsonaro – o rótulo que se atribuem de vítimas ou representantes das supostas vítimas dão aos esquerdistas a primazia do totalitarismo “do bem”.

  3. francisco ramos

    9 de outubro de 2011 at 23:08

    De onde brotou este “Thiago”? o.O?!

  4. Paulo Batista

    9 de outubro de 2011 at 17:50

    Descobri hoje o seu site e já me deliciei com as postagens, sempre muito esclarecedoras.
    Na questão do Bolsonaro, tenho a dizer o seguinte:
    Eu sou homossexual. Convivo há anos com meu companheiro. Moramos em uma cidade do interior de Minas Gerais, e nunca, jamais sofremos preconceito por isso. Sabe por quê? Porque sabemos nos comportar.
    Não andamos de mãos dadas na rua, não nos beijamos em público e achamos que nossas particularidade, nossa intimidade, não deve ser usada para causar escândalo.
    Vivemos nossas vidas com respeito e somos respeitados.
    Não permitiremos que nossa sexualidade seja usada para nos manter como MASSA DE MANOBRA.
    Concordamos em parte com o Bolsonaro: em muitos casos, quando um menino passa a ter trejeitos de mocinha, umas porradas são bem-vindas, sim. Pode-se perfeitamente ter um comportamento másculo e ser homossexual.
    Sou assim, e me sinto satisfeito com isso. Agradeço aos meus pais que souberam me educar, e antes que me pergunte, já sim, já levei porradas para mudar meu jeito de ser, pois se dependesse de mim – notem que eu era uma criança – a afinidade com o sexo feminino me faria ter sim, trejeitos femininos.
    Não gosto de guetos, por isso não frequento as tais Paradas Gays que tem ocorrido pelo Brasil afora – financiadas com o dinheiro sabe-se lá de quem.
    A mídia tendenciosamente esquerdista faz questão de dizer que Bolsonaro é homofóbico. Não é.
    Bolsonaro tem um comportamento que, na verdade, só vem a contribuir com uma sociedade mais justa: ele não concorda que se batam em gays, mas também não concorda que uma minoria tenha mais direitos do que a maioria.
    É também o meu pensamento, inclusive quanto às cotas raciais.
    Um aluno deve ser avaliado pelo seu conhecimento, não pela cor da sua pele.
    A mídia está infestada de esquerdopatas, inclusive algumas pessoas que tanto defendem o PT, acredito que sejam PAGAS para, todos os dias, irem para os sites de debate, tipo Folha de São Paulo e Estadão, apenas para postar coisas que não são nem muito claras para eles…
    Digo isso porque há algum tempo, eu postava na Folha de São Paulo, então, sei do que estou falando.
    Um exemplo disso é que, há poucos dias, um gay foi agredido em SP. Na primeira reportagem sobre o fato, os gays logo atacaram a todas as religiões sem UMA postagem a respeito de religião.
    Deflagrou-se um movimento silencioso. Os cristãos e héteros fizeram um pacto de silêncio. Não comentaram mais assuntos dessa natureza. O que aconteceu? Havia uma notícia sobre uma santa que diziam chorar, no Leblon, RJ. Os gays, vendo que notícias GLS já não causavam nenhuma comoção, infestaram a postagem, até mesmo com diálogos toscos, desrespeitosos e vulgares.
    Desde então, parei com as postagens na FSP.
    Será que o Brasil não vai sair deste torpor esquerdopata? Estaremos nos transformando numa Venezuela, numa Cuba?
    É. Infelizmente é o que parece.

    • flaviomorgen

      10 de outubro de 2011 at 18:09

      Paulo, parabéns pelos pensamentos e pela dignidade! Quer dizer, não que se devesse parabenizar alguém por ter dignidade, mas isso anda tão raro que vira quase moeda de troca. Agora poste isso num desses blogs feministas, progressistas e sei lá mais que termo inventam para não dizer “afinados com uma hipotética União Soviética que dê certo, só existente no virginal mundo das idéias, mas nem lá definido”, e veja se algum deles vai continuar te defendendo, se juram defender “os gays” e as minorias, e nos tratando (os “reacionários”) como uns brutamontes brocochôs…

  5. francisco ramos

    9 de outubro de 2011 at 02:26

    Prezado Sr. Thiago: sou apenas uma pessoa simples que tem opinioes próprias e sabe conviver com opi
    niões diferentes. E gosto de uma controvérsia sadia.

    Envio especiais recomendações e um grande abraço.

  6. Thiago

    5 de outubro de 2011 at 03:38

    De onde brotou esse “francisco ramos”? … o.O?!

  7. francisco ramos

    5 de outubro de 2011 at 00:26

    Sr. Morgenstern: fora de qualquer sacanagem, fiquei cuiriosíssimo em relação ao conto,”Gate Control”, que
    o Sr. escreveu. Como o Sr. poderia disponibilizá-lo, se eu fizer por mercer, para mim. Prometo retribui-lo,
    inclusive com toda a humildade de receber as críticas que por ventura o senhor fizer, enviando a minha mo
    nografia, “Wagner, e a Revolução de Tristão e Isolda”, visto que tenho doze versões da ópera e que a consi
    dero uma das maiores obras de arte jamais feita.

    Aguardo sua resposta

    • flaviomorgen

      7 de outubro de 2011 at 18:46

      Olá, Francisco. Não gostaria de disponibilizar um conto que ainda não acabei. Grato.

  8. francisco ramos

    4 de outubro de 2011 at 22:18

    Antes da micro-aula de portugues, leia-se INTERLOCUTOR.

  9. francisco ramos

    4 de outubro de 2011 at 21:23

    QUALQUER INTELOCUTOR SEU ESTARÁ NO TERRENO DO IMPONDERÁVEL !

  10. francisco ramos

    4 de outubro de 2011 at 14:19

    Estou cansado de insistir neste assunto. Mas, permita-me um esclarecimento: em minha cidade a expres
    são …”estar de sacanagem comigo”… significa …”você está brincando comigo”.
    No mais, está na hora de mudar o disco.

    • flaviomorgen

      4 de outubro de 2011 at 16:02

      Você não acha mesmo que levei “sacanagem” pelo sentido sexual da coisa, né?

  11. francisco ramos

    3 de outubro de 2011 at 23:53

    Se o Sr. reafirma, só me resta acreditar.

    Depois destas últimas postagens, posso depreender que “fumamos o cachimbo da paz”?

  12. francisco ramos

    3 de outubro de 2011 at 19:39

    Sr. Flávio: é impossivel uma pessoa possuir apenas a oitava série, revelar a erudição que o Sr. possui, ler
    em vários idiomas, ser tradutor e ter esta capacidade infernal de implicar com tudo da forma que o Sr o
    faz. A ser verdade, estamos diante de um prodígio e ao mesmo tempo de uma tragédia.Fico imaginando
    a real contribuição que o senhor poderia oferecer ao mundo acadêmico, como um multiplicador de alto nível,
    formando gerações de bons analístas , em algumas áreas onde fica evidente o seu domínio quase incon-
    testável. Apesar de não gostar do Sr. (ninguém gosta de ser sistemàticamente agredido e tenho uma auto-
    estima muito elevada) sou forçado a aceitar as suas qualidades.

    Mas acredito que o Sr. esteja de sacanagem comigo.

    Em tempo: não consultei nenhum colega Médico para escrever a postagem sôbre os complexos mecanismos
    de transmissão do estímulo doloroso até centro superiores de processamento nociceptivo (basta ver com a-
    tenção que escrevi depois da meia-noite; por outro lado, com todo o respeito, em minha cidade, não conheço
    nenhum Colega que possa terçar armas comigo neste campo) Fiz, inclusive, algumas conferências sôbre o
    assunto.

    Pega leve! Vamos discutir apenas idéias, sem adjetivações ou agressões. Seu blog, que já é tão frequenta-
    do, adquirirá um valor que talvez nem o senhor possa imaginar. Neste sentido, boa sorte !

    • flaviomorgen

      3 de outubro de 2011 at 22:25

      Francisco, eu, de sacanagem com você? Imagina, cara.

  13. francisco ramos

    3 de outubro de 2011 at 14:51

    VOCÊ É O VENENO. EU SOU O ANTÍDOTO. Eu imagino a qualidade deste conto, comparado com a revo
    lução que representou a proposta do”gate control system”. Aliás, o Sr. tem algum tipo de currículo, já foi ava
    liado em algum concurso público, tem qualquer qualificação acadêmica? Passei dois períodos em Chicago
    (96 e 97), acompanhando o meu ex-professor e na época chefe de um dos departamentos do Cook County
    Hospital, Professor Zairo Eira Garcia Vieira, considerado por muiitos como um dos maiores anestesiolo
    gistas do mundo.
    Depois da fragorosa derrota no caso Battisti, o Sr. nunca me perdoará.
    Saiba sòmente de uma coisa. Você não está jogando contra o time reserva. Você está jogando contra o time
    principal. Esta de minha pessoa recorrer a amigos médicos para postar uma mensagem , apenas mostra a
    dimensão de sua vilania e os contornos de seu caráter, cada vez que voce escreve uma maldita linha.
    Afinal, em relação ao mêdo que tem do Deputado Bolsonaro, vai aceitar a chupeta e a canção de ninar para
    poder dormir?
    Babaca !!!

  14. francisco ramos

    3 de outubro de 2011 at 02:25

    Antes qu o Sr. venha com sua tradicional amolação implicante, tenho a esclarecer que faltou, na primeira
    postagem a palavra … “sobre” , em relação ao tal “artigo”. No que se refere se eu juro se não tenho outra
    coisa a fazer, eu juro. Como médico, estou investigando, de forma mais aprofundada o papel das encefa
    linas ou endorfinas (morfinas internas ) no funcionamento do chamado “gate control system” ou
    sistema de controle do portão, proposto por MELZACK E WALL, de inibição pré-sináptica, modulando o
    impulso nociceptivo a nivel da substancia de Rolando, no corno posterior da medula, lâminas III e V do
    saudoso BROR REXED (autor de um calhamaço, pouquíssimo lido por meus Colegas e que tenho em minha
    biblioteca): “THE CYTOARCHITECTONIC ORGANIZATION OF THE SPINAL CORD IN THE CAT”. Poste
    riormente, PERT e cols. usando o isótopo Diprenorfina, mapeou a distribuição dos receptores das tais en
    dorfinas, constatando a sua existência predominante no mesmo corno posterior da medula, substancias
    periaquedutais e tálamo medial (estrutura esta intimamente ligada ao processamento do estímulo doloroso,
    até chegar à córtex sensitiva -não a piramidal – para que o indivíduo possa sentir a dor). Portanto, o papel
    das encefalinas acima mencionado, precisa ser investigado com profundidade em relação ao “gate control
    system”, para que se esclareça um pouco mais este maravilhoso mecanismo de proteção do organismo.

    Ademais, passei em primeiro lugar em todos os concursos públicos a que fui submetido, sou portador
    do TÍTULO SUPERIOR EM ANESTESIOLOGIA, sendo que a minha prova oral, realizada dois anos depois
    da prova escrita, na qual respondi com acerto noventa por cento, foi considerada “brilhante” pelos próprios
    examinadores. Isto sem contar que.fui o primeiro médico (com registro na literatura) a proceder um traba-
    lho sôbre a aplicação de morfina como droga única para abolir a dor de trabalho de parto em gestantes
    primíparas, criando inclusive uma escala analógica para avaliar os efeitos das drogas injetadas no espaço
    epidural (visto que é consenso na literatura que a mensuração da dor, por ser de caráter subjetivo e sofrer
    influencias de inúmeras varáveis, ´difícil). Além disso, trabalho intimamente, em salas de operações, contri
    buindo, juntamente com meus Colegas, na formãção de Médicos Residentes.
    Portanto,conforme meu “juramento” acima,tenho muito o que fazer, mas não considero as controvérsias
    com o Sr. uma perda de tempo. Apenas um mecanismo de retroalimentação. Às vezes positivo, às vezes
    negativo. Quanto às aulas de gramática, sobretudo depois desta última reforma ortográfica, se precisar,
    procurarei outro Professor.

    • flaviomorgen

      3 de outubro de 2011 at 13:46

      Curiosamente, tenho um conto chamado “Gate Control”. Mesmo usando um vocabulário de Medicina com ajuda de uns amigos médicos, garanto que é mais fácil extrair sentido e nexo dele do que de um simples comentário seu. Seu currículo, por exemplo, fica melhor enviado para um site de empregos do que aqui no Implicante. A não ser que alguém por aqui seja dono de uma clínica foderosa capaz de recepcionar tal Currículo – o que, pela cara de trombadinha dos 4 membors do staff, duvido ser verdade.

  15. francisco ramos

    2 de outubro de 2011 at 22:55

    Era só o que faltava! Ter o rei das miudezas como meu professor de gramática. Qualquer pessoa com QI
    abaixo de 50, percebe claramente que houve uma falha na frase “reflita bem SÔBRE a gravidade… etc.
    Claro êrro de digitação, evidentemente. Contudo, a vontade de lhe “detornar”, no bom sentido, fique calmo,
    implicantemente, era tanto, que este detalhe é irrelevante. Mas o que me deu verdadeiro deleite foi ver o
    Sr. sendo vítima da armadilha em que sua lingua ferina lhe colocou. O Sr. não admite que o Deputado Fede
    ral Bolsonaro possa ser defendido por uma pessoa que, não sei por que cargas d’água, o Sr. considera
    “esquerdista”. Eu vou tentar ensinar-lhe mais uma vez: pessoas democratas sabem conviver naturalmente
    com opiniões diferentes.Ademais, o Sr., sim, referiu-se ao Deputado Bolsonaro de forma depreciativa. È só
    ler o título desta bobagem. Êle teve milhares de votos. Quantos o Sr. teria?

    Paqra terminar, às vezes fico a imaginar se o Sr. não saiu de alguma experiência genética, juntamente com
    o indefectível Reinaldo Azevedo. O QUE HOUVE, AFINAL? ESTÁ COM MEDO DO DEPUTADO BOLSONA
    RO? Não tenha medo não, benzinho! Posso arrumar uma canção de ninar na sua hora de dormir.

  16. francisco ramos

    1 de outubro de 2011 at 23:11

    Sr Morgenstern: reflita bem (e sei o quanto isto é difícil para o Sr.) a gravidade do título deste seu “artigo”,
    rocambole recheado de tolices, uma atrás da outra, o que não ´´e incomum, partindo de um maniqueísta,
    “Os Bolsonaros de esquerda…”., etc. Em primeiro lugar, salta aos olhos que o Sr. considera o deputado
    Bolsonaro, que recebeu seu mandato por delegação do voto popular, UMA COISA RUIM, embora “os de esquerda…” blá, blá, blá.! D I S C O R D O C O M P L E T A ME N T E ! O Deputado Federal Jair Bolsonaro tem todo o direito, dentro de um regime democrático de emitir suas opinões. E alguns parla-
    mentares de conconcordarem ou não. O inadmissível, e isto aplica-se a qualquer parlementar, seria fazer
    pregação ou apologia da ruptura da institucionalidade, visto que êle foi ungido pelo voto.

    E digo mais: apesar de seu estilo idiossincrásico, pela própria natureza do seu temperamento, êle coloca al
    gumas questões que merecem, sim, uma séria reflexão da sociedade brasileira. Esta postura do govêrno de
    levar o debate da homossexualidade ao ensino básico, por exemplo, é uma rematada irresponsabilidade.
    Já da sua postura ostensivamente homofóbica, eu discordo. Boa parte do mundo já superou este problema.

    Percebeu Sr. Flávio, depositário de tôda a cultura da humanidade, como é possível emitir uma opinião origi-
    inal, sem cair nesta sua polarização, envolta em bolor, mofo e teia de aranha, respaldada em autores quase
    inacessíveis que o Sr. gosta de citar? Concorde-se ou não, o Deputado Bolsonaro merece respeito.

    • flaviomorgen

      2 de outubro de 2011 at 15:36

      Escuta, você roubou a crítica do meu próprio artigo, e está tentando agora ensinar seu professor do que ele próprio te ensinou? Jura que você não tem nada melhor pra fazer na vida? Eu sugiro umas aulinhas de gramática.

  17. Thiago - RJ

    27 de setembro de 2011 at 23:11

    Excelente texto, Flávio, nada a acrescentar.

    Só confirmando o que já deve ser sabido por todos: tal qual UFF e USP (da qual você tanto fala, por ter estudado lá), UERJ. E olha que Direito nem pode ser considerado um curso tão “extrema-humanas”, pelo perfil médio dos corpos discente e docente. Claro que há os esquerdopatas, os profissionais de centro acadêmio, os universitários perpétuos, essa fauna toda que você conhece bem. Mas não chega a ser, digamos, um “Ciências Sociais” (Antropologia, Sociologia e Ciência Política), um “Filosofia”, um “História”. Não é à toa que a Associação Atlética – que cuidava das competições desportivas das quais os alunos da graduação participavam – era mais levada a sério e mais frequentada que o Centro Acadêmico, lar dos esquerdistas que sequer os pensadores de esquerda conheciam.

  18. Aline

    27 de setembro de 2011 at 13:56

    Flávio, parabéns pelo texto, achei excelente!
    Muito embora preferisse um meio termo se tivesse que escolher viver num mundo de “Bolsonaros e estupradores” ou “Marias e estupradores”. Abraços.

    • flaviomorgen

      27 de setembro de 2011 at 15:48

      Aline, mas não é preciso ter dúvida quanto a isso. Mas desde quando Mária do Rosário aparece no noticiário como extremista fanática? Aí esse povo pega o discurso pronto da mídia e se diz “crítico” só por repetir uma aleivosia qualquer contrária a alguém. No meu mundo perfeito, simplesmente estupradores não existiriam, aliás. :)

  19. j.freire

    27 de setembro de 2011 at 11:58

    Pois é. Chamar negro de negro, louro ou loiro de louro ou loiro, ladrão de ladrão, corrupto de corrupto, pobre de pobre, rico de rico, favelado de favelado, passou a ser politicamente inadequado. Essa petralhada é de um cinismo sem limites.

    • flaviomorgen

      27 de setembro de 2011 at 15:45

      Eu diria “hipocrisia”. Cinismo é justamente chamar as coisas pelo que elas são. Falta Diógenes de Sínope nesse país.

  20. Thiago

    27 de setembro de 2011 at 05:03

    Alexandre

    E os blogs esquerdistas fazem o que?

    Vou responder por mim!

    1) Defendo o Bolsonaro por achar que ele está certo em alguns casos. Não vou usar aquela máxima “tenho amigos homossexuais, logo não posso ser homofóbico” isso é ridículo! O que os homossexuais fazem dentro de casa, não é da minha conta, o que eles fazem na rua também não é da minha conta, mas a sociedade de modo geral, não aceita o comportamento deles. Mas os homossexuais querem mudar a situação na marra! Então, onde fica o direito do Bolsonaro de falar o que acha? Ou só os homossexuais podem falar alguma coisa? Isso me lembro o caso do juiz que anulou o tal “casamento” entre um casal homoafetivo (cara, esse povo muda tanto os termos que eu me perco…). Atacaram o juiz e esqueceram de analisar os argumentos deles. Basta ir na Constituição Federal e ver que o juiz está certo. E nesse caso, se os homoafetivos querem tanto se casarem e constituirem família, que façam os políticos mudarem a CF! Ou eles só conseguem se juntar para fazer projeto de lei que agride o direito de outras pessoas? (e o preconceito já é previsto como crime na CF, basta aplicar o que já existe! Só que se proteger uma parte específica, ganha-se mais votos né?)
    2) Já to te respondendo sobre isso no outro texto!
    3) Israel não é coitadinho, assim como os palestinos! Sinceramente, o problema é deles, eles que se entendam! O Brasil deveria se preocupar com assuntos internos! Ah, sem falar que o Lula fez doações a Palestina com o erário, muito bonito né?
    4) Eu não estou torcendo, só estou vendo como esta sendo a roubalheira, como estão passando por cima do povo e coisas do tipo, para que um evento, para turista ver, ocorra! Se você realmente acha que brasileiro vai conseguir ir ao estádio na Copa do Mundo, ou a algum evento nas Olimpíadas, você é mais iludido do que eu imaginava! Ah, com o último texto publicado aqui no implicante sobre as promessas da Dilma que não foram cumpridas, o que você achou? Eu acho que ela deveria desistir da Copa e das Olimpíadas e investir o dinheiro desses eventos em tentar fazer o que prometeu!
    5) Se você não consegue estudar história sozinho e observar os detalhes, não é um problema dos blogs de direita, mas é um problema todo seu!
    6) Nem leio a revista, mas tenho a ideia de que se defende a Veja, pois é uma das poucas que “atacam” o governo de cara limpa! Falando nisso, o Zé Dirceu já conseguiu provar que o quarto foi arrombado pelo reporter?

    Sinceramente, você acusa e esquece que ao apontar o dedo, alguns se voltam contra você…

  21. Marcus Alexandre Nascimento Silva

    26 de setembro de 2011 at 12:28

    Muito bom seu artigo. Concordo com vc e, de maneira bem mais simples, também já escrevi sobre Bolsonaro. Se desejar conferir
    https://newsmacunaima.blogspot.com/2011/07/preta-gil-x-bolsonaro-quem-voce-queria.html

  22. Luís

    25 de setembro de 2011 at 22:06

    Alexandre, só faltou um item do seu comentário, que é a oração de todo blog de direita:

    “Reinaldo Azevedo é meu pastor e nada me faltará”.

  23. alexandre

    25 de setembro de 2011 at 07:28

    Os blogs de direita no Brasil são engraçados e percebo que tem uma agenda em comum nos dias atuais
    1. Defesa enfática ao deputado Bolsonaro (ele fala mil bobagens, a direita diz que “discorda” dele mas ele se tornou inimputável na blogosfera direitista. Falou mal dele, é porque é contrário à liberdade de opinião)
    2. Falar mal das UPPs no RJ (que se dane se as estatísticas mostram a diminuição de homicídios na cidade e a aprovação dos moradores nas áreas pacificadas. O que importa é que o Cabral é aliado do Lula,e isso é inadmissível)
    3. Vitimização de Israel ( atualmente é o único país que ocupa o território de outro país mas não sei porque a direita fecha os olhos para isso. Sem explicação)
    4. Torcer descaradamente para o fracasso da Copa e das Olimpíadas ( qualquer nota negativa sobre o evento leva a direita ao orgasmo. Tudo para atingir o governo federal)
    5. Ênfase na crítica aos grupos de esquerda na ditadura militar ( mas nunca falam mal dos militares e inclusive até usam os toscos argumentos que o “Brasil iria virar Cuba”, “Jango iria dar o golpe” e outras baboseiras que os ditadores usam para justificar seus atos)
    6. Defender a revista Veja como se fosse a Bíblia Sagrada. Falou mal da revista é como se fosse um herege a caminho do inferno. Ou na linguagem mundana, defensor de corruptos.
    Mas defender as idéias liberais ou de direita, nem uma vírgula. Apesar que, justiça seja feita, vc é quem mais fala sobre a direita e suas idéias. Já o resto da blogosfera, é politicagem de baixo nível e extremamente previsível.

  24. Clayton

    24 de setembro de 2011 at 20:35

    Bolsonaro tem direito a dizer o que pensa. https://bit.ly/ghFpZo

  25. Joaquim

    23 de setembro de 2011 at 16:04

    Este seu texto trata de duas ou talvez três coisas diferentes, vou tentar opinar sobre elas se o comentário assim deixar ( tenho um histórico de apertar enter e perder o comentário neste digníssimo site).

    Primeiro: Bolsonaro para mim é uma pessoa odiosa, com seus comentários preconceituosos, sua homofobia e sua paixão pelo militar. Não sou eleitor dele primeiro de tudo porque sou de um estado diferente, e não seria de modo algum, tenho desprezo por pessoas que votem no dito cujo, um direito meu.

    A agressão: Como disse a cima não tenho nenhum amor pelo cidadão, mas isso não significa que ele deve sofrer agressão seja física seja psicológica, se ele foi chamado ao debate tinha sim o direito de professar seus pensamentos ( acho inclusive que ele tem esse direito em qualquer lugar, se alguém se sentir ofendido poder judiciário está ai para isso), logo foi tão odiosa quanto a atitude dos alunos e dos pelegos de partidos de “esquerda” ( sendo que não tenho nenhum interesse em aprender tanto quanto você Flavio o que é direita o que é esquerda).

    Ditadura ou Regime Militar: Óbvio que como todo aluno de colégio comum deste país aprendi a versão dos guerrilheiros salvadores e dos militares malvados, por conta própria depois li (pouco) sobre o assunto e mudei minha visão, vejo que neste caso não existia “mocinhos” , os militares fizeram tudo que fizeram e os guerrilheiros nada mais eram que terroristas, toda vez que este assunto entra na pauta na minha roda de amigos minha opinião é a mesma, hoje vemos (alguns) que os rebeldes queriam uma ditadura deles, são esses mesmos que hoje mamam nas tetas do estado, mas com toda certeza absoluta se eu tivesse vivido naquela época teria lutado do mesmo jeito, não me julgue, mas eu iria querer sempre a liberdade, coisa que acredito ( ou espero) que pelo menos um daqueles rebeldes pensa-se.

    Acho que é só isso, não me crucifiquem, ou sim, vocês que sabem.

  26. Cleber Silva

    23 de setembro de 2011 at 13:28

    tem seus defeitos mas, quem não tem? gostaria que houvessem mais dele…

  27. Gabriel Soares

    23 de setembro de 2011 at 11:25

    Eu pago a mensalidade deste “saite” apenas pela diversão que os comentários do alexandre proporcionam.

    • flaviomorgen

      23 de setembro de 2011 at 11:59

      Opa, Gabriel! Posso te passar o número da minha conta? :D

  28. Pablo Vilarnovo

    23 de setembro de 2011 at 10:49

    Flavio – Eu chamo isso de tática da Quimera e do Belerofonte. Geralmente usam sujeitos ocultos, indeterminados ou abusam dos “eles”, lógico, sem núnca identificar quem são “eles”.

    De resto eles criam uma Quimera que sempre é uma mentira, colocam palavras nas bocas de outras pessoas ou grupos, assumem o papel da bondade como se o outro grupo fosse contra. Dessa forma a esquerda, e só ela, é tolerante ou gay-friendly. E como a esquerda é isso, logicamente a direita é homofóbica. Mas nunca conseguiram explicar muito bem o FATO de que TODO país socialista perseguiu os homossexuais.

    Dizem-se a favor dos pobres, mas nunca conseguiram explicar muito bem o fato de que nos últimos anos houve a maior tranferência de renda do trabalhador para uma elite de empresários da história do Brasil, principalmente via BNDES.

    Portanto enquanto eles criam uma Quimera – que você é pró ditadura – apresentam o Belerofonte – que eles são contra a ditadura, são democratas – mesmo que em toda sua ideologia nunca, jamais consideraram a democracia, que achavam “burguesa”, você perde seu tempo explicando que não. Desmentindo. E enquanto isso eles se safam de uma análise, de responder pelo que falam.

    • flaviomorgen

      23 de setembro de 2011 at 11:58

      Pablo, excelente! Achei curiosíssimo como a interpretação de que Bolsonaro seria “racista” advém apenas de uma resposta dada a Preta Gil que fica ILÓGICA se não se levar em conta que ele entendeu a pergunta dela errado. Mesmo assim, TODA santa vez em que vão falar de Bolsonaro, gastam pelo menos uns 2 minutos afirmando que fez uma afirmação racista “embora” tenha ficado claro que… não era racista.

      E só eles gostam de negros, né? Deve ser por isso que nunca leram Thomas Sowell ou Walter Williams. E curioso como é difícil achar país socialista fora da África em que os negros tenham grande destaque na política – mesmo uma ilha caribenha com uma imensa população negra como Cuba, que antes da tomada de poder por Fidel Castro, tinha maioria negra no poder. Estranho, não?

  29. Pablo Vilarnovo

    23 de setembro de 2011 at 10:36

    Flavio – “Por que então tenho de ficar te explicando que não defendo a ditadura militar?”

    Porque enquanto você perde se tempo explicando algo que nunca fez ou falou eles preparam o outro ataque e/ou conseguem esconder as mentiras e as culpas para debaixo do tapete.

  30. Vitor

    23 de setembro de 2011 at 08:49

    Flavio, favor apagar meu ultimo comentário. O Persegonha se meteu a comentar e escreve tão melhor, mas tão melhor que por comparação tá parecendo que ele é o Walter Williams e eu o Luiz Fernando Silva Pinto.

    Coisa Terrível.

    • flaviomorgen

      23 de setembro de 2011 at 10:39

      Pô, Vitor, o comentário foi ótimo. Não nos prive assim. :)

  31. alexandre

    23 de setembro de 2011 at 06:18

    Morgen
    Vc foi muito claro : “presos da ditadura eram sequestradores, torturadores e assaltantes”. Contestei sua afirmação com alguns casos mais notórios. Vc disse que eram 3 ou 4. Se eu apresentasse 20, vc poderia até pensar no assunto. Peguei 20 nomes de pessoas mortas ou torturadas pelo regime e que não atuaram na luta armada. A conta é maior, pois com uma pesquisa superficial cheguei a 20 (o Eros Grau era do PCB mas não pegou em armas). Toda a ditadura mata civis inocentes. Mas parece que para alguns jornalistas que se dizem “democratas”, a nossa chegou a essa “perfeição” de não matar civis. A luta armada matou civis e isso é inegável.
    Sobre essa bobagem que é dita pelos militares para defender o golpe ( ” o Brasil seria uma nova Cuba” ), é uma coisa tão absurda que é o mesmo que dizer que o homem nunca foi a lua (alguns sugerem que foi “armação da Globo”). Qual grupo guerrilheiro tínhamos antes de 64 com força de derrubar um regime ? Se o Jango queria dar um golpe, porque ele fugiu ? O que a história mostra que militares golpistas junto com a UDN não queriam que o JK assumisse em 56. Ou seja, o “dna golpista” vinha de outro lado e bem antes de 64.
    E o assunto voltou a tona porque o “ilustre” deputado é um notório defensor da ditadura militar, além de homofóbico e desequilbrado mental.

    • flaviomorgen

      23 de setembro de 2011 at 10:39

      alexandre, gostei bastante do seu trato com figuras de linguagem. Acho até que está pensando se eu meço se uma ditadura pode ser defendida se ela mata acima de 20 ou abaixo de 20. O que estou afirmando é que os dados da esquerda sobre mortos e desaparecidos da ditadura não vai muito além de 400 em 20 anos. Acho que se olharmos para os mortos civis (que não têm envolvimento nenhum com o tráfico) pelas milícias do RJ vamos chegar num número bem maior. A esquerda só não conseguiu matar tanto no mesmo período porque não tomou o poder.

      Quanto a seus “contra”-argumentos ao Jango e sei lá mais o quê, a História é bem mais complexa do que isso. Se eu tivesse afirmado coisa parecida, você poderia até tentar falar essas coisas (que não estão corretas). Mas não falei. Então, continuo sem saber por que estou digitando um outro parágrafo sobre Jango por aqui.

      E sim, vamos reduzir de novo Bolsonaro a ser “homofóbico” e desequilibrado mental. Mas nunca façamos o mesmo falando de Marina Silva ou Maria do Rosário, não se esqueça.

  32. Felipe Flexa

    23 de setembro de 2011 at 00:32

    Sobre os momentos que antecederam o regime militar, favor ler (se encontrarem), “1964: golpe ou contragolpe”, do historiador Helio Silva, lançado em 1974, e que conta, entre suas fontes, depoimentos de pessoas que jamais podem ser consideradas de direita (sei que haveria a maior chiadeira por aqui se não avisasse). O livro é fartamente documentado, mostrando toda a tensão dos dois lados, mostrando pessoas que defendiam sim a democracia (ainda que fragilmente), que tentavam arrumar uma maneira de João Goulart não ser apeado do poder, mas também revela que Goulart estava cada vez mais tentado a dar um golpe de Estado comunista, que levaria certamente a uma guerra civil. Quanto a isso ler também “Jango, um perfil”, de Marco Antônio Villa. As Forças Armadas NÃO estavam unidas e coesas na ocasião. Havia uma ruptura lá dentro. Não foi um bando de generais que resolveram dar o golpe e pronto! E o movimento CONTOU COM O APOIO DA POPULAÇÃO sim. É claro que não nos tornaríamos uma Cuba. Mas uma mini-Cuba, como o Chile de Allende não poderia ser descartado – incluindo aí cadernetas de racionamento em um momento muito próximo e um possível suicídio de Goulart… Se bem que ele era um cagão, não faria isso.

    Agora, meus bagos, a discussão não era em relação aos filhinhos de papai revolucionários? Aos rebeldes mantidos por generosas porções de batata frita e cerveja Original da Antartica? Dos Frequentadores de Boteco Socialistas que só querem que a opinião deles é que esteja valendo? O que estava em questão não eram os vereadores de Niterói, a cidade sorriso, que queriam que o debate se desse entre pessoas que dissessem apenas “sim” e “sim, senhor”? São fascistas sim, embora nem mesmo os alunos de História – os que frequentam aulas ao invés do curso de Maconha I do Centro Acadêmico – não saibam. Agem como os Camisas Pretas (não confundir com o CR Vasco da Gama dos anos 20) de Mussolini e a Juventude Hitlerista sem tirar nem por. Não precisa voltar no tempo: eram isso aí que vocês veem nos vídeos do Bolsonaro.

    Se eu sou convidado para um debate e me tratam dessa forma invocaria minha imunidade parlamentar, criada essencialmente para coibir “delitos de opinião” e não para coibir punições a corruptos, e mandaria os vereadores tomarem no cu de verde e amarelo, bem como os filhinhos de papai revolucionários que lotam estacionamentos dos campi universitários com suas Cherokees, Pajeros e quejandos, como bem acontecia na Praia Vermelha, UFRJ. (Eu não gostaria de generalizar na questão dos carrões, mas na questão da chopada, eu generalizo! É tudo rebelde de botequim que quer impressionar a gatinha do Serviço Social com frases de efeito e, espero, com desodorantes não vencidos e que sonha em se transformar em blogueiro progressista – até porque esse troço de trabalhar não tá com nada depois da farta distribuição de cargos comissionados no governo do PT.)

    Por falar em estudantes, ontem, por volta das duas da tarde, descobri que o Colégio Pedro II (federal) está em greve. Logo se divisavam bandeira do PSTU e alguns estudantes, que certamente estavam muito contentes de estarem azarando gatinhas e matando aula às portas do vestibular. Este é o Brasil que eu conheço!

    • flaviomorgen

      23 de setembro de 2011 at 01:01

      Felipe, o insuportável em ler o que você escreve é que perco a boquinha de “melhor escritor e intelectual não remunerado do pedaço”. =/

  33. Dhiogo

    22 de setembro de 2011 at 23:40

    Mais um excelente o texto, Flávio.

    Os verdadeiros pontos negativos do Bolsonaro a esquerda festiva não crítica. Isso porque só se atêm à superfície e adoram repetir o que o galo cantou, mas não sabem onde ou por concordarem com eles. Um exemplo é o discurso ufanista e mentiroso de que “FHC vendeu o país”, os projetos inúteis e estatólatras como:

    1393/95 Dispõe sobre a instituição do dia do detetive profissional.

    73/95 Dispõe sobre a instituição do dia do desportista nacional, a ser comemorado em 21 de março, data de nascimento do esportista Ayrton Senna Da Silva.

    1736/96 Proíbe o uso de vocábulos estrangeiros nos casos que especifica. Na identificação de estabelecimentos comerciais, bem como nos anúncios e nos rótulos de mercadorias.

    Art 1 Fica proibido o uso de vocábulos estrangeiros na identificação de estabelecimentos comerciais, bem como nos anúncios e nos rótulos de mercadorias;

    https://www.bolsonaro.com.br/jair/atuacao/projetos-lei.htm

    A acusação de ter planejado atentados com bombas:

    https://veja.abril.com.br/120100/p_049.html

    Ou o fato de ter votado a favor daquele regime “alternativo” de licitação:

    https://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/o-pais-quer-saber/o-pais-quer-saber-quem-votou-a-favor-da-roubalheira-sem-vigilancia-e-sem-cadeia/

    • flaviomorgen

      23 de setembro de 2011 at 00:42

      Muito bom, Dhiogo! Bom pra galera saber como criticar, mesmo! :)

  34. João Paulo

    22 de setembro de 2011 at 22:53

    Meu pai serviu o exército na época da ditadura militar e chegaram a prender um desses comuna por querer explodir dois grupos escolares, é o quanto esse pessoal era gente boa e amigável haha. Só que não adianta argumentar assim, quando é pela causa vermelha eles perdoam tudo, porque quanto mais sangue tiver é melhor, dá para limpá-lo com pano de chão e fazer dele a bandeira da causa logo depois.

  35. Luís

    22 de setembro de 2011 at 22:52

    Belo texto cara! Essa galera em muito se assemelha a turma do filme “O último jantar”. Alguém já viu? Se não viu, eu recomendo!

  36. Vitor

    22 de setembro de 2011 at 22:12

    Em tempo Alexandre, tivemos DOIS governos militares e não um. Os primeiros militares tinham o plano de evitar tanto o golpe populista de Jango/Brizola, que poderia evouir para algo violento quanto o golpe que terroristas treinados em Cuba planejavam (calculo um mínimo de 100 mil mortos nesse caso).

    Queriam modernizar a economia (tanto que fizeram de Roberto Campos ministro, primeiro e último liberal brasileiro), acabar com a influência cubana/soviética/getulista no país e depois entregar o o poder aos civis.
    Só em 1968 que o bicho pegou mesmo com o AI-5, que jogou TUDO isso por água abaixo, e ganhamos Geisel-criador-de-estatais, Delfim Netto Keynesiano torrando toda a grana que o Brasil não tinha e coisa-e-tal.

    Nada, NADA diferente de Lula e seus comparsas.

    O Brasil tinha como alternativas o golpe de 64 ou uma bela guerra civil que ia deixar um montão de cadáveres, e NADA autoriza a pensar diferente. Ninguém aqui “defende” a ditadura. Eu não a defendo, apenas sei que qualquer alternativa plausível a ela teria sido muito pior. O senhor sabe…sabe que a galerinha que estava assaltando bancos queria…

  37. alexandre

    22 de setembro de 2011 at 20:33

    Uma pequena lista de vítimas da ditadura militar que não se envolveram com a luta armada. Ou elas foram mortas ou torturadas : Rubens Paiva, Vladimir Herzog, Manuel Fiel Filho, Zuzu Angel, Alfeu de Alcântara Machado, Lyda Monteiro da Silva, Francisco Tenório Júnior, Padre Burnier, José Máximo de Andrade Netto, Paulo Stuart Wright, Pedro Inácio de Aráujo, João Alfredo Dias, Santo Dias, Frei Tito, Walter de Souza Ribeiro, Irmã Maurina, Ruy Mauro Marini, Eros Grau, Bete Mendes e o prefeito do Ceará. São 20 nomes.
    Agora, mesmo que morresse somente uma pessoa, eu repudio a ditadura militar. Vc e o Reinaldo Azevedo se dizem democratas mas defendem implicitamente a ditadura com esses argumentos furados que o Brasil sofria uma ameaça comunista em 1964(os militantes comunistas eram contados no máximo em centenas), que o governo do Jango era fraco ( se todo o governo fraco fosse justificar uma ditadura, teríamos dezenas de ditaduras em nossa história) e que havia apoio popular ( A revolução cubana teve apoio popular, e daí ? virou uma ditadura).
    Sempre que falo que Alemanha, Itália e Colômbia não precisaram de ditadura para vencer grupos guerrilheiros de esquerda, os defensores da ditadura ficam mudos.
    E agora, vai reconsiderar certas perspectivas ?

    • flaviomorgen

      22 de setembro de 2011 at 20:42

      alexandre, entre suas vítimas tem um ministro do STF que tava alive and kicking dando aula na Sanfran ano passado, e mesmo uma estilista que morreu num acidente automobilístico que nunca foi esclarecido – pode ter sido obra dos militares, mas para a esquerda já vira automaticamente uma “vítima da ditadura militar”. Também posso te citar uma bela lista de nomes de mortos pela guerrilha de esquerda que vai além de uma centena.

      Mas enfim, eu concordo plenamente com o Pablo Vilarnovo abaixo. Não sei de onde você afirma que meus argumentos “pró-ditadura” (?!?!) são “o governo era fraco” ou coisas que você lê por aí e imputa a mim. Aliás, tanto Reinaldo quanto eu vivemos lembrando que o regime de direita não tinha nada (no máximo o Roberto Campos apareceu pra ensinar algo pra militares que não entendiam nada de economia, e até hoje não entendem), que Geisel foi o maior construtor de estatais do mundo etc, etc. Por que então tenho de ficar te explicando que não defendo a ditadura militar?

  38. Paula

    22 de setembro de 2011 at 19:05

    Eu andaria mais segura pelas ruas se houvesse mais Bolsonaros e menos Marias do Rosário. E quem não admirou sua coragem ao discursar sobre José Dirceu e José Genoino só pode ser petista ou indenizado (ou os dois). Por último, diante da briga com Jean Willis, sempre fico com Bolsonaro: ele sim teve votos para estar lá; o ex-BBB foi pelo vale-tiririca.

  39. Anelize

    22 de setembro de 2011 at 16:40

    Nunca li pior artigo!

  40. Pablo Vilarnovo

    22 de setembro de 2011 at 14:34

    João – “Já a esquerda, são cidadãos idealistas inconformados e não querendo baixar a cabeça para a ditadura.”

    Você quis dizer “não querendo baixar a cabeça para a ditadura QUE NÃO FOSSE A DELES”, não é?

    Não digo isso de implicancia (ops) mas porque nenhum dos grupos guerrilheiros que combateram os militares (na verdade a guerrilha já havia começado bem antes e NUNCA podemos no esquecer que Prestes já havia tentado um golpe comunista antes), tinha como princípio a democracia. Pelo menos desde 1961 quando Francisco Julião já estava em Cuba acertando os preparativas para a tentativa do golpe. Todos eles em seus documentos, princípios, leis, manuais pregavam uma “ditadura do proletariado”. E essa ditadura já é bem descrita por Bakunin.

    Se eu acho que eles teriam sucesso? Sinceramente não. O golpe militar foi algo ridículo, desnecessário, autoritário.

    Na verdade a democracia da época acabou porque nenhum dos lados quis defende-la.

    Essa coisa que os guerrilheiros lutavam contra os militares foi uma propaganda muito bem feita, e cara. Propagada por historiadores, jornalistas, “acadêmicos” e “intelectuais”. Todos eles comprometidos com a “causa”.

  41. Danir

    22 de setembro de 2011 at 14:12

    Não tem como defender estes estudantes estúpidos. O que ainda pode provocar alguma dúvida, é se eles tomam estas atitudes porque são idiotas, subletrados e sem condições de concatenar idéias um pouco mais complexas, ou se simplesmente são pessoas manipuladoras, prepotentes com intenções desonestas a respeito do Bolsonaro e com aspirações políticas totalitárias. Como cidadãos são um lixo. Como pessoas provavelmente tambem. A propósito não agredito em agressão e nunca agrediria uma pessoa a não ser em auto defesa. Mas abomino o comportamento estereotipado dos homosexuais e sua tentativa de aliciar pessoas fazendo proselitismo de uma candura e leveza de atitudes que absolutamente não tem. Não sou obrigado a coopta-los. E eles tem o direito de colocar as suas opiniões até o limite da tentativa de calar minha boca. Sou (como um grande contingente de brasileiros) um homem livre, com o direito de dar opiniões e reclamar de comportamentos e atitudes que vejo em todos os lugares; que são indecentes, imorais e desonestos.. Só não posso e não devo partir para a agressão contra as pessoas que pensam diferente de mim. É isso que estes burros maldosos não compreendem ou não querem aceitar.

  42. Leonardo T B

    22 de setembro de 2011 at 11:46

    “na União Soviética, o estuprador é você.”

    HAHAHAH

  43. Fausto

    22 de setembro de 2011 at 10:38

    “os presos da ditadura eram assaltantes, seqüestradores e estupradores” Que preso da ditadura era estuprador?

    • flaviomorgen

      22 de setembro de 2011 at 12:41

      Não posso procurar agora, Fausto, mas é só ver documentos históricos militares e mesmo ações civis de ANTES da ditadura para ver como teve estuprador que foi “preso político”. Aliás, tem um político famoso aí, que foi muito comentado como um grande salvador da pátria por uns 8 anos, que fez umas declarações esquisitas sobre um tal menino do MEP…

  44. Rodrigo Leme

    22 de setembro de 2011 at 10:21

    “…para onde exilar as pessoas de quem discordam quando tomarem o poder à força, a estudante Maria Júlia Montero dispara: “Reacionário a gente não manda pra lugar nenhum não. É a cabeça numa bandeja”.”

    Flavio, vou te dar mais um exemplo “de bandeja” (zing). Se bobear, esse comentário está lá sem ser apagado até hoje…

    https://twitpic.com/58s90j

    • flaviomorgen

      22 de setembro de 2011 at 12:38

      Rodrigo, foi num grupo de troca de e-mails do Yahoo. Tenho o e-mail guardadinho aqui até hoje.

  45. alexandre

    22 de setembro de 2011 at 06:35

    A ditadura militar no Brasil é indefensável. Usar uma suposta “ameaça comunista” em 1964 é uma coisa típica de Vargas (Plano Cohen em 37). Que eu saiba Itália, Alemanha e Colômbia enfrentaram terrorismo de esquerda dentro da democracia. Não precisaram de ditadura para isso. E toda ação gera uma reação. O Kadafi foi derrubado por grupos armados. Ninguém aguentava mais uma ditadura de 40 anos. Os rebeldes líbios são terroristas ? Mandela e o CNA apelaram para a luta armada. Ele era um terrorista ?
    Reconheço que civis inocentes foram mortos no Brasil em ações de esquerda, que alguns grupos queriam implantar uma ditadura comunista no Brasil mas daí a juntar tudo isso de maneira simplista e dizer que todas as vítimas da ditadura eram sequestradores, terroristas e assaltantes é uma desrespeito à memória de Vladimir Herzog, ao deputado Rubens Paiva, ao operário Manoel Fiel Filho e outras vítimas inocentes porém menos famosas.
    O Bolsonaro é homofóbico e um defensor da ditadura. Espero que ele não se reeleja (infelizmente será só um desejo meu, acho que os votos dele irão dobrar). Seria a maneira mais inteligente de lidar com ele. Não com vaias e ofensas como na UFF.

    • flaviomorgen

      22 de setembro de 2011 at 10:25

      alexandre, essa discussão é muito antiga, e não estou defendendo a ditadura – estou apenas atacando quem queria implantar uma pior ainda. Agora se você me apontar uns 20 nomes de pessoas mortas ou torturadas pela ditadura que não estavam envolvidas com ações comunistas eu posso reconsiderar certas perspectivas. O problema é que, sempre que cito isso, me falam em Herzog, em um prefeito do Ceará e mais uns 4 nomes, e olhe lá.

  46. Thiago

    22 de setembro de 2011 at 01:19

    https://www.youtube.com/watch?v=QikuEvjgets

    Vejam o vídeo e saibam o motivo de tal convite ao debate! Algum esquerdista ainda vai ter a cara de pau de falar algo contra o Bolsonaro? Sinceramente! Esquerdista tinha que ir para o paredão! Ou ser exilado para a Sibéria! (/ironia)

    Alexandre

    Você pode até argumentar sobre o ponto liberdade, mas não se esqueça que os militares tinham que desconfiar de tudo e todos, pois o Brasil estava em guerra (não declarada)! Afinal, o que é o combate contra guerrilheiros treinados em Cuba e outros lugares? Alguns não eram guerrilheiros e sofreram as consequências, infelizmente sim, mas estes deveriam reclamar dos guerrilheiros que tiveram sua parcela de culpa também, mas não o fazem por serem amiguinhos né?

    • flaviomorgen

      22 de setembro de 2011 at 12:39

      Caramba, foi bem pior do que pensei!

      Escuta, pra que cada vez que vão falar que Bolsonaro é “homofóbico” por causa de uma declaração, precisam dizer que ele é RACISTA, embora tenha ficado claro que não entendeu a pergunta de Preta Gil? E outra, por que o deputadozinho precisa dizer que “se homofobia fosse crime”, Bolsonaro sofreria penas? Qual a lógica em se falar de crimes que não existem? Se o socialismo desses caras “fosse” alcançado, Bolsonaro estaria morto. E aí?

  47. joão batista

    21 de setembro de 2011 at 23:27

    Caro Flavio,

    Acredito que a implicância com Bolsonaro está sendo boa para coloca-lo em evidência e ele está explorando isso muito bem. Ponto pra ele.

    É e penso que sempre será complicado justificar a violência, embora ela sempre foi corrente. Nesse caso acredito que há uma confusão, tambem no seu texto, quando mistura a repressão por razões pessoais, no caso a sexualidade/afetividade da pessoa, sendo isto de já não ser admitido pela CF-88. Além de que isto, por si mesmo, não traz nenhuma implicação político-social, portanto algo profundamente moral e individual e agredir por ser de um sexo, raça, etnia… não faz o menor sentido, mas é só perversidade.

    Outra questão bem diferente, colocada no mesmo pacote pelo seu texto, são as opções e decisões políticas como corrupçao, ditadura, apologia ao crime… Isto já implica em consequencias para os outros (sociedade) e sim, deve ser reprimida e inibida. Nesse caso o que voce sugere como sendo a esquerda contra Bolsonora, ao meu ver, trata-se de reação da sociedade para inibir ações perversas contra pessoas que individualmente tem direito de ser o que quiser, mas uma autoridade fazer apologia a violência, isto é nocivo para a sociedade.

    Outro equívoco que vejo quando se compara a direita (ditadura) no Brasil e a esquerda (guerrilheiros) é imporante fazer uma distinção não nos termos como é feito. A Ditadura era governo e pela oficialidade toma decisões de “ordenar” a sociedade eliminando quem (cidadãos) que não estão de acordo. Já a esquerda, são cidadãos idealistas inconformados e não querendo baixar a cabeça para a ditadura. Assim, ações do Estado e ações de Cidadãos, deve ser considerada em terrenos diferentes para a análise. O Estado é de todos e cada cidadão pode se expressar.

    Bolsonora agora é poder (Deputado) e não deveria condenar indivíduos (cidadãos) por motivos que não diz repeito ao Estado legislar.

    Abraço

    há uma importante diferença entre

    • flaviomorgen

      22 de setembro de 2011 at 00:36

      Caro joão,

      No meu texto mesmo deixei claro que esse tipo de agressão é não apenas um erro, como é proibida (falei até, com humor, da “legalização” das palmadas familiares).

      O que falei da esquerda foram militantes de Universidades, gente que defende o socialismo e outras formas de perversão social calcadas em planificação econômica bem piores do que o fascismo. Afirmar que “esquerdistas são cidadãos idealistas inconformados”, ao invés de distinguir o rol, só o aumenta: também sou inconformado e sou mais idealista do que gostaria. O terrorismo de esquerda no Brasil começou em 64 (quase meia década antes do golpe), matando quase uma centena de pessoas antes mesmo de 68, e o próprio Jango foi destituído com apoio popular exatamente porque a população não queria ser governada por “idealistas inconformados”. Não se pode resumir a ditadura a uma disputa entre idealistas bonzinhos e militares casca-grossa.

      Abraço.

  48. Mauro

    21 de setembro de 2011 at 22:38

    Cara, muito bom. Muito bom mesmo. Como sempre.

    Eu não concordo com muito do que o Bolsonaro diz, mas uma coisa é certa: ele tem colhões de adamantium. É óbvio que ele sabia que havia recebido um convite para o próprio linchamento em praça pública (debate em uma faculdade de humanas, de uma universidade pública, com vereadores do PSOL e do PT?) e mesmo assim encarou.

    Walter E. Williams teria alguma coisa a ensinar a esses “democratas”.

  49. Vinícius Milere Moreira

    21 de setembro de 2011 at 21:46

    O PSOL se infiltrou no DCE da UFES através de jovens maconheiros de 20 anos com grande ambição política e tenta assim usar a massa estudantil pra apoiar a greve dos safados servidores públicos que porra alguma fazem durante o ano inteiro…
    Esse PSOL não é um partido político,é o lado negro da força regulamentado e com Maquiavel debaixo do braço…pra eles não há limites,não há escrúpulos…
    Por sorte quando o DCE da UFES tentou fechar o principal campus,hospital e etc afim de apoiar esse movimento político contra Dilma Surfistinha os estudantes de outros centros como o tecnológico que muito me orgulho de fazer parte exigiram uma assembléia e com aproximadamente 2000 alunos presentes votamos e fizemos um sexo anal não consensual com nossas “ditas” lideranças estudantis.

  50. Maikel Neris

    21 de setembro de 2011 at 19:59

    Excelente texto, não tem nem como acrescentar nada, qualquer tentativa é repetir algo.

    Essa praga infecta todos os cursos de humanas de todas as universidades da galáxia brasileira. É um saco aguentar o tro-lo-ló dessa gente que defende o indefensável (Dirceu, Lula, Copa, Corinthians…).

    Hehehe, e “comunista de iMac’ é joia. Também curti a citação da Reversal Rússia.

    Continuem com os ótimos textos!

  51. alexandre

    21 de setembro de 2011 at 19:55

    Na verdade a esquerda está é promovendo o Bolsonaro. Em vez de tentar calar a boca dele, eu faria a seguinte pergunta : “vc é oposição ao governo Dilma e tem ampla liberdade para expor sua opinião contra o governo. Será que na época dos militares vc teria essa liberdade de ser oposição ? “. Pronto, desqualifica esse deputado defensor da ditadura militar.
    Ele vai aproveitar o que aconteceu na UFF, vai se fazer de vítima e vai ganhar um monte de votos.
    Eu estou enganado ou vc falou que os presos da ditadura era sequestradores, estupradores e assaltantes ? Se sim,em qual categoria o Vladimir Herzog, o Rubens Paiva, o Manoel Fiel Filho e outros se encaixam ?

    • flaviomorgen

      22 de setembro de 2011 at 00:17

      Seus outros somam mais de 20, alexandre? Porque parece que todos esses “outros” ficaram famosos. Já os seqüestradores, terroristas, assaltantes e afins ficam num confortável anonimato – confortável para a esquerda, é claro. Que depois de 8 anos no poder e tendo capacidade de abrir os arquivos do Araguaia, não divulga o que encontra provavelmente por não gostar do que saberiam se divulgassem.

  52. Chris

    21 de setembro de 2011 at 17:18

    Excelente! Fico tão feliz quando encontro blogs e sites de pessoas sensatas…
    Como ex-UFF, sei exatamente como funciona aquele DCE nojento, cheio de estudantes profissionais financiados por partidos “revolucionários”. Eles são exatamente o retrato que você desenhou: escolhem 3 ou 4 autores ultrapassados e ficam vomitando demagogia, realizando lavagem cerebral nos mais passivos e perseguindo os “reacionários”… Ao longo da minha graduação houve invasão de “estudantes” na reitoria… curiosamente, muitos portavam bandeiras de partidos e poucos eram alunos da UFF. Não duvido que, dessa galera aí, a maioria não seja aluno da universidade e tenha sido paga pra isso…

    • flaviomorgen

      22 de setembro de 2011 at 00:15

      Chris, em uma invasão da Sanfran (a faculdade de Direito da USP) em 2008, até a Gaviões da Fiel estava lá. Mas eles chamam de “ocupação” (termo errado) e reclamam da polícia os empurrar pra fora com escudos…

  53. Bárbara

    21 de setembro de 2011 at 17:10

    Detesto o Bolsonaro. Mas ele tem, ao menos, duas boas características: representa muito bem seu eleitorado e fala o que pensa, dá a cara a tapa. Seria ótimo, nesse sentido, se tivéssemos mais “Bolsonaros”, obviamente com idéias melhores.

    • flaviomorgen

      22 de setembro de 2011 at 00:10

      Bárbara, o problema aí é simples: o que é mais anti-democrático, autoritário, fascistóide e preconceituoso do que Jair Bolsonaro? A maioria absoluta de seus críticos. Simples assim.

  54. Vitor

    21 de setembro de 2011 at 17:10

    Opa Flavio, Walter Block é um “ateu devoto” de acordo com bem…ele mesmo!

    https://www.lewrockwell.com/block/block94.html

    E muito, muito mais libertário que eu ou você. Que o Bolsonaro então eu não tenho nem como comparar…

    • flaviomorgen

      22 de setembro de 2011 at 00:09

      Vitor, confesso que essa me pegou de surpresa. Ele faz umas defesas bem intransigentes dos valores cristãos nesse livro, inclusive com essas palavras – apesar de que a teoria dele deve irritar mais do que agradar 99% dos cristãos. Mas que ele é mil vezes mais libertário do que um Bolsonaro defensor da Petrobras, não tenho dúvidas. :)

  55. Thiago

    21 de setembro de 2011 at 16:13

    Eu não sou eleitor do Bolsonaro, pois tenho meu candidato (que ultimamente, não está merecendo meu voto nas próximas eleições), mas me sinto muito bem representado por ele (se continuar me sentindo assim, vou começar a votar no Bolsonaro)! Prefiro ele a um esquerdista corrupto!

    E cada vez tenho mais nojo desse povo ignorante que só entende as coisas como querem e agridem os outros como se estes fossem uns monstros! Não foi essa Maria do Rosário que recebeu dinheiro para a campanha da Taurus? Como a Taurus ganha dinheiro? Vendendo armas… Ai ela chama o Bolsonaro de estuprador, não gosta de ser chamada de vagabunda e sai chorando como se fosse a vítima? Ah maluco! Sério mesmo! Só tem um jeito mesmo, matar esses merdas todos! (risos)

  56. LuizMS

    21 de setembro de 2011 at 15:14

    Muito bom. Parabéns e obrigado por expressar o ponto de vista de muita gente (inclusive eu) que pensa como você, mas não tem sua capacidade de redigir um texto com tanta clareza.

  57. Gostei!!!!!!

    21 de setembro de 2011 at 14:32

    Mto bom!!!!
    Mas nem todo(a) filho(a) da UFF é filho(a) da Pu……… hein… rs

  58. Alessandro

    21 de setembro de 2011 at 14:02

    O bom de gente Implicante é que, mais hora menos hora, faz a gente parar pra pensar naquele ponto de vista que não tinha percebido. Como sempre, o Implicante Flavio Morgenstern é eficiente na árdua tarefa de nos tirar do lugar comum.
    Beleza de texto!

  59. Sol Moras Segabinaze

    21 de setembro de 2011 at 13:44

    Legal, Flávio, só um toque de revisão pro seu texto: “(H)ouve-se falar em seu nome e imediatamente se pensa…”

    Nem precisa publicar esse meu comentário. Ab

    • flaviomorgen

      21 de setembro de 2011 at 14:19

      Mas aí o verbo é “ouvir” mesmo, Sol. Mas obrigado pelo comentário! :)

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